Amigos virtuais!

29/04/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

O Facebook está que está, bombando mais do que tudo e amigos se reencontram no site de relacionamento que, se sabendo usar, não faltará emoções… para ninguém.

O site se aprimora a cada dia e vai na direção da maioria, por conta do que o próprio sinaliza como proposta. Quer ter sua fazenda, quer conquistar um novo amor, quer fazer uma declaração a quem está distante, quer encontrar quem não vê faz tempo? … no Face tem.

Há quem critique e afirmo que isso se dá com pessoas que ainda não se encontraram no site de relacionamento que é usado por sete entre dez internautas do momento.

É tão forte a participação do MUNDO no Facebook, que até escritórios de cobrança usam-no para encontrar quem não mais é possível achar pelo caminho real (cuidado!).

Quem tem amigos e faz tempo que não tem contato, pelo Face isso se dá num clique adequado.

Quer ter privacidade e apenas teclar ou conversar com amigos bem próximos e familiares?

Claro que isso é possível pelo Facebook… bastando apenas não aceitar como amigo aquele que chega sem que seja de seu relacionamento. O que é indispensável, para ingressar no Facebook, é, desde o primeiro passo, projetar a forma que pretende participar ou fazer uso das muitas opções que constam de seu cardápio.

Uso o Face para divulgar meu trabalho, que justamente se dá pela internet e pelos vários sites que mantenho. Participo de vários grupos e posto conforme o tema de identificação com o tema. Estou morrendo de felicidade em razão dele e sinto nitidamente que afinal meus projetos decolam.

Respeito a forma como cada um faz uso do Facebook e deleto quem me incomoda.

Há quem usa o Face para suas cantadas, das mais discretas às mais descaradas. Não embarco nessa e opto pelo caminho mais leal. Daí, deleto no mesmo ato.

Uma coisa a internet tem de bom (dentre muitas): não se consegue ser falso por muito tempo (fake). Uma ou duas postagens e já é o bastante para que todos os interessados saibam se você está sendo sincero ou não.

O que mais se precisa, quando do uso de todas as mídias da internet, é projetar um perfil que pretende traçar e se apresentar como é na realidade, para que se aproximem aqueles que se identificarem com este seu perfil.

Você pode usar o Facebook como usa o skype, por exemplo. Basta instalar e pronto, pode conversar on line e olhando nos olhos de quem está em qualquer ponto, do mais próximo ao mais distante. Pessoas se reencontram no Facebook e, para mim, é como que estivesse a reviver os melhores momentos de minha vida, pois os reencontros chegam recheados de fortes emoções.

Se ainda não concorda comigo, procure saber de todos os recursos e depois voltemos a conversar.

Se concorda, comente com os amigos, e caso não, ainda, comente com os inimigos.

(*) Renato Cardoso, o autor, é jornalista, publicitário e bacharel em direito.

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Descubra quem te visitou

06/04/2012 por

Finalmente foi desvendado o golpe que vinha sendo aplicado no Facebook e chegando ao Chrome, Firefox e 60 mil brasileiros.

Difícil que, não tenha se deparado com publicação em mural com promessa de créditos gratuitos para o celular. Tratava-se sim de golpe mas agora vem a informação de que já foi apagada, mas só depois de se espalhar pela rede social, em apenas cinco dias.

A informação é de que trata-se de um golpe feito por brasileiros para brasileiros atingindo milhares de usuários no Facebook que, atraídos por uma promessa pouco crível – créditos gratuitos no celular – mais de 60 mil curtiram a página criada para disseminar o malware.

O problema estava no aplicativo contido nela e não na página em si. Ao selecioná-lo, o internauta era direcionado a um endereço onde podia instalá-lo. Abaixo, visualizava um cadastro com espaços para inserir o número do celular e sua operadora.

Quando contaminado, o perfil do usuário passava a compartilhar o mesmo comentário – cheio de erros ortográficos – em todas as publicações visualizadas, convidando outras pessoas a também visitarem a página e executarem o programa. Para convencê-las, a isca já utilizada: créditos no celular.

