Iniciando a série Histórias da propaganda, com base em publicações no siteSem Censura.
Enviado por Helcio Vieira (foto).
Muitos falam que ser vendedor é nato. Mentira. Ainda que fosse, aprende-se muito com bons professores. Alguns me ensinaram a arte de vender publicidade: Zelão, vinha da escola/agência Salles, era o boa pinta do mercado e mudava de voz ao falar com o presidente da Valisère ou com o português da Pullman. Um craque.
Eu trabalhava como assistente seu e de mais três contatos e escutava tudo o que ele falava com agências e clientes. Lembro-me que, em um domingo, me ligou falando de uma matéria de capa na Veja sobre o primeiro “Criança Esperança”. Trabalhávamos há um mês e nada. Na segunda-feira fomos à rua e na quarta havíamos fechado todas as cotas. Aquilo mudou minha vida.
Outro professor foi Tarciso Guimarães, contato de classe ímpar, terno impecável e organização notável. Era o maior propagador de minhas gírias no mercado de agências e clientes: “degolou” (mandou embora) e “caiu balão” (chegou tudo ao mesmo tempo).
Eu estava na Rede Globo, tinha 23 anos e só pensava em mulher e festa. Trabalhava feito um cão, 15 horas dia. Não poderia deixar de registrar, ainda, Walter Nise, meu preferido. Esquecia de tudo, mas conhecia e agradava os clientes e agências com seu jeito de ser. Esses três homens ganhavam em salário e comissão um carro de luxo por mês, e eu os admirava, mas não só por isso.
Dispenso um parágrafo inteiro para dois de meus gerentes: Carlos Missiroli e Talardo José dos Santos. Carlos conhecia todo mundo. Vinha dos Associados, se vestia como um lord e sua equipe o amava, inclusive eu. Nos desentendemos por causa de uma garrafa de Wiborowa que ele havia tomado no almoço. Aliás, em todos os almoços. Aprendi tudo com ele, principalmente que não se deve beber no trabalho. Lembro-me também de Talardo. Éramos da Globo Minas, mas o mercado nos via como outra qualquer.
No dia em que voltei a São Paulo, para a Record (ainda dos Machado de Carvalho), Talardo me perguntou o porquê. Disse-lhe, então, que eu queria seu cargo e isso era difícil, pois ninguém faturaria mais que ele. Teria que esperá-lo morrer para assumir a gerência. Desculpem-me Brito, Luiz Fernando, Cláudio Carramacho e Orlando Marques. Tivemos ótimas histórias e aprendi muito com todos. Um dia as conto em outro artigo.
Isso tudo para falar da necessidade de pensarmos em uma faculdade de Negócios & Vendas.
É possível aprender a vender, bastam bons professores como os que nós tivemos. Hoje existem diversos sftwares de gestão de vendas, mas a figura do mestre sempre prevalecerá em nossas mentes. Cursos de vendas existem, mas me parecem caça-níqueis que, supostamente, em dois ou três dias, formam alguém.
Vamos ensinar a vender! Venho há tempos fazendo isso no mercado, mas acho que as faculdades podem e devem investir na oferta desse bacharelado, envolvendo disciplinas como Sociologia, Psicologia, Projetos, Marketing, Matemática, Pesquisa, Mercadologia entre outras.
E você leitor? Sua empresa precisa ou não de um de homem de negócios e vendas?
Em conversa com uma jovem, percebi que ela não concordou e ficou chocada quando eu disse que o brasileiro ainda não possuía sequer uma raça definida. Informou-me que pessoas não tinham raça, mas sim etnia, e que raça quem tinha eram os animais.
Aleguei que isso pouco importava no sentido que eu estava dando à minha declaração, pois o que estava afirmando é que nosso país é muito novo, repleto de pessoas oriundas de países e continentes distintos, que ainda levaria séculos para que fôssemos fisicamente reconhecidos como nascidos aqui, assim como os japoneses, chineses, árabes ou afrodescendentes são reconhecidos.
