José Dirceu lança livro

01/10/2011 por

José Dirceu lança livro

O ex-ministro, José Dirceu lançou seu livro Tempos de Planície. O evento foi amplamente comemorado, em Brasília, na semana passada e claro contando com presença de muitos amigos, políticos e o petismo mais pendente ao seu lado.

Pelo livro dá para se entender que quem está na “planície” não está no “planalto” (nada a ver com a sede do governo, embora a alusão esteja incorporada) e significa quem perdeu o poder.

Conforme li pela nobre coluna de Giba Um, “no caso de Dirceu, não se registra tanta perda de poder: ele continua atuando como consultor para muitas empresas, abrindo portas e até recebendo figuras do atual governo em seu apartamento-gabinete no Hotel Naoum, em Brasília.

E pelo padrão de vida que leva, viagens internacionais, restaurantes e hotéis caros no Exterior, é um consultor que, segundo analistas, não deve faturar menos de R$ 3 milhões por ano, numa estimativa modesta. Mais: em seus tempos fora do poder, também Delfim Neto usava as mesmas expressões, dizendo que “amigo é aquele que está com você no planalto ou na planície”.

Vemos na foto em destaque o senador Renan Calheiros cumprimentando o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, durante o lançamento do seu livro Tempos de Planície, em restaurante de Brasília. Mais fotos pelo link lançamento de livro de José Dirceu.

Dirceu usa mídias digitais para o convite:

O ex ministro passou o dia insistindo para que amigos e seguidores se fizessem presentes ao evento e usou as mídias digitais, mais ou menos no seguinte sentido:

“Espero todos vocês logo mais no início da noite – a partir das 19 h – no lançamento de Brasília do meu livro “Tempos de Planície”, no restaurante Carpe Diem. É uma coletânea de artigos meus publicados em diversos jornais e revistas nos últimos anos e que selecionei com muito critério para transmitir a vocês meu pensamento e posições adotadas nos últimos anos.

Os artigos sintetizam, também, como vejo o PT, o governo federal e as relações que estes estabelecem com a sociedade, ontem e hoje. São, ainda, um manifesto pessoal pela transformação de nossa sociedade, independentemente dos obstáculos que se interponham a essa caminhada.”

Veja momentos da noite de autógrafos:

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A prestigiada posse de Paulo Skaf

29/09/2011 por

Suntuosa, assim podemos definir a posse de Paulo Skaf na presidência da Fiesp (terceiro mandato).

O evento ocorreu no início da semana, no Teatro Municipal de São Paulo e foi tão suntuosa, que contou com presença de nada menos 102 deputados, sem contar ministros, mais autoridades dos três poderes.

O evento foi de proporções tão grandes, que companheiros de diretoria até faziam piada em torno do seu porte – uns diziam que, quando ele tomar posse no quarto mandato, haverá show de Madonna.

As piadinhas não pararam por aí e houve quem disse que, da próxima vez, será cobrado ingresso … e se algum dia ele for eleito para um cargo executivo no poder público, a posse será transmitida via satélite, para todo o mundo, como acontece com a festa do Oscar.

Os antigos da FIESP bem que sabem do porque do prestígio de Skaf na entidade, mas o grande público ignora absolutamente que, em torno da eleição da entidade patronal mais forte do País, os grandes partidos políticos entram em ação e, ao fato, há mais coisa entre o céu e a terra do que contam diretores daqui e dali, que continuam mostrando que o clima é o mais ameno e cordial possível.

Contrários a Paulo Skaf, na contramão dos piadistas de plantão no dia da posse, sugeriram que o ex presidente (já falecido) Mário Amato, se remove no caixão.

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No que faz muito bem

27/09/2011 por

No que faz muito bem

Convenhamos que nossa presidente nos encheu de orgulho por sua participação, em Nova York, tendo sido a primeira mulher a abrir a 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU – tarefa que aliás cabe tradicionalmente ao Brasil.

Ainda nos EUA, a presidenta participou de eventos promovidos pelas Nações Unidas e instituições privadas e de encontros bilaterais com chefes de Estado e de Governo.

Agora, certa de que “pooodeee”, depois de Nova York, a presidente Dilma Rousseff quer fazer, em média, uma viagem internacional a cada duas semanas nos próximos meses.

Dia 3 de outubro, vai participar de um encontro entre Brasil e União Européia em Bruxelas, na Bélgica. De lá, estica a Bulgária para visitar familiares e deverá ser recebida como celebridade em Sofia, capital do país.

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Parlamento canadense usa photoshop para diminuir decote de deputada

27/09/2011 por

No original ela apareceu um pouco ousada… apenas um pouco.