Leia mais a respeito pelo UOL.

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Anúncios no Facebook

10/02/2012 por

Anúncios no Facebook

A publicidade na internet já começa a ter espaço nas agendas dos publicitários e já se elenca onde mais se anuncia pela web.

O Facebook é líder em publicidade na web no país… foi o site que mais concentrou anúncios no país em dezembro de 2011, segundo a consultoria comScore.

A mídia social de Mark Zuckerberg teve 11 bilhões de inserções publicitárias. Isso representa 17,4% do total. De acordo com a empresa, 88% de suas receitas vêm da venda de anúncio. Estima-se que cada usuário valha US$ 4,39 para o site.

O Brasil foi citado oito vezes na proposta de abertura de capital da empresa.

O país está no raio de ação da rede por, ao lado da Índia, ter sido um dos impulsores da escalada de usuários, com 268% de crescimento em no ano passado.

Mesmo assim, o Facebook assume que o país é um mercado em que ainda pode crescer, pois a rede está presente entre apenas 20% dos internautas brasileiros.

Quanto às demais possibilidades, sentem os publicitários que há ainda absoluta miopia junto aos anunciantes, que não acreditam ou não querem acreditar na força da internet e fogem das mídias on line como mensaleiros fogem de Joaquim Barbosa.

Aos poucos chegam anunciantes aos sites, mas sempre é preciso que se dedique tempo e mais tempo aos ousados para que entendam como proceder pela internet visando bom posicionamento com suas marcas e seus produtos.

O ano é da internet e quem ficar de fora, poderá se ausentar de seus mercados e, para a retomada, haja investimento e sacrifício.

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O FACEBOOK não ficou chato, seus amigos é que não estão muito legais. Compartilhe essa ideia.

22/01/2012 por

Do site Passion Forideas

Ontem no trânsito (parado em mais um mega engarrafamento) acabei ouvindo pela rádio uma reportagem sobre o comportamento das pessoas nas redes sociais. Achei o assunto interessante e resolvi compartilhar alguns pensamentos aqui com vocês. É fato que elas (as redes sociais) já dominaram o mundo e, hoje, todo mundo tem Facebook, Twitter, etc. Quer dizer, quase todo mundo. Ainda tem aqueles que “resistem” a essas novidades. Alguns por total falta de interesse (tem gente que, de fato, não curte tecnologia), outros por não dominarem as ferramentas da web e serem praticamente excluídos digitais – é aquela galera mais velha, de outra geração, que não acompanhou o “boom” da internet. Enfim, mas tem aqueles que não aderem por estilo, ou melhor, só pra fazer graça. Parece que gostam de ouvir com espanto “Você não tem Facebook?!?!?!?!”. Mas, voltando ao assunto, vamos falar do comportamento das pessoas nas redes sociais. Existe SIM um código de conduta que deve ser respeitado, mas existe acima de tudo o bom senso. Afinal, não é o Facebook que ficou chato, as pessoas é que não estão muito legais. Segue abaixo uma lista com o que você NÃO deve fazer nas redes sociais.

1. Facebook ou Twitter não é o seu diário. Ok? Não escreva que você acabou de acordar, que vai almoçar, que está com sono ou qualquer coisa do tipo. A não ser que, estes fatos sejam realmente diferentes e relevantes.

2. Facebook não é igreja. Nada contra a sua religião, inclusive, acho muito importante a pessoa ter fé. Lindo. Mas, na boa, Jesus não tem “Face”. Ok? Então, reze sozinho, em paz e para você.

3. Você NUNCA vai ser o GLOBO.COM meu amigo(a). Aliás, se já saiu uma matéria em um dos principais portais de notícias do Brasil é porque muita gente já sabe. Não é você que vai dar o “furo” de repostagem, né?! Caso compartilhe um link desses, uma reportagem ou um vídeo, emita a sua opinião sobre o assunto, fale alguma coisa e não apenas publique como se fosse uma super novidade.