Interessante que na sequência da conversa, sem perceber a contradição, ela mesma disse que seus avós eram POI – termo utilizado por produtores rurais para identificar animais Puros de Origem Importada -, árabes libaneses.
Tentava explicar que nossas características físicas ainda são muito distintas, como entre os sulistas e nortistas, e na cidade de São Paulo, em decorrência da enorme concentração de pessoas das mais diversas origens, podíamos ver, com maior clareza, o quanto somos uma população ainda fisicamente indefinida.
Desde a descoberta do país e sua colonização, ocorreram concentrações de povos oriundos de países ou continentes em determinada região do país, como os holandeses no Nordeste e os portugueses e espanhóis no Sudeste e Centro-Oeste, mas todos ainda somente próximos do litoral.
Buscando desbravar o país, o governo incentivou a imigração de milhares de pessoas. Foi quando vieram os japoneses e italianos, que se fixaram na região Sudeste, enquanto alemães foram para a região Sul.
Essas diferenças permanecem até os dias atuais, pois sabemos que, principalmente por suas origens, os sulistas são os mais acostumados a trabalhar em sistemas de cooperativas, como na suinocultura e produção de embutidos derivados da carne suína, enquanto os descendentes de japoneses são os maiores especialistas no plantio de hortaliças e na produção de ovos e frangos.
Séculos se passaram e esses povos foram se locomovendo dentro do país, por conta própria ou com novos incentivos governamentais ao desbravamento, como quando da criação dos estados de Rondônia e Roraima e da rodovia Transamazônica.
Já na década de 70, surgiram as novas fronteiras agrícolas do Centro-Oeste, provocando um enorme fluxo de pessoas para a região, principalmente oriundas do sul.
Toda essa movimentação e os consequentes envolvimentos entre as pessoas que chegavam com as que lá já estavam provocou novas alterações físicas, diminuindo as diferenças entre pessoas dessas regiões e criando novos costumes como o uso do chimarrão na região Centro-Oeste, onde só existia o tereré.
Atualmente, é muito comum vermos, em diversos estados com grande concentração de gaúchos, os chamados CTGs – Centros de Tradições Gaúchas – ou os bailes de forró na cidade de São Paulo, e apesar de todos saberem suas origens, come-se vatapá, farinha de mandioca e pão de queijo em todas as regiões do país.
Era o que estava tentando explicar, que ainda demorará séculos para que consigamos ter um Brasil com pessoas que possuam os mesmos traços físicos e tenham as mesmas culturas, mas podemos nos orgulhar de, mesmo muito miscigenados, ou talvez justamente por isso, sermos esse povo sem preconceitos, disposto a novas assimilações, pacífico e ordeiro.
Ainda levará séculos, mas de nossa miscigenação estamos criando a maior raça, a de todos.
(*) João Bosco Leal, o autor, é escritor, jornalista e produtor rural. Mantém na web o site www.joaoboscoleal.com.br
Não dá para fugir da dinâmica político-econômica de uma cidade em crescimento. Um novo Rio vem aí. Características e valores interioranos da Zona Oeste devem atravessar o Túnel da Grota Funda, que será inaugurado neste semestre juntamente com o corredor viário Transoeste (nova ligação Barra da Tijuca-Santa Cruz). Bem-vindo seja.
Mas a tranquila Guaratiba continuará a mesma, tendo apenas um túnel entre ela e o Recreio dos Bandeirantes?
Mais de um século atrás, os elegantes bairros Centro e São Cristóvão se destacavam antes de Botafogo os suplantar em palacetes e figuras ilustres. Porém, um túnel deu passagem para uma maravilhosa paisagem do lado de lá: Copacabana. E a sociedade carioca transformou-se.
De túnel em túnel escavaram-se políticas que redesenharam o espaço social do Rio. A especulação imobiliária se alastrou de todas as formas. Entre ricos e não ricos.
Trabalhadores migrantes concentraram-se em moradias sem infraestrutura. E, ao se fixarem no trabalho, mandavam vir suas famílias. Ajudaram a povoar desordenadamente a cidade que esticava e inchava.