Mas foi o suficiente para que a foto da deputada canadense Rathika Sitsabaiesan, de 29 anos, fosse retocada pelo Parlamento do país, após ela ser considerada “sexy demais”.

Vejam na montagem que na primeira imagem, Sitsabaiesan aparece usando um decote e, ao lado, após um tratamento de imagem com o Photoshop feito no Legislativo canadense, o detalhe foi eliminado.

A foto é de reprodução.

Sobre o assunto a deputada ainda não se pronunciou, mas movimentos feministas do Canadá já mostraram descontentamento e acusaram os parlamentares de machismo por decidirem esconder o decote da deputada.

De acordo com o site canadense National Post, o dono do blog contrarian.ca, Mark Austin, fez uma busca no site do Parlamento e descobriu as duas fotos. Rapidamente a “descoberta” do internauta caiu na internet e chamou a atenção dos jornais locais.

Sitsabaiesan foi a primeira deputada de origem tâmil a ser eleita no Canadá. Membro do partido New Democratic, ela também é a primeira mulher e a primeira não caucasiana a ser eleita por sua comunidade, Scarborough—Rouge River. Além disso, a deputada também é a mais jovem a integrar o Parlamento na região de Toronto.

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Longe da verdade

26/09/2011 por

Por Ricardo Noblat (*)


E a Comissão da Verdade, hein?

Imagine a cena: trancados no banheiro do gabinete do presidente da Câmara, o anfitrião Marco Maia (PT-RS), o ministro da Justiça e a ministra dos Direitos Humanos batiam boca por telefone com Dilma Rousseff, instalada em um quarto de hotel em Nova Iorque.

Batiam boca? Como é? Perdão!

Elimine o “batiam boca”.

Discutiam – assim é melhor. Mas não é melhor o bastante. Ninguém bate boca ou discute com a presidente. Alguns choram diante dela.

Digamos então: ponderavam. Os que se espremiam dentro do banheiro para ter uma conversa com Dilma à prova de vazamento ponderavam. Em troca, eram admoestados.

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Nizan Guanaes e Donata Meirelles oferecem jantar para Bill Clinton…

23/09/2011 por

Por Baby Garroux (*)


O poderoso Nizan Guanaes e a chic Donata Meirelles ofereceram jantar ao ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton no último andar do Rockfeller Center, nessa terça-feira, em Nova York…. muitos empresários brasileiros e americanos, inclusive o ministro da Fazenda, Guido Mantega, Zeco Auriemo, Bernardo Gradin, Jair Ribeiro e muitos mais…

Bill Clinton, que ainda tinha pelo menos outros dois eventos na mesma noite, chegou por volta das 21 horas e foi bastante assediado pelos convidados. Em seu discurso, o ex-presidente repetiu um pouco do que falou em sua última visita ao Brasil, durante o Fórum Mundial de Sustentabilidade, realizado em Manaus, destacando a política de biocombustíveis e a grande oferta de recursos naturais do País….

Nizan Guanaes lançou o Brazilian Global Leaders, instituição que tem como objetivo reunir empresários brasileiros interessados em difundir o País em grandes eventos internacionais, como o World Economic Forum…
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi o grande convidado de honra do jantar do recém-criado grupo Brazilian Global Leaders… imaginerm só o local: salão de festas panorâmico do Rockefeller Center, em Nova York…. deu show ao microfone, apresentando aos americanos e a Clinton as estatísticas e os balanços que mostram a pujança da economia brasileira, apesar da crise econômica internacional…. Guido, chegou cedo ao jantar e foi um dos últimos a sair… festejando os 352,3 bilhões de reservas do País… chamou a recente alta da inflação de “surto”, atribuindo-a ao boom das commodities e disse que mudança na política fiscal é “fofoca de jornal”…. Guido declarou: “O desafio da crise de 2011 não é maior que o da crise de 2008. Naquela época, os governos agiram rápido. Temos que repetir o comportamento, com medidas corajosas, rápidas e coordenadas entre os países”. União Europeia: “está demorando demais” a agir energicamente contra o caos de seus membros endividados… surpreendeu ao mostrar um mapa-múndi dividido em três cores: azul para os países com crescimento do PIB para 2011 previsto para mais de 4% (o Brasil está na trave, 4,1%), verde para a margem entre 2% e 4%, e vermelho para abaixo de 2%, time em que se encontram os Estados Unidos….

Quando Clinton tomou a palavra, criticou educadamente a divisão dizendo-se triste com a situação de baixo crescimento das economias globais enfatizando que devemos pensar o mundo como um só lugar… “Eu sou o americano mais feliz em ver o Brasil assim”, avisou o simpático ex- presidente, que agradeceu o apoio do governo brasileiro à reestruturação do Haiti. “O Brasil pode explorar seu petróleo no mar, mas não deve parar a pesquisa de biocombustíveis. E também se vê numa situação delicada, porque não pode expandir suas hidrelétricas sem prejudicar a Amazônia”, referindo-se à polêmica construção de Belo Monte….

