Especial Ivete, Gil e Caetano

04/03/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

Não gosto de nada pirata, pois por aí perdemos nós, em razão do prejuízo aos nossos ícones, os artistas.

Já falei até demais sobre aquele show de final de ano, levado ao ar pela Rede Globo, que teve no palco os feras Caetano Veloso, Gilberto Gil e Ivete Sangalo.

Na platéia, apenas Globais (apenas?), que participaram com aplausos, cantando, adorando e saboreando cada momento.

Presenças dos feras das novelas, das séries, da linha de shows e até da Rainha dos Baixinhos e grandinhos, como a própria Ivete, Xuxa Meneghel, que mereceu beijinhos e piscadas da baiana arretada.

Foi para mim o espetáculo mais belo dos últimos tempos. Os três estiveram impecáveis, mas Ivete Sangalo subiu vários degraus, até mesmo como ficou evidente, para os dois parceiros de palco, setentões e com juízo e conhecimento suficientes para aprovar o que é de qualidade.

Não gostaria de compartilhar por aqui, pois recomendaria que aguardassem o dvd legítimo, mas vem a ser um dos mais vistos pelo Youtube e o que faço, no momento, é reportar a todos para o show, na íntegra e em HD:

(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.

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Música do Dia – Baby

25/02/2012 por

Que tal acatar a dicar de Ricardo Noblat e ouvir Gal Costa e interpretando aquela que lhe deu o arranque para chegar até onde chegou.

Uma das que mais gosto da baiana.

Ouça Baby, de Caetano Veloso

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Música do Dia – A filha da Chiquita Bacana

18/02/2012 por

Por Ricardo Noblad

Ouça A filha da Chiquita Bacana, de Caetano Veloso

Caetano Veloso

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Daniela Mercury gosta… mas quem não gosta?

16/02/2012 por

Daniela Mercury gosta… mas quem não gosta?

A encantadora Daniela Mercury fez uma declaração tão óbvia quanto sua fama internacional.

Disse: “Caetano e Gil são os artistas que mais admiro no Brasil”

Deu´se por meio de uma nota, via assessoria, na qual desmente as declarações atribuídas a ela em reportagem publicada nesta quinta-feira (16) em Terra Magazine. “As declarações atribuídas a mim na matéria não são verdadeiras e estão completamente fora de contexto. Sempre estive disponível para a imprensa e realmente não posso me responsabilizar por declarações atribuídas a mim por terceiros”, afirma Daniela no texto.

Confira a nota na íntegra.

“Em resposta a declarações inverídicas e descontextualizadas atribuídas a Daniela Mercury e publicadas no Terra Magazine, a artista declara: ‘Caetano e Gil são os 2 artistas brasileiros que eu mais admiro e respeito e que reverencio no meu atual show e DVD Canibália Ritmos do Brasil. São dois grandes artistas que em vários momentos de minha carreira tive o prazer de homenagear e de quem falo sempre em minhas entrevistas.

As declarações atribuídas a mim na matéria não são verdadeiras e estão completamente fora de contexto. Sempre estive disponível para a imprensa e realmente não posso me responsabilizar por declarações atribuídas a mim por terceiros”. Daniela Mercury

O Terra Magazine, por sua vez, declara que ouviu três dos presentes durante a gravação do programa “Aprovado”, da TV Bahia (afiliada da Rede Globo), em janeiro. Todos eles confirmam o teor da conversa, no mesmo contexto em que foi reproduzido na reportagem.

Daí que vamos ao que interessa e… som na caixa:

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Caetano na fase Fina Estampa

27/01/2012 por

Caetano na fase Fina Estampa

Por Renato Cardoso (*)

Caetano é Caetano e Teló é Teló, mas nada contra.

Não tem como não curtir Caetano em todas suas fazes, começando pela chegada ao maior centro consumidor do Brasil (São Paulo), com parceiros que formavam os Doces Bárbaros.

Caetano, como a irmã Bethânia, Gal Costa e Gilberto Gil, daqueles tempos aos de hoje mudaram muito e nem podia ser diferente.

Vieram na proposta Doces Bárbaros para se impor, dizerem ao que vieram e as portas foram abertas. Depois foram se ajustando e se adaptando ao estilo de fina estampa.