4. Em dia de jogo de futebol, limite-se a COMENTAR o jogo. Você não é o Galvão Bueno para ficar narrando todos os gols do jogo, lances e etc. Aliás, nada mais chato do que SÓ falar de futebol. Entendemos a sua paixão, mas ela tem limite. Sou louco por futebol também, mas estamos numa REDE SOCIAL e não no MARACANÃ. Beleza?

5. Ser amigo de TODO MUNDO não é uma prova de que você é popular, ok? Adicione, apenas pessoas que você conheça. Não precisam ser melhores amigos mas, pelo menos, conhecidos. Se você vai passar por essa pessoa na rua e fazer questão de não comprimentá-la, provavelmente ela não deveria ser sua amiga(o) no Facebook. Limitar os amigos torna a sua rede mais interessante e coesa. Tanto é que o próprio Facebook criou formas para que você receba as atualizações dos seus amigos que mais mantém contato com você. Afinal, se você tem tempo para ler o que mais de 800 pessoas estão postando é porque você não tem nada para fazer na vida.

6. Eu sei que vicia, eu sei. Mas, não publique uma coisa a cada 20 segundos. Isso é chato e ponto. Melhor parar com isso, controle o seu vício e vai viver a vida.

7. Nunca compartilhe fotos e marque os seus amigos nela. Já parou pra pensar que o seu amigo pode não querer mostrar essa foto para o MUNDO? Pois é, principalmente, se ele não estiver muito bem na foto.

8. Não exponha a sua VIDA. Você um dia vai se arrepender disso, pode acreditar. Terminar o namoro pelo Facebook, por exemplo, não é legal. Fazer críticas a pessoas (indiretas) e revelar seus planos, sonhos ou qualquer coisa que seja, de fato, muito pessoal pode ser ruim para a sua imagem. Lembre-se que “a inveja tem Facebook” e o seu chefe também. Melhor evitar constrangimentos.

9. Não converse através dos conteúdos publicados no seu mural. Eles já criaram o botão de mensagens e o chat, sabia?! Não tem nada mais chato quando duas pessoas resolvem fazer de uma publicação um verdadeiro MSN. Comente, discuta, critique e seja relevante. Se não tiver o que falar, não fale… apenas CURTA. É melhor.

10. As redes sociais nada mais são do que uma extensão do convívio social. Então, seja você mesmo. Sempre.

CURTIU? Clique aqui e compartilhe com os amigos. Valeu

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Briga de Google e Facebook piora

17/01/2012 por

Pedro Doria, O Globo (Do Blog do Noblat)

Durante toda a semana passada, inúmeras empresas tentaram emplacar nas páginas de sites e jornais produtos pouco inspirados que exibiam na feira CES, em Las Vegas. A primeira notícia relevante na tecnologia do ano, no entanto, estava acontecendo a quilômetros dali, em Mountain View, Califórnia, na sede do Google. Foi o lançamento de sua busca social.

Despertou de presto acusações de prática anticompetitiva, provocou uma investigação por parte do governo americano e, discretamente, mudou por completo a maneira como o Google vê o conceito de busca. A empresa não é necessariamente vilã nessa história. Mas, semana passada, algo de profundo mudou na internet.

Busca social é simples de explicar: o freguês digita o que procura, bate enter, o Google responde com páginas, vídeos, notícias e, a partir de agora, aquilo que seus amigos comentaram sobre o assunto nas redes sociais. Ou então recomenda quem seguir nas redes que seja relevante quando se trata do assunto buscado. É um serviço útil.

Mas há um problema: todas as respostas estão no Google Plus, a jovem e ainda um quê deserta rede social do próprio Google. Facebook ou Twitter não aparecem.

Danny Sullivan, editor do blog Search Engine Land e talvez o mais respeitado jornalista especializado em buscas na rede, cita um exemplo pontual que deixa o problema claro. Quem digita “Music”, música em inglês, recebe as recomendações de seguir as páginas no Google+ das cantoras Britney Spears e Mariah Carey e do rapper Snoop Dogg.