O Brazilian Global Leaders estreou no mundo dos negócios com o quarteto fantástico formado por Nizan Guanaes, do ABC, Bernardo Gradin, da Graal, Jair Ribeiro, do Banco Indusval, e Zeco Auriemo, capo da JHSF. Eles querem reunir empresários interessados em mostrar mundo afora a nova realidade brasileira….. vai Guanaes, não pare nunca!!!… estamos na torcida…

Clinton, charmozérrimo, tomando Coca Light, disponível para fotos, só simpatia…. o homem é imenso…

Oskar Metsavaht, Paula Bezerra de Mello, Leona Forman, supermegafeliz pelo sucesso de sua ONG Brazil Foundation na noite anterior, a coordenadora do Setor de Ciências Humanas e Sociais da Unesco no Brasil, Marlova Noleto, o presidente do BID, Luis Moreno, vibrando naquela vista de 360º sobre a cidade que nunca dorme….
I love New York!!!!

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É ou não é poderosa?

18/09/2011 por

É ou não é poderosa?

Eu não tenho o menor receio de queimar a língua num futuro quanto minha avaliação da presidente Dilma Rousseff.

Está muito claro que suas intenções são as melhores para o nosso Brasil e muito do que se toma conhecimento por aí, se dá em razão do jogo político que se faz necessário.

Pudesse ela e mandaria tudo pro inferno, com relação àquele bando de velhos com cabelos tingidos de Brasília, que só fazem nos envergonhar. Mandaria idem e com a mesma força o seu ex e mentor e com ele o tal de Zé, que de reacionário virou lobista.

Mas veja a poderoa aí, na capa da edição norte-americana “Newsweek”.

Dilma foi entrevistada por um correspondente da revista em Brasília, na última semana, e a matéria final, que leva o título de “Don´t mess whit Dilma “, ou seja, em tradução livre: “Não mexa com Dilma”, , traça um perfil político da presidente e sua trajetória, além de analisar o contexto político e econômico de nosso País.

Em tempo: esta é a primeira vez que uma personalidade brasileira ganha tamanho destaque na publicação.

E corram porque a revista chegará às bancas na próxima segunda-feira.

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Mãe da presidente Dilma é internada novamente

17/09/2011 por

Mãe da presidente Dilma é internada novamente

Por Renato Cardoso (*)

Até aqui tenho tido motivos de sobra para falar bem de nossa presidente, em todos os sentidos.

No que diz respeito à coluna, levando em conta aspectos finesse, elegância, boas maneiras, etiqueta e adequação de postura, chegamos à primeira mãe, Sra. Dilma Jane (foto), que tem dado o toque refinado que o Palácio do Planalto precisava resgatar por motivos óbvios.

A informação triste é que Dona Dilma Jane, de 88 anos, mãe da presidente Dilma Rousseff, voltou a ser internada no Hospital das Forças Armadas (HFA) há dois dias, depois de apresentar uma desestabilização do quadro de embolia pulmonar diagnosticado na semana passada.

Ela passa bem, conforme anunciado pela assessoria do Palácio do Planalto. A mãe da presidente havia deixado o hospital na última quarta-feira e a nova internação só foi revelada na manhã deste sábado, quando a presidente foi visitá-la no HFA, acompanhada de uma tia.

A presidente Dilma, que tem uma agenda pesada neste sábado, preparatória ao embarque para Nova York, previsto para as 23h., foi para o hospital de helicóptero para uma rápida visita, segundo a assessoria.

Dona Dilma Jane deve permanecer internada até a recuperação completa, já que a medida é de precaução, tendo em vista a presidente estar fora do país nos próximos dias.

O coronel Cléber Ferreira, médico da Presidência da República, permanecerá em Brasília acompanhando a evolução do quadro de saúde da Sra. Dilma Jane.

A nota aqui inserida tem um fundo de proposta de informação política, levando em conta fatos importantes registrados em Brasília nos últimos meses, com acomodação de ministros aqui e ali, numa aparência de atendimento a partidos mais próximos, mas sabe-se que o rigor está presente no atual mandato presidencial e bom que continue assim. Dependerá em muito dos políticos sérios que ainda restam, pois o confronto é nítido e mesmo nos âmbitos internos do partido da presidência há evidente concorrência pelo poder.

Minha admiração maior pela PRESIDENTA se dá pela coragem que demonstra na tomada de medidas indispensáveis para um momento em que a ética na política parece estar sendo resgatada por um conjunto de ações envolvendo os ainda éticos dos três poderes.

Seria o caso de insinuar: “sigam-me os bons!”

