O amargor do absurdo

28/05/2012 por

O amargor do absurdo

Por Elton Simões (*)

No dicionário, absurdo é contrário à razão e ao senso comum. É falar ou agir de maneira irracional, estúpida, disparatada, tola. É tolice, asneira ou disparate.

Na lógica, é aquilo que contém contradição.

Na filosofia, absurdo é o que não tem sentido nem valor de verdade.

Na vida real, quando encontra ambiente favorável nos corações e mentes, o absurdo adquire o poder de se integrar à realidade e adquirir legitimidade. Na dose certa (e talvez mais perigosa), sua mistura com a realidade dá sentido lógico ao que antes parecia delírio.

Ao fornecer uma explicação e raciocínio para as ações, o absurdo empresta sentido. Ele poupa seus crentes de encarar as contradições ou a falta de sentido de suas ações.

Cria uma realidade paralela baseada em lógica duvidosa na qual a posição mais confortável se encontra dentro dos paradigmas do absurdo. Evita o doloroso, mas sempre pedagógico, choque com a realidade.

Quando controla a consciência, absurdo e realidade ficam indistinguíveis. Anula a consciência, que fecha os olhos, tapa os ouvidos e ensurdece para a razão. Segue lógica própria que, uma vez instalada, ganha vida, se torna autossuficiente, e empresta sentido a acontecimentos e personagens inverossímeis.

De uma maneira ou de outra, o risco de instalação do absurdo está sempre presente. Ele penetra na consciência de maneira sorrateira, silenciosa e traiçoeira. Concilia e combina a necessidade de ideias que emprestem significado às ações, com a busca de explicações que as justifiquem.

É a crença no absurdo que às vezes leva indivíduos ou grupos a cometerem atos impensáveis em situações normais.

Parece não haver muitos remédios ou tratamentos para o absurdo. Felizmente, embora limitados em número, os remédios existentes são poderosos em seu efeito. A consciência e o raciocínio são suas substâncias ativas. Iluminam a realidade, conduzem à ação, ao inconformismo e ao fim da passividade em face da situação.

Remédios contra o absurdo, entretanto, podem ser amargos. E ter efeitos colaterais. Podem forçar a revisão de pontos de vista e crenças. Podem resultar em conclusões dolorosas e reviravoltas inevitáveis.

Rejeitar o absurdo é encarar a realidade e, a partir dela, agir. É apostar na possibilidade de influenciar e melhorar a realidade.

Em tempos incertos e diante de desafios e desilusões, abraçar o absurdo talvez seja mais confortável ou conveniente. Ele traz um sentido que, embora falso, evita a angústia.

Mas é ruim para a saúde. Física e mental. Sempre.

(*) Elton Simões mora no Canadá há 2 anos. Formado em Direito (PUC); Administração de Empresas (FGV); MBA (INSEAD), com Mestrado em Resolução de Conflitos (University of Victoria). Email: esimoes@uvic.ca

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Guia Politicamente Incorreto da Filosofia

28/05/2012 por

De Luiz Felipe Pondé

Não importa o quanto você acha que é bom, leitor. Você não é.

Separar o lixo reciclável, chamar um negro de não caucasiano e não rir das piadas preconceituosas daquele amigo que no fundo, tem mais caráter que você, não te torna uma pessoa boa. Na verdade, te transforma em um chato com fortes tendências autoritárias.

A editora LeYa Brasil lançou em abril o novo livro do filósofo Luiz Felipe Pondé e o terceiro da coleção Politicamente Incorreto, “O Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”. Nele, Pondé, com a ironia costumeira, desbrava a história do politicamente correto, através do pensamento de grandes filósofos, como Descartes, Maquiavel, Hobbes, entre outros.

“Para os defensores do politicamente correto, tudo é justificado dizendo que você é pobre, gay, negro, índio, ou seja, algumas das vítimas sociais do mundo contemporâneo.

Não se trata de dizer que não há sofrimento na história de tais grupos, mas sim dos exageros do politicamente correto em querer fazer deles os proprietários do monopólio do sofrimento e da capacidade de salvar o mundo. O mundo não tem salvação”.