Eram tempos de festivais de canções pela TV Record e foram vários que os Doces Bárbaros participaram, indo aos poucos se juntando aos que comungavam dos mesmos propósitos, desde musicais até políticos, chegando então a Chico Buarque de Holanda, Vinícius de Moraes e se reencontrando com João Gilberto. Outros baianos os seguiram de perto e têm sua trajetória aí, anotada e registrada na memória e nada irá apagar.

Especialmente com relação ao Caetano Veloso, foi e é ele um dos meus cantores prediletos e aos poucos foi conquistando o Brasil e o mundo na condição de compositor. Aí foram muitas as fases de criações, que se tornaram sucesso em vozes da irmã Bethânia, do próprio Gilberto Gil (parceiro), outros que sempre pediram uma obra em especial e a maioria para consumo próprio, na interpretação impecável e consumo dos fãs como eu que degustaram e degustam de “Menino do Rio” a “Reconvexo”.

Caetano Veloso nasceu Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, em Santo Amaro da Purificação, em 7 de agosto de 1942 (portanto hoje com 70 anos), tanto quanto Gil, Roberto Carlos e vários outros (João Gilberto chega aos 80).

Com uma carreira que já ultrapassa quatro décadas, Caetano construiu uma obra musical marcada pela releitura e renovação,considerada de grande valor intelectual e poético.

Embora desde cedo já tivesse aprendido a tocar violão em Salvador, escrito entre os anos de 1960 e 1962 críticas de cinema para o Diário de Notícias, conhecido o trabalho dos cantores de rádios e dos músicos de bossa nova — notavelmente João Gilberto, sua maior influência e com quem dividiria o palco anos mais tarde.

Veloso iniciou seu trabalho profissionalmente em 1965 com o compacto “Cavaleiro/Samba em Paz”, enquanto acompanhava a irmã mais nova Maria Bethânia por suas apresentações nacionais do espetáculo “Opinião”, no Rio de Janeiro. Nessa década conhece Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé e participa dos festivais de música popular da Rede Record e compõe trilhas de filmes. Em 1967 sai seu primeiro LP, Domingo, com Gal Costa, e no ano seguinte lidera o movimento chamado Tropicalismo, que renovou o cenário musical brasileiro e os modos de se apresentar e criar música no Brasil, através do disco Tropicália ou Panis et Circensis ao lado de vários músicos. Em 1968, face à ditadura militar, compõe o hino “É Proibido Proibir”, que é desclassificada e amplamente vaiada durante o III Festival Internacional da Canção.

Em 1969, é preso pelo regime militar e parte para exílio político em Londres, onde lança Caetano Veloso (1971), disco triste com canções compostas em inglês e endereçadas aos que ficaram no Brasil. Transa (1972) representou seu retorno ao país e seu experimento com compassos de reggae. Em 1976, une-se a Gal, Gil e Bethânia para formar o Doces Bárbaros, típico grupo hippie dos anos 70, lançando um disco, Doces Bárbaros, e saindo em turnê. Na década de 80, mais sóbrio, apadrinhou e se inspirou nos grupos de rocks nacionais, aventurou-se na produções dos discos Outras Palavras, Cores, Nomes, Uns e Velô, e em 1986 participou de um programa de televisão com Chico Buarque (Chico e Caetano).

Na década de 90, escreveu Verdade Tropical (1997), e o disco Livro (1998) ganha o Prêmio Grammy em 2000, na categoria World Music.

Com A Foreign Sound cantou clássicos norte-americanos e em 2006 lançou o álbum Cê, fruto de sua experimentação com o rock e o underground. Unindo estes gêneros ao samba, Zii e Zie de 2009 — seu último disco lançado até agora — fechou a parceria com a Banda Cê.

Caetano Veloso é considerado um dos artistas brasileiros mais influentes desde a década de 60 e já foi chamado de “aedo pós-moderno”.

Em 2004, foi considerado um dos mais respeitados e produtivos músicos latino-americanos do mundo, tendo mais de cinqüenta discos disponíveis e canções em trilhas sonoras de filmes como Hable con Ella de Pedro Almodovar e Frida de Julie Taymor. Ao longo de sua carreira, também se converteu numa das personalidades mais polêmicas e com maior força de opinião nacional. É uma das figuras mais importantes da música popular brasileira, considerado internacionalmente um dos melhores compositores do século XX, sendo comparado a nomes como Bob Dylan, Bob Marley e Lennon/McCartney.