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Mais um escândalo com os Kennedys em livro: «Jacqueline Kennedy: Conversas históricas sobre a vida com John F. Kennedy»

15/09/2011 por

Por Coluna Baby Garroux (*)

Jacqueline Kennedy não gostava do general Charles de Gaulle, alguém que considerava «desagradável», nem dos franceses, um povo que considerava egoísta…. Estas são apenas duas das várias revelações gravadas em 1964, pelo historiador Arthur Schlesinger Jr, que manteve conversas durante mais de oito horas com Jackie, em 1963, quatro meses depois do assassinato do então Presidente americano, em Dallas….

Na época, com cerca de 34 anos, Jackie confessou a admiração pelo marido: «Foi a pessoa mais desinibida que já conheci na vida!»…. e outras confissões que foram reveladas num programa exibido na TV americana na noite de terça-feira….. foi bombástico..
«De Gaulle era um herói quando me casei com o Jack», declarou Jacqueline ao historiador: «Mas, na verdade, era muito desagradável», acrescentou, ao recordar a viagem que fez a França em maio de 1961 com John F. Kennedy, que havia assumido a presidência quatro meses antes…. Jacqueline, falava fluentemente francês por ter estudado um ano na Sorbonne quando tinha 20 anos, também não tinha uma boa opinião dos franceses: «Detesto os franceses (…) Não são nada gentis e são egoístas!», declarou…..

Os trechos da entrevista, mantida em segredo durante 47 anos, foram divulgados pelo canal ABC e reproduzidos pela agência AFP…. Jackie disse ainda que Indira Ghandi, então futura primeira-ministra da Índia, era uma mulher «amarga, arrivista e horrível», e também não escondeu algumas dúvidas sobre Marthin Luther King…. disse ao marido que considerava o líder dos direitos civis negros uma pessoa «falsa»…..

Em outros trechos da entrevista, Jackie comentou que Kennedy chegou a brincar sobre o seu próprio assassinato após a crise dos mísseis cubanos…. As transcrições estão incluídas no livro que vai ser publicada este mês…. gravações divulgadas por iniciativa de Caroline Kennedy por altura do aniversário dos 50 anos em que seu pai assumiu a presidência do país…..

Mais em http://www.babygarroux.jor.br

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Jacqueline Kennedy ou Michele Obama, qual a primeira dama americana mais linda e sensual?

06/09/2011 por

Por Renato Cardoso (*)

Não busco a resposta, pois as duas estão no mesmo patamar de beleza, requinte, postura e elegância.

Num momento em que a disputa pelo poder nos Estados Unidos chega à preocupação, com alguns comentaristas de política chegando a insinuar que por muito menos do que vemos por lá no momento alguns presidentes da história dos Estados Unidos foram mortos, fugimos do tema e optamos por falar das primeiras damas mais belas, mais sensuais e que melhor cumpriram com seu papel, sem função na constituição, mas que por opção própria podem ajudar na imagem do marido.

De tudo que pesquisei a respeito, a primeira dama que mais chamou atenção e ficou na história, sem dúvida foi Jacqueline Kennedy, mulher do ex presidente John Fitzgerald Kennedy.

O escritor Norman Mailer fez uma das melhores descrições sobre Jacqueline Kennedy Onassis. “Ela não é uma celebridade, é uma lenda. Não, não é mais que uma lenda é um arquétipo histórico.” E ela foi exatamente isso. Jackie serviu de modelo para toda uma geração. Todo mundo já foi apaixonado por ela.

Jacqueline Lee Bouvier nasceu, em 28 de julho de 1929, literalmente em berço de ouro. Rodeada de pompa e com uma educação cheia de não-me-toques, Jackie mostrou ao mundo que era muito mais que uma moça bem-nascida. Tanto que, aos 21 anos, deixou a vida de dondoca para ser repórter e fotógrafa no Time Herald, em Washington. Foi aí que Jackie conheceu o futuro presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. Dois anos depois, estava casada com John e ocupando, para sempre, um lugar especial no coração dos americanos.

Bem-humorada, chiquérrima e culta, ela nunca ficou à sombra de John Kennedy. Muito pelo contrário: brilhou tanto (ou até mais!) que o marido. O número de biografias que inspirou deixa explícito o fascínio que despertava: trinta e duas! Sem falar nas incontáveis matérias feitas por revistas e jornais americanos. Ela também revolucionou alguns costumes da Casa Branca: levou a cozinha francesa e introduziu as artes nas paredes da mansão presidencial.

Com uma personalidade forte e esbanjando beleza, Jackie foi mais que uma primeira-dama: foi quase uma rainha. Até as inúmeras (e famosas) traições de John Kennedy não tiraram o brilho de Jacqueline. Mais tarde, no assassinato de John, Jackie mostrou mais uma vez que era uma mulher imbatível. Foi mãe e pai para os filhos John-John e Caroline e continuou sendo um exemplo para os americanos.

