Palestra com Reinaldo Azevedo, da Veja

24/05/2013 por

Palestra com Reinaldo Azevedo, da Veja

José Reinaldo Azevedo e Silva nasceu em Dois Córregos, em 19 de agosto de 1961.

Ele é um colunista e jornalista brasileiro de orientação política conservadora.

Autodefine-se como de direita, liberal e democrática. Foi redator-chefe das revistas Primeira Leitura e Bravo!, editor-adjunto de política da Folha de S. Paulo, coordenador de política da sucursal de Brasília do mesmo jornal e redator-chefe do jornal Diário do Grande ABC, de Santo André, entre 1991 e 1993.

Foi articulista da revista Veja até 7 de outubro de 2009, quando escreveu seu último artigo para a revista. Hoje, mantém um blog hospedado no site da Veja com cerca de 150.000 acessos diários.

Pelo Twitter é seguido por mais de 40 mil pessoas.

Saiba mais a seu respeito em Reinaldo Azevedo na Wikipédia.

Vamos à sua palestra:

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A um estalar dos dedos

24/05/2013 por

A um estalar dos dedos

Por Maria Helena RR de Sousa< (*)

Dona Dilma é uma figura curiosa. A impressão que dá é que ela em seus momentos de profunda meditação sobre os problemas do país que gerencia, tem uma ideia, elabora sobre o que pensou, estala os dedos e, pimba!, dá tudo como resolvido.

Os próximos passos são comunicar o que bolou aos seus assessores e depois, ao distinto público.

Os assessores, que querem tudo menos perder os cargos, ou ficam mudos ou, interpelados, acham a ideia magnífica.

O distinto público ouve estarrecido e se divide em crentes e não crentes.

Durante sua campanha para presidente da República, dona Dilma se apercebeu que um dos nossos maiores problemas era a falta de creches onde estacionar as crianças enquanto as mães trabalham. Como mãe, solidarizou-se com o problema e após sopesar os prós e os contras, prometeu a construção de seis (6) mil creches.

Estalou os dedos, aguardou a posse e seguiu a rotina acima mencionada. Pronto, para ela esse problema deixou de existir.

Quando da tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro, sensível ao horror que via por toda a parte, estalou os dedos, etc. etc., e prometeu seis mil (6) casas. Mais um problema resolvido.

Pelo visto, dona Dilma gosta muito desse número…

Não sei quantas outras seis mil coisas ela prometeu, mas, agora, acompanho, com muita atenção, a promessa dos seis (6) mil médicos que vai contratar para resolver o angustiante problema dos municípios sem médicos.

Albert Schweitzer, em Lambaréné, Gabão

Não há, da minha parte pelo menos, nenhuma apreensão quanto à contratação de médicos cubanos. (Só peço que não enviem nenhum dos que trataram o indigitado Chávez. Mas o geriatra do Fidel seria até muito bem vindo!).

Podem vir médicos portugueses, franceses, búlgaros, poloneses, a nacionalidade é o que menos importa.

O que importa é que tipo de infraestrutura os médicos encontrarão para exercer seu trabalho.

Encontrarão saneamento básico? Água encanada? Energia farta? Acesso à Internet, hoje fundamental para qualquer médico? Laboratórios? Equipe de enfermagem preparada para auxiliá-los? Material hospitalar de fácil reposição? Enfermarias bem montadas? E salas de cirurgia? Transporte para os casos de pacientes que tenham que ser enviados para grandes centros?

Tenho para mim que dona Dilma andou lendo ‘Entre a água e a selva’, de Albert Schweitzer (1875/1965), o grande médico de Lambaréné, no Gabão. Ao fechar o livro estalou os dedos e imediatamente resolveu: importo seis (6) mil médicos e nosso problema está resolvido.

Ah! Se fosse possível clonar Schweitzers, médico, filósofo, teólogo, músico, humanista, um homem em um bilhão!

Com isso, o Brasil ficaria pequeno para o número de doentes do mundo inteiro que viria para nossas Lambarénés.

Sonhar ainda é possível.

(*) Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa escreve semanalmente para o Blog do Noblat desde agosto de 2005. Ela também tem um blog – Maria Helena RR de Sousa.

