Deixando ir

06/04/2012 por

Por João Bosco Leal (*)

Em uma rede social encontrei uma frase que me chamou a atenção: “Deixar ir, não significa desistir, mas sim aceitar que há coisas que não podem ser”.

Durante a vida, muitas vezes encontramos pessoas que não aceitam abrir mão de uma amizade, namoro, ou qualquer tipo de relacionamento, mesmo percebendo que o que sentem pela pessoa não é correspondido, ou se é, isso não ocorre na mesma intensidade que ele fornece e gostaria de sentir retribuído.

Normalmente essas pessoas ficam magoadas, tristes, sem entender como, ao dar carinho, amizade e companheirismo para uma pessoa, esta não lhe retribui da mesma forma, ou tanto quando está recebendo, mas em seu íntimo ainda possuem uma esperança de que isso possa mudar.

É uma situação bastante desconfortável, mas se analisada pelo outro lado quantas vezes, desde a infância, juventude ou mesmo após maduros já fomos assediados, paquerados ou insistentemente procurados por alguém que pretendia uma maior aproximação, tornar-se amigo e não correspondemos por não termos interesse em qualquer tipo de contato com aquela pessoa?

Quando isso ocorre com nossos próximos em relação a terceiros, normalmente ouvimos que “não dava liga”, não sentiu atração de “pele” com a outra pessoa, mas na realidade é uma questão de afinidade, que sem saber por que, sentimos em maior, menor ou em nenhuma intensidade com determinadas pessoas, assim como os pais, que apesar de amarem seus filhos da mesma maneira, possuem diferentes afinidades com cada um deles.

Unidas por motivos distintos e até inexplicáveis, por sensações e sentimentos desconhecidos, durante o relacionamento as pessoas vão afinando e desafinando, errando e acertando, conhecendo coisas e pessoas, aprendendo e tendo novas experiências.

Assim vão sendo moldadas, se transformando e um dia percebem que a pessoa ao seu lado não é mais aquela por quem haviam se apaixonado e que se tornou totalmente diferente do que imaginavam.

Nesse dia, sem que possam explicar ou controlar, aquele sentimento acaba e seu coração faz novas escolhas, o que não significa que dela desistiram ou deixaram de por ela sentir carinho, afinidade ou que a esquecerão, pois fez e continuará fazendo parte de sua vida.

São pessoas ao lado de quem um dia sorriram, choraram, sentiram e foram felizes, mas que já não as satisfazem emocionalmente como no passado. Seu coração agora busca novas e diferentes emoções, que ao seu lado não poderão mais ser sentidas.

Durante a vida estaremos sempre dando início a novas paixões, até que elas sejam novamente interrompidas ao chegar a hora de recomeçar e então continuaremos a busca, imaginando que a próxima poderá ser a tão sonhada, capaz de se transformar no que todos buscam: o verdadeiro amor.

Independentemente da idade, raça, credo ou cor, essa é a maior busca emocional de todo ser humano e quando somos a parte não mais desejada, não há porque não aceitar e deixar ir aquela que, já não sendo mais feliz ao nosso lado, também não nos dará felicidade.

A vida é uma escola onde estamos constantemente sendo moldados, lapidados e chegada a hora de uma nova fase, certamente teremos aprendido algo enquanto durou a última, aumentando assim as chances das próximas serem mais fáceis e de maior aproveitamento.

As únicas pessoas de quem emocionalmente você realmente necessita, são as que provaram necessitar de você.

(*) João Bosco Leal, o autor, é jornalista, escritor e produtor rural

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Passando o século passado a limpo

06/04/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

Sem qualquer constrangimento, ousaria em sugerir aos jovens de hoje (abril de 2.012), que procurem saber como foi a vida dos sessentões e setentões, e mais até os oitentões lúcidos, que passaram por um tempo de bruscas e contundentes mudanças em todos os sentidos, de comportamentais, políticos, artísticos e culturais e chegando à necessidade de adaptação a novos modelos que surgiram em decorrência de. Passaram pelos Beatles, pelo rock´n roll, pela bossa nova, mas também passaram por “1.968 – o ano que não terminou“.