Seis anos depois, casou-se com o bilionário grego Aristóteles Onassis. Com a morte do segundo marido, Jackie herdou U$$ 20 milhões e, finalmente, a liberdade. Voltou a trabalhar, dessa vez, numa editora e assumiu um terceiro casamento com o banqueiro Maurice Templesman.

No dia 20 de maio de 1994, um câncer linfático apagou o brilho de uma das mais poderosas mulheres do nosso século. Jackie não fez grandes ações humanitárias, mas a sua autenticidade serviu e continua servindo de modelo para milhões de mulheres em todo o mundo. recebeu tanta atenção e foi considerada tão popular quanto a atual, Michelle Obama, de 47 anos, que acompanha o presidente dos EUA, Barack Obama, no seu giro latino-americano por Brasil, Chile e El Salvador entre 19 e 23 de março.

Com informações do site Experta.

Michele Obama

Michelle LaVaughn Robinson Obama, nasceu em Chicago, em 17 de janeiro de 1964), e é a esposa do 44º presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a 46ª primeira-dama estadunidense, sendo a primeira afro-descendente a ocupar o posto.

Michelle Robinson nasceu e cresceu em Chicago e graduou-se pela Universidade Princeton e Harvard Law School. Após completar seus estudos, ela retornou a Chicago e aceitou um emprego com a firma de advocacia Sidley Austin, onde conheceu seu futuro marido. Subsequentemente, trabalhou como ajudante do prefeito de Chicago Richard M. Daley, e para a Universidade do Centro de Medicina de Chicago. Ao longo de 2007 e 2008, ela ajudou na campanha do lance presidencial de seu marido e remeteu uma deferência à Convenção Nacional Democrata de 2008. Ela tem duas filhas com Barack Obama: Natasha e Malia Ann. É a irmã de Craig Robinson, técnico de basquetebol masculino na Universidade do Estado do Oregon.

Michelle Obama nasceu Michelle Lavaughn Robinson, em Chicago, Illinois; seu pai era Fraser Robinson III um capitão precinto do Partido Democrata estadunidense e sua mãe, Marian Shields Robinson, uma secretária do Catálogo de Spiegel. Sua mãe ficou desempregada até Michelle entrar no Ensino Médio.

A família Robinson pode traçar suas raízes junto aos afro americanos da região sul dos Estados Unidos do período pré-Guerra Civil Americana; seu tatara-tatara-avô paterno, Jim Robinson, foi um escravo americano no estado da Carolina do Sul, sendo que alguns de seus parentes ainda residem lá.

Ela cresceu na Euclid Avenue na comunidade de South Shore em Chicago.

Ela ingressou na Whitney Young High School, a primeira escola magnata (escola pública com especializações em cursos) de Chicago, onde ela esteve no quadro de honra durante os quatro anos do ensino médio, teve colocações avançadas nas aulas, foi membro da National Honor Society e serviu como tesoureira do conselho estudantil.

A mudança de sua casa no South Side para o Near West Side demorou três horas. Ela foi colega de escola de Santita Jackson, filha de Jesse Jackson e irmã de Jesse Jackson, Jr.

Gradou-se do Ensino médio em 1981[13], e ingressou na Universidade Princeton, estudando sociologia onde ela se graduou cum laude como Bachelor of Arts em 1985.

Comparando as duas belas primeiras damas:

A primeira dama americana Michele tem a vantagem de ser uma advogada independente, e por isso consegue exercer mais influência e em áreas em que Jackie jamais conseguiria”, diz o analista político da Universidade de San Francisco Stephen Zunes.

Uma pesquisa de 8 de março da Universidade de Quinnipiac apontou que a primeira-dama tem aprovação maior que a do marido entre a população. Michelle ficou em primeiro lugar na “tabela de simpatia” com 60,1 pontos, acima do ex-presidente Bill Clinton (59,2), do popular governador de Nova Jersey Christopher Christie (57) e do marido, Obama (56,5).

Os analistas políticos são unânimes ao dizer que a proximidade de Michelle com a população americana vem justamente do fato de a primeira-dama se considerar e se comportar como uma pessoa normal, apesar de receber atenção constante. Ela também conquista o eleitorado utilizando expressões populares e linguagem simples. “O uso de expressões corriqueiras, mesmo quando fala em público, a aproxima das pessoas, a torna mais humana e, por eles serem um casal jovem, com filhas em casa, dá um tom diferente e moderno a todos”, diz Paul Frymer, professor de política da Universidade de Princeton.