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O País merece entrar para a seriedade

24/05/2013 por

O País merece entrar para a seriedade

Deu no Blog do Noblat:

“Como o novo ministro do STF votará o caso do mensalão?

Aclamado por seus futuros pares, advogados de primeiro time e juristas de alto calibre como mais do que merecedor do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, que voz de peso no futuro ousará criticar Luiz Roberto Barroso, o maior constitucionalista brasileiro da atualidade, caso seu voto livre da cadeia alguns dos condenados do processo do mensalão?”

Sobre a indicação:

A presidente Dilma Rousseff escolheu nesta quinta-feira o advogado constitucionalista Luís Roberto Barroso, 55, para a vaga deixada por Carlos Ayres Britto no STF (Supremo Tribunal Federal). A escolha foi anunciada oficialmente pela Presidência.

O martelo foi batido na tarde de hoje, depois de reunião no Palácio do Planalto entre Dilma e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

A presidente deixou a nomeação assinada antes de viajar para a África.

Leia mais em Dilma escolhe o advogado Luís Roberto Barroso para o Supremo.

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Inspiração: Ivan Lins

24/05/2013 por

De vez em quando é ótimo lembrar de nossos ídolos e hoje bateu saudade de alguém que anda um pouco sumido e que sempre faz (e fez) falta: Ivan Lins.

Ivan Guimarães Lins nasceu no Rio de Janeiro, 16 de junho de 1945 (fará 68 anos este ano) e é um dos artistas brasileiros de maior sucesso no mundo.

Filho do militar Geraldo Lins, foi muito influenciado por diversos gêneros musicais como jazz, bossa nova e soul1 e tem como principal instrumento o piano, que toca desde os 18 anos.

Formou-se em química industrial, no final dos anos 60, quando iniciou a carreira musical em festivais.

A canção O Amor É O Meu País, erroneamente tachada de ufanista, foi classificada em segundo lugar consecutivo no V Festival Internacional da Canção. O primeiro sucesso como compositor foi com Madalena, gravada por Elis Regina.

Contratado pela gravadora Forma/Philips (que posteriormente transformou-se em Polygram até chegar ao nome atual Universal Music) pelo então produtor, o compositor Paulinho Tapajós, grava três discos pelo selo: Agora, Deixa o trem seguir e Quem sou eu.

Nesse período, compôs músicas com Ronaldo Monteiro de Souza, mas depois teve em Vítor Martins o mais frequente parceiro. A primeira composição entre ambos se deu quando do lançamento do quarto LP, Modo livre, pela RCA (depois BMG, em seguida Sony BMG e hoje Sony Music), gravadora esta que lançaria também o álbum subsequente, Chama acesa. Nessa mesma década lançou alguns discos que o projetaram nacionalmente.

Teve inúmeros sucessos como cantor como Abre Alas, Somos todos iguais nesta noite e Começar de novo – todas em parceria com Vítor Martins.

Começar de novo foi gravada por Simone no mesmo ano em que foi composta. Na voz de Simone, Começar de novo foi tocada como tema oficial de abertura do seriado Malu Mulher, tonando-se um grande sucesso da época e um marco na história da MPB.

Lançou inúmeros discos, muitos deles de inúmero sucesso, tendo trocado de gravadoras por diversas vezes. No decorrer dos anos 70, a obra ganha grande temática política. A partir da segunda metade dos anos 80, começa a enfatizar a carreira internacional, principalmente nos EUA, onde foi regravado por inúmeros astros da música internacional, como Quincy Jones, George Benson, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Carmen MacRae e Barbra Streisand.

Saiba mais sobre Ivan Lins pela Wikipédia.

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Feras da música

24/05/2013 por

Encontro de feras da música popular brasileira.

Abaixo o material de divulgação mas quem puder estar presente, não perca, porque o resultado não pode ser outro senão música da melhor qualidade.

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Gente nova mostrando a que veio

24/05/2013 por

Só pelo fato de gravar com nando Reis, já é pra parar e pensar.

Depois, ao ver e ouvir os dois cantando juntos, vem a confirmação que Roberta Campos é mais um nome que surge na música popular brasileira.

Música simples, é verdade, mas o potencial é que conta.

