Ivan Zurita deixa a Nestlé

03/05/2012 por

O mercado publicitário está em pânico pelo anúncio de saída de Ivan Zurita da presidência da Nestlé, uma das empresas brasileira que mais investem em publicidade.

Sua ausência foi sentida, durante o Forum de Comandatuba, onde políticos e artistas convidados não pagam, mas cada casal que queira se achegar pagou R$ 80 mil para participar do evento.

A ausência de Ivan Zurita, patrocinador habitual desses encontros foi tema para kerekerê daqui e dali e aí veio a explicação: ele está deixando a presidência da Nestlé, depois de mais de quarenta anos na empresa. Será substituído pelo mexicano Juan Carlos Marroquin e deverá se dedicar a seus negócios de gado.

Aos amigos, Zurita garante que a iniciativa de sair foi dele.

Mais: a chegada do novo presidente significará uma reavaliação do volume da verba da Nestlé, nos últimos anos, para programas de TV e mesmo outras iniciativas empresariais sem nenhum retorno.

A foto é do Brasil Econômico e está aqui em forma de reprodução.

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Um famoso para um famoso!

03/05/2012 por

Um famoso para um famoso!

Sempre é preciso ter um famoso para chamar de seu.

No caso de Luciano Huck, um famoso, Kaká, o jogador, é mais famoso e daí que o apresentador desembarcou na Espanha para gravar seu “Caldeirão do Huck” e aproveitou a passagem por Madri para fazer uma visita ao amigo.

O apresentador, com aquele seu estilo especial de ser, sempre atencioso com os fãs, dividiu o momento, publicando no Twitter e no Facebook algumas fotos do encontro, e não poupou elogios: “Quase ao vivo da casa do Kaká! Como sempre, um gente fina”, escreveu.

Do encontro saiu uma camisa da seleção brasileira autografada pelo jogador, e Luciano já prometeu presentear algum fã quando chegar aqui.

Tô na fila!

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Filhos do céu!

03/05/2012 por

Na verdade queira escrever uma carta para a Sra. Gislene Aparecida Lopes, mãe de Vitória Graziela Fernandes, de 6 anos, morta brutalmente por um desses bárbaros, que se misturam à população para promover crimes que provocam revolta, tristeza e indignação.

Resta-nos concluir que a pequena vítima, a pequena Vitória, é mais uma dos incontáveis “Filhos do céu”!

Sempre quando me vejo tomando conhecimento de crimes como este, envolvendo anjos, reporto-me a um senador (Pedro Simon), que expressou como ninguém a dor que fatos horríveis assim promovem, a princípio na inocente vítima e a seguir nos familiares e indo em contaminação à toda comunidade que se irmana na dor.

Simon referiu-se ao Caso João Hélio, mas as palavras são adequadas à pequena Vitória e sua mãe Gislaine.

O que proferiu o Senador, em seu discurso, da tribuna do Senado Federal, cabe rigorosamente ao triste caso bauruense, daí ousar em trazer sua indignação à mãe Gislaine, lamentando profundamente a forma como foi brutalmente assassinada sua pequena Vitória.

Ousaria em repetir e adequando:

Srª Gislene Aparecida Lopes: Conheço o tamanho de tua dor, que é a mesma do Élson e da Aline e de João Hélio, este morto brutalmente no Rio de Janeiro e que foi, pela forma como ocorrera sua morte, inspiração para o pronunciamento do respeitado Senador.

“Para mim, é, também, uma dor vivida.

A perda de um filho é, sem dúvida, o maior de todos os sofrimentos.

Por que tamanha provação? Versões contemporâneas de Abraão? Tome seu filho, o seu único filho Isaac, a quem você ama, vá à terra de Moriá e ofereça-o, aí, em holocausto, sobre uma montanha que eu vou lhe mostrar.

Por que, então, o anjo de Javé não te ajudou a desvencilhar daquele bárbaro, que permitiria devolver aos teus braços de mãe a pequena Vitória, o Isaac dos nossos tempos, para que ela permanecesse entre nós, dividindo e multiplicando sua alegria de vida?

Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?

É nesses momentos que nos sentimos ínfimos diante dos desígnios do Criador. Pior: é também nesses mesmos momentos que sabemos o quanto a humanidade se distanciou de Sua obra.

Dissestes: Eles não têm coração. Eles têm! É que nós utilizamos os dons que nos são ungidos e criamos, com novos deuses, a inteligência artificial, enquanto desdenhamos os sentimentos mais sublimes e naturais, aqueles que brotam somente e somente em corações fertilizados pelo amor e pela fraternidade.

Ao contrário, permitimos que florescesse em muitos corações, nas favelas e nos palácios, a barbárie: no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Brasília, em Washington ou em Bagdá… e também em Bauru!