Sempre que se menciona “1968: o Ano que Não Terminou”, remete-se ao livro do escritor e jornalista brasileiro Zuenir Ventura, originalmente publicado em 1989.

O livro que retrata, em estilo jornalístico, os fatos que marcaram o conturbado ano de 1968 no Brasil e no mundo, escrito pelo jornalista Zuenir Ventura, participante e estudioso do referido ano, bem como de suas consequências para a realidade contemporânea, discorre em tom narrativo, com citação a importantes personagens, obras e músicas que fizeram parte do período. São citados por exemplo, a atriz Claudia Cardinale, italiana e esquerdista reconhecida, assim como outras figuras igualmente emblemáticas, como César Benjamin “Cesinha”, militante do Mr-8 (Movimento Revolucionário Oito de Outubro) e que participou da luta armada e Carlos Lamarca “O capitão da guerrilha”, militante da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e do Mr8 e que ficou nacionalmente conhecido após desertar de seu quartel em Quitaúna e juntar-se à guerrilha.

Também faz referência a artistas que participaram do combate ao regime militar e que adquiriram importância nacional nos anos que se passaram, como Caetano Veloso, Chico Buarque, Geraldo Vandré, entre outros.

Os hoje na fase dos enta, passaram pela segunda guerra mundial e pela guerra fria, que poderia ter resultado na terceira e talvez definitiva guerra, felizmente não levada a efeito porque imperou entre os poderosos de então a responsabilidade, ou medo, ou consciência do que poderia representar para a humanidade, caso fosse ela deflagrada.

Os sessentões a oitentões de hoje, viveram momentos da mais alta importância, de crises políticas em tempos em que o mundo era disputado por duas potências (Estados Unidos e Rússia), a reações de jovens que mais do que talvez os políticos, atores daqueles momentos tensos, bem descritos no filme Treze dias que abalaram o mundo, fizeram a mutação hoje praticada por jovens de todas as idades.

Entram no contexto, de escritores, poetas, pintores reacionários a grupos musicais, como os Beatles e os ícones do rock´n roll, lendo-se aí o mais renomado de todos, e o que mais influencia exerceu junto aos jovens, Elvis Presley.

Se no cenário político internacional os ora em fase de reflexão e olhando pelo retrovisor se remetem à Ilha (Cuba), descrita num pequeno livro de autoria de Fernando Moraes, no cenário artístico cultural tiveram modelos de sobra para optar pelo estilo e comportamento que está aí, refletindo nas novas gerações.

Nos dias iniciais de abril de 2.012, os que viveram momentos ricos em termos históricos, passam seus olhares para a revolução de 1.964, que de fato eclodira em 1º de abril daquele ano, e não em 31 de março, data neutra, como insinuam os que mais diretamente participaram da decisão que levou o Brasil ao regime autoritário.

As emissoras de televisão com programação mais requintada em termos culturais (Globonews e Canal Brasil, por exemplo), estão dedicando programas jornalísticos com conteúdos ricos e verdadeiros ao tema, e fazendo com que tudo fique devidamente esclarecido, pois durante anos, fatos fundamentais para conhecimento de interessados na verdade, estiveram reservados a poucos.

Um vídeo que posto abaixo, trás informações até então de completo desconhecimento da maioria e pode levar a quem se der tempo para assistí-lo, a conclusões muito interessantes, entendendo até mesmo o porque da renúncia de Jango, que muitos afirmam que jamais ocorrera:

Os madurões de hoje acompanharam à distância a queda do Muro de Berlim, a criação do estado de Isarael, tendo à frente um brasileiro, Oswaldo Aranha, Presidente da ONU em 1947 e reeleito em 1948.