Veja e ouça:

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R$ 3 milhões: é o que pediu Nanda Costa para posar na Playboy

24/05/2013 por

R$ 3 milhões: é o que pediu Nanda Costa para posar na Playboy

Li pela coluna de Leo Dias, do jornal O Dia, a entrevista com Nanda Costa, que falou sobre a cirurgia que fez nos seios, no hospital ProntOlinda

Porém nega que a cirurgia estética tenha sido realizada para posar para a Playboy, ao mesmo tempo em que admite vai sim tirar a roupa para a publicação e o valor de R$ 3 milhões do cachê foi acertado.

“Já estou em casa. Aliás, disseram que eu ia fazer por causa da Playboy. Isso é uma mentira. A cirurgia estava marcada bem antes de nós negociarmos. Eu fui gordinha, emagreci e o meu peito caiu, ficou flácido e não há malhação no mundo que conserte isso. Queria ficar com o corpo equilibrado, homogêneo, por isso, coloquei muito pouco, foi menos de 200ml de silicone”, disse a atriz.

Mas, conforme a publicação, a atriz confirmou que o cachê de R$ 3 milhões foi acertado, ao contrário de quando foi convidada para fazer o ensaio durante a novela.

“Eu jamais teria aceito um convite como esse durante a novela, que tinha como tema central o tráfico humano. Eu não aceitei nem mesmo fazer ensaios sensuais”, destacou.

A atriz vai fotografar em Cuba na primeira semana de julho e afirmou ao jornal que ficar nua para ela não é tabu.

“De jeito nenhum. No cinema, foram filmes de arte… Tabu para mim é fazer fofoca, dar uma nota sem me ligar e sem saber o que eu penso sobre o assunto. É gente que me ligou a novela inteira e hoje dá nota sem apurar e sem me ligar”, desabafa Nanda.

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Ordem católica pagará US$16,5 mi para abusados sexualmente

24/05/2013 por

O Globo

Uma ordem da Igreja Católica concordou em pagar 16,5 milhões de dólares para mais de 400 adultos que disseram ter sido abusados sexualmente quando crianças por líderes religiosos, anunciaram as partes nesta quinta-feira em declarações separadas.

As vítimas alegaram abuso em escolas e creches pertencentes aos grupos Christian Brothers e Christian Brothers da Irlanda em 17 Estados norte-americanos e no Canadá a partir de fim dos anos 1940 ou início dos anos 1950 até a década de 1980, disse James Stang, um advogado que representa os acusadores.

Leia mais em Ordem católica vai pagar US$16,5 mi para mais de 400 abusados sexualmente

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Alckmin diz que Serra será candidato em 2014

24/05/2013 por

Mariângela Gallucci, Estadão

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira que o tucano José Serra deverá disputar a eleição do próximo ano. “O Serra deve ser candidato em 2014″, disse. Mas, indagado por jornalistas sobre qual cargo Serra disputará, ele afirmou: “Só ele pode responder.”

Para Alckmin, é muito cedo para o PSDB lançar o seu candidato a presidente. Perguntado se a convenção do partido no último final de semana não teria o objetivo de unificar a candidatura em torno do senador Aécio Neves (MG), Alckmin respondeu que é muito cedo para definir quem disputará o Palácio do Planalto. 

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Leia também Partido de Russomanno entra para o governo Alckmin

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Jornalista Ruy Mesquita

24/05/2013 por

Por Sandro Vaia (*)

Ruy Mesquita morreu e li de tudo sobre ele. No mafuá das redes sociais, onde nascem as mil flores, brotaram daqui e dali pequenas e mesquinhas unhas-de-gato que mostram bem quanto estamos longe do grau de civilização em que gostaríamos de viver.

Convivi profissionalmente com o dr. Ruy ao longo de mais de 40 anos, a maior ou menor distância, dependendo das circunstâncias.

Nos últimos 6 anos de carreira dentro do Grupo Estado, travei com ele um embate diário, corpo-a-corpo, às vezes árido, às vezes distendido, mas sempre respeitoso, humana e profissionalmente.

Os depoimentos e as opiniões a respeito dele se multiplicaram e esculpiram um perfil realista do homem de extraordinário caráter que era – que o digam Fernando Moraes e Marco Antonio Rocha, jornalistas perseguidos que testemunharam sua valentia na defesa dos valores da liberdade e da dignidade nos anos de chumbo.