É a humanidade, enquanto gênero humano, que se distancia dos seus próprios conceitos de benevolência, de clemência e de compaixão.

Que tuas lágrimas não se percam apenas nos índices de audiência e nos discursos de conveniência. Ao contrário, que elas mobilizem corações e mentes para a reconstrução dos valores que perdemos nessa travessia terrena.

Em outros tempos, não tão distantes, os valores morais e culturais se construíram sobre o tripé: família, escola e igreja.

Hoje, a família foi dilacerada; a escola, sucateada; a igreja, excomungada. No lugar, um novo e perverso tripé: a droga, a rua e a arma. A droga, como estímulo; a rua, como palco; a arma, como poder.

Ainda naqueles outros tempos, as famílias se reuniam para contar e para trocar suas histórias de vida. Era um grande círculo de amizade e de fraternidade.

Família, escola e igreja ao mesmo tempo e no mesmo espaço. Respeito, aprendizado e benção.

Pais heróis. Hoje, o círculo familiar deu lugar a um semicírculo vicioso: no centro, a TV, e os novos heróis são aqueles que mais atiram, que mais batem, que mais matam.

É a arte imitando a vida, ou incentivando a morte, ou vice-versa.

Portanto, por mais que se tente considerar ultrapassados os discursos como os meus, que pregam o resgate da humanidade, o teu sacrifício demonstra que eles são atuais e, cada vez mais, necessários.

Por isso, não mudei nesses tantos anos de vida pública. Continuo vivendo os valores que herdei da família, da escola e da igreja. Para mim, não há diferença entre o favelado que puxa o gatilho nas esquinas e o dirigente que manda despejar mísseis sobre cidades inteiras.

Quantas serão as mães de Bagdá que choram a morte dos seus pequenos inocentes, meninos da guerra, trucidados em nome do poder e da ganância? Pior: em nome de Deus.

São todos bárbaros, cruéis, desumanos! É essa a minha luta para resgatar o verdadeiro sentido de humanidade. Que os homens retomem o projeto do Criador.

Onde reina a barbárie, de nada vão adiantar novas leis que não se cumprem; novas punições, que servirão, tão-somente, para alimentar a impunidade.

Há que se ressuscitar as letras mortas, e isso se faz somente com o grito estridente das ruas. Como bem dissestes, minha querida mãe, a tua filha não pode ser mais uma em número nas estatísticas da violência. Como em outros casos tão recentes, temo que a tua imolação seja esquecida quando a comoção dobrar a esquina, talvez a mesma esquina em que foste abordada tão covardemente.

Mas a tua dor, não. A dor por um filho é eterna. Mas há, sempre, lá no mais fundo da nossa existência, uma imensa força, que nos faz, pelo menos, conviver com tamanho sofrimento. Essa energia, que é divina, nos ampara até o reencontro em outra dimensão.

Por isso, as tuas lágrimas têm de irrigar a indignação, que hoje toma conta de estádios, de ruas e de lares; das famílias, das escolas e das igrejas.

Quem sabe o sacrifico de tua filha signifique o renascimento do tripé que suporta outros valores, que não a barbárie.

Somos parceiros nessa dor.

Em tempo: quando conversares com Vitória, nos teus sonhos de mãe, diga-lhe que um menino alegre, feliz, bonito e inteligente como ela irá procurá-la entre todos os anjos.

Diga-lhe que eles têm muito em comum na inocência de criança. Ele partiu há alguns anos, mas, nas minhas mais belas lembranças, o meu filho continua o mesmo guri que me encantava a alma. Também partiu precocemente, como todas as vítimas de algum tipo de violência. Diga-lhe que esse guri se chama Matheus. Eu já conversei com ele nos meus sonhos de pai. Um abraço fraterno, minha querida mãe.

* Senador Pedro Simon (discurso proferido a partir da tribuna do Senado Federal) e cujas palavras, data vênia, uso aqui, adequando ao momento de sofrimento dos bauruenses, para transmitir nosso compartilhamento de dor pela perda de forma brutal da pequena Vitória, um anjo, “Filha do Céu”, por quem oramos, junto à mãe e familiares, para que tenham força para suportar tamanha dor.

Renato Cardoso.

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Nós, que resistimos aos celulares

03/05/2012 por

Por Luis Fernando Veríssimo (*)

Não sucumbi ao telefone celular. Não tenho e nunca terei um telefone celular. Quando preciso usar um, uso o da minha mulher. Mas segurando-o como se fosse um grande inseto, possivelmente venenoso, desconhecido da minha tribo.