Mas se por um lado os dias iniciais de abril de 2.012, com recurso de arquivos hoje disponíveis na internet, dedicam as emissoras de televisão espaços nobre à releitura do século passado em termos políticos, também o fazem com relação à arte e cultura.

Agora mesmo releio um documentário levado ao ar pela Globonews sobre Gal Costa, que encantou todas as gerações ora na fase mais adulta. Rico,,, riquíssimo, além de emocionante, pois deu para repassar os olhos sobre Jorge Amado e sua Zélia Gattai, quando exibido o momento de gravação da melodia Gabriela, de autoria de Tom Jobim e tendo o próprio a participar da gravação, que virou tema para a novela em fase de reprodução e do próprio filme, com base no romance do baiano.

Por Gal Costa podemos chegar a muitos momentos artísticos, que refletiram consubstancialmente na mutação irreversível de uma geração, que pode ter tido seu momento de start pela peça de sucesso na Broadway e transformada em filme e também montada para o teatro naqueles anos 60, mas agora, após 40 anos, é repaginada, com proposta de levar às novas gerações o nascimento do movimento cultural e comportamental dos anos 60 e 70, tornando-se um fenômeno que marcou época, tanto no exterior como agora, em uma lendária versão nacional (o público paulistano pode conferir a montagem de Charles Möeller e Claudio Botelho para o espetáculo, com música de Galt MacDermot e texto de James Rado e Jerome Ragni).

Hair: the American Tribal Love-Rock Musical é um rock-musical, produto da contracultura hippie e da revolução sexual dos anos 60, de qual muitas de suas canções tornaram-se hinos dos movimentos populares anti-Guerra do Vietnã nos Estados Unidos.

A profanação de valores embutida no musical, sua descrição do uso de drogas ilegais, tratamento da sexualidade, irreverência pela bandeira nacional e cenas de nu explícito, causaram enorme controvérsia. Ele trouxe o mundo dos musicais a novos parâmetros, criando o “rock-musical”, usando a integração racial para compor o elenco e convidando a platéia a interagir com o espetáculo, subindo ao palco na cena final.

Foi por Hair que surgiu dentre muitos dos famosos artistas de hoje, a consagrada Sonia Braga (veja vídeo original abaixo):

A peça em forma de apresentação teatral ou vertida para o cinema, pesou na reflexão dos então jovens e foi significativa para muitas mudanças, que hoje chegam ás novas gerações em cadeia.

Paralelo a este movimento, em nível Brasil, alguns outros, fortes e determinantes, foram marcantes para promover a mudança na cabeça da grande maioria que não queria ficar presa a um passado com hábitos e idéias muito distantes daqueles novos que começavam a surgir, a partir dos jovens, que então começavam a entender que “tudo era lindo e maravilhoso”, mas “que nada seria mais como antes”, Daí a fase de conflito no relacionamento com pais, por anos, até a compreensão e ajuste, chegando ao ponto de equilíbrio ideal que aporta no presente século, com a sociedade preparada para enfrentar o mais novo ainda, que chega através da globalização.

Citamos muitos movimentos, dos políticos, bem esclarecidos pelo vídeo postado acima (O dia que durou 21 anos), aos artísticos e culturais, por muitas manifestações.

Leia-se aí a vinda dos Novos Baianos, concomitante com o movimento Jovem Guarda, o surgimento da rica bossa-nova, oriunda da junção de músicos completos voltados ao clássico, mais blue e jazz, além de movimentos regionais que foram se somando para o mesclar rico oriundo da miscigenação em razão de nossas origens raciais.

Se por um lado a mutação na forma de agir e pensar no século passado se deu por fatos pontuados que levaram à reflexões por tempos, no presente século, XXI, tudo muda muito rapidamente, com a chegada da globalização.

A respeito do tema, Mário Luís Magnani escreve um interessante artigo sob título “Mudanças Comportamentais no Século XXI”, que pode ser conhecido clicando aqui.