Uma cantora particularmente ativa nas redes sociais como Lady Gaga não aparece. Ela é ativa no Twitter. Também não aparece a moça Katy Perry, que tem 40 milhões de fãs no Facebook.

Britney tem apenas 1,4 milhão de seguidores na rede do Google. A relevância não é apenas numérica. Britney atualiza pouco sua página no Google+, e com razão. Tem 1,4 milhão de seguidores lá. Tem 16 milhões no Facebook. É bem menos do que Perry, mas é onde seus fãs encontrarão mais notícias.

O Google usa seu site de buscas para promover a rede social do Google.

Aí cabem duas perguntas. A primeira é: e daí? O Google faz o que quiser, a empresa é dele, o mundo é competitivo. Assim, ao menos, poderia seguir um argumento. A outra vai além: não foi o Facebook que, inicialmente, negou ao Google acesso a seus dados?

Leia a íntegra em Briga de Google e Facebook piora

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As mídias sociais

14/01/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

É incrível a estonteante migração de internautas aos sites de relacionamento. Incrível como em pouco tempo registra-se um significativo avanço e com quase todos buscando assimilar todos os conceitos, a par de, quanto mais se sabe, mais se inventa, nesse mundo onde a competição também está presente.

Os dois sites de relacionamento, Twitter e Facebook, se enfrentam através do conhecimento e das novidades colocadas à disposição dos internautas.

O que mais caiu no agrado da grande maioria é o Facebook, sem dúvida, muito embora esteja sofrendo campanha dos que não têm o menor interesse em seu avanço. Deu-se grande destaque ao resultado de uma pesquisa promovida na Inglaterra, onde 33% dos casais em fim de relacionamento apontaram o face como uma das causas. Sabe-se que não e apenas fez-se uso do mesmo para uma decisão que estava por um fio para ser tomada.

Consta da Wikipédia:

“O conceito de mídias sociais (social media) precede a Internet e as ferramentas tecnológicas – ainda que o termo não fosse utilizado. Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grande grupos. Significa a produção de muitos para muitos.

As “ferramentas de mídias sociais” são sistemas online projetados para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos. Eles possibilitaram a publicação de conteúdos por qualquer pessoa, baixando a praticamente zero o custo de produção e distribuição ao longtail – antes esta atividade se restringia a grande grupos econômicos.

Elas abrangem diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, fotos, vídeos e áudios. Esta interação e a maneira na qual a informação é apresentada dependem nas várias perspectivas da pessoa que compartilhou o conteúdo, visto que este é parte de sua história e entendimento de mundo.

Andreas Kaplan e Michael Haenlein definem mídias sociais como “um grupo de aplicações para Internet construídas com base nos fundamentos ideológicos e tecnológicos da Web 2.0, e que permitem a criação e troca de Conteúdo Gerado pelo Utilizador (UCG)”. Mídias sociais podem ter diferentes formatos como blogs, compartilhamento de fotos, videologs, scrapbooks, e-mail, mensagens instantâneas, compartilhamento de músicas, crowdsourcing, VoIP, entre outros.

São exemplos de aplicações de mídia sociall: Blogs (publicações editoriais independentes), Google Groups (referências, redes sociais), Wikipedia (referência), MySpace (rede social), Facebook (rede social), Last.fm (rede social e compartilhamento de música), YouTube (rede social e compartilhamento de vídeo), Second Life (realidade virtual), Flickr (rede social e compartilhamento de fotos), Twitter (rede social e Microblogging), Wikis (compartilhamento de conhecimento) e inúmeros outros serviços.
Muitos destes serviços de redes sociais podem ser integrados via agregadores de redes sociais, como Mybloglog e Plaxo.

Diferenciação das mídias tradicionais

As mídias sociais ou redes sociais (um exemplo de mídia social) têm várias características que as diferem fundamentalmente das mídias tradicionais, como jornais, televisão, livros ou rádio.