Eu não saberia escolher a musiquinha que o identifica. Aquela que, quando toca, a pessoa diz “é o meu!”, e passa a procurá-lo freneticamente, depois o coloca no ouvido, diz “alô” várias vezes, aperta botões errado, desiste e desliga, para repetir toda a função quando a musiquinha toca outra vez.

Não sei, a gente escolhe a musiquinha quando compra o celular?

— Tem aí um Beethoven?

— Não. Mas temos as quatro estações do Vivaldi.

— Manda a primavera.

Porque a musiquinha do seu celular também identifica você. Há uma enorme diferença entre uma pessoa cujo celular toca, digamos, “Take five“ e uma cujo celular toca Wagner. Você muitas vezes só sabe com quem realmente está quando ouve o seu celular tocar, e o som do seu celular diz mais a seu respeito do que você imagina.

Se bem que, na minha experiência, a maioria das pessoas escolhe músicas galopantes — como a introdução da “Cavalleria rusticana” ou a ouverture do “Guilherme Tell” — apenas para já colocá-la no adequado espírito de urgência, ou pânico controlado, que o celular exige.

Sei que alguns celulares ronronam e vibram, discretamente, em vez de desandarem a chamar seus donos com música. Infelizmente, os donos nem sempre mostram a mesma discrição.

Não é raro você ser obrigado a ouvir alguém tratando de detalhes da sua intimidade ou dos furúnculos da tia Djalmira a céu aberto, por assim dizer.

É como o que nos fazem os fumantes, só que em vez do nosso espaço aéreo ser invadido por fumaça indesejada, é invadido pela vida alheia. Que também pode ser tóxica.

Não dá para negar que o celular é útil, mas no caso a própria utilidade é angustiante. O celular reduziu as pessoas a apenas extremos opostos de uma conexão, pontos soltos no ar, sem contato com o chão. Onde você se encontra tornou-se irrelevante, o que significa que em breve ninguém mais vai se encontrar.

E a palavra “incomunicável” perdeu o sentido. Estar longe de qualquer telefone não é mais um sonho realizável de sossego e privacidade — o telefone foi atrás.

Não tenho a menor ideia de como funciona o besouro maldito. E chega um momento em que cada nova perplexidade com ele torna-se uma ofensa pessoal, ainda mais para quem ainda não entendeu bem como funciona torneira.

Ouvi dizer que o celular destrói o cérebro aos poucos. Nos vejo — os que não sucumbiram, os últimos resistentes — como os únicos sãos num mundo imbecilizado pelo micro-ondas de ouvido, com os quais as pessoas trocarão grunhidos pré-históricos, incapazes de um raciocínio ou de uma frase completa, mas ainda conectados. Seremos poucos mas nos manteremos unidos, e trocaremos informações. Usando sinais de fumaça.

(*) Publicado originalmente no Blog do Noblat

 

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As chiques bregas de Cabral

02/05/2012 por

Fonte: Blog do Noblat

Nos pés de Victoria Beckham (38 anos) ou de Lady Gaga (26 anos), eles têm a sua graça, mas tornaram-se adereços que, por manjados, tangenciam a vulgaridade. Não é à toa que Louboutin desenhou os modelos das dançarinas (topless) do cabaret Crazy Horse.

As cenas constrangem quem as vê pela breguice. Até hoje o ex-presidente José Sarney é obrigado a explicar a limusine branca de noiva tailandesa com que se locomoveu numa de suas viagens a Nova York. (Não foi ele quem mandou alugar o modelo.)

A doutora Dilma explicou que não foi ela quem mandou fechar o Taj Mahal. No caso das vilegiaturas de Cabral, a breguice não partiu dos organizadores da viagem, mas da conduta dele, de seus secretários e do amigo empreiteiro.

Esse tipo de deslumbramento teve no governador um exemplo documentado, mas faz parte do primarismo dos novíssimos ricos do Brasil emergente.

Noutra ponta dessa classe está o senador Demóstenes Torres, comprando cinco garrafas de vinho Cheval Blanc, safra de 1947: “Mete o pau aí. Para muitos é o melhor vinho do mundo, de todos os tempos (…) Passa o cartão do nosso amigo aí, depois a gente vê.”

O amigo do cartão era Carlinhos Cachoeira, que, por sua vez, também era amigo da empreiteira Delta, de Cavendish.

Leia mais a respeito em Cabral quis ser chique, foi brega; por Elio Gaspari

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Cartas de Buenos Aires: O real valor desta cidade

01/05/2012 por

Por Gisele Teixeira (*)

Turistas brasileiros em Buenos Aires têm reclamado que está tudo mais caro por aqui. E está mesmo. Muito mais. Quando cheguei à Argentina, há três anos, por exemplo, o trajeto do aeroporto de Ezeiza para a cidade custava 80 pesos. Agora são 200 pesos.