O que me inspirou escrever a respeito do tema “Passando o século passado a limpo” foi o documentário sobre Gal Costa, que posto a seguir, assistido com muito interesse e saudade por uma emissora de televisão por assinatura, nesta sexta-feira, salame de sanduíche de feriado prolongado.

E que saibam os jovens de hoje que se tudo é lindo e maravilhoso, é porque um grupo de artistas e intelectuais fez sua parte para que chegássemos até aqui, de forma ideal ou nem tanto, mas sem aquela guerra anunciada por anos, que felizmente não explodiu e sem aquele ranço de um passado de séculos, que fez com que gerações até idos de 1.950 e anteriormente, quase que se apresentaram de forma equânime ou estática, sem o desconforto daqueles que buscam sempre algo novo, na esperança de ser ao mesmo tempo tanto melhor.

Posto vídeo com Gal Costa, para que a respeitem agora, com seus próximos a setenta anos, tomando conhecimento de que um dia se apresentou num palco teatral com os seios nus (e belos), querendo insinuar aos militares do regime, que estava lá, de peito aberto, para defender toda uma geração que já não mais suportava o regime anti-democrático.

(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.

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Leonardo Miggiorin estreia “Equus”

06/04/2012 por

O  espetáculo “Equus”, clássico do dramaturgo britânico Peter Shaffer,  que já havia sido encenado por Paulo Autran na década de 1970, tem estréia nesta sexta-feira no Teatro Folha, em São Paulo.


Leonardo Miggiorin mostra todo seu talento em papel de destaque na peça que,  em 2.007, virou hit com Daniel Radcliffe, astro da saga “Harry Potter”, no papel principal.

O texto gira em torno de Alan, um jovem fascinado por cavalos, e seus conflitos.

Já estou na fila de espera para a compra do ingresso e nos encontraremos por lá.

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Sorocaba no topo da lista de compositores que mais faturam

06/04/2012 por

Sorocaba no topo da lista de compositores que mais faturam

O cantor e compositor Sorocaba, da dupla que mantém com Fernando, está  no topo da lista de compositores que mais faturam com direitos autorais.

O nome do sertanejo aparece em primeiro na lista do ECAD – Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, conforme publicado hoje pelo site O Fuxico.

O sertanejo Sorocaba, no ano passado, foi o cantor foi o que mais faturou com canções escritas por ele, segundo informações do portal Portogente.

Está é a primeira vez que Sorocaba lidera a lista dos 10 “titulares” (compositores, interpretes e músicos), que mais receberam do ECAD. Atrás do sertanejo, está Victor Chaves, que faz dupla com o irmão Leo, e Roberto Carlos.

+ SOROCABA TEM 20% DOS LUCROS DE LUAN SANTANA

Nos últimos três anos, o escritório apontou Victor como principal compositor.

Outra surpresa na lista é o posicionamento de Luan Santana, que não tem uma grande quantidade de composições, mas acabou conquistando o 9ª lugar.

Veja a lista completa:

1- Sorocaba

2- Victor Chaves

3- Roberto Carlos

4- Thiaguinho

5- Paul McCartney

6- Djavan

7- Caetano Veloso

8- Nado Reis

9- Luan Santana

10- Erasmo Carlos

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A Música do Dia – É preciso perdoar

06/04/2012 por

Por Ricardo Noblat 

                                                                           Paula Morelenbaum

Ouça É preciso perdoar, de Alcyvando Luz e Carlos Coqueijo

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Janet Jackson mostrou o corpinho enxuto

05/04/2012 por

Foi para a nova campanha de uma marca americana de produtos para emagrecimento, levada ao ar nesta quinta-feira, 5.

E comprova o que disse Janet Jackson em uma entrevista recente para a revista “Us Weekly”.

A cantora falou sobre as inúmeras dietas que fez durante sua carreira, chegando a: “Meu peso é algo com o qual eu tive que lidar a vida toda, e sempre foi um problema para mim”.