Assim como Obama é o primeiro negro presidente, Michelle é a primeira negra na história americana a ocupar o posto de primeira-dama. Ela nasceu na humilde zona sul de Chicago, em 1964. Seu pai era funcionário da fornecedora de água da cidade, e sua mãe trabalhou como secretária até ter Michelle e seu irmão. Pelo lado materno e paterno, seus tataravôs e tataravós foram escravos.

Michelle sempre estudou em escolas públicas. Ela se formou em sociologia e estudos africanos na Universidade de Princeton antes de conquistar o diploma de advogada pela Universidade de Harvard, em 1988.

Em depoimento há três anos à revista The New Yorker, sua mãe, Marian Robinson, contou que Michelle sempre foi muito ativa. “Se uma coisa não está certa, pode ter certeza de que Michelle falará sobre isso. Quando ela estudava em Princeton, seu irmão me telefonou um dia dizendo: ‘Mãe, a Michelle está fazendo uma bagunça aqui, dizendo aos professores que eles não estão ensinando francês corretamente, porque deveriam exigir menos gramática e mais conversação!’ Eu respondi: ‘Meu filho, não a cale, simplesmente faça que você nem a conhece’.”

Depois de formada, Michelle entrou para o escritório de advocacia Sidley & Austin, onde conheceu Obama. Ela foi escolhida como sua mentora quando ele ingressou no escritório. Eles se conheceram em um almoço de trabalho, mas foi só mais tarde, em uma reunião para a organização de uma ação em uma comunidade, que o futuro presidente dos EUA a impressionou. O primeiro encontro do casal como namorados foi para assistir ao filme “Faça a Coisa Certa”, do diretor Spike Lee. Eles se casaram em outubro de 1992.

Depois de alguns anos atuando como advogada, Michelle decidiu trabalhar mais proximamente à comunidade de Chicago e aceitou um cargo na prefeitura da cidade para organizar programas de desenvolvimento. Em 1996, entrou para a Universidade de Chicago com o objetivo de aproximar o campus da comunidade e lançou o primeiro programa de serviços comunitários da instituição. Anos mais tarde, foi contratada como vice-presidente do centro médico da entidade, onde o voluntariado chegou a atingir recordes históricos para as universidades americanas. A então futura primeira-dama exerceu a função até o início da campanha eleitoral do marido para a presidência, em 2007, quando deixou o emprego e o salário de mais de US$ 270 mil anuais.

Mãe, esposa e primeira-dama

De acordo com o site oficial da Casa Branca, quando as pessoas pedem que Michelle se descreva, ela sempre diz que, em primeiro lugar, é a mãe de Malia e Sasha. Só depois vem todo o resto. Durante a campanha eleitoral para a presidência, a primeira-dama tentava acompanhar o marido quando podia, mas fazia questão de não dormir fora de casa mais de uma vez por semana.

Malia Ann, de 12 anos, e Natasha (a Sasha), de 9, moram com os pais em Washington DC e estudam na escola privada Sidwell Friends, a mesma que foi frequentada por outros filhos de presidentes americanos, como Chelsea Clinton, Tricia Nixon Cox e Archibald Roosevelt. Antes que as meninas Obama entrassem na escola, a segurança do prédio e do pátio foi toda reformulada, e os pais de alunos tiveram de assinar um documento afirmando que não dariam entrevistas. Sasha é a criança mais jovem a morar na Casa Branca desde John F. Kennedy Jr.

As filhas do presidente

As filhas do presidente têm uma agenda cheia. Malia faz futebol, dança moderna e teatro, e Sasha frequenta aulas de ginástica olímpica e sapateado. Além disso, as duas têm aulas de piano e tênis semanalmente.

Ícone fashion

Todo o guarda-roupa de primeira-dama recebe atenção, mas Michelle Obama não só demonstra ecletismo e bom gosto (nas escolhas e nos preços dos modelos que veste), como também é tema de dezenas de sites de moda. Entre eles, o www.mrs-o.org é totalmente independente e 100% concentrado em mostrar qual estilista a primeira-dama escolhe a cada dia.

A primeira-dama diz não dar muita importância à moda, mas em vários momentos já mandou recados importantes ao mundo com as suas escolhas. Durante a eleição e posse do marido, escolheu usar somente estilistas americanos (Narciso Rodriguez, Jason Wu e Isabel Toledo). No dia a dia, às vezes veste peças que custam menos de US$ 50 de lojas populares como H&M, Gap e Banana Republic.

Semanas atrás, causou furor ao se apresentar com um vestido Alexander McQueen no jantar para receber o primeiro-ministro chinês. Não porque o vestido fosse vermelho, da cor da bandeira da revolução chinesa. Mas porque era de um estilista britânico, e não americano.