É o primeiro choque que o sujeito tem quando sai do avião. Mas há outros. A inflação é um dos principais problemas a ser enfrentado pelo atual governo.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INDEC) prevê para este ano uma inflação de 9,8%. Mas todos sabem que a alta do custo de vida é muito mais veloz do que a divulgada pela Casa Rosada. Economistas privados falam em 25%. Para os curiosos, sugiro espiar o site www.inflacionverdadera.com, que publica diariamente os preços de 150 produtos.

Na realidade não precisa de índice. Reconhecido como um dos serviços mais baratos da capital portenha, o táxi é apenas um dos exemplos de como a cidade tem ficado mais cara. Foram dois aumentos pesados somente no ano passado. Hoje, para calcular uma corrida, o ideal é consultar antes o blog viajo en taxi. O bife de chorizo também ficou salgado (não menos de 60 pesos) e valor dos alugueis temporários dispararam.

A boa notícia é que os brasileiros agora podem relaxar, deixar um pouco as compras de lado e realmente curtir a cidade, que oferece um monte de atividades gratuitas(ou quase) e está de matar de linda no Outono.

Caminhar pelos parques nesta época do ano, admirando esculturas de grandes artistas, Rodin inclusive, é uma das melhores pedidas. Entrar em qualquer museu nacional, como o de Belas Artes, recentemente reformado, também não custa nada.

Leia a íntegra em O real valor de Buenos Aires

(*) Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo, com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha

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Farra do Cabral

01/05/2012 por

Blog do Garotinho

Confiram abaixo a performance em Paris de Cabral e do seu secretário Wilson Carlos, no centro de uma rodinha dançando rap e descendo até o chão. (…) Eles dançam rap e se esbaldam com o dinheiro público, enquanto o povo dança no seu dinheiro.

Saiba mais pelo Blog do Garotinho.

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Quero nacionalizar Demi Moore

01/05/2012 por

Quero nacionalizar Demi Moore

Por Renato Cardoso (*)

Virou moda aqui pelos países da América do Sul, nacionalizar o que rende ou é sucesso, mesmo sendo de propriedade de outros e mais ainda quando esses são de outras plagas.

Depois da presidente da Argentina nacionalizar a empresa de petróleo YPF, controlada pela espanhola Repsol, a moda pega e por conta do presidente boliviano, Evo Morales, que anunciou nesta terça-feira a nacionalização da Transportadora de Electricidad, empresa de transmissão de energia do grupo espanhol Red Eléctrica, ordenando a militares que tomem as instalações da companhia. O governo argumenta que o nível de investimento da companhia foi considerado insuficiente.

“Como homenagem justa a todo o povo boliviano que lutou pela recuperação de seus recursos naturais, pela recuperação dos serviços básicos, nacionalizamos a Transportadora de Electricidad em nome do povo boliviano e para o benefício do povo boliviano”, disse Morales.

Na Argentina, diferentemente daqui, o Congresso Nacional sai em apoio à mandatária mor do executivo e aprovou o projeto de lei que expropria a maioria das ações da companhia petrolífera YPF, declarando  de “interesse público nacional” o setor de hidrocarbonetos, em um ato liderado pela própria governante na Casa Rosada.

O Brasil está num estágio mais avançado e já caminha com suas próprias pernas, assumindo a 6ª posição no ranking de maiores PIBs do planeta, passando o Reino Unido e no calcanhar da França.

Estamos em situação mais cômoda e em estágio avançado, se levarmos a conversa para o I.D.H., que verdadeiramente mede o avanço dos países, pois leva em conta o índice de desenvolvimento humano, que em poucas palavras diz respeito à qualidade de vida da população e aumento de renda dos mais pobres, assim como qualidade de serviços públicos a eles oferecidos.

Indo na linha de que cultura e beleza não têm donos, levo o papo para o lado mais ameno e proponho nacionalizarmos Demi Moore, levando em conta a pouca atenção que os americanos vem dando à bela artista de Streep Tease, hoje próxima dos 49 anos e por acaso com um peso pouco acima dos 49 quilos.

Imagina-se que, no país da banana, da água de coco e do abacate, a bela da foto poderá ter um balanceamento melhor em sua alimentação e poderá ser coberta de carinho, rejeitado pelo seu ex, que foi, saindo de mala e cuia com outra mais jovem, aproveitando-se da pouca idade e do topo no estrelato.

Claro que se brinca com a bela atriz, torcendo-se para que ela volte a tomar seu rumo e vindo a nos proporcionar de novo, belos espetáculos por filmes que participa.