Janet Jackson (Foto: Divulgação / Nutrisystem)

“As pessoas conseguem se identificar comigo porque eu vivi isso. Eu realmente entendo como é ter um problema com a perda de peso, emagrecer demais ou engordar mais do que você quer”, explicou.

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Luciana Pires trabalha o cd “Deixe com o Destino”

05/04/2012 por

Uma família de bauruenses voltados à arte e cultura, tendo um avô, Luciano Dias Pires, como um renomado jornalista e historiador, um tio, Luciano Pires, competente jornalista e publicitário e outro, Luiz Pires, diretor do Zoológico de sua cidade, quando se junta, vira espetáculo.

De tanta gente com tanta ligação á arte, cultura, natureza, etc., só poderia dar numa linda e encantador Luciana Pires (foto acima), que já decolou de sua terra natal e corre o Brasil para divulgar seu novo trabalho: “Deixe com o Destino”.

Luciana Pires canta e vem encantando por onde passar e está pronta para figurar entre os grandes nomes da música popular brasileira.

Já foi convidada para abrir um show da cantora e compositora Maria Gadú, em São Paulo e muitas oportunidade estão surgindo para que seu talento seja mostrado a um número maior de apreciadores da melhor arte.

Luciana Pires já produziu “Fim de Tarde”, em 2009 de forma independente e agora mostra seu segundo disco, produzido pela Sony Music, contendo 16 faixas, sendo cinco delas, composições próprias.

O lançamento oficial já mostrou o sucesso que vem por aí e os shows em São Paulo e outras capitais, são o motivo maior do excelente número de venda do cd na Internet.

“As coisas têm acontecido rápido. O primeiro disco acabou repercutindo e as pessoas gostando. Então, no ano passado, já começamos a produzir esse”, resume Luciana, agora produzida por Carlos Savalla, da Kuarup. O lançamento de “Deixe com o Destino”, inclusive, marcou o retorno da gravadora em 2011.

O Jornal da Cidade, sobre Luciana Pires, publicou o seguinte: “Com letras que transbordam amor, embaladas pela voz suave da cantora, o disco traz, assinadas pela bauruense, as inéditas “Olhos Claros” – atual música de trabalho -, “Chuva de Ilusão” e a faixa-título, além de “Você Vai Lembrar” e “Fim de Tarde Com Você”, gravados no primeiro álbum. “Permanece o caráter romântico porque todas as canções, de uma forma ou de outra, acabam falando de amor”, comenta Luciana.

“Deixe com o Destino” traz ainda regravações de “Samba do Perdão” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), “Menino Bonito” (Rita Lee), “Valsinha” (Vinícius de Moraes e Chico Buarque), “Teu Sonho Não Acabou” (Taiguara) e “Dentro de Mim Mora um Anjo” (Sueli Costa). “O primeiro disco acabou ficando mais pop, ao contrário desse no qual eu mergulho na música popular brasileira mesmo, por meio de clássicos mais antigos”, avalia a cantora que ainda fez questão de escolher a dedo canções inéditas de compositores renomados como “Ação Entre Amigos” (Danilo Caymmi e Dalmo Pessoa) e “Dorei” (Carlos Colla).

Vejam o talento da bauruense pelo vídeo abaixo:

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Gianecchini e Marília: a volta!

05/04/2012 por

Gianecchini e Marília: a volta!

Deu em todos os sites com espaço a artistas: Reynaldo Gianecchini beija Marília Gabriela na boca e diz: “Eu te amo”.

Deu-se no encerramento da entrevista concedida à Marília Gabriela, sua ex-mulher, para o programa “Marília Gabriela Entrevista”, do canal pago GNT.

Nos 45 minutos da entrevista, o ator falou do tratamento do câncer e de seu otimismo em relação ao futuro. No final do bate papo, Reynaldo pediu para ler uma carta, que recebeu de uma fã quando estava fazendo quimioterapia.