Dividido por temas, a obra se baseia em conceitos defendidos por grandes filósofos do mundo inteiro para abordar assuntos como capitalismo, religião, mulheres, instintos humanos, preconceito, felicidade e covardia. Se até o aeroporto se tornou um churrasco, o futuro mais otimista para o mundo é ser brega.

O “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia” não é um livro sobre a história da filosofia, mas sim um ensaio sobre a filosofia do cotidiano. Luiz Felipe Pondé, o pecador irônico, confessa uma mentira moral e universal na sociedade: o politicamente correto. Porque no fundo, você sabe que também achou graça na piada do seu amigo.

Sobre o autor

Luiz Felipe Pondé é filósofo, doutor em Filosofia Moderna pela USP/Universidade de Paris e pós-doutor pela Universidade de Tel Aviv, Israel. Professor da PUC-SP e da FAAP, é colunista da Folha de S.Paulo e autor dos livros Do pensamento no deserto, Conhecimento na desgraça, O homem insuficiente (todos pela Edusp), Crítica e profecia (pela Editora 34) e do best-seller Contra um mundo melhor, publicado pela Leya em 2010.

Sobre a editora

A LeYa é o grupo editorial que integra algumas das mais prestigiadas editoras portuguesas. Está presente em quase todos os países de língua portuguesa. No Brasil, o grupo LeYa atua em edições escolares e no mercado de interesse geral, por meio dos selos LeYa e Lua de papel e as parcerias com Casa da Palavra e Barba Negra. www.leya.com.br

Transmissão ao vivo a partir das 18h em www.cpflcultura.com.br/aovivo .

Serviço:

Data: 28 de maio
Horário: 19h00
Local: Rua: Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera – Campinas
Indicação: Livre
Entrada gratuita, por ordem de chegada.

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Fernando Pessoa, uma autobiografia

28/05/2012 por

Por Cristovam Buarque (*)

Comece a ler o livro “Fernando Pessoa, uma quase autobiografia” pela frase: “Assim se contou, com suas próprias palavras, a vida gloriosa de meu amigo Fernando Pessoa”.

Porque ela traz um resumo das características inéditas deste livro escrito por José Paulo Cavalcanti Filho, quase integralmente com as palavras do próprio biografado.

E pelo fato de ser um livro de amor, que como dizia Pessoa, são todas ridículas, e grandiosas eu acrescentaria. Afinal, para o desavisado parece sem sentido concluir falando da amizade entre duas pessoas que não se conheceram, e grandiosa a percepção de que eles sempre se conheceram e se amaram.

Depois leia o que vem acima dessa frase: um texto com quatro parágrafos, pelo qual José Paulo transcreve Pessoa, como se este se despedisse de si próprio. Ao ler, imagino o processo de elaboração do autor desta “quase uma autobiografia” para encontrar este texto correto, e colocá-lo no lugar certo. Todo o livro mostra uma pesquisa rigorosa, com um método e um roteiro cuidadoso.

As últimas páginas são concisas, como no “Aleph” de Borges, de todo o estilo da obra, no qual o autor da biografia parece pedir desculpas por intrometer-se ao escrever sobre a fala do biografado que conversa conosco 77 anos depois de sua morte. Passando a sensação de que não morreu, que José Paulo passa, mesmo sem precisar dizer isto em nenhum momento, apenas deixando que o poeta continue falando. Isso é o que o livro faz, deixa o poeta falar, e o autor consegue o trabalho hercúleo de localizar como cada fala no passado se aplica a cada momento ao longo da vida interminada do biografado.

Depois da última página, leia os capítulos anteriores, “Desalento” e “Fim”, nos quais o autor dá sua contribuição passando o máximo de emoção na descrição da despedida final de quem não morreu. José Paulo mostra sua grandeza de escritor ao escrever com sua pluma e ao escrever com a pluma do seu amigo biografado.

A partir daí, vá para o início e leia o livro do princípio ao fim. Veja a vida de um poeta que se inicia com a possibilidade de aventuras, com sua viagem inicial acompanhando mãe e padrasto para viver em terras tão distantes, na África do Sul.