Mas caso ela tope, de minha parte está aprovada sua nacionalização e seria eu um dos que mais rigorosamente iriam cuidar da bela… aliás: como queremos tê-la de volta e em forma.

(*) Renato Cardoso, o autor, é jornalista, publicitário e bacharel em direito.

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Biblioteca mundial

30/04/2012 por

A notícia de lançamento na internet da WDL, a Biblioteca Digital Mundial, é sem dúvida o maior presente para a humanidade.

O bom é que já está disponível na Internet, através do site www.wdl.org

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

“Tem, sobretudo, caráter patrimonial” , antecipou em LA NACION, Abdelaziz Abid, coordenador do projeto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições.

A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser “com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes:árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português.

Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas”.

“Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562″, explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto Darani, um documento em japonês, publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos aztecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado.

Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o PORTUGUÊS.

A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como acessar o sítio global?

Embora seja apresentado oficialmente na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio: www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela web, sem necessidade de se registrarem.

Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição.

O sistema propõe as explicações em sete idiomas: (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originas sejam mantidos em sua língua.

Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840.

Com um simples clique, pode-se passar as páginas do livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos.

A excelente definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento da BDM, está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das “Fábulas” de La Fontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:

América Latina e Médio Oriente.

Isso deve-se à ativa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada do projeto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e atualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos.

Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.

Mensagem recebida de Leonel Prata, por e-mail.

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Quem cuida do cuidador?

30/04/2012 por

Por Leonardo Boff (*)

As primeiras e mais ancestrais cuidadoras são nossas mães e avós que desde o início da humanidade cuidaram de sua prole. Caso contrário, não estaríamos aqui escrevendo sobre o cuidado.

Neste contexto queremos mencionar duas figuras, verdadeiros arquétipos do cuidado: o médico suíço Albert Schweitzer (1875-1965) e a enfermeira inglesa Florence Nightingale (1820-1910).

Albert Schweitzer era exímio exegeta bíblico e um dos maiores concertistas de Bach de seu tempo. Aos trinta anos já com fama em toda a Europa, largou tudo, estudou medicina para, no espírito das bem aventuranças de Jesus, cuidar dos mais pobres dos pobres (os hansenianos) em Lambaréné, no Gabão.

Numa de suas cartas confessa explicitamente: ”o que precisamos não é de missionários que queiram converter os africanos, mas de pessoas dispostas a fazer aos pobres o que deve ser feito, se é que o Sermão da Montanha e as palavras de Jesus possuem algum valor. Minha vida não está nem na arte nem na ciência mas em ser um simples ser humano que no espírito de Jesus faz algo por insignificante que seja”. Foi dos primeiros a ganhar o Prêmio Nobel da Paz.

Por cerca de quarenta anos viveu e trabalhou num hospital por ele construído com o dinheiro de tournées de concertos de Bach. Nas poucas horas vagas, teve tempo para escrever vasta obra centrada na ética do cuidado e do respeito pela vida.

Formulou assim seu lema: “a ética é a responsabilidade ilimitada por tudo o que existe e vive”.

Numa outra obra assevera: ”a ideia chave do bem consiste em conservar a vida, desenvolvê-la e elevá-la ao mais alto valor; o mal consiste em destruir a vida, prejudicá-la e impedir que se desenvolva plenamente; este é o princípio necessário, universal e absoluto da ética”.

Outro arquétipo do cuidado foi a enfermeira inglesa Florence Nightingale. Humanista e profundamente religiosa, decidiu melhorar os padrões da enfermagem em seu país.

Em 1854, com outras 28 companheiras, Florence se deslocou para um campo de guerra na Turquia, durante a Guerra da Criméia, onde se empregavam bombas de fragmentação que produziam muitos feridos.

Aplicando no hospital militar a prática do rigoroso cuidado, em seis meses reduziu de 42% para 2% o número de mortos. Esse sucesso granjeou-lhe notoriedade universal.

De volta a seu país e depois nos EUA, criou uma rede hospitalar que aplicava o cuidado como eixo norteador da enfermagem e como sua ética natural. Florence Nightingale continua a ser uma referência inspiradora.

O operador da saúde é por essência um curador. Cuida dos outros como missão e como opção de vida. Mas quem cuida do cuidador, título de um belo livro do médico Dr. Eugênio Paes Campos (Vozes 2005)?

Partimos do fato de que o ser humano é, por sua natureza e essência, um ser de cuidado. Sente a predisposição de cuidar e a necessidade de ser ele também cuidado. Cuidar e ser cuidado são existenciais (estruturas permanentes) e indissociáveis.

É notório que o cuidar é muito exigente e pode levar o cuidador ao estresse. Especialmente se o cuidado constitui, como deve ser, não um ato esporádico mas uma atitude permanente e consciente.

