Só pra não ficar por fora
Entre Lençóis, filme por onde a heroína de Insensato Coração, Paola Oliveira (foto) mostra suas intimidades na cama com Reynaldo Gianecchini, exibido pelo Telecine, já era, pois agora o mesmo Telecine está colocando no ar um dos maiores fracassos do cinema brasileiro, Budapeste, inspirado no livro de Chico Buarque – e com a mesma motivação, certamente. Na primeira parte, Paola Oliveira – de novo – protagoniza cenas de nu frontal. Com um detalhe: é conservadora numa das áreas exibidas.
Nada a ver com o tema acima e com todo respeito, presto minha homenagem à mulher brasileira, que terá seu dia comemorado no próximo dia 08 de março.
O Dia Internacional da Mulher será comemorado no próximo mês como há anos não víamos. São muitos os preparativos para referenciar aquelas que Rita Lee cantou sempre com alusão ao sexo frágil.
Com o advento de termos a primeira presidente do sexo feminino, a data vem merecendo melhor atenção e muitos são os eventos anunciados.
A própria presidente Dilma Rousseff fará parte de alguns, de público, por programas de televisão. Deverá participar do programa Mais Você, de Ana Maria Braga e ainda não está decidido se a Chefe do Governo estará nos estúdios ao vivo, se gravará antes ou se a participação será via satélite, como acontecerá na festa da Rede TV! marcada para dia 1º de março, de estréia (gravada) do programa de Hebe Camargo. Nos dois casos, Helena Chagas, secretária da Comunicação da Presidência, quer receber, com antecedência, as perguntas que serão feitas à presidente.
Sobre a mesma presidente que está encantando os que olham para a política com seriedade e certa dose de entendimento, analisam com critério os primeiros resultados de pesquisa nacional que encomendou, para avaliar as primeiras semanas do governo Dilma e ainda suas ligações, quase umbilicais, com o ex-presidente Lula.
Apura-se que 40% acreditam que o atual governo será melhor do que o anterior e 17% apostam que será pior; 38% gostam do estilo mais discreto de Dilma e 21% preferem o jeito de Lula se comunicar, mais popularmente; e 65% entendem que Lula continuará tendo muita influência no governo Dilma e só 11% acreditam que ele não terá influência.
Mais: a popularidade da presidente ainda está ligada diretamente à popularidade de Lula, que ainda permanece alta, ou seja, se ela não tivesse sido eleita em conseqüência de um trabalho pessoal do ex-presidente, seria precoce medir seus índices de popularidade antes dos primeiros 100 dias de governo.









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