Morte de Whitney Houston faz com que Tony Bennett peça a legalização das drogas
Tony Benett, lendário e respeitado cantor norte americano, que mereceu um Grammy pelo cd Duets, onde registra parceria musical até com Amy Whinehouse, também prestou sua homenagem no pré-Grammy a Whitney Houston.
Benett não conseguia esconder sua tristeza e arrasado, chegou a pedir a legalização das drogas antes de cantar uma música em sua homenagem, na festa de Clive Davis, empresário que lançou a cantora.
O argumento do lendário cantor é o de que Houston, cuja causa da morte ainda não foi determinada, foi apenas a mais recente vítima da política americana de drogas que obriga as pessoas a assumir riscos.
Para não consumir drogas ilegais, as pessoas estão recorrendo às drogas legalizadas, ou seja, remédios controlados que também têm um enorme poder destrutivo, quando usados indiscriminadamente. A prescrição médica faz os usuários terem a falsa impressão de que não correm riscos.
“Primeiro foi Michael Jackson, em seguida, Amy Winehouse, agora a magnífica Whitney Houston”, disse Bennett no palco. “Gostaria que cada pessoa nesta sala fizesse campanha pela legalização das drogas.”
Tony continuou:
“Vamos legalizar as drogas como fizeram em Amsterdam.
Ninguém está se escondendo para obter essas drogas. As pessoas vão ao médico para conseguir receitas”, explicou Bennett, que chamou Houston de “a maior cantora que já ouvi na minha vida”. Benett cantou “How Do You Keep The Music Playing” na festa de Davis.
Remédios legalizados teriam sido a causa da morte de Whitney
Policiais de Los Angeles acharam Lorazepam, Valium e outros soníferos no quarto de hotel em que Whitney Houston foi encontrada morta, no último sábado (11), segundo o Radar Online.
A cantora foi encontrada desacordada por membros de sua equipe e foi declarada morta por paramédicos que foram chamados ao local, às 15h55, horário local (21h55, horário de Brasília).
Segundo informações de agentes, havia uma grande variedade de sedativos no quarto.
As drogas prescritas foram levadas para o Beverly Hills Police Department, que está conduzindo a investigação.
Uma pena isso tudo e talvez seja o momento de começarmos a pensar no que sugere o respeitado Tony Benett, que convive com artistas e sabe como ocorre no meio a relação com as drogas. Tone Benet, um ícone da música americana está com 86 anos e tem maturidade o suficiente para propor medida tão radical e tão contraditória. Aliás, vale a pena saber mais a respeito de Tony Benett.
Veja e ouça a bela melodia na interpretação de Benett:









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