Para mim, a melhor fase de Caetano Veloso (além da atual, é claro – está no auge) foi aquela relacionada ao seu envolvimento com a música latino americana e com mais força à música portenha. Gostei muito de vê-lo e ouvi-lo cantando músicas de Gardel, Fito Paez, Pablo Milanez (cubano) e outros que constam do seu cd e dvd com o título Fina Estampa – uma relíquia.

E é exatamente do Fina Estampa que subtraio a música “Mano à mano“, um dos clássicos da Argentina, de autoria de Carlos Gardel e que na voz de Caetano ficou com uma roupagem muito mais “digerível” pelos que não viveram aqueles anos em que os tangos invadiam nossas rádios.

Vamos a Mano a Mano:

Com informações da Wikipédia.

(*) Renato Cardoso é publicitário e bacharel em direito.

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Música do Dia – Canto Triste

20/01/2012 por

Porque sempre foste a primavera em minha vida
Volta pra mim
Desponta novamente no meu canto
Eu te amo tanto mais, te quero tanto mais
Há tanto tempo faz
Partiste
Como a primavera que também te viu partir
Sem um adeus sequer
E nada existe mais em minha vida
Como um carinho teu, como um silêncio teu
Lembro um sorriso teu tão triste
Ah, Lua sem compaixão, sempre a vagar no céu
Onde se esconde a minha bem-amada
Onde a minha namorada
Vai e diz a ela as minhas penas e que eu peço
Peço apenas
Que ela lembra as nossas horas de poesia
Das noites de paixão
E diz-lhe da saudade em que me viste
Que estou sozinho e só existe
Meu canto triste
Na solidão

Ouça Canto Triste, de Edu Lobo e Vinícius de Moraes.

E vai a versão original, com o próprio Edu Lobo:

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A Labareda Que Lambeu Tudo

14/01/2012 por

Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Mautner e Jards Macalé relatam com riqueza de detalhes o que ocorrera em época ditatorial, quando viviam em Londres.

A série de entrevistas está disponível pelo Tvisões e vai um dos vídeos altamente esclarecedor e nossos respeitados artistas contando detalhes interessantes, com destaque a Glauber Rocha, que teria cumprido importante papel, embora tivesse contato com Golbery de Couto e Silva.

Muito interessante o vídeo a seguir:

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Canções do Exílio – A Labareda que Lambeu Tudo

12/01/2012 por

Canções do Exílio – A Labareda que Lambeu Tudo

A partir da última terça-feira (08), o Canal Brasil estreiou o programa “Canções do Exílio – A Labareda que Lambeu Tudo”. A atração conta com depoimentos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jards Macalé e Jorge Mautner, que relatam a época em que viveram em Londres.

Em 1968, Caetano e Gilberto acabaram sendo abordados por soldados do Exército e, sem muitas explicações, tiveram suas cabeças raspadas e foram trancados em celas individuais por mais de um mês. Depois dos cinco meses no confinamento, os artistas fariam uma viagem à Londres, que duraria dois anos e meio. A época do chamado exílio dos tropicalistas será abordada fielmente em “Canções do Exílio – A Labareda que Lambeu Tudo”.

A atração foi dirigida pelo jornalista Geneton Moraes, que conseguiu transformar os depoimentos dos quatro personagens em um programa televisivo.

A ideia de Geneton foi juntar os depoimentos de Caetano, Gil, Macalé e Mautner e mostrar também outros depoimentos antigos relacionados à época que o próprio jornalista teria colhido. Tudo para retratar com veracidade os acontecimentos da época no Brasil e no mundo.

Vamos à série de vídeos:

2º episódio:

3º episódio:

4º episódio:

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Gal paulistana?

10/01/2012 por

Gal paulistana?

Não se entusiasmem Kassab, Fernando Haddad, Chalita e outros candidatos a prefeito de São Paulo, porque Gal Costa não abre mão de votar em Salvador.

Mas paulistanos… comemorem porque a baiana que veio bem com o novo cd em 2.011, já afivela malas para em definitivo fixar residência em São Paulo.