Seja como for, Michelle é sempre mais elogiada do que criticada pelos editores de moda. Talvez porque, conforme explica a editora de moda do jornal The New York Times, entre cintos e bolsas, colares e saias, a primeira-dama tem sempre o acessório perfeito: seu marido, o presidente dos EUA, sorrindo a seu lado.

Primeira-dama não faz política

Frymer diz que tradicionalmente as primeiras-damas americanas não interferem na política. “Quando uma primeira-dama começa a parecer muito cheia de opiniões políticas, como Hillary Clinton durante os mandatos de seu marido, isso pode causar crises na política interna do país. A oposição diz que quem está governando não é o presidente etc. Então é importante haver um equilíbrio”, explica.

Talvez por essa razão, Michelle tenta concentrar suas atividades políticas em áreas de pouco conflito com o trabalho da Câmara ou do Senado: saúde pública e a luta contra a pobreza.

Um ano atrás, a primeira-dama lançou o projeto Let’s Move, para melhorar a qualidade da alimentação infantil e estimular o exercício físico, diminuindo os índices de obesidade das crianças americanas. Michelle chegou a transformar os jardins da Casa Branca em uma horta para alertar sobre as necessidades de uma alimentação correta.

Os republicanos tentam diminuí-la, e a criticaram muito quando a primeira-dama comeu toda a sua sobremesa no jantar oficial para o primeiro-ministro chinês. Tudo porque Michelle havia dito que na sua casa sobremesa não é um direito, mas deve ser conquistada. Grande parte da população americana, porém, acredita que a primeira-dama mereça, sim, o seu sorvete Sunday depois do jantar.

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Soninha quase aprontou outra vez

06/09/2011 por

Foto: Marcio Scavone / Mymag do Blog do Noblat

Pré-candidata do PPS à Prefeitura de SP, Soninha Francine posou para a revista “Mymag”.

Falou do período como subprefeita da Lapa (“Queria mandar tudo à merda e ir morar no centro budista”), dos rumores sobre sua proximidade com o ex-governador José Serra (“Ele ficou muito abalado”) e que só não ficou nua em um protesto de cicloativistas porque as filhas disseram: “Mãe, não inventa”.

Sonia Francine Gaspar Marmo (esse é seu nome por inteiro, nasceu em São Paulo, em 25 de agosto de 1967 e depois de cursos básicos, cursou jornalismo e chegou a apresentadora de televisão e depois à política brasileira (tem algo de semelhante aí com Martha Suplicy – por acaso psicóloga, depois apresentadora de TV e depois política, em definitivo.

Soninha nasceu no bairro de Santana, formou-se em cinema pela ECA-USP, e participou de alguns filmes feitos pelos alunos do curso de cinema da ECA, mas tornou-se nacionalmente conhecida como VJ da MTV Brasil.

Teve experiência como atriz amadora em várias peças. Sua primeira peça foi apresentada em inglês, no Festival de Teatro da Cultura Inglesa de São Paulo, onde participou de uma adaptação de Round and Round The Garden (Norman Conquests), texto de 1973 do renomado dramaturgo e diretor teatral inglês Alan Ayckbourn. A outra como Joana, papel principal da peça Gota d’Agua de Chico Buarque de Holanda, atuando junto com Laerte Mello (Creonte), ambas dirigidas por Robson Corrêa de Camargo. A performance recebeu o prêmio The Best Production Award do Drama Festival da Cultura Inglesa de 1984.

A propósito da corrida eleitoral em São Paulo, mesmo antes da oficialização, quem lidera pesquisa é Martha Suplicy (tem a mesma irreverência de Soninha), com 29% das intenções dos votos, seguida por José Serra, com 19%. Depois vem Russomano com 18, Netinho de Paula com 8% e depois ela.

Soninha é um bom produto de marketing e nas mãos de um bom profissional poderá dar trabalho para os mais bitelos.

Veja o que escreveu sobre Soninha o respeitado Giba Um:

Tudo durinho
Ex-comentarista esportiva, ex-vereadora, ex-subprefeita da Lapa na gestão Gilberto Kassab e pré-candidata do PPS á prefeitura de São Paulo, Soninha Francine vai aparecer, de novo, com pouca roupa na revista eletrônica Mymag. Anteriormente, apareceu de calcinha na revista Vip e toda nua (com sombras) para o calendário de uma ONG que defende direitos de ciclistas. Na Mymag ela fala, pela primeira vez, sobre os boatos de seu suposto relacionamento com o ex-governador José Serra, garantindo que ele ficou “muito abalado”. Aos 44 anos, Soninha gosta de seu corpo: “Andar de bicicleta enrijece as coxas e a bundinha”.