Mas que se transforma em uma vida cuja única aventura foi unir palavras, compor pensamentos que transmitissem sentimentos, quase sempre livres, surgidos do nada, vindos das distantes “terras” de outra dimensão que ele tentou entender pela iniciação em crenças místicas, mas cuja metafísica se confunde com a própria vida, misturando o que chamamos de real e o que também é real sob o nome de criação literária, como são reais todos os seus 127 outros heterônomos.

Décadas atrás, quando descobri Fernando Pessoa pensei que o seu sobrenome fosse um heterônomo também, significando que ele não era Pessoa, era pessoa. Afinal, o nome genérico de pessoa é tão oportuno para um poeta do seu tipo, que a realidade nos surpreende ao fazê-lo nascer chamado Pessoa. Ao ler a quase autobiografia, tantas décadas depois, descobri por intermédio do seu “heterônomo” José Paulo que, de fato, Pessoa era muito mais do que um sobrenome.

Obrigado José Paulo, não apenas pelo prazer que nos dá ao ler o livro; nem pelo que me permitiu conhecer da vida do poeta, nem por mostrar a genialidade de uma biografia escrita com as palavras do biografado; nem pela admiração pelo esforço imenso de suas pesquisas; mas, sobretudo, por me confirmar que Pessoa é pessoa, como eu imaginava que era.

Mais sobre o livro em Uma quase biografia de Fernando Pessoa

(*) Cristovam Buarque, o autor, é professor da UnB e senador pelo PDT-DF.

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Azul e Trip vão fundir operações

28/05/2012 por

Ronaldo D´ercole, O Globo

Terceira maior companhia aérea do Brasil, a novata Azul anuncia nesta segunda-feira a fusão de suas operações com a Trip, diminuindo a distância que a separa das duas líderes do mercado doméstico de aviação, TAM e a Gol.

Com a união, a nova empresa, que deve continuar operando sob a bandeira Azul passará a deter cerca de 15% de participação nos voos domésticos, contra 38% da TAM e 34,4% da Gol, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) relativos ao mês de março.

Por trás da operação, segundo fontes do mercado, estariam Arminio Fraga, da Gávea Investimentos, a Companhia Bozano e, principalmente, a Embraer, cujos jatos da família E-Jets integram as frotas tanto da Azul como da Trip. As duas empresas também operam as aeronaves francesas ATR 42/72 em suas rotas de curta distância.

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Qual o papel do limite na educação de nossos filhos?

28/05/2012 por

Qual o papel do limite na educação de nossos filhos?

Publicado originalmente no blog do Centrinho Bauru

O tema é antigo, mas o dilema atual: como definir limites na educação dos filhos? O assunto será abordado na palestra da psicóloga e pedagoga Christiane Ozaka Ferraz, técnica de apoio de educativo do Centrinho-USP, na próxima sexta-feira, 27, às 9h, no setor de Recreação.

Já bem pequenos, com dois ou três anos, eles costumam dar as cartas em casa. Têm opinião bem definida, escolhem suas roupas e ditam as normas. Mas até que ponto esse comportamento das crianças de hoje é saudável? Alguns pais acabam caindo na tentação de fazer barganha com os filhos, esperando em troca que sigam suas instruções. Mas, segundo especialistas, este não é o caminho.
“A maior dúvida dos pais está diretamente relacionada a um conflito de geração que se estabeleceu colocando autoritarismo versus permissividade”, pondera Christiane.

Para o psicólogo Caio Feijó, autor do livro “Pais Competentes, Filhos Brilhantes – Os Maiores Erros dos Pais na Educação dos Filhos e os Sete Princípios Fundamentais para Prevenir essas Falhas” (Novo Século Editora), muitas crianças passam boa parte do dia com babás, na escolinha ou com outro parente. “Os pais, trabalhando muito e passando pouco tempo com os filhos, caem na armadilha da permissividade e deixam de estabelecer limites.