As raízes baianas Gal não abandona por nada e não vai abrir mão do apartamento que tem na Morada dos Cardeais.

O filhote, Gabriel, de Gal, já está matriculado no colégio Dante Alighieri, em Sampa.

Vai “Recanto Escuro”, do novo cd:

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Obrigado Papai Noel!

24/12/2011 por

Por Renato Cardoso (*)

Ontem veio meu presente de Natal e fiquei extremamente feliz.

Ganhei o melhor show do ano e pelos melhores do momento, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Ivete Sangalo.

Que show, que qualidade, que musicalidade!. O que foi aquilo? Como Papai Noel acomodou tanta arte e tanta cultura no seu saco de presentes?


Os de bom gosto musical já se sentem presenteados, pois a emoção rolou solta, a ponto de Gil não se aguentar e fazer correr lágrimas ao final de uma apresentação de Ivete, cantando aquela que, no mesmo patamar, só mesmo Ellis Regina, no auge de sua carreira – vejam a seguir (Atrás da porta, de Chico Buarque).

Foi o presente que nem sonhei mas veio e preencheu meu Natal de emoção e alegria… um mix perfeito para a data magna do calendário religioso cristão.

Papai Noel é isso: Caetano e Gil, com Ivete Sangalo parecendo a criança que ganhou o que sempre sonhou … e todos os que gostam da melhor música brasileira.

Foi um espetáculo para marcar na história músico cultural.

Por sorte foi salvo e vai em forma de repartir o presente com todos:

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Caetano e Maria Gadú

13/08/2011 por

Caetano e Maria Gadú

Por Renato Cardoso (*)

“Shimbalaiê”, penso eu, deve ter sido a razão principal de despertar no ícone da música brasileira, Caetano Veloso, tanto encantamento. Tanto a ponto do baiano querer conhecer a jovem e a partir de então os dois partirem para uma turnê de muito sucesso e chegando agora à gravação de um cd mais um dvd que estão entre os mais vendidos pelos de melhor gosto musical do Brasil (por enquanto – logo estará em nível mundial).

Quando Maria Gadú cantou pela primeira vez com Caetano Veloso, chorou muito e continua a ser tiéte de seu ídolo, sem no entanto esconder seu talento, que veio a ser a razão principal da aproximação dos dois.

O DVD que chegou às lojas no dia 23 de julho, após exibição no Multishow, na véspera, do show gravado no Rio em dezembro passado – comove, mas não surpreende: a artista, de 24 anos, vendo um de seus maiores ídolos interpretar a canção que fez aos 10.

Ao se deixar levar pelo encanto de Gadú, Caetano cede o peso de seu nome e sua obra endossando a ainda iniciante cantora.

Mas tem um marketing nisso tudo, talvez não de caso pensado pelo Cae, que vai exatamente na direção do quase setentão ganhar, em troca, um público que, em grande parte, não se liga (ainda) em suas composições e interpretação.

Agora os dois, com a banda Cê, mais roqueiros, chegam à “uma plateia bem Gadú”, como diz ele, aos 69 anos.

A propósito, Caetano, marqueteiramente, fez incluir no repertório, a já tão executada “Sozinho”, de Peninha, que cai muito bem aos ouvidos dos jovens mais sentimentais.

A propósito, li o seguinte, na Globo.com:

- Cantar com a Maria Gadú significa cantar para um público grande. E “Sozinho” é justamente um exemplo desse fenômeno tendo acontecido comigo. Aquilo tem que ser reafirmado na hora em que você está com esse tema – diz ele, que incluiu a música dentre as oito que interpreta sem Gadú, ao lado de “Odeio”, “De noite na cama” e outras.
‘Irracionalmente popular’
Esse bloco termina com “Alegria, alegria” e “Shimbalaiê”, canções que Caetano aproxima no espetáculo por serem os primeiros grandes sucessos de ambos:
- Todos se lembram de “Alegria, alegria”, mas eu não gosto tanto, nunca fui fã. Há um paralelo com “Shimbalaiê”, tem a ver com uma canção se tornar quase irracionalmente popular.
Gadú diz ainda não estar enjoada de cantar sua música mais conhecida, mas sim de escutá-la.
- Ela saiu do meu controle. Eu entro no táxi, está tocando, e não é a música que eu gostaria de ouvir – conta a paulista radicada no Rio, “bastante surpresa” com a condição de popstar, adquirida em apenas dois anos. – Sempre fiz música sem pensar nesse propósito. Tinha até medo de gravar, congelar algo, porque, se não gostasse, ia não gostar para sempre. Fiquei assustada e ainda estou.
Ela pretende em breve “ficar um tempo sem fazer nada para ver se dá frutos para um novo CD”. Caetano está produzindo o disco de Gal Costa só com músicas suas – sendo apenas duas não inéditas – e emendará com o terceiro projeto com a banda Cê.
Nas brechas, os dois farão novas apresentações juntos, apenas com seus violões, divulgando o DVD dirigido por Fernando Young e Gualter Pupo – que também sairá em CD duplo. Eles cantam, dentre outras, “Beleza pura”, “Vaca profana”, “Rapte-me camaleoa”, “Nosso estranho amor”, “Sampa” e, fundamental para Gadú, “O quereres”, cuja letra ela tem escrita na porta de sua cozinha – “e não só lá”, diz, misteriosamente.
- É a minha música preferida. De todas as músicas que existem – assinala.
Caetano conheceu Gadú vendo-a cantar no extinto Cinémathèque. Tinham lhe dito que era a nova Cássia Eller, mas ele a associou a Marisa Monte. E Gadú confirmou sua afinidade maior com Marisa.
- Eu dei uma dentro – festeja ele. – Ela não canta como Marisa, mas você sente que aquilo foi mais exemplar para ela. Como as duas parecem um moleque, lembraram logo de Cássia. Mas, cantando, Gadú não é um moleque.

Vamos à melodia que para mim simboliza a união do sessentão (por enquanto), com a menina que nasce com tudo para o estrelato (Shimbalaiê)e postado a partir da Itália (procurei primar pela qualidade do áudio e não por tudo que encontrei em forma de “facke”, no Youtube: a seguir:

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Caetano e Gal na capa da Rolling Stone Brasil

07/08/2011 por

Caetano e Gal na capa da Rolling Stone Brasil

Quem comemora idade nova hoje,  07 de agosto, é Caetano Veloso, que foi capa, ao lado de Gal Costa, da edição de junho da “Rolling Stone Brasil”, que já está nas bancas. Em entrevista à publicação, os dois falaram sobre a parceria de longa data e o novo CD de Gal, que deve ser lançado em setembro e só tem músicas de Caetano.

“Não vai ter nada a ver com nenhum disco que eu já fiz na vida, nem com nenhum disco que ele [Caetano] já fez na vida. Vai ser uma coisa nova, repertório novo, tudo novo, mas é claro que tem a ver com o passado porque a nossa história está impregnada na gente”, explicou a cantora. Ainda não é oficial, mas o novo álbum deve se chamar “Doce”.

Sobre a foto, Caetano comentou no programa do Jô, dessa semana, que odiou o “Photoshop” de sua capa – com Gal – e mostrou que não quer mesmo esconder a passagem do tempo.

Caetano, a propósito, tem duas ótimas razões para comemorar. Uma, é claro o aniversário dos 69 anos que completa hoje e a outra diuz respeito à alta que a mãe, dona Canô, teve ontem do hospital em que estava internada, em Salvador.

Dona Canô, nascida Claudionor Veloso, de 103 anos, recebeu alta na manhã deste sábado, segundo informações da assessoria do Hospital São Rafael, em Salvador, na Bahia. depois que voltou a ser internada na tarde da última terça-feira, com fortes dores nas costas. Ela já esteve internada em Salvador durante sete dias no último mês de julho. Na época, foi transferida de helicóptero de Santo Amaro da Purificação (109 km de Salvador) a Salvador, após apresentar problemas respiratórios.

Com diagnóstico de traqueobronquite (inflamação dos canais que conduzem o ar aos pulmões), apresentou melhora progressiva e recebeu alta após uma semana.

Sobre os feras da música brasileira, pena nada ainda do novo trabalho de Gal, com composições de Caetano, mas como quando se ajoelha, reza-se, vamos à entrevista de Cae a Jô, mais um sucesso de cada um dos bons baianos que chegaram novos e agora estão chegando à idade da plena maturidade. A seguir:

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A rainha e os artistas

18/05/2011 por

A rainha e os artistas

Grandes nomes da música brasileira, a convite da Rainha Sílvia, da Suécia, se reuniram no Theatro Municipal do Rio de janeiro, em causa pró World Childhood Foudtion.

