Pedro Leonardo, depois de uma cirurgia bem sucedida no fêmur, deve sair da UTI e ir para uma Unidade Semi-Intensiva, depois de passar mais de um mês internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Nesta quarta-feira (23), segundo informações do portal G1, Pedro Leonardo deve ser transferido para uma Unidade Semi-Intensiva e já está se comunicando com os médicos e com sua mãe.
A transferência comprova o sucesso da cirurgia realizada na perna esquerda do cantor, para corrigir uma fratura no fêmur, principal osso danificado no acidente de carro ocorrido no dia 20 de abril. Logo após a operação, Pedro acordou e conversou com os médicos. Até a semana passada sua condição física não permitia a realização da cirurgia que foi um sucesso.
Nos próximos dias o cantor deve ser submetido a uma nova operação, para corrigir o rompimento dos ligamentos do joelho direito.
No último domingo, após ficar quase um mês em coma, o cantor acordou e falou algumas palavras, para o alivio da família e dos fãs.
O Acidente
Pedro Leonardo sofreu um grave acidente de carro no último dia 20 de abril, quando voltava de um show em Minas Gerais. Desde então o cantor já passou por duas cirurgias e sofreu duas paradas cardiorrespiratórias.
Circula pela web, nesta terça (22), a segunda edição do índice batizado de “viver melhor”, levado ao mundo pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A edição tem como proposta divulgar o que foi medido em termos de grau de desenvolvimento dos países com ênfase no bem-estar das pessoas.
O Brasil ocupa a 33a posição num ranking de 36 países, sendo incluído na pesquisa pela primeira vez.
A posição não é boa quando comparamos com os países que estão em nossa rabeira, como a Turquia, México e Chile. A Rússia está um ponto à frente, na 32a colocação, outro emergente inserido no levantamento.
A OCDE leva em conta, para a formação do índice, 11 quesitos, sendo que em um deles, a satisfação pessoal, é onde o Brasil aparece especialmente bem posto.
Para alegria dos brasileiros ainda maior, vemos que numa escala de zero a dez, sua taxa de satisfação com a vida é, na média, de 6,8. Um índice ligeiramente superior à média de 6,7 captada nos países membros da OCDE.
De abraço à felicidade, o Brasil está à frente de nações como Alemanha (índice médio de 6,7), Chile (6,6), Espanha (6,5), Itália (6,1), Japão (6,1), Grécia (5,4), Rússia (5,3) e Portugal (5,2). Perde por pouco para Reino Unido (6,9), França (7) e EUA (7). E fica bem atrás de Dinamarca (7,8), Noruega (7,6) e Suécia (7,5).
“Viver melhor” é um índice que foi lançado no ano passado para marcar os festejos dos 50 anos de criação da OCDE, entidade sediada na França. Nasceu de um estudo elaborado sob a coordenação do Nobel de Economia Joseph Stiglitz. Prevê a aferição da evolução dos países por meio de indicadores que vão além do PIB.
Além da satisfação pessoal, são 11 os critérios levados em conta: habitação, renda, trabalho, comunidade, educação, meio ambiente, governança, saúde, satisfação, segurança e relação entre trabalho e vida privada.
No do ranking geral, aquele em que o Brasil figura na 33a, os dez primeiros são: Australia, Noruega, EUA, Suécia, Dinamarca, Canadá, Suíça, Holanda, Nova Zelândia e Luxemburgo.
Mesmo não estando em ótima posição, a taxa de satisfação dos brasileiros está acima da média, muito embora o mau desempenho registrado em alguns dos outros indicadores.
No quesito segurança, 9,4% dos brasileiros declararam ter sofrido agressões físicas nos últimos 12 meses, contra 4% nos países da OCDE. No Brasil, detectaram-se 22,7 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. Na OCDE, a média foi de 2,1.
Entre os brasileiros, a expectativa de vida é de 73 anos. Nos países membros da OCDE, média de 80 anos. No mercado de trabalho, a comparação favorece o Brasil. Nesta terra de palmeiras, 68% da população declara exercer algum tipo de atividade remunerada. Na área de influência da OCDE, moída pela crise, o percenrtual é ligeiramente inferior: 66% em média.