Poucos ousaram fazer a grande desfeita ao seu legado, e os que o fizeram foi por pura ignorância e mesquinhez ideológica: chamá-lo de patrão e não de jornalista.

Claro que ele era acionista do Grupo Estado e essa era uma realidade irremovível. Nasceu assim. 

Ruy Mesquita, jornalista. Foto: Caio Guatelli / Folha de S.Paulo

Sabia o elementar:  uma empresa jornalística precisa ser saudável financeiramente para poder ser independente e publicar notícias e opiniões sem pedir licença a ninguém.

Aí está o ponto: o dr. Ruy era jornalista. Sabia o que era uma pauta – e sabia fazê-la. Entendia de texto, de lead, de sublead, de pirâmide invertida. Trabalhava as palavras com extremo rigor e precisão.

Diferenciava com facilidade um título informativo e criativo de uma cascata, de uma imprecisão, de um título ruim. Dissecava uma matéria palavra por palavra.

Era obcecado pela qualidade da informação. Sustentou corajosamente a revolução gráfica e de linguagem que o Jornal da Tarde gravou na alma e na história do jornalismo brasileiro.

Em compensação, não era empresário. Duvido que soubesse ler um balanço. Desprezava a burocracia empresarial, o dialeto de gestão, o fluxo de caixa , o ativo imobilizado e toda essa feitiçaria.

Acreditava no jornalismo não apenas de notícias, mas principalmente de causas e de ideias (O Estadão nasceu republicano em plena monarquia com o nome Província de São Paulo) e desprezava a vulgaridade informativa, que apelidou de “murdoquização”, uma referencia pejorativa ao magnata australiano da imprensa Robert Murdoch, que dos tablóides sensacionalistas avançou até o controle do mítico “Wall Street Journal”.

Dizer que o dr. Ruy não era jornalista é a pior das ofensas que podem ser feitas ao jornalismo.

(*) Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez. E.mail: svaia@uol.com.br

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País da tourada?

23/05/2013 por

Quanto menos temos touradas na Espanha, mais se proliferam no Brasil as festas de peão, com destaque a montarias em touros, o que para muitos representam uma forma de violência aos animais e cujo fato suscita surgimento de muitas ongs em defesa.

As festas de peão se proliferam em escala estonteante e não demorará muito para termos aqui as touradas,  para se somarem às brigas de galo e outras formas que desumanos adoram,  por verem animais partindo para o sacrifício e muitas vezes (para seu prazer), animais abatendo animais.

Festa do Peão se prolifera e por uma razão muito simples de ser explicada: é a melhor forma de coronéis de cidades ou regiões encantarem os simples eleitores que se contentam com isso e pronto, não precisando de mais nada no ano, como boa escola e boa estrutura de saúde.

Proliferam-se na mesma proporção em que aumenta o interesse do brasileiros por lutas no estilo “Os Gladiadores”, indo agora na direção de atá a Rede Globo transmitir suas competições.

Seria uma apologia à violência?

Não podemos ignorar essa possibilidade,  porque não bastassem os games que crianças e adolescentes lançam mão por suas unidades móveis plugadas à internet, temos aí, pela televisão o U.F.C., e no caso das festas de peão, ao vivo, a apologia do homem querendo ser lobo do homem (“Lupus est homo homini non homo”), se misturando aos animais e não se sabendo mais quem é quem na arena dos eventos.

É pra pensar, porque não bastasse a falta de educação à população de baixa renda,  para dela tirarem os votos inocentes,  tem mais esse meio que está na moda, para encantar brasileiros que não pensam em nada mais importante, como a educação dos filhos e boa estrutura da saúde.

Importante: isso não ocorre apenas em estados do nordeste, porque no interior de São Paulo, eventos do gênero são mais contínuos do que eventos culturais e esportivos.

Por fim, depois dos três dias de espetáculo, nossos jovens voltam às ruas e ficam à mercê dos marginais e os heróis dos eventos podendo se apresentar como os bons e prontos para a próxima eleição.

(*) Renato Cardoso,  o autor, é jornalista,  publicitário e bacharel em direito.

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Arte

23/05/2013 por

Do Open Art.

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