Presenças de nomes como Caetano Veloso, Maria Bethânia, bailarina Ana Botafogo, Patrícia Pillar, Sandy, Gilberto Gil e outros feras. Foi um encontro da arte com a filantropia, além do aspecto integração, tendo a brasileira que chegou ao reinado da Suécia, país que tem servido de modelo ao mundo pela seriedade com que políticos mantêm seus cargos.

Para ilustrar, vai uma de Caetano Veloso, finíssimo, lembrando seu trabalho “Fina Estampa”, que para mim é de sua melhor fase. Aliás, ele canta uma bem simples, mas que disse adorar.

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O que precisa ser relido

21/02/2011 por

O que precisa ser relido

Meu parceiro de maluquice e inovações MAURÍCIO EIRAS será o responsável por minha internação, caso ocorra. Ele não me deixa em paz e vive inovando.

Como sabe que gosto de arte, à cada minuto apresenta uma coisa nova e fico doido porque quero acompanhá-lo (e não consigo porque ele é gênio). daí quase sempre bater uma certa dose de frustração.

Hoje ele veio com uma coisa linda, que consiste em resgatar matérias estampadas em revistas de tempos atrás, retratando nossos ídolos e suas fases percorridas em suas carreiras.

Imagine que hoje ele mostrou algo sobre Caetano Veloso e relacionado ao período em que residiu em Londres. Uma loucura, achei desdo o princípio e aproveito agora que foi ele buscar a neta, para postar o que ele está planejando, rezando para que dê certo.

Tem a ver com a imagem que ilustra o post, daí estar repetindo a mesma logo abaixo, para que ocorra o seguinte (imagino dar certo): clicando na imagem abaixo, poderemos chegar à imagem em tamanho real com possibilidade de leitura de uma página inteira da revista responsável pela matéria que não pode se perder no tempo.

Vou tentar e rezar para que dê certo. Vamos lá… clique na imagem abaixo. A foto aparecerá em tamanho pequeno e depois se expandirá:

Depois dessa, só mesmo a homenagem prestada por Roberto Carlos ao Caetano, naquele período, pela música “Debaixos do caracóis dos seus cabelos”. Um clique apenas na seta central da imagem abaixo:

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Dilma está encantando

06/02/2011 por

Dilma está encantando

Falando sério, Dilma chega para por a política em seu devido lugar. Não tem essa de petistas e avessos ao PT. O que sempre se cobrou foi ética e responsabilidade na política. Finalmente alguém mostra que o PT pode tudo, se conduzido por gente com boa postura.

Petistas, orgulhem-se da estrela ostentada por Dilma Rousseff, de quem tenho ouvido em uníssono altos elogios.

Gente de todos os níveis e em especial os mais “letrados”, estão encantados com a postura de nossa mandatária maior.

Caetano Veloso admite a todo instante estar ‘adorando’ Dilma.

Leia um trecho do artigo publicado, hoje, em O Globo por Caetano Veloso:

“Estou adorando Dilma. Lula era muito show business (eu já sou saturado do elemento). Dilma mandou guardar a Bíblia e o crucifixo, adiou a decisão sobre a compra dos caças, portou-se magnificamente bem na Argentina. O ministro Patriota já soa como um alívio depois das trapalhadas em tom elegante do seu predecessor. Dilma parece presidir.

Claro que temos todos os problemas de grupos disputando cargos e influência — além do grande problema Brasil de sempre: obscena distribuição de renda, educação miserável, infraestrutura “tudo-ainda-é-construção-mas-já-é-ruína”, impotência para controlar os gastos.

Sei que estamos no período de lua de mel com a presidente. Mas temos muitas razões para estar confiantes. Se a inflação global não tornar tudo impraticável, Dilma pode fazer um governo muito decente. Sou insuspeito: não votei nela nem aprovei o tom com que Lula e sua turma tocaram a campanha. Mas que tá bom, tá. Serra, nem pensar.”

Leia mais em O Globo (fonte (Blog do Noblat).

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