Ninguém pode culpá-los por isso. O poder público não soube lidar com a situação. Tampouco com as consequências econômicas, os problemas de ordem social e ambiental. Faz tempo que a urbe carioca vem se redesenhando de qualquer jeito. Deixando história e cultura de lado.
Botafogo desbancou São Cristóvão, Copacabana veio que veio e perdeu para Ipanema… Leblon tornou-se vip e a esquecida Lagoa virou o máximo. São muitas as transformações em áreas residenciais tradicionais ou recentes, deterioradas ou recuperadas. E as intervenções: como a Linha Amarela, com seu túnel da Covanca ligando a Baixada de Jacarepaguá à ilha do Fundão.
Não se pode perder a perspectiva de que túneis, pontes e vias não se resumem a realização de projetos tecnicamente mapeados. O objetivo maior é o bem-estar de pessoas. Tem de haver planejamento, estudo das áreas atingidas ou influenciadas; definição das que devem ser preservadas, integradas ou urbanizadas. Para que não haja ocupações predadoras.
Prefeito e assessores, mais Câmara e vereadores, estão aí para isso. O site da Secretaria Municipal de Urbanismo explica o que é planejamento urbano. Cita a legislação…
Só que o túnel da Grota Funda e a Transoeste serão inaugurados sem um Plano de Estrutura Urbana (PEU) para a região. Por que correr atrás das ilegalidades depois? É incompetência? É política!
Quem disse que “um beijo é só um beijo” certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente. O vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem transmitir.
O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados.
O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o “sétimo céu”.
Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos, existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade e paciência.
Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são:
1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.
2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.
No dia internacional do beijo, vamos na linha de difundir a ideia de beijos e mais beijos na boca. Daí postar um momento inesquecível do cinema, com Burt Lancaster e Deborah Kerr: beijo emblemático em “A um Passo da Eternidade”.
Já publicamos uma carta de uma criança que adora ver os pais se beijando, já postamos o artigo de Téta Barbosa no sentido, sugerimos a visita ao Beijo em Times Square e agora vou no Ctrl c e Ctrl v da Glamurama, diante de uma foto memorável, para homenagear essa data tão gostosa (publicada acima).
Glamurama selecionou cliques de beijos emblemáticos do cinema e da televisão e de smacks carinhosos e apaixonados entre celebridades.
Sem qualquer constrangimento, ousaria em sugerir aos jovens de hoje (abril de 2.012), que procurem saber como foi a vida dos sessentões e setentões, e mais até os oitentões lúcidos, que passaram por um tempo de bruscas e contundentes mudanças em todos os sentidos, de comportamentais, políticos, artísticos e culturais e chegando à necessidade de adaptação a novos modelos que surgiram em decorrência de. Passaram pelos Beatles, pelo rock´n roll, pela bossa nova, mas também passaram por “1.968 – o ano que não terminou“.
Sempre que se menciona “1968: o Ano que Não Terminou”, remete-se ao livro do escritor e jornalista brasileiro Zuenir Ventura, originalmente publicado em 1989.
O livro que retrata, em estilo jornalístico, os fatos que marcaram o conturbado ano de 1968 no Brasil e no mundo, escrito pelo jornalista Zuenir Ventura, participante e estudioso do referido ano, bem como de suas consequências para a realidade contemporânea, discorre em tom narrativo, com citação a importantes personagens, obras e músicas que fizeram parte do período. São citados por exemplo, a atriz Claudia Cardinale, italiana e esquerdista reconhecida, assim como outras figuras igualmente emblemáticas, como César Benjamin “Cesinha”, militante do Mr-8 (Movimento Revolucionário Oito de Outubro) e que participou da luta armada e Carlos Lamarca “O capitão da guerrilha”, militante da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e do Mr8 e que ficou nacionalmente conhecido após desertar de seu quartel em Quitaúna e juntar-se à guerrilha.
Também faz referência a artistas que participaram do combate ao regime militar e que adquiriram importância nacional nos anos que se passaram, como Caetano Veloso, Chico Buarque, Geraldo Vandré, entre outros.