Antes de tudo, as mídias sociais dependem da interação entre pessoas, porque a discussão e a integração entre elas constroem conteúdo compartilhado, usando a tecnologia como condutor.
Mídias sociais não são finitas: não existe um número determinado de páginas ou horas. A audiência pode participar de uma mídia social comentando ou até editando as histórias. O conteúdo de uma mídia social, em texto, gráficos, fotos, áudio ou vídeos podem ser misturados.

Outros usuários podem criar mashups e serem avisados de atualizações através de agregadores de feed.

Mídia social significa um amplo aspecto de tópicos, com diversas conotações. No contexto de marketing de internet, mídias sociais se referem a grupos com diversas propriedades, sempre formados e alimentados pelos usuários, como fóruns, blogs, sites de compartilhamento de vídeos e sites de relacionamentos. Otimização das Mídias Sociais (SMO) é o processo de distribuir melhor, entre várias redes e mídias sociais, o conteúdo criado pelo público.

As mídias sociais têm dois aspectos importantes. O primeiro, SMO, refere-se às características que podem ser melhoradas em uma página, táticas que um webmaster pode aplicar para otimizar um site para a era da mídia social. Essas otimizações incluem adicionar ligações para serviços como Digg, Reddit e Del.icio.us, para que as páginas possam ser facilmente salvas e compartilhadas. Marketing de mídias sociais, por outro lado, engloba criação de conteúdo memorável, único e com potencial para virar notícia. Este conteúdo pode então ser espalhado através de sua popularização, ou até pela criação e veiculação de vídeos “virais” no YouTube, por exemplo.

Mídia social é sobre ser social, e isso quer dizer se relacionar e se envolver com outros blogs, fóruns e comunidades de nicho.

Pesquisadores brasileiros, como o professor Marcelo Coutinho, da Fundação Getúlio Vargas, desenvolveram visões bem próprias sobre o poder das mídias sociais. No capítulo do livro Do Broadcast ao Socialcast, editado pela consultoria Bites, Coutinho traça um paralelo entre a nova mídia e a sua versão clássica. O livro está disponível para download gratuito. Outro grande pensador dessa nova forma de relacionamento é o professor Silvio Meira, que entende que a sociedade tem hoje à disposição um instrumento revolucionário que pode alterar não apenas as relações sociais, mas a visão empresarial de algumas marcas de como elas devem se relacionar com os seus consumidores.

O poder das mídias sociais

Novas ferramentas de mídia social vêm surgindo e se estabelecendo, passando por mutações evolutivas naturais – vide os blogs, que nasceram apenas como diários virtuais e tiveram sua natureza diversificada com o tempo, a ponto de se tornarem, inclusive, instrumentos de efetiva geração de negócios, por exemplo.

Isto significa uma grande mudança na estrutura de poder social, pois a possibilidade de gerar conteúdos e influenciar pessoas e decisões, deixa de ser exclusividade dos grande grupos capitalizados, para se tornar comum a qualquer pessoa. Além disso, a redução do custo de publicação a quase zero possibilita a produção de conteúdos muito específicos também para pequenos públicos – que antes não justificavam a equação econômica.

Liberdade de comunicação interativa, combinada à facilidade de uso das ferramentas para fazê-lo e a uma arquitetura participativa em redes, forma a base da receita para que as plataformas de mídias sociais possam ser classificadas como uma das mais influentes formas de mídia até hoje criada. Na versão interativa da web, é possível fazer muito mais com muito menos e isso é muito poderoso.

O uso corporativo das mídias sociais

Várias empresas no Brasil já descobriram que as mídias sociais são poderoso instrumento de relacionamento, comunicação, vendas e até atendimento aos seus consumidores. Casos não faltam para serem analisados, como o atendimento pelo Twitter que a Sky Brasil faz para os seus assinantes; a estratégia de relacionamento e divulgação utilizada pela Rede Globo; o aproveitamento de conteúdo de blogueiros pela Editora Abril.
[editar]Classificação

As mídias sociais, segundo Kotler, podem ser classificadas em Expressivas e Colaborativas

Expressivas
As mídias sociais expressivas são aquelas que, quem escreve está expressando uma opinião ou explanando algum assunto como por exemplo os blogs, twitter, youtube e outros. [2] As mídias sociais expressivas podem ser subdividias em Comunicação, Multimídia e Entretenimento.