Somos limitados, sujeitos ao cansaço e à vivência de pequenos fracassos e decepções.

Sentimo-nos sós. Precisamos ser cuidados, caso contrário, nossa vontade de cuidar se enfraquece. Que fazer então?

Logicamente, cada pessoa precisa enfrentar com sentido de resiliência (saber dar a volta por cima) esta situação dolorosa. Mas esse esforço não substitui o desejo de ser cuidado. É então que a comunidade do cuidado, os demais operadores de saúde, médicos e o corpo de enfermagem devem entrar em ação.

O enfermeiro ou a enfermeira, o médico e a médica sentem necessidade de serem também cuidados. Precisam se sentir acolhidos e revitalizados, exatamente como as mães fazem com seus filhos e filhas.

Outras vezes sentem necessidade do cuidado como suporte, sustentação e proteção, coisa que o pai proporciona a seus filhos e filhas.

Cria-se então o que o pediatra R. Winnicott chamava de “holding”, quer dizer, aquele conjunto de cuidados e fatores de animação que reforçam o estímulo para continuarem no cuidado para com pacientes.

Quando este espírito de cuidado reina, surgem relações horizontais de confiança e de mútua cooperação, se superam os constrangimentos, nascidos da necessidade de ser cuidado.

Feliz é o hospital e mais felizes são ainda aqueles pacientes que podem contar com um grupo de cuidadores. Já não haverá “prescrevedores” de receitas e aplicadores de fórmulas mas “cuidadores” de vidas enfermas que buscam saúde. A boa energia que se irradia do cuidado corrobora na cura.

Leonardo Boff é teólogo e filósofo. Publicado originalmente no Blog do Noblat.

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Pregui

30/04/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

Tem dia que dá vontade de ficar quieto, no canto, se possível vendo um filme, lendo um livro, teclando com amigos à distância ou mesmo com uma filha ao computador ao lado, porque até virar a cabeça é muito. A esse estágio chamamos de pregui (preguiça para quem está com preguiça).

Hoje o dia está pregui. Meio frio, meio chuvoso (pelo menos por aqui), esperando por um feriado, por acaso Dia do Trabalho e só por aí chegamos à pregui, que este ano se dá mais ainda no salame do sanduíche do feriado prolongado.

Tenho como mensurar e até a internet está calma, o que equivale poder concluir que nem de novos fatos a maioria quer saber.

Os portais com equipes robustas para sua manutenção, ainda divulgam que o Santos venceu o São Paulo e com três gols de Neymar. Pregui geral, pegando até quem tem como compromisso maior gerar a informação.

Jornal de grande porte está saindo com o mínimo de páginas e no mínimo mais baixo, porque não quer se estender em comentários sobre o que não pode estar ocorrendo no mundo, mesmo porque, com pregui, as pessoas deixam de acontecer, e não acontecendo, a pregui de não informar o que não aconteceu e tudo termina se ajustando com pregui de todos os cantos e para todos os efeitos.

Hoje é literalmente o dia da preguiça, porque amanhã é o dia do trabalho. Só de falar, com a tal da pregui, dá vontade de parar e nem concluir o raciocínio.

Pregui combina com coceira e coceira me lembra um tal de Manoel … que não revelo nome por questão de respeito. Já se foi aquele amigo, gigante, de Jaú, que estudava em Bauru e morava numa república. Assim que ele se mudou para outro local, fui habitar a minha casa minha vida do Manoel, de Jaú, de nome pomposo, como maioria dos nomes daquela cidade situada a 270 Km de capital paulista. Lá tem gente com Almeida Campos de Oliveira Machado de Camargo Penteado de Galvão de Moura. Pronto, já disse de que família era o Manoel, que morou em um quarto, aqui insinuado como Minha Casa Minha Vida daquela república da Rua Constituição.

Dia de pregui e é dia de fugir do tema na linha horizontal, daí as variações, mudando de assunto e voltando no mesmo, como diria o Guará, de Bauru, cujo nome não completo por questão de pregui.

Mas o que conta mesmo, em falando de pregui e coceira, que se combinam, lembro que numa das paredes, em certa altura, tinha sinal de que algo ou alguém sistematicamente ocupava o espaço de alguma forma. Ficava bem frente aos meus olhos, quando deitado.

Foram dias a fio (fio lembra Fião, da mesma Jaú e amigo desse Manoel que é de Jaú, dos Almeida Campos de … Galvão de Moura.. Camargo Penteado). Capitei vossa mensagem jauense gurú e qual não foi a conclusão lógica que o tal do Manoel se coçava, passando as costas naquele local marcado, cuja conclusão pode até virar nome de filme.