Os hoje na fase dos enta, passaram pela segunda guerra mundial e pela guerra fria, que poderia ter resultado na terceira e talvez definitiva guerra, felizmente não levada a efeito porque imperou entre os poderosos de então a responsabilidade, ou medo, ou consciência do que poderia representar para a humanidade, caso fosse ela deflagrada.
Os sessentões a oitentões de hoje, viveram momentos da mais alta importância, de crises políticas em tempos em que o mundo era disputado por duas potências (Estados Unidos e Rússia), a reações de jovens que mais do que talvez os políticos, atores daqueles momentos tensos, bem descritos no filme Treze dias que abalaram o mundo, fizeram a mutação hoje praticada por jovens de todas as idades.
Entram no contexto, de escritores, poetas, pintores reacionários a grupos musicais, como os Beatles e os ícones do rock´n roll, lendo-se aí o mais renomado de todos, e o que mais influencia exerceu junto aos jovens, Elvis Presley.
Se no cenário político internacional os ora em fase de reflexão e olhando pelo retrovisor se remetem à Ilha (Cuba), descrita num pequeno livro de autoria de Fernando Moraes, no cenário artístico cultural tiveram modelos de sobra para optar pelo estilo e comportamento que está aí, refletindo nas novas gerações.
Nos dias iniciais de abril de 2.012, os que viveram momentos ricos em termos históricos, passam seus olhares para a revolução de 1.964, que de fato eclodira em 1º de abril daquele ano, e não em 31 de março, data neutra, como insinuam os que mais diretamente participaram da decisão que levou o Brasil ao regime autoritário.
As emissoras de televisão com programação mais requintada em termos culturais (Globonews e Canal Brasil, por exemplo), estão dedicando programas jornalísticos com conteúdos ricos e verdadeiros ao tema, e fazendo com que tudo fique devidamente esclarecido, pois durante anos, fatos fundamentais para conhecimento de interessados na verdade, estiveram reservados a poucos.
Um vídeo que posto abaixo, trás informações até então de completo desconhecimento da maioria e pode levar a quem se der tempo para assistí-lo, a conclusões muito interessantes, entendendo até mesmo o porque da renúncia de Jango, que muitos afirmam que jamais ocorrera:
Mas se por um lado os dias iniciais de abril de 2.012, com recurso de arquivos hoje disponíveis na internet, dedicam as emissoras de televisão espaços nobre à releitura do século passado em termos políticos, também o fazem com relação à arte e cultura.
Agora mesmo releio um documentário levado ao ar pela Globonews sobre Gal Costa, que encantou todas as gerações ora na fase mais adulta. Rico,,, riquíssimo, além de emocionante, pois deu para repassar os olhos sobre Jorge Amado e sua Zélia Gattai, quando exibido o momento de gravação da melodia Gabriela, de autoria de Tom Jobim e tendo o próprio a participar da gravação, que virou tema para a novela em fase de reprodução e do próprio filme, com base no romance do baiano.
Por Gal Costa podemos chegar a muitos momentos artísticos, que refletiram consubstancialmente na mutação irreversível de uma geração, que pode ter tido seu momento de start pela peça de sucesso na Broadway e transformada em filme e também montada para o teatro naqueles anos 60, mas agora, após 40 anos, é repaginada, com proposta de levar às novas gerações o nascimento do movimento cultural e comportamental dos anos 60 e 70, tornando-se um fenômeno que marcou época, tanto no exterior como agora, em uma lendária versão nacional (o público paulistano pode conferir a montagem de Charles Möeller e Claudio Botelho para o espetáculo, com música de Galt MacDermot e texto de James Rado e Jerome Ragni).
Hair: the American Tribal Love-Rock Musical é um rock-musical, produto da contracultura hippie e da revolução sexual dos anos 60, de qual muitas de suas canções tornaram-se hinos dos movimentos populares anti-Guerra do Vietnã nos Estados Unidos.