“Sorria, brinque, chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, grite, e, acima de tudo viva. O fim nem sempre é o final. A vida nem sempre é real. O passado nem sempre passou. O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora. Tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor”, narrou Giane.

Assim que terminou de ler o texto, o ator olhou para a apresentadora e disse que a amava, e no final os dois, que terminaram a relação há seis anos, se beijaram na boca.

Vamos ficar na torcida.

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Martha Suplicy na Embaixada Americana… pode?

05/04/2012 por

* O Brasil corre o risco de ter Marta Suplicy na embaixada brasileira em Washington (ela passou a semana passada lá, espiando chancelaria e residência).

Ao fato uma explicação: ganha em forma de compensação por ter sido preterida pelo ex-ministro Fernando Haddad na candidatura a prefeitura de São Paulo.

Óbvio que a sugestão (por enquanto) não está sendo bem acolhida nos corredores do Itamaraty, que insiste que especialmente lá, é necessária a presença de diplomatas de carreira.

Marta, ao que se sabe, há tempos sonha com uma embaixada: no governo Lula, tentou Buenos Aires e Paris, sem sucesso.

Agora, na América, podemos correr o risco de nossa diplomata representante responder a um senador americano, quando em pauta qualquer problema relacionado aos dois países: “relaxa e goza e tudo se aceitará porque se esquentarmos, poderá dar thiute”.

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Sergio Kamalakian Savone te diz alguma coisa?

05/04/2012 por

Caso não, Sergio Kamalakian Savone é mesmo Sergio K, o empresário e dono da marca inspirada em seu nome.

O talentoso tem como uma de suas marcas a coragem e nada de medo de ousar.

Pode-se comprovar pelo teaser abaixo, em forma de vídeo, ou um aperitivo da campanha caliente da coleção inverno 2012 da label, estrelada por Carmen Dell’Orefice – a modelo mais antiga em atividade.

“Os Bastidores de uma Vida Sem Limites” vem a ser a campanha filmada pelas lentes de Terry Richardson, com direção criativa de Marcelo Sebá, ambos parceiros antigos do Sergio.

Tudo produzido e gravado na suíte presidencial do hotel Waldorf Astoria, em Nova York.

A trilha? “O Mio Babbino Caro”, de Maria Callas.

Precisa mais? Se não, play para sentir o aroma pelos diversos sentidos:

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Dica musical do dia

05/04/2012 por

Vale pela música de Adoniran Barbosa e também pelas intérpretes: Meninas cantoras de Petrópolis.

Trem das onze:

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Natalie Portman e o batom da sorte

05/04/2012 por

Reconhecidíssima também como embaixadora da Dior, a bela saiu-se ainda mais linda, exibindo um batom Rouge Dior’s Nude Grège para representar a marca filantropicamente.

Parte da renda angariada com a venda desse produto, a partir de agora, será revertida para a “Free the Children Foundation”, instituição que luta para libertar crianças da exploração e pobreza.

Natalie, como é de conhecimento, é supersticiosa ao extremo, daí ter escolhido o Nude Grège por ter o número 169 como referência: “6 é o número que representa o mês de junho, no qual toda a minha família nasceu, 9 é mágico e 1 é o número do meu filho – Aleph, em hebraico, representa o numeral”, finalizou.

Características da poderosa: mística, vegetariana e do bem.

A foto é de divulgação.

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Septo nasal de Whitney Houston era perfurado, conforme autópsia

05/04/2012 por

Septo nasal de Whitney Houston era perfurado, conforme autópsia

Duro ter que voltar a falar da diva Whitney Houston, mas agora vem a informação de que o septo nasal da atriz era perfurado e por motivo de uso excessivo de cocaína.

O site Radar Online obteve acesso ao relatório integral da autópsia de Whitney Houston, com quarenta e duas páginas expondo detalhes chocantes.