Sempre quando fico com preguiça, sinto coceira nas costas e passo a roçá-la em um canto qualquer, mesmo porque a esposa não quer se dar ao trabalho de passar as unhas, sempre impecáveis e inapropriadas para promover aquela coisa gostosa que se dá em decorrência de uma coceira ir passando aos poucos com unhas cortadas na altura exata para promover prazer de coceiras passageiras, lembro-me daquele Manoel de Camargo Penteado, de Oliveira Prado, Camargo Correa, Almeida Campos de Ribeiro Neto.

Às vezes, como hoje, imagino que o motivo que mais leva a esposa não querer coçar as minhas costas que apresenta sintomas decorrentes da pregui é a mesma pregui que deve tê-la atacado neste 30 de abril, que antecede o dia do trabalho e que por acaso é o último dia para se entregar o imposto de renda. Imagino como deve ser o imposto de renda de quem deixou pra última hora, neste dia chuvoso apropriado para uma rede.

Ou falta fonte de rendimento, ou falta citar credores e jamais o número de dependentes, porque quando a pregui chega ao bolso, ela sai correndo, mesmo porque de dinheiro ela deve temer.

Mas mudando de assunto e voltando no mesmo, como diz o Guará, amigo do Pedrinho Nolá, para concluir essa encheção de linguiça está complicado, porque só de teclar tá dando sono e aí ….zzzzzzzzzzz!

(*) Renato Cardoso, o autor, é jornalista, publicitário e bacharel em direito.

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Nós somos a mídia: Reflexões sobre o controle editorial do cidadão

29/04/2012 por

Por José Milagre (*)

Estudando e refletindo sobre a crescente participação popular nos processos democráticos e sobre a internet como principal influenciadora de eleitores na hora da decisão do voto, me debrucei vagamente sobre a obra “Wikinimics” (2007) de Dom Tapscott e Anthony D. Willians, onde ancorei na temática envolvendo a produção e consumo de mídia com a Internet.

Embora um livro que ainda não dava a importância que o Facebook hoje merece (focando mais em MySpace), temos importantes lições e princípios para tirar sobre a questão da mídia colaborativa, dentre elas que “a mídia somos nós”.

Segundo os autores “Em um mundo onde tudo que você precisa é de um celular com câmera para mostrar o que está acontecendo à sua volta, não é mais tão simples limitar o papel de uma pessoa” (pág. 178). Tal análise esclarece bem o momento em que vivenciamos, o jornalismo cidadão.

Os autores citam o exemplo do “digg”, onde pessoas podem enviar notícias e artigos que são rankeadas e ficam na página principal, a critério dos usuários (consumidores de mídia) através do botão “digg”. Se pararmos para pensar, o usuário está exercendo o controle editorial do serviço, o que segundo os autores “poderiamos dizer que a comunidade é o editor” (pág. 180)

O exemplo do “digg” é uma clássica demonstração de como pode-se criar serviços na rede que possam se transformar verdadeiros passatempos sociais. Os prosumers (consumidores que produzem o que consomem e tem o novo “direito de modificar”) desejam isto, participar, comentar, editar, alterar… E os editores tradicionais? Olham para sites como “digg” e redes como Facebook e se preocupam com o fato de matérias de segunda categoria chegarem à primeira página.

Para Tapscott e Willians, hoje em dia, toda organização séria também deveria permitir que sua comunidade de leitores participasse das discussões editoriais, e o problema não é tecnológico (tecnologia existe), mas sim, medo. Quantos editores hoje que não permitem que comentários sejam publicados nas páginas do Jornal, impondo-nos um modelo de nítida resistência arcaica à web 2.0? Poderiamos chamar esta atitute de desprezo a inteligência coletiva dos consumidores de mídia? Eis a questão…

Seja como for, na nova web a premissa de que “a informação deve se deslocar de produtos credenciados para consumidores passivos” é totalmente relativizada. Pessoas que trabalham em mídia tradicional passam a ser consideradas “arbitros do bom gosto”, e é nisso que vem o problema:

“Enquanto achar que sabe o que é certo a mídia nunca estará em posição de utilizar a inteligência coletiva das pessoas. São uma cultura e uma maneira de pensar o conhecimento completamente diferentes”, avalia Judy Rebick, fundadora do Rabble (forúm canadense sobre discussão acerca da mídia).

E para as mídias tradicionais que ignorarem este aviso? O livro deixa claro (pág. 182) que “A constante falta de reatividade será a runína final deles. As organizações de mídia que não conseguirem enxergar esse aviso serão superadas por uma nova geração de prosumers conhecedores de mídia que cada vez mais acreditam nas opiniões de seus colaboradores (peers) em detrimento da autoridade da CNN ou do Wall Street Journal”.