A profanação de valores embutida no musical, sua descrição do uso de drogas ilegais, tratamento da sexualidade, irreverência pela bandeira nacional e cenas de nu explícito, causaram enorme controvérsia. Ele trouxe o mundo dos musicais a novos parâmetros, criando o “rock-musical”, usando a integração racial para compor o elenco e convidando a platéia a interagir com o espetáculo, subindo ao palco na cena final.
Foi por Hair que surgiu dentre muitos dos famosos artistas de hoje, a consagrada Sonia Braga (veja vídeo original abaixo):
A peça em forma de apresentação teatral ou vertida para o cinema, pesou na reflexão dos então jovens e foi significativa para muitas mudanças, que hoje chegam ás novas gerações em cadeia.
Paralelo a este movimento, em nível Brasil, alguns outros, fortes e determinantes, foram marcantes para promover a mudança na cabeça da grande maioria que não queria ficar presa a um passado com hábitos e idéias muito distantes daqueles novos que começavam a surgir, a partir dos jovens, que então começavam a entender que “tudo era lindo e maravilhoso”, mas “que nada seria mais como antes”, Daí a fase de conflito no relacionamento com pais, por anos, até a compreensão e ajuste, chegando ao ponto de equilíbrio ideal que aporta no presente século, com a sociedade preparada para enfrentar o mais novo ainda, que chega através da globalização.
Citamos muitos movimentos, dos políticos, bem esclarecidos pelo vídeo postado acima (O dia que durou 21 anos), aos artísticos e culturais, por muitas manifestações.
Leia-se aí a vinda dos Novos Baianos, concomitante com o movimento Jovem Guarda, o surgimento da rica bossa-nova, oriunda da junção de músicos completos voltados ao clássico, mais blue e jazz, além de movimentos regionais que foram se somando para o mesclar rico oriundo da miscigenação em razão de nossas origens raciais.
Se por um lado a mutação na forma de agir e pensar no século passado se deu por fatos pontuados que levaram à reflexões por tempos, no presente século, XXI, tudo muda muito rapidamente, com a chegada da globalização.
A respeito do tema, Mário Luís Magnani escreve um interessante artigo sob título “Mudanças Comportamentais no Século XXI”, que pode ser conhecido clicando aqui.
O que me inspirou escrever a respeito do tema “Passando o século passado a limpo” foi o documentário sobre Gal Costa, que posto a seguir, assistido com muito interesse e saudade por uma emissora de televisão por assinatura, nesta sexta-feira, salame de sanduíche de feriado prolongado.
E que saibam os jovens de hoje que se tudo é lindo e maravilhoso, é porque um grupo de artistas e intelectuais fez sua parte para que chegássemos até aqui, de forma ideal ou nem tanto, mas sem aquela guerra anunciada por anos, que felizmente não explodiu e sem aquele ranço de um passado de séculos, que fez com que gerações até idos de 1.950 e anteriormente, quase que se apresentaram de forma equânime ou estática, sem o desconforto daqueles que buscam sempre algo novo, na esperança de ser ao mesmo tempo tanto melhor.
Posto vídeo com Gal Costa, para que a respeitem agora, com seus próximos a setenta anos, tomando conhecimento de que um dia se apresentou num palco teatral com os seios nus (e belos), querendo insinuar aos militares do regime, que estava lá, de peito aberto, para defender toda uma geração que já não mais suportava o regime anti-democrático.
(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.
Duro ter que voltar a falar da diva Whitney Houston, mas agora vem a informação de que o septo nasal da atriz era perfurado e por motivo de uso excessivo de cocaína.
O site Radar Online obteve acesso ao relatório integral da autópsia de Whitney Houston, com quarenta e duas páginas expondo detalhes chocantes.
Ontem foi divulgado que o documento revelou que foi encontrada uma substância branca dentro de uma colher no banheiro do quarto de hotel onde a cantora morreu, e que o septo nasal da cantora estava perfurado por conta do consumo excessivo de cocaína.