Segundo a psicóloga infantil especialista em família Pat Spungin, da Inglaterra, a autoridade dos pais também enfraqueceu ao longo do tempo e eles ficaram relutantes em dizer “não” às crianças por não se sentirem seguros de seus papéis como pais. A psicóloga Christiane ressalta que o diálogo entre pais e filhos é o caminho mais adequado para a educação e o limite é realmente determinante para garantir a formação de caráter e permitir que a criança aprenda a lidar com frustrações.

“Temos também que levar em consideração que, com a vida agitada de hoje, muitos tendem a delegar o papel de ‘educar’ para a escola”, completa.

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Acho Bethy Lagardère o máximo!

28/05/2012 por

 Bethy Lagardère continua mais poderosa do que nunca, mesmo depois de anos de ter encerrado sua carreira de modelo, como uma Gisele dos anos 90 do século passado.
Lagardère, conforme foto, está em Paris com o namorado, Waldyr Gozzi

Ela tem fá em todo mundo. A elegantíssima Bethy Lagardère  adorou ver esta foto dela acompanhada do namorado, Waldyr Gozzi, nesse domingo, no restaurante Georges, que fica no topo do Centre Pompidou, em Paris.

Se ela está feliz – como dá pra ver na cara dos dois – a gente também está.

Ah: a foto é de reprodução e corre a internet como força do poder dessa brasileira (uma das mais poderosas na França, onde reside).

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França e suas primeiras damas imponentes

28/05/2012 por

França e suas primeiras damas imponentes

Saiu a bela e cantora Carla Bruni e entrou em seu lugar, como primeira dama, a jornalista Valerie Trierweiler, linda igual, talentosa e muito charmosa.

A propósito, Valerie Trierweiler revelou nesta segunda-feira, à margem da cúpula da Otan em Chicago, que recebeu “conselhos valiosos” de Michelle Obama sobre seu novo papel.

“É realmente uma das pessoas que mais me impressionaram na vida”, disse a primeira-dama francesa após seu encontro com Michelle Obama, que a recebeu na Casa Branca com as demais esposas dos líderes do G20, durante a reunião em Camp David.

“Michelle Obama tem uma presença incrível, um carisma impressionante. Também poderia se lançar na carreira política”, disse a atual primeira dama da França,  ao agradecer a “acolhida” e os  ”conselhos valiosos” sobre o papel de uma primeira-dama.

Em Chicago, Trierweiler visitou uma escola e logo após destacou que seu interesse são “as crianças” e a “igualdade de oportunidades”, e que avalia a possibilidade de se tornar uma embaixadora da igualdade.

Trierweiler, de 47 anos, duas vezes divorciada, não é casada com o presidente francês, François Hollande. É mãe de três adolescentes.

Trierweiler planeja seguir em frente com sua profissão de jornalista, paralelamente ao papel de primeira-dama.

 

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A Música do Dia – Eu preciso de você

28/05/2012 por

Dica de Ricardo Noblat

Astor Silva
 

Ouça Eu preciso de você, de Aloysio de Oliveira e Tom Jobim

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Sobre diferenças

28/05/2012 por

Por Téta Barbosa a partir do Recife (PE)

- Bala, senhor?, perguntou a aeromoça.

- Bala? (cara de muito espanto).

- É bombom, Lucas, acudiu a mãe vendo a indignação do menino de 5 anos. Bombom de caramelo. Vai querer um?

Bala no Nordeste só de revólver. No sul, bombom é chocolate. Aqui, chocolate a gente chama de chocolate mesmo. Abóbora aí, é jerimum aqui. Carne seca pra vocês, é carne de charque pra gente. Guia em São Paulo é o meio-fio nas calçadas do Recife.

Não é só a geografia, o sotaque e o clima que nos separa, um dicionário inteiro se interpõe entre nós! E quando Fernando Pessoa diz “minha língua é minha pátria” eu assino embaixo. Assino, inclusive, sem o artigo definido na frente do nome próprio, porque eu sou Téta e não a Téta!

Num mundo perfeito, essas diferenças seriam detalhes tão pequenos de nós dois, parafraseando o rei. Se os homens da caverna conseguiam se entender com aqueles rabiscos na parede, uns grunhidos e meia dúzia de sinais de mímica, nada justifica pessoas da mesma raça e pasmem, língua, não se entenderem.