Com informações da Wikipédia. Fotos de reprodução.

Obs: Sirvo-me das ricas e oportunas informações contidas na Wikipédia, que foi usada até pelo Papa Bento XVI para prestar informações sobre novos cardeais.

Ou se ingressa nesse mundo ou se fica do lado de fora e, a partir dos sites de relacionamento, da mídia social, o mundo deixa de ser dividido por homens e mulheres, brancos e pretos, ricos e pobres, drs. e analfabetos.

Divide-se por: dotados do conhecimento e os não dotados.

(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.

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Você pode conversar com Angelina Jolie nesta quinta-feira, pela facebook

11/01/2012 por

Tida como avessa a conceder entrevistas, a atriz A atriz Angelina Jolie responderá às perguntas de seus fãs nesta quinta-feira, em seu primeiro vídeo chat de sua carreira.


A partir das 17h de Los Angeles (23h de Brasília), será iniciado o bate papo (chat), que irá durar 45 minutos e focará em sua estreia como diretora, com o filme In the Land of Blood and Honey, para o qual também escreveu o roteiro.

“Este é meu primeiro chat online e estou entusiasmada que o (grupo editorial) Hearst o distribua através de suas muitas páginas para alcançar uma audiência diversa e fazer com que o filme possa ser visto em mais cinemas”, disse Jolie em comunicado pela imprensa.

Para é preciso ter uma conta no Facebook e acessar o portal MarieClaire.com. e aí sim a possibilidade de um contato com a vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por Garota Interrompida.

In the Land of Blood and Honey (sem título em português) conta a vida de uma mulher muçulmana e um sérvio que mantêm uma relação sentimental antes do início da guerra na antiga Iugoslávia, e mostra como o conflito bélico altera radicalmente seu destino.

O filme foi indicado a melhor filme estrangeiro no Globo de Ouro, prêmio que será entregue no próximo domingo.

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Nem aí com os comentário sobre o Facebook!

05/01/2012 por

Nem um pouco preocupado com a pesquisa realizada no Reino Unido que depurou que 33% das separações entre casais se dá por conta do Facebook, Mark Zuckerberg sai de férias e chega à América do Sul, depois de comemorar o Natal no Vietnã.

A passagem de ano o criador (um dos) do Face optou pelo Brasil, Florianópolis, passando praticamente incógnito, ao lado do empresário, da namorada, Priscilla Chan, e de mais sete amigos.

De lá rumam para Punta del Este, onde os aguardam vários seguranças, uma cozinheira, um chef e duas arrumadeiras.

A chegada em Punta del Este deve ocorrer nesta sexta.

A casa escolhida para a temporada fica fora do circuito mais quente. Só que, para a acomodação, o imóvel teve de passar por algumas mudanças: toda a mobília foi trocada e os animais foram mandados para um canil – tudo porque um dos acompanhantes da entourage é alérgico. Alguns milhares de dólares foram desembolsados, o que para uma das pessoas mais poderosas do mundo não deve ter feito nem cócegas…

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Facebook é causa de um em cada três divórcios na Inglaterra

02/01/2012 por

Fonte: IDG Now

Maridos e esposas do Reino Unido que se separam estão cada vez mais citando o Facebook em suas petições, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site local especializado Divorce-Online.

Lançado nesta semana, o levantamento revelou que 33% dos pedidos de divórcio no país continham a palavra Facebook. Esse é um aumento significativo em relação a última vez que o site realizou a pesquisa em 2009. Naquela época, a rede social foi mencionada em 20% dos pedidos amostrados pelos pesquisadores.