A última pessoa a ver Houston viva foi sua assistente, que disse à cantora que fosse tomar banho para se preparar para a festa pré-Grammy de Clive Davis. A mulher foi então à loja Neiman Marcus e quando voltou foi ao banheiro e encontrou a cantora com o rosto coberto de água, desfalecido. A água não estava correndo.
Mônica Bergamo, publica na edição da Folha desta quarta-feira, que a apresentadora Ana Maria Braga, entrevistada por Pedro Bial para o número de estreia de sua revista “A”, disse que descobriu o que era lesbianismo aos dez anos, “porque existiam meninas lésbicas” no internato onde estudava.
Foto de Márcio Nunes/TV GloboA íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha).
A Pedro Bial a apresentadora também contou que, ao chegar a São Paulo vinda de São José do Rio Preto, uma amiga a levou para trabalhar em uma boate, onde um homem ofereceu US$ 100 para que ficasse perto dele.
A estreia da nova novela das 21 horas foi marcada por grande expectativa e já mostrou a que veio. Preparem-se os telespectadores para uma viagem por aquilo que o ser humano pode apresentar de pior. A maldade será a tônica da novela e, sinceramente, aconselho os pais a conservarem suas crianças longe do televisor.
A atriz principal, Adriana Esteves, adiantou que seu filho caçula não poderá acompanhar a novela, pois não apresenta “discernimento” para tanto. Ciente de que interpretará a pior vilã de sua carreira, a mãe de Vicente (05), Felipe (12) e Agnes (14), ainda tem dúvidas quanto a permitir que os filhos mais velhos acompanhem o seu trabalho em “Avenida Brasil”. O ator José de Abreu, que interpreta “Nilo” também está impressionado com a vileza de seu personagem, que promete chocar o país com suas atrocidades.
Ora, se o próprio elenco da novela está estarrecido diante das barbaridades que terão de encenar, imaginem o que vem por aí. Poupem-se de contaminar a mente e o espírito com o produto de uma novela a serviço do mal. O ator Marcello Novaes, o “Max”, disse que as cenas em que contracena com a pequena Mel Maia (07), a “Rita”, estão sendo especialmente difíceis, pois ele se preocupa em não machucar a criança, enquanto que o diretor, Ricardo Waddington, manda “pegar mesmo”.
Evidente que o ator tem procurado ignorar seus princípios morais e valores éticos, e se encontra em “dissonância cognitiva”, sentindo-se forçado a interpretar um personagem com falas e atitudes violentas em relação à criança, situação que desdenha e pessoalmente abomina.
Considero realmente lamentável o interesse do autor, João Emanuel Carneiro, em se promover à custa da barbárie, como fez em “A favorita”, sua novela anterior, sabendo que o nosso povo é tão sofrido, tão influenciável, carente de esperança e bons exemplos.
Contaminar a mente e o espírito das pessoas com ideias abjetas e criminosas é promover o mal. Certamente, advirão consequências nefastas tanto para o elenco, que já está sofrendo ao interpretar esses vilões, quanto para o autor e os indivíduos que se deixarem envolver pelos apelos maldosos do folhetim. Sugiro que as pessoas de bem busquem outro entretenimento nesse horário, esclarecendo a seus filhos sobre os riscos e efeitos deletérios dessa programação.
Ao autor, diretor e elenco da novela “Avenida Brasil” gostaria apenas de recomendar a leitura da passagem bíblica que se encontra no capítulo 18, versículos 6 e 7 do Evangelho de São Mateus, e que diz assim: “Caso alguém escandalize um destes pequeninos que creem em mim, melhor será que lhe pendurem ao pescoço uma pesada mó e seja precipitado nas profundezas do mar.
Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis; mas, ai do homem que os causa”. Pelo menos assim, terão consciência de que serão responsabilizados por cada pessoa que, influenciada por esse folhetim, vier a cometer o mal contra si mesmo e contra o seu próximo.
(*) Recebido por e-mail sem citação do autor. Publicado em razão da pertinência do texto.
Isso sim é pai assumido!: Toninho Cerezzo, 56 anos (lembam do jogador?), conforme li não sei onde, contou que comprou uma calcinha vermelha para presentear a filha Lea T. (nascida Leandro), que acaba de ser submeter a uma cirurgia de mudança de sexo, na Tailândia, onde é menos complicada a realização dessa operação.