Vale a reflexão e a adoção rápida de medidas que reconheçam o poder já conferido aos usuários, há muito tempo, graças a anatomia da web.

(*) José Milagre, o autor, é Professor, Advogado e Perito Forense Especializado em Tecnologia da Informação e Comunicação – E-mail: jose.milagre@legaltech.com.br – Twitter: @periciadigital

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Babi Rossi publica foto careca e comenta próximo ensaio

29/04/2012 por

Babi Rossi publica foto careca e comenta próximo ensaio

O primeiro ensaio careca da Panicat, virou assunto no Twitter, depois de publicado por Babi Rossi que raspou a cabeça no programa.

A bela está aproveitando a fama que ganhou após ter a cabeça raspada, divulgando em seu twitter no último sábado (28) fotos do primeiro ensaio de moda que fez após perder os cabelos ao vivo em rede nacional.

A panicat parece estar aproveitando bem a fama, depois do ensaio feito para uma marca de roupas de Florianópolis.

A foto é de reprodução.

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Ronaldo não quer presidir a CBF

29/04/2012 por

Ronaldo não quer presidir a CBF

O ex-jogador Ronaldo, em nova entrevista à TV Folha, negou que que quer presidir a CBF, reiterando que foi “mal interpretado” após outra entrevista dada à Folha e ao UOL na qual dizia que gostaria de presidi-la, mas apenas se fosse convidado.

Ronaldo, ex-Fenômeno, é integrante do Conselho de Administração do COL (Comitê Organizador Local da Copa-2014). Um palpite apenas, o ex-jogador confirma: que comentou a possibilidade do técnico Pep Guardiola assumir a seleção brasileira.

Guardiola é considerado o mais criativo e vitorioso técnico da atualidade. Nos quatro anos em que dirigiu a equipe espanhola, ganhou duas Copa dos Campeões, dois Mundiais de Clubes (troféu inédito para o Barcelona) entre outros.

Porém Ronaldo afirmou ser “improvável” o ex-treinador do Barça, 41, que ganhou 13 títulos e deixou o clube catalão nesta sexta, assumir o selecionado nacional no lugar de Mano Menezes.

Sobre o santista Neymar, Ronaldo confirma tratar-se da maior revelação do futebol do Brasil, mas que deveria deixar o país para atuar na Europa.

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2 brasileiros entre os mais ricos do Reino Unido

29/04/2012 por

2 brasileiros entre os mais ricos do Reino Unido

Entre cem mais ricos da Grã-Bretanha encontramos dois brasileiros.

É que saiu no jornal britânico “The Sunday Times”, a lista anual das maiores fortunas da Grã-Bretanha, neste domingo, trazendo dois brasileiros entre os cem moradores mais ricos do país.

São eles: Antônio Luiz Seabra, de 69 anos, dono da empresa de cosméticos Natura, aparecendo na 35ª posição da lista (três abaixo da posição do ano passado).

A fortuna de Seabra, conforme estima o jornal, é 1,8 bilhão de libras (cerca de R$ 5,7 bilhões).

Um segundo nome brasileiro aparece na lista dos cem mais ricos do país: de Lily Safra, viúva do banqueiro Edmond Safra, morto em 1999.

Lily Safra, de 73 anos, caiu oito posições no ranking, da 90ª para a 98ª posição, apesar de um aumento de 14 milhões de libras em sua fortuna, avaliada em 764 milhões (cerca de R$ 2,3 bilhões).

O banqueiro e ex-ator Michel de Carvalho, filho de um brasileiro e uma inglesa, aparece na lista anual do “Sunday Times”, posicionado este ano como dono da 11ª maior fortuna do país, em conjunto com sua mulher, Charlene de Carvalho, herdeira da cervejaria holandesa Heineken.

A fortuna do casal é avaliada em 5,5 bilhões de libras (R$ 16,9 bilhões).

O “Sunday Times” neste ano mostra que, apesar da grave crise econômica enfrentada pela Grã-Bretanha, os mil mais ricos do país viram suas fortunas combinadas aumentarem 4,7% em relação ao ano passado, chegando eles a um total acumulado de 414 bilhões de libras (R$ 1,3 trilhão), já superando o total de 2008, antes do início da crise econômica mundial.

O primeiro nome da lista, continua sendo o indiano Lakshmi Mittal, de 61 anos, que viu sua fortuna despencar 27% nos últimos 12 meses, principalmente por causa da queda no valor das ações de sua empresa mineradora, Arcelor-Mittal.

Mittal mantém o posto de homem mais rico da Grã-Bretanha desde 2005. Sua fortuna neste ano foi estimada em 12,7 bilhões de libras (R$ 38,9 bilhões).

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