Apesar de os advogados de divórcio estarem vasculhando o Facebook em busca de sinais de infidelidade, eles também procuram por comentários depreciativos feitos pelos esposos e esposas sobre o outro após terem se separado e estarem brigando judicialmente, explica o site. A página descobriu que as razões mais comuns para citar o Facebook em um processo de divórcio são:

-Mensagens inapropriadas para membros do sexo oposto

-Casais separados postando comentários maldosos um sobre o outro

-Amigos do Facebook informando o comportamento do ex-companheiro(a)

Já o microblog Twitter foi citado em apenas 20 dos 5.000 processos analisados pelo site.

Como as redes sociais tornaram-se uma das principais ferramentas de comunicação, tornaram-se o lugar mais fácil para as pessoas terem um caso ou flertarem com alguém do sexo do oposto, afirma o porta-voz do Divorce-Online, Mark Keenan.

“Além disso, o uso do Facebook para fazer comentários sobre os parceiros(as) para amigos tornou-se algo extremamente comum, com os dois lados usando o site para mostrar suas mágoas um contra o outro”, completou.

Com cerca de 800 milhões de usuários, a maior rede social do mundo também virou terreno fértil para achar evidências em processos de divórcio nos Estados Unidos. Por exemplo, um estudo realizado em fevereiro de 2010 pelo membros da American Academy of Matrimonial Lawyers revelou que 81% desses profissionais viram um aumento em relação aos cinco anos anteriores no uso de evidências a partir de redes sociais nos processos de divórcio. Mais ainda, 66% afirmou que o Facebook era uma fonte primária para encontrar evidências para o divórcio.

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Com internet, adeus retrovisor!

26/12/2011 por

Por Renato Cardoso (*)

Não me levem a mal, mas sinto que estamos velhos demais para a internet. Todo dia é uma coisa nova, que para acompanhar só mesmo os de cabeça boa.

Se tem gente perdida porque o seu jornal de papel é coisa do passado distante, vai o alento, sites e blogs e e-mails, idem.

O novo Facebook é a prova mais nítida e pelo novo podemos ter tudo num único espaço. Apenas é preciso ficar atento e se adaptar ao que está sendo oferecido, porque dentro de três meses, a revolução na web será tamanha, que rádios, emissoras de televisão, mesmo com suas poderosas redes serão coisas de almanaque, ou de Manchete, ou Cruzeiro (se é que me entendem!).

Particularmente estou encantado com o novo Facebook e com tudo que a mídia social pode oferecer, sem contar que, dentro de poucos dias, cada um poderá ter sua rádio, sua emissora de televisão e até jornal impresso, se é que ainda terá espaço para tal.

Vejo muita gente anunciando em mídias do passado e fico indagando: estão tendo resultado? Não seria por planejamento estratégico de mídia equivocado que o Natal deste ano foi aquele desastre em termos de resultado de vendas?

Ninguém pretende se apresentar como coveiro, mas vai a dica: sabem o que vem a ser Youtube? Pois é, Youtube deriva de “You to be”, que em inglês insinua ser: você é… você faz, é a sua vez… do seu jeito… você é o cara!

Se é por aí no mundo todo e quem adere está se encantando, vai a dica aos amigos queridos para que comecem a pensar em usar toda energia e criatividade com base em tudo que está aí, com novidades à cada minuto e numa concorrência de gênios que até Bill Gates está ficando para o passado.

Hoje recebi uma revista de um amigo… aliás de um filho de um amigo que faleceu e que foi apaixonado por sua edição mensal. Deu sua vida pelo projeto e só eu sei o quanto foi valorizado por todos que reconheceram seu esforço e talento, quando se foi deste mundo para um melhor.

Vejo o filho, empenhadíssimo em dar continuidade ao projeto do pai e fico a perguntar: até quando? Até quando os anunciantes darão a resposta que o filho do amigo precisa para levar adiante o projeto sonho do pai e agora do próprio?

Sei que o ora desabafado chegará até ele e a mais três pessoas em especial que continuam na mesma batalha, certas de que estão no caminho certo.

Evidente que não quero me apresentar como dono da verdade, mas se não se adaptarem ao que está aí, consumido pela grande maioria da população, o esforço será em vão e muito dinheiro será perdido, sem considerar o tempo e a consequente decepção, por se verem, em breve, falando com os mesmos que dão retorno porque são capa e recheio.

Na comunicação tem uma situação absolutamente clara que vai na seguinte direção: quando o veículo de comunicação é visto por poucos, porém de um determinado segmento da sociedade que só tem entre seus membros aqueles que conversam apenas com os mesmos e sempre sobre o mesmo tema, esquece-se da avaliação técnica e daí a ilusão imaginando que o Obama é leitor, ou ouvinte ou telespectador.

Participei de um lançamento de um cd de uma amiga, cuja produtora estava preocupada com as cópias piratas que poderiam atrapalhar a vendagem dos originais. Fui na defesa de abrir todas as músicas e rezar para que o máximo de pessoas as “pirateassem”. Ao final minha opinião prevalesceu e todos do grupo entenderam que, quanto mais “piratas”, será o sinal de que o produto caiu no gosto do mercado e aí seria questão de valorizar quem o produz (a cantora). Por sorte fui ouvido e o resultado está sendo ótimo. Os mais exigentes não compram produtos piratas, como é o caso do produto em questão.

Dia desses visitei a rádio de um grupo de amigos queridos. O mais experiente mostrou-me tudo, todos os equipamentos sofisticados que custaram milhões e falou das antenas repetidoras que levam o sinal a locais longínquos.

Fiquei ouvindo e, diante do meu silêncio, entendendo minha reação, o próprio amigo completou: tudo isso, em breve, será jogado fora, porque pela internet o sinal chega mais nítido e vai ao mundo todo, dependendo de como direcionarmos o conteúdo.

A conversa concluída serve para que todos pensem a respeito, porque a evolução se dá de forma muito rápida e estou preocupado com gente investindo em modelos que serão ultrapassados em pouquíssimo tempo. Importante levar em conta de que o momento é do talento e de quem detém a informação, de quem estuda, de quem sabe onde está. De quem está no lugar certo, na hora certa e de forma correta.

Por mais que seja “detonado” por quem se sente ameaçado, vai a minha certeza mais absoluta: estou sendo mais leal e amigo do que nunca. Melhor ser sincero e mal compreendido agora, do que passar por minha história como alguém que sabia um pouco a respeito e omiti à época, por absoluto egoísmo.

O novo momento não tem espaço para o egoísmo e basta olhar para o que ocorreu com a “Primavera Árabe” para concluir pela força que a internet proporciona quando muitos se juntam em torno de um propósito. Se até falso líderes de anos no poder caíram, fica a pergunta: dá para segurar a força da tecnologia que está aí ao alcance de todos e em especial dos jovens, com suas cabeças forjadas por uma nova forma de usar os dois hemisférios do cérebro?

Tomara seja lido ou ouvido.

A propósito da foto, vai como lembrança de que a rainha da Inglaterra é usuária do Facebook e tem milhares de amigos. Se até Elizabeth é de mídias digitais, depois de passar por mais de cinco presidentes dos Estados Unidos, pergunta-se: quem irá segurar a nova onda que está aí?

Ops, esqueci de alguém em especial!

(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.

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Facebook ultrapassa Orkut

05/09/2011 por

Facebook ultrapassa Orkut

Por Renato Cardoso (*)

Na verdade, sempre defendi que o Facebook é um orkut melhorado e com muitos atributos outros que o tornam a mídia digital mais interessante e prática de todas que temos ao nosso alcance.

Tanto que, agora, o Face passa o Orkut em número de usuários brasileiros, pela primeira vez.

A rede social de Mark Zuckerberg, em julho último, contava com 30 milhões de assinantes no Brasil, contra 27 milhões da