O novo nome correto da cirurgia é redesignação sexual.
Lea T. para o procedimento de redesignação sexual foi acompanhada de perto pela mãe, Rosa Helena Medeiros, pelas irmãs Luana e Lorena e pelo irmão Gustavo.
Informa-se que o próximo passo – no Brasil – será a regularização da nova documentação, onde constará novo nome e novo sexo.
Só para marmanjos e simpatizantes do tema para o acesso à BBB, que já saiu de camisa molhada nos bastidores da ‘Playboy’ dos bastidores do concurso ‘Preferência Nacional’, que
Antes de entrar no “Big Brother Brasil”, Laisa Portela foi uma das concorrentes ao concurso “Preferência Nacional”, que elegeu o bumbum mais bonito segundo os leitores da revista “Playboy”.
A revista, a seguir, divulgou na internet fotos inéditas de Laisa de camiseta molhada nos bastidores do ensaio que fez para a revista. Para maiores e marmanjos, vai o making of da revista, clicando em Laisa.
Hoje a cantora Daniela Mercury abriu o pregão da BM&FBOVESPA, conforme foto que registra o momento em que Jorge Chediek, coordenador residente do Sistema ONU no Brasil; Daniela Mercury; Raymundo Magliano Filho, representante das corretoras; e Edemir Pinto, diretor presidente da BM&FBOVESPA, davam a martelada com foco no projeto BVSA, que nada mais é do que um programa de captação de recursos financeiros para projetos de ONGs brasileiras.
Os recursos podem ser doados pelo site www.bvsa.org.br, com valores a partir de R$ 20,00.
A baiana abriu simbolicamente o pregão de hoje (28), da BM&FBOVESPA, justo no momento em que também foi marcada a nomeação da cantora como madrinha da Bolsa de Valores Socioambientais (BVSA),
Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) são objeto das ONGs que agora passam a contar com recursos via internet e são eles: erradicar a extrema pobreza e a fome; atingir o ensino básico universal; promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde materna; combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças; garantir a sustentabilidade ambiental estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.
A Bolsa de Valores Socioambientais é inspirada no funcionamento de uma Bolsa de Valores e oferece um ambiente virtual seguro, prático e transparente para doações (www.bvsa.org.br). Desde sua criação, em 2003, a BVSA já arrecadou mais de R$12 milhões, destinados a 119 projetos. Atualmente, estão disponíveis para doações no portal 16 projetos.
Uma interessante matéria colocou dúvida em entrevistados, indagando sobre a possibilidade de se ter um filho hétero.
Percebe-se que a maioria confunde e não se apresenta como hétero, sendo que eles, entrevistados se esquivam, dando num resultado muito interessante, não fosse tão hilariante.
Ela gravou uma participação na série ‘As Brasileiras’, interpretando uma homofóbica, ao mesmo tempo em que soltou o verbo em entrevista para o jornal ‘O Globo’, dizendo, entre outras coisas, que, apesar de suas experiâncias atuando, não é atriz. “Eu estava brincando de ser atriz. Nesses momentos posso ser chamada de atriz, mas não tenho essa formação. Então, melhor eu não me encaixar muito para não ser comparada com as feras. Não tenho a pretensão de virar a Fernanda Montenegro da noite para o dia”, declarou.
A cantora Sandy, sempre taxada de certinha e conservadora, a cantora também defendeu a descriminalização do aborto. “Aborto, sob o ponto de vista jurídico, é crime. Eu defendo a descriminalização, principalmente quando a gravidez representa risco para a mãe ou o bebê”, surpreendeu Sandy.
Além de defender o casamento gay, afirmando que todos deveriam ter os mesmo direitos à felicidade e que homofobia é um crime hediondo e cruel, a moça ainda fez declarações contra alguns preceitos da Igreja Católica: “Sou contra o celibato, por exemplo, e acho muito retrógrado não usar camisinha”.
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