Vá lá que uma palavrinha aqui e ali são diferentes, mas nada que explique, por exemplo, uma universitária ofender um nordestino de forma tão rude e agressiva pelo twitter.

“Nordestino não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino”, disse a moça na rede social com um ódio que nem Darth Vader tinha por Luke Skywalker. Ela foi condenada, fato, mostrando que a justiça fez uma operação de catarata e não anda tão cega assim.

Outro episódio recente e lamentável invadiu as redes sociais: uma marca de cerveja fez um vídeo com um torcedor de um time de futebol do Rio de Janeiro, xingando e depreciando um time do Recife.

Vá lá que torcidas adversárias têm uma rixa natural que alimenta o amor ao time. Mas, vejamos nós, chamar o time de outra cidade de “a baranguinha com síndrome de time grande, aquele genérico de PE,… o timinho”, seria até aceitável se a mensagem não fosse produzida e assinada por uma grande e, até então, respeitada marca de cerveja (que vejam só: patrocina os dois times em questão).

Claro que tudo isto dito imitando o sotaque nordestino, com aquele jeitinho que só ao desdém convém.

Independentemente do seu time, da sua paixão ou não por futebol, da sua preferência por cerveja ou vinho, respeito é bom e eu gosto.

Se você queria saber como nasce a violência nos estádios e não o sexo dos anjos, aí está a sua resposta.

Ah, se o nosso problema fosse apenas a diferença entre bala e bombom!

(*) Téta Barbosa é jornalista, publicitária, mora no Recife e vive antenada com tudo o que se passa ali e fora dali. Escreve aqui sempre às segundas-feiras sobre modismos, modernidades e curiosidades. Ela também tem um blog – Batida Salve Todos

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O mais emocionante comentário do domingo

27/05/2012 por

O mais emocionante comentário do domingo

Do mural do Facebook de Ana Maria Donnini Fraile:

“O cara teve 6 minutos de parada cardíaca, as duas pernas arrebentadas, hemorragia interna, lesão no fígado, coração, baço, pulmão e rins, sem contar do inchaço no cérebro e ainda volta do coma, normal…. consciente…. respondendo a todos os estímulos…ou seja, não deve ter sequelas.

E ainda tem gente que diz que DEUS não existe? Me desculpe, tenho pena de quem pensa isso! O Pedro é só 1 exemplo…tem milhões por aí…

Obrigado Deus, por sempre atender quem pede com fé e prova que mesmo na dificuldade te ama e não te abandona!”

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Sandy de frente com Gabi

27/05/2012 por

Sandy de frente com Gabi

O que foi dito, o que se comentou, o que não disse e o que pagou por ter dito.

Isso e muito mais logo abaixo, na entrevista que a cantora Sandy Lima (foto) concedeu à jornalista Marília Gabriela.

A entrevista vai fundo em fases de Sandy “santinha” que de forma pensada, saiu de cena como a ingênua e entrou em seu lugar a Sandy “Devassa”.

Num determinado momento a cantora resolveu soltar o verbo e por fim à sua imagem “imaculada”.

Numa edição de aniversário da “Playboy”, a filha de Xororó deu declarações bombásticas sobre sua vida sexual, como: “É possível ter prazer anal”. A afirmação de Sandy, à época causou polêmica que, após uma hora de publicação da frase, a moça já liderava o ranking dos assuntos mais comentados do Twitter, com a hastag #sandyfazanal.

Na época, na página do seu microblog, a cantora comentou o alvoroço em torno da declaração. “Não foi bem aquela a minha resposta. Mas, tá valendo a brincadeira… rs… Eu nunca falei e não falo detalhes sobre minha vida sexual”, explicou a irmã de Júnior Lima.

Há quem diga que Sandy virou a mais nova queridinha do público gay depois deste episódio.

Isso e muito mais Sandy explicou à Marília Gabriela:

Veja como foi:

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O fora de Galvão Bueno

27/05/2012 por

O fora de Galvão Bueno

Demorou, mas hoje veio a prova evidente de que Galvão Bueno, entre os parceiros de trabalho, é um grosso do tipo tora de serraria. Sabe-se que ele dá bronca na equipe a todo instante, numa exigência que foge do profissionalismo e chega ao destempero.