Ontem foi divulgado que o documento revelou que foi encontrada uma substância branca dentro de uma colher no banheiro do quarto de hotel onde a cantora morreu, e que o septo nasal da cantora estava perfurado por conta do consumo excessivo de cocaína.

A última pessoa a ver Houston viva foi sua assistente, que disse à cantora que fosse tomar banho para se preparar para a festa pré-Grammy de Clive Davis. A mulher foi então à loja Neiman Marcus e quando voltou foi ao banheiro e encontrou a cantora com o rosto coberto de água, desfalecido. A água não estava correndo.

+ TUDO SOBRE A MORTE DE WHITNEY HOUSTON

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Melhores Filmes em homenagem ao grande Paulo José….

05/04/2012 por

Por Baby Garroux (*)

O Festival SESC Melhores Filmes 2012, na noite desta quarta-feira, 4, no CineSESC, em São Paulo, teve muitas emoções. A atriz Julia Lemmertz (49), apresentadora da cerimônia, chamou ao palco o veterano Paulo José (75) para receber mais um prêmio de uma carreira cheia de sucessos.

Ele foi escolhido Melhor Ator, em votação pública, pelo personagem Valdemar, de O Palhaço, filme dirigido por Selton Mello (39).

Continue lendo Melhores Filmes em homenagem ao grande Paulo José….

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DVD em 3D do rei Roberto Carlos

04/04/2012 por

DVD em 3D do rei Roberto Carlos

Imprensa e convidados foram recebidos na noite desta terça-feira (3) para o lançamento oficial do DVD Roberto Carlos em Jerusalém, trabalho gravado no ano passado na Terra Santa, com um diferencial: em 3 dimensões.

Foi cinema do shopping Cidade Jardim, na zona sul de São Paulo.

Convidados do Rei foram recepcionados com um coquetel, antes da apresentação do DVD, que foi exibido nas salas do cinema em versão 3D.

Também o cantor Daniel, acompanhado pelo pai, seu Camilo, Zizi Possi e a filha, Luiza Possi e muito mais, assim como jornalistas especializados.

“É sempre uma honra e uma emoção muito grande poder prestigiar o Rei em mais um trabalho. Ele é um ídolo, um exemplo e uma inspiração grande para mim”, disse Daniel.

Luiz Possi assim se expressou: “Eu adoro, cresci ouvindo o Roberto. Não lembro bem qual foi a primeira música dele que eu ouvi na vida, são tantas, mas O Portão é uma que considero especial e que inclusive gravei recentemente, com um arranjo um pouco diferente”.

Roberta Miranda também esbanjou simpatia no evento. Mas quem surpreendeu mesmo ao aparecer, pouco antes de todos entrarem para as salas de exibição, foi Hebe Camargo, demonstrando estar cheia de vida e de saúde, após a delicada cirurgia pela qual passou há menos de um mês.

Na sala de projeção foi exibido um vídeo sobre o lançamento do projeto Jerusalém e também algumas novidades do Rei, como o novo site e a turnê internacional que inicia no final deste mês.

Em seguida foi passado um pedaço do show que Roberto gravou no ano passado, em tecnologia 3D.

Após breve apresentação, Roberto apareceu no saguão para falar com a imprensa e fotografar. Mas o Rei falou bem pouco, se limitou a agradecer e não contou muito sobre como será a turnê internacional, nem deu detalhes sobre o disco de músicas inéditas que deve lançar no final do ano.

Mantendo sua superstição de ficar longe da cor preta, Roberto Carlos não quis colocar os óculos do CQC, oferecido pela repórter do programa da Band, Mônica Iozzi.

“Não, é preto, não vou colocar não. Manda fazer um azul que eu uso”, disse Roberto. Nos bastidores do evento comentava-se que o Rei tinha óculos especial, justamente em azul, para assistir a projeção em 3D de seu DVD.

Depois de ficar por apenas alguns minutos com a imprensa, e pouco falar, Roberto se retirou e recebeu os amigos em um lugar reservado.

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