Um dos fatores mencionados pela OCDE como causa do alto grau de satisfação do brasileiro é a redução da miséria absoluta e da pobreza. A entidade enaltece o Bolsa Família. Afirma que o programa, além de potencializar a felicidade do pedaço mais desassistido da população, ajudou a melhorar os indicadores ao condicionar o benefício a critérios como a frequência escolar e acompanhamento médico das crianças e das mães.
Assustador é um dado: no quesito Educação, 41% dos adultos entre 25 e 64 anos declararam ter estudado pelo menos até o segundo grau. Nos países da OCDE, a taxa é de 74%.
A OCDE pendurou um vídeo, disponível abaixo, que completa de forma didática as informações levadas ao site.
(*) Com informações subtraídas do site de Josias de Souza.
O Professor de Direito Constitucional e Direitos Humanos, Promotor Público Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, terá seu livro Magistratura e Ministério Público – Constitucional e Direitos Humanos – Questões Comentadas, lançado nesta quinta-feira, 10 de maio, 18,30h no Buffet Pálace, à Avenida Faria Lima 1.912, São Paulo.
Os livros integrantes desta série foram editados com a finalidade de colaborar eficazmente na preparação para os concursos da Magistratura e do Ministério Público. Nos dias atuais, com a concorrência cada vez mais elevada, a aprovação em concursos públicos exige preparação profunda e específica.
Nesse contexto, entra em cena a análise de questões de provas anteriores – ferramenta relevante quando somada ao estudo da doutrina, da jurisprudência e da legislação. Ao analisar perguntas de outros certames, o leitor, além de conhecer a forma pela qual o conteúdo é exigido pelos examinadores, tem a oportunidade de conferir quais são os temas mais cobrados nas provas voltadas à instituição em que almeja ingressar.
As questões analisadas abrangem diversos concursos públicos no âmbito da União (Justiça Federal, do Trabalho e Militar, e Ministério Público da União – Federal, do Trabalho, Militar e do Distrito Federal). Em todas as assertivas abordadas, procedeu-se ao enfrentamento sério e minucioso da doutrina, da jurisprudência e da legislação.
Para desempenhar com esmero essa função, os autores foram rigorosamente selecionados. Todos eles destacam-se em atividades docentes, no âmbito acadêmico e/ou em cursos preparatórios, e foram aprovados em concursos da Magistratura ou do Ministério Público, razão pela qual estão legitimados a orientar os leitores.
Luiz Alberto Segalla Bevilacqua
O autor é Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, graduado pela Faculdade de Direito de Bauru (Instituição Toledo de Ensino) e Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Metodista de Piracicaba.
Foi Promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – núcleo de Campinas (GAECO). Foi assessor do Procurador-Geral de Justiça em São Paulo, designado para o CAEX (Centro de Apoio Operacional à Execução) e Secretário-Executivo dos núcleos do GAECO distribuídos pelo Estado de São Paulo.
Professor de Direito Processual Penal e Direito Constitucional do Complexo Educacional Damásio Evangelista de Jesus em São Paulo. Foi Professor do PNLD – Curso sobre Lavagem de Dinheiro do Ministério da Justiça. Professor da Faculdade de Direito de Limeira (Instituto de Ciências Aplicadas) e do curso de pós-graduação de Direito Ambiental da Universidade Metodista de Piracicaba.
Cleber Masson – Coordenador
Promotor de Justiça em São Paulo. Foi assessor da Procuradoria-Geral de Justiça e Diretor da Associação Paulista do Ministério Público.
Doutorando e Mestre em Direito Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor de Direito Penal no Complexo Jurídico Damásio de Jesus. Professor na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo.
Professor convidado da pós¬ graduação em Direito Penal da PUC/SP. Palestrante e conferencista em todo o Brasil.
Saiba mais clicando aqui.
O flautista e saxofonista Mauro Senise é um dos maiores nomes da música instrumental. Neste show ele interpreta composições de Edu Lobo. Entre elas Pra dizer Adeus, Vento bravo e Ponteio. Seu último disco, Casa Forte, contou com arranjos de Gilson Peranzzetta e participação dos músicos Jota Moraes e David Chew. Aqui o intérprete toca com Paulo Russo, Ivan Conti e Itamar Assiere.
Hoje apresento mais três Distorções, da coleção de 200 negativos que o espólio de André Kertesz possui. O fotógrafo, em 1933, criou essas imagens ao fotografar duas jovens nuas diante de espelhos como aqueles que antigamente encontrávamos nos parques de diversão. Os efeitos são surpreendentes: atraem ou repelem, mas nunca deixam o espectador indiferente. Distorções é sua série mais famosa.
O artista:
Ainda quando trabalhava com o tio na Bolsa, em Budapeste, Kertész não abandonou a fotografia. Em suas horas vagas, ele era o fotógrafo apaixonado pelo ofício e interessado em inovar, em criar. Com sua primeira câmera, a Ica que comprara ainda muito jovem, ele continuou a fotografar e chegou a ter fotos suas publicadas em revistas húngaras.
Mas o ambiente em Budapest, com a falta de liberdades civis, não era propício às artes e Kertész resolveu, em 1923, ir para Paris. Lá ele muda seu nome de Andor para André e é como André Kertész que entra para a história da Fotografia.
Em Paris ele se entrega à sua paixão. Para poder se sustentar, vende suas fotos por 25 francos cada. Faz amigos nos grupos de vanguarda, ambiente que o seduz pela efervescência intelectual: Piet Mondrian, Fernand Léger, Tristan Tzara. Logo começa a colaborar para várias revistas, como L’Art vivant, L’Image, Vogue, Paris Magazine, Neue Jugend, Münchner Illustrierte Presse, Uhu, The Sphere,e, mais frequentemente, Vu.
Compra uma Leica 35mm e é dos primeiros a usar essa fantástica máquina para fotos jornalísticas, que publica em Vu. Fazem um grande sucesso e seu nome começa a ser conhecido, seu círculo de relações entre os intelectuais de Paris se amplia: conhece Brancusi, Chagall, Man Ray e Brassaï, a quem ensina o ofício de fotógrafo.
Ele não para de experimentar novos ângulos, de acentuar ou diminuir os contrates, e de se servir de técnicas ainda experimentais. André Kertesz foi um inovador e a ele e sua criatividade, a Fotografia deve muito.
Os turistas que se hospedam em Recoleta e Palermo, bairros que recebem mais atenção por parte do governo de Buenos Aires, talvez não reparem tanto. Mas basta sair destas regiões para constatar que a cidade fica tomada pelo lixo todos os finais de tarde. Plásticos voando, comida espalhada pelo chão. O cenário é desolador.
A cadeia do desastre é a seguinte. Ao anoitecer, os moradores colocam o lixo na frente das suas casas e prédios, sem respeitar o horário de coleta e sem fazer a separação entre resíduos secos e orgânicos.
Em seguida aparecem os catadores que abrem todos os sacos em busca de papel e papelão para reciclar. O que não serve fica jogado na calçada. Bem mais tarde passa o caminhão da empresa coletora, mas aí o estrago já está feito.
A capital argentina tem uma excelente lei, chamada Basura Cero (Lixo Zero, em português), aprovada em 2005, que prevê a redução progressiva da quantidade de lixo mandado aos aterros sanitários.
A primeira meta previa uma redução de 30% do total de resíduos produzidos (em comparação com 2004), já em 2010, terminando em 2017, quando o governo portenho não poderia mais (em tese) mandar resíduos recicláveis a nenhum aterro.
Não deu certo. Pior. A produção de lixo aumentou.
Cifras oficiais mostram que a cidade destinou aos aterros 1.847.748 toneladas em 2009, volume que chegou a 2.277.772 milhões em 2011. Ou seja, um aumento de 23%. Estimativas de hoje apontam para uma produção de 6300 toneladas de lixo diárias em Buenos Aires. Segundo o Greenpeace, é a cidade que mais produz lixo na América Latina.
Essa evolução, além de demonstrar o total fracasso da gestão municipal, aponta o descaso dos cidadãos portenhos em solucionar o problema. Que é deles, também.
O prefeito de Buenos Aires, Maurício Macri, iniciou nova campanha e promete “conteinizar”a cidade até 2013, quando toda a população será obrigada a separar seus resíduos. Mas sem uma forte campanha de educação ambiental isso não vai dar em nada, porque é preciso que o lixo chegue aos conteineres de forma correta, o que não acontece.
Para completar, Macri e a presidente Cristina Kirchner, que já se engalfinhavam por diversos temas, semana passada começaram a brigar também por este. A Casa Rosada tem feito pressão para que a prefeitura pague cada vez mais caro pelo seu lixo – que na verdade é depositado em outra cidade – ou então que o processe na capital.
Não sei quem tem razão, mas é muito bom que este assunto tenha voltado para a pauta. Senão a gente corre o risco de que os “buenos” aires fiquem só no nome. E para que a coluna não termine em baixo astral, deem um espiada nesse blog: Fotos Encontradas. É lixo 100% portenho!
(*) Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo, com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha.
Na foto de Juliano Blotta estão os noivos Mariana e Wesley Brasil Santos, que escolheram Gramado para selar sua união, culminando com uma festa lindíssima na Casa Branca.
Escrever artigos para um público torna-se uma tarefa muito difícil, quando, dependendo das áreas escolhidas de atuação, isso incluindo o constante olhar para o sofrimento dos outros.
É preciso ser forte, ou ter vontade de tornar-se mais forte, porque quando as pessoas se contam em desespero, inevitavelmente, o grito de dor penetra as almas dos mais sensível.
Cansei de contar as vezes que me pediram pelo exterior de escrever sobre a situação econômica italiana. tida como de falência.
Todas as vezes, tento procurar pretextos para demorar um pouquinho para me postar a respeito.
Não é fácil escrever sobre a gente que não consegue enfrentar as despesas até o final do mês. Na semana passada celebramos a Festa do primeiro de maio, “O Dia do Trabalhador”, enquanto os empregadores e trabalhadores continuam a cometer suicídio, enquanto os pais continuam dormindo no carro com o resto da família e muitas outras reportagens indicando um mal-estar social imensurável.
A esperança para muitos, fica tentar lançar mensagens públicas que podem agitar a
consciência e ser recebidas pelos órgãos competentes. Escolhi esse artigo entre muitos, porque é aquilo que sinto, a propósito de expressar meus sentimentos, pensamentos
e jeito de olhar a realdade.
Escreveu Michele Marolla, Editora-chefe da Crônica do Cotidiano “La gazzetta del mezzogiorno”:
Pedidos de ajuda estão a crescer exponencialmente: dezenas de casos de pessoas que não não sabem como chegar até o final do dia, não ao final do mês. E se até há pouco tempo foi a queixa de abuso (real ou imaginária) para assenhorar-se, agora eu vejo pedidos desesperados de ajuda, como o jornal a publicar a angústia, a dificuldade de viver, pode resolver a situação, ou pelo menos exorcizá-los em uma espécie de catarse coletiva.
Ficar deste lado do telefone torna-se cada dia mais emocionante, porque os fatos são terrivelmente real.
As histórias, no entanto, contadas com muita dignidade, com decência, não includem pedidos de dinheiro, contribuições, subvenções, mas expressam somente o desejo de falar sobre a própria situação, gritando para o céu e para o mundo o desespero, com um grito libertador que poderia abalar a consciência e começar por vários caminhos, o respeito pela dignidade humana.
Ter a oportunidade de trabalhar, em qualquer emprego, não pode garantir o futuro, mas
pode ajudar na sobrevivência diária. Então a única maneira é a queixa no jornal, assim que, quem decide, pode ser perfurado pelo grito de dor público.
Sim, quem decide, quem pode. Mas essas pessoas ainda existem? Estas entidades?
O encolhimento dos vereadores, prefeitos, presidentes, empresários, banqueiros,
sindicalistas, são cada vez mais a regra. A frustração é palpável. A sensação de impotência está se espalhando, verdadeiro ou falso que isso é impossível.
Claro, que não ter acesso aos recursos é uma coisa ruim, mesmo de um patrocínio
estritamente-eleitoral. E ficamos com medo de ter que lidar com sentimentos de
forma acrítica, rotulados como “anti-política”, talvez só porque eles minam as certezas da política, até mesmo dos políticos.
No entanto, em grifes Bari, lojas são as menos afetadas pela crise, um sinal de que o fosso entre quem pode e quem não pode gastar é alargada, permitindo ver um pedaço cortado de país, apenas um pedaço da sociedade. As respostas para todos nós pertencemos.
Há apenas um caminho possível: redescobrindo o sentido de comunidade para dar respostas a quem precisa. Reconectar os fios de exasperação de solidariedade social .
Fonte de Informação: La gazzetta del mezzogiorno
(*) Giusi Dangélico escreve a partir da Itália e tem um diferencial incrível, de ser auto-ditada em português, País que pretende conhecer em breve.
Apesar de milhões de pessoas no mundo não possuírem acesso à alimentação, saúde e educação, outras são literalmente infelizes pelo simples fato de haverem nascido em lares que lhes proporcionam de tudo, até em excesso.
Elas normalmente se tornam duras, desacreditando de tudo e de todos, se seus amigos, namoradas ou esposas estão ao seu lado por elas ou por outros interesses. Tornam-se totalmente inseguras, não conseguindo acreditar quando recebem amor verdadeiro.
Apesar de possuírem os mais diversos bens materiais que o dinheiro pode comprar, como carros, motos, iates, aviões e frequentando os lugares mais luxuosos e caros do país e do exterior, percebe-se com muita facilidade a infelicidade de muitas dessas pessoas.
Normalmente isso se deve ao fato de seus pais terem permanecido durante tantos anos trabalhando em busca do aumento de suas fortunas, que não tiveram tempo de lhes fornecer algo que mais importaria na formação do ser humano e que, financeiramente, não custa absolutamente nada: afeto, carinho e amor dos pais. E para compensar seu afastamento, davam-lhes bens materiais.
Já no início de sua convivência social, frequentando os primeiros anos de escola e por possuírem cada vez mais coisas que seus amiguinhos, elas já começam a ser marginalizadas pela grande maioria que não possuem aqueles bens e, talvez até para compensar esse fato, cada dia mais tentem se sobressair e ganhar simpatia dos outros, ostentando objetos exclusivos ou de posse rara, agravando a situação e tornando-se ainda mais isoladas ou cercadas de interesseiros.
Essas crianças então vão percebendo que, apesar de possuírem muitos bens, são pouco queridas e isso vai provocando consequências na formação de sua personalidade e do ser humano em relação à sociedade.
Na juventude, seus desvios de caráter já podem ser notados com mais facilidade. Discussões desnecessárias, brigas, envolvimento em diversos tipos de escândalos, acidentes, bebedeiras e uso de drogas são, proporcionalmente, muito mais comuns entre os que materialmente têm em excesso, do que entre os que pouco ou nada possuem.
As crianças e os jovens sem limites de hoje, resultado desses tipos de comportamentos, certamente serão os adultos sem limites de amanhã, de convivência difícil em sociedade, pois acostumados a fazer só o que desejam, terão de respeitar as leis e os limites como todos.
Serão obrigados a se submeterem às leis do condomínio do prédio ou do residencial onde moram, as do trânsito e todas as outras que regem a convivência social. E mesmo utilizando seu avião ou jatinho particular, terão que obedecer às ordens das torres de comando dos aeroportos, autorizando a decolagem e o pouso destes.
Enfrentarão filas nos cinemas, teatros, lojas, restaurantes, postos de gasolina e aeroportos, como qualquer um. E no final de suas vidas, serão enterrados ou cremados no mesmo espaço destinado a outros cidadãos.
E necessitarão de suporte financeiro para manter esses excessos, mas não terão, pois os que sempre lhe deram tudo um dia faltarão, e deixarão aquele que sempre só recebeu sem saber buscar sequer o próprio sustento, o que é vergonhoso e humilhante para qualquer ser humano.
Aquele que materialmente pouco tem e consegue crescer financeiramente, sempre valorizará o que possui, mas dando aos seus em excesso, certamente comprometerá seu futuro.
Ao invés de excessivos presentes, nossos filhos precisam de amor, carinho e de serem preparados para administrar o patrimônio que receberão.
(*) João Bosco Leal, é jornalista, escritor e produtor rural. Mantém na web o site www.joaoboscoleal.com.br
Bauruenses já nem sabem mais como definir sua cidade, levando a conversa para o aspecto marketing, querendo “vendê-la” ao mundo da melhor forma possível.
Falar que aqui surgiu Pelé, o atleta do século XX, e que só agora pode estar sendo ameaçado no futebol por outro santista, o Neymar, é chover no molhado, porque até a Rainha da Inglaterra diz: “Pelé from Bauru”.
Dizer que a nossa Bauru já foi em bons tempos o maior centro rodo-ferroviário-hidroviário e energético do Brasil, é repetir o que foi dito também no século passado, até finais dos anos 80, porque “todos os caminhos convergiam a Bauru”, no estado de maior dinamismo do País.
Mas tem o sanduíche bauru, preferência de pelo menos cinco de cada dez consumidores de boa alimentação com ingredientes à base de picles, queijo derretido, rosbife e pão francês. Um único sanduíche com história contada no mundo, com direito a um site, pelo qual se informa a respeito e por onde se pede o credenciamento com direito a obter certificado pelo COMTUR, de ser um point que vende o tradicional, sugerido a partir do Ponto Chic em São Paulo, pelo então estudante de direito, Casimiro Pinto Neto. Aliás, visite o site do sanduíche bauru.
Poderíamos falar dos ícones do século XX da aviação no Brasil, Ozires Silva e Marcos Pontes. Ozires Silva, é bom que se saiba, o primeiro a ser sondado dos brasileiros a receber o prêmio Noblel do Brasil e só não foi indicado porque, conforme ouviu-se dos drs. da fundação que elege os contemplados, que no Brasil é comum brasileiros destruírem seus mitos.
Muito a falar, para chegar, enfim, ao céu de Bauru, que não por acaso, é pano de fundo para o maior espetáculo da terra com aeronaves sem motores.
Não por acaso, Bauru foi escolhida para ser a capital nacional do planador. Tem toda uma história para ser contada, a respeito, e o bom mesmo, para a melhor e completa informação, é se dirigir ao site do Aeroclube de Bauru.
A história do planador começa a partir das acrobacias em círculo, dadas pelos urubus, esse bicho que mais é lembrado por sua missão indigesta para nós de limpar o que não nos interessa como alimento, assim como a outros animais. Mas os planadores usam o mesmo princípio dos urubus, voando em razão das térmicas, daí pouco movimentar suas asas e deixar o contraste térmico promover aquele trajeto tranquilo e sereno, que para se ter noção do prazer, só mesmo viajando a bordo de um planador. Aliás, em Bauru, um dos melhores passeios turísticos, é voar de planador, a um custo pouco maior de R$ 100,00, cujo valor vai para um caixa que se direciona ao treinamento de novos pilotos e demais profissões ligadas à aviação.
Mas planadores no ar e no céu de Bauru, promovem um espetáculo sem igual, mais mesmo aos finais de semana e quando o céu é de brigadeiro, conforme dizem os apaixonados pelo esporte e quase profissão, ou início de profissão visando pilotagem de aeronaves de todos os portes.
Voei de planador e me sentindo nos céus lá em cima, num dia muito especial, quando olhei para minha Bauru e vi a Cidade Sem Limites lá, tranquila e serena, como que o trânsito fluísse normalmente, sem congestionamentos, que hoje é o tema mais nítido das manchetes de jornais.
Uma sensação múltipla, pois podia olhar para minha Bauru, para o céu mais próximo, para outros planadores que “viajavam” pelas térmicas próximas e cheguei ao máximo de emoção.
Por acaso, e numa dessas coincidências da vida, era tempo de campeonato, e lá de baixo, com sua potente máquina fotográfica, a competente Luciana Gonçalves colhia os melhores momentos, de um desses eventos que quase anualmente acontecem em Bauru.
Lindas as fotos, a ponto de, movido pela emoção em razão do passeio recente e ainda com aquele barulho tranquilo do vento soprando em meu ouvido, provoquei minha veia inspiratória e deu no que deu, postado logo abaixo, gentilmente acomodado no Youtube por conta de um profissional de fotografia, design, e por acaso também piloto de planador, Alexandre Cruz Nicolas.
Aquela tranquilidade mesclada com a forte emoção, remeteu-me a uma melodia inesquecível, levada ao mundo por conta do filme Midnight Cowboy, em 1.969, tendo no elenco, o pai de Angelina Jolie, Jon Voight, com o incrível Dustin Hoffman. O filme ficou marcado e a música de Nilson alcançou muito sucesso, sendo para mim uma das mais belas e com um embalo que me remeteu ao movimento de um planador, pois a melodia se sobrasai numa evidência incrível e imaginei-a de pano de fundo às fotos, promovendo aquele embalo gostoso, que igual mesmo, só a bordo de um planador.
Na montagem, me vi a bordo de um planador, com um assobiar de vento ao ouvido, com a bela melodia, deu no que deu, e vai a seguir:
(*) Renato Cardoso, o autor, é jornalista, publicitário e bacharel em direito.
As mídias sociais bombaram hoje com uma falsa notícia de que a presidente Dilma Rousseff teria pedido, e recebido a aprovação, para que o Banco Central colocasse a inscrição ‘Lula Seja Louvado’ nas cédulas de real, no local onde atualmente se lê ‘Deus seja Louvado’.
Quem caiu na pegadinha foi o deputado feral Roberto Freire, que demorou quase dez minutos para o perceber que a ‘notícia’ não passava de uma piada, feita por um site que cria notícias falsas como se fossem verdadeiras.
Veja como ficou o texto fictício levado ao ar, anunciando a aprovação da mudança, a pedido de Dilma:
“Banco Central colocou em circulação nesta segunda-feira (7) notas de real com a frase ‘Lula seja louvado’. De acordo com o BC, a mudança foi um pedido da Presidente Dilma Rousseff, que quis homenagear o ex-presidente Lula”.
O assunto rendeu e o respeitado político se irritou com a falsa informação e escreveu: “isso é uma ignomínia!”, ao postar a ‘notícia’. Apesar da rápida correção, os internautas não perdoaram, e levaram o nome do deputado aos Trending Topics, bem como a hashtag #LulaSejaLouvado.
“Deveria ter analisado melhor o fato e visto que a ignomínia era demais para ser verdade. Peço desculpas pelo erro.”, escreveu Freire a uma seguidora, ao se desculpar pela falha.
O deputado até que tentou se justificar a diversos internautas que criticaram sua “inocência”, e fizeram piada do erro.
Quando leu que deveria fazer um curso de computação, por exemplo, o político respondeu: “bom conselho, mas vou continuar aqui e também fazendo oposição sem ódio e sem medo ao governo incompetente e corrupto de Lula/Dilma”.
Buemba… o apresentador e jornalista Amaury Júnior (foto), está pondo na web sua nova rádio, com um repertório pra lá de requintado, como não poderia ser diferente.
No clique direto ao site do Amaury, a possibilidade de ler as últimas, tendo ao fundo, músicas da melhor qualidade, como podem ser conferidas a um simples clicar em A Rádio de Amaury Júnior.
Ao escutar as belas músicas levadas ao ar pela Rádio de Amaury Júnior , não tem como não sentir saudade do Club A, requintado espaço que tem a mão do poderoso, no auge de sucesso que alcança.
E vai mais uma: a coluna de Amaury agora participa do portal UOL, de onde saiu a foto de reprodução.
Já sei como trabalhar mais feliz a partir de agora.
Pergunta-se: por que o futebol caiu tanto no gosto dos brasileiros?
O gingado tem a ver, a adequação ao clima, a falta de um esporte para os brasileiros chamarem de seu?
Podem ser muitas as perguntas, mas o futebol, bom que se saiba, vem do inglês association football ou simplesmente football, jogado em todo mundo entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. Tpo Santos x Corinthians, por exemplo… uma ótima demonstração de futebol.
É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições. É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denomina golo (português europeu) ou gol (português brasileiro). A equipe que marca mais gols ao término da partida é a vencedora.
Pergunto agora: novidade alguma?
Pois bem: o jogo moderno foi criado na Inglaterra, com a formação da Football Association, cujas regras de 1863 são a base do desporto na atualidade. O órgão regente do futebol é a Fédération Internationale de Football Association, mais conhecida pela sigla FIFA. A principal competição internacional de futebol é a Copa do Mundo FIFA, realizada a cada quatro anos. Este evento é o mais famoso e com maior quantidade de espectadores do mundo, o dobro da audiência dos Jogos Olímpicos.
E quem irá sediar a próxima Copa do Mundo? Quem respondeu o Brasil, precisa se segurar, porque com o andar da carruagem, ops, da construção dos estádios, há ainda quem duvide.
Na dúvida, oremos, porque se o futebol foi criado na Inglaterra, foi aqui que se desenvolveu, por mais que madrilenhos e argentinos queiram chamar o esporte de seu.
Aqui, por exemplo, teve Pelé e Tem Neymar, e só por aí podemos começar a defender a volta da capital do time mais popular do mundo ao Brasil.
Se alguém ainda duvida, vai uma pequena demonstração do que os brasileiros são capazes de fazer com a bola nos pés.
Antes, não deixe de saber tudo sobre o Futebol, clicando em Futebol na Wikipédia.
Patricia Nascimento, estilista mineira reconhecida por suas criações luxuosas, elegeu a atriz Juliana Paes para ser a grande estrela da campanha de sua coleção “Preciosidades”.
As fotos foram feitas em estúdio, no Rio de Janeiro. Diferente da personagem Gabriela, a atriz aparece na campanha com a peça mais luxuosa da coleção – um vestido de palha de seda Off White com detalhes em ouro lixado. Foto de Robert Schwenk.
Sob a organização da presidente da Abime-SE (Associação Brasileira de Imprensa de Mídia Eletrônica, capítulo Sergipe), Fabiana Chaves, e da presidente nacional da associação, Vera Tabach, acontece em Aracaju (SE), no período de 24 a 28 de maio, o III Congresso Nacional da Abime. A extensa programação inclui a abertura com autoridades sergipanas e apresentação do carismático ilusionista MaKaNa (www.ilusionistamakana.com), que já participou de grandes encontros nacionais e internacionais.
As organizadoras do congresso – Fabiana Chaves (Abime-SE) e Vera Tabach (Abime Brasil)
Além disso, também acontecerão exposições fotográficas, de tecnologia para a imprensa, saúde e beleza; reunião da Abime, sob os temas “Ética, Profissionalismo, Respeito entre os profissionais de Imprensa”, “Como se filiar à Abime”, “Vantagens de ser um associado da Abime” e “Agenda e Ações da Abime para o ano de 2012”.
Durante o encontro, também serão apresentadas palestras, que incluem “Mídias Eletrônicas x Turismo”, “A Importância para o Estado de Sergipe sediar o III Congresso Brasileiro de Imprensa de Mídia Eletrônica”, “O Turismo no Nordeste”, “Case de Sucesso no setor de Turismo: Experiências pelas quais, o estado de Santa Catarina, foi premiado pela terceira vez consecutiva como o ‘Melhor Destino Turístico do Brasil’”, “Abordagem sobre as ações da Setur que vem alavancando o Turismo no Estado de Sergipe”, “O que representam as Mídias Eletrônicas no contexto da Emsetur”, “Potencial Turístico dos Estados do Nordeste”, “Inclusão do Turismo como prioridade na atual Administração do Governo do Estado de Santa Catarina”, “Funturismo”, “Desenvolvimento Sustentável através do Turismo”, entre outros. Destaque também para as apresentações de Marcos Fiori (“Um doce balanço a caminho do sucesso”) e Helcio Hime, presidente da Hime Systems, uma das mais premiadas empresas do mercado global (“Empreendedorismo, Uma Maneira de Ver a Vida” e “Como a Mitologia Grega Pode Ajudar a Sua Empresa a Vender Mais e a Atender Melhor ao Público Interno e Externo”).
Também acontecem visitas técnicas e encontros sociais, incluindo Baile de Máscaras (“La Belle Èpoque”); “Uma Noite de Queijos e Vinhos”; ida à fazenda Boa Luz Eco Parque Hotel e à Cachaçaria Boa Luz, com performances regionais (quadrilha, jantar junino, apresentações musicais); e jantar de encerramento no Restaurante Picuí Gourmet, com o chef Wanderson Medeiros.
Já estão confirmadas as presenças dos presidentes dos capítulos de Alagoas (Gigi Accioly), Mato Grosso do Sul (Edson Neves), do Relações Públicas da ABIME Brasil (Jefferson Severino e e da presidente da Abime Brasil -Vera Tabach), entre outros.
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