E qual não foi a melhor oportunidade para conferir, pela transmissão ao vivo na transmissão da Fórmula 1 deste domingo.

Galvão Bueno, da Rede Globo, acabou cometendo uma gafe ao brigar com a sua equipe, quando a transmissão já estava no ar.

Tudo aconteceu após o intervalo, quando o apresentador ficou bravo pelo fato de sua equipe não mostrar para ele quantos segundos faltavam para ele entrar no ar.

“Quanto tempo falta? Não pode contar direto para mim, porque dá um ‘delay’, tem que contar para o geral depois para mim”, disse o apresentador.

Quando percebeu que estava no ar, Galvão ficou sem graça e disfarçou para o público não perceber

“Tá bom amigos da rede globo estamos no ar, nas novidades às vezes a gente tem uma certa coisa assim, mas repetindo vamos sempre tentar colocar vocês na pista, tá aqui o computador”, disse Galvão aparentemente constrangido.

Veja como foi:

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Niver Debora Rodrigues

27/05/2012 por

Por Suely Couto (*)


Na noite desta quarta-feira (23) , Debora Rodrigues se emocionou com a festa surpresa organizada pelo marido, o piloto Renato Martins e a assessora Lu Barbosa, em comemoração ao seu aniversário de 44 anos.
A festa reuniu amigos em um badalado restaurante em Alphaville.

(*) Continue lendo Niver Debora Rodrigues 

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Homenagem em Minas Gerais

27/05/2012 por

Por Suely Couto (*)

Em grande estilo e amplamente prestigiada aconteceu a solenidade que celebrou os 27 anos do jornal MG Turismo de Belo Horizonte/Minas Gerais, seguindo-se a outorga dos Troféus Mulher Influente e MG Turismo Versão 2012, no centro de convenções do Hotel Mercure.

A presidente nacional da OBME – Organização Brasileira de Mulheres Empresárias, empresária Adelina Alcantara Machado, com modelo Cavalli, recebeu o Troféu Mulher Influente na categoria Liderança Feminina.

 No clic, Adelina está com o deputado federal Eduardo Azeredo ex senador e ex governador do Estado de Minas Gerais,distinguido com o prêmio MG Turismo.

(*) Suely Couto é jornalista, relações públicas e presidente da Associação Brasileira de Imprensa, ABIME, capítulo São Paulo.

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Nem de táxi e nem de mototáxi!

27/05/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

Um candidato a prefeito de minha cidade já ganhou meu voto ao defender a bandeira de que, se eleito, proibirá o tráfego nas ruas de sua cidade de carros com financiamentos em curso.

Ou seja, para circular, apenas carros quitados.

E reforçou sua campanha dizendo que irá adotar em definitivo a prática de locomoção por bicicletas de todos os tipos, podendo até umas contar com a ajuda extra de motores movidos a energia solar.

Nada mais maduro e moderno esse discurso, quando incentivos são adotados para que mais carros sejam vendidos e mais pessoas sofram acidentes e o trânsito cada vez mais caótico.

Veronica Heringer, em seu artigo postado mais abaixo, faz uma rica menção aos prefeitos de Vancouver e Toronto, insinuando que os dois abandonam a proposta de incentivo ao uso das bicicletas por ciclovias bem sinalizadas e priorizam os meios mais antigos, poluentes e perigosos, que mais interessam aos de sempre, industriais do setor e importadores dos megacarrões.

A nova discussão política está de volta com a eleição que se aproxima e felizmente não teremos Paulo Maluf a sugerir vários andares sobre as marginais de São Paulo, para acomodar mais veículos em trânsito.

Esperar pra ver, porque o tema virá à baila nas próximas discussões eleitorais do ano e o tema bicicleta e defesa do planeta cada vez mais entra de forma acentuada nas discussões eleitorais.

Não vou de táxi, à Angélica, bou a bordo de minha “magrela”.

(*) Renato Cardoso, o autor, é jornalista e publicitário.

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