Mais sobre Soninha no Wikipedia

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Candidatura de Martha a prefeita de SP inspira cuidados

05/09/2011 por

Por Renato Noblat

A primeira pesquisa de intenção de voto do instituto Datafolha mostra Marta Suplicy 14 pontos percentuais à frente de todos os seus possíveis adversários na corrida pela prefeitura de São Paulo, segundo publicou, hoje, a Folha de S. Paulo.

O ministro Fernando Hadad, da Educação, candidato de Lula, não passa de dois pontos percentuais.

Marta bate José Serra por 29% a 18% – embora Serra esteja rouco de repetir que não será candidato.

Mas tem um porém aí que atrapalha a vida de Marta: 30% dos eleitores ouvidos na semana passada pelo Datafolha dizem que não votariam nela de jeito nenhum.

O que atrapalhou Marta na última eleição para prefeita em 2008 foi sua rejeição. Que insiste em se manter alta.

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Imaginem Berlusconi aqui no Brasil!

02/09/2011 por

Imaginem Berlusconi aqui no Brasil!

Se tem alguém mais patético na política que o (?), esse alguém é o primeiro ministro da Itália, Silvio Berlusconi.

O tema é complexo, mas fica o convite para Giusi Dangélico, nova articulista do Z Castel, residente na Itália, e apaixonada pela língua portuguesa, que domina melhor que muita gente … talvez até mais que o próprio (?).

O que rende em jornais de todo o planeta é o último discurso de Berlusconi, dizendo que seu país é o verdadeiro “país de m..” (sem publicar na íntegra).

Depois dessa, as chances do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, sustentar sua carreira política são praticamente inexistentes.

Saiba mais sobre o tema:

Na quinta-feira, foi a público a transcrição de uma conversa que Berlusconi teve com Valter Lavitola, editor de um pequeno jornal italiano. Lavitola, junto com mais duas pessoas, estava chantageando o premiê.

Eles cobraram 500 mil euros e outros benefícios econômicos para não divulgar informações a respeito das “festas privadas” na mansão de Berlusconi. O premiê pagou, mas, como se sabe, não adiantou e o escândalo vazou.

A transcrição é a que se segue, segundo o jornal italiano La Repubblica: ““A única coisa que podem dizer de mim é que eu transo. Está claro? Eles podem colocar escutas onde quiserem… controlam meu telefonemas…não me importa nada…eu…daqui a alguns meses vou cuidar dos meus negócios, em outro lugar, então vou embora deste país de merda, do qual estou enojado”.

A respeito do assunto, ouçam o que falou o direto e reto Arnaldo Jabor:

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Claudia Schiffer árabe

01/09/2011 por

Claudia Schiffer árabe

A única filha biológica de Muamar Kadafi, Aisha Kadafi (foto), que acaba de dar à luz a sua quarta filha, no meio do deserto libio (estava em busca de exílio na Argélia), se apresenta com um diferencial: cobre a cabeça apenas em determinadas situações.

Por lá ela é conhecida, aos 35 anos, como “a Claudia Schiffer da região”, por pintar seus cabelos de louro, por sua educação ocidental e por seu gosto pela moda.

Aisha estava acostumada a viver numa mansão de Trípoli, que tinha detalhes em ouro e ganhou fama, em 2004, ao integrar um escritório de advocacia que defendia o ditador iraquiano Saddam Hussein.

Aisha Kadafi chegou a ser embaixadora da Paz da ONU, porém destituída este ano, em meio à repressão do regime do pai contra manifestantes líbios.

Mas partiur da própria Aisha, o convite ao New York Times para uma entrevista, onde manifesta o medo de que seus três filhos sejam mortos num bombardeio (agora já era).

Ela faz uma advertência aos norte-americanos: no Iraque a oposição disse que os invasores seriam recebidos com rosas e até hoje são recebidos à bala.

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Frase do dia

31/08/2011 por

“Quem me trouxer os R$ 200 milhões para a ETE, poderá indicar o vice”

Frase supostamente dita pelo Prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho (foto), que provoca correria no PSDB de Pedro Tobias e no PT de Estela Almagro.

A maior jogada de marketing dos últimos tempos no patamar político de Bauru.

Esse é o cara!

Numa única tacada impõe seu estilo e põe os grandes a correr atrás dele.

Obs.: insistimos quanto ao aspecto “supostamente”. Postado por conclusão do titular do blog. Para os de longe, vejam pela foto como o Prefeito de Bauru é jovem (33 anos) e se coloca entre os políticos mais respeitados do momento.

Obs.: não sou político, não preciso de emprego e não sou puxa-saco.

Postado levando em conta a preocupação ambientalista do Prefeito que é defensor da causa.

E.T.E. vem a ser a Estação de Tratamento do Esgoto de Bauru, um dos maiores poluidores do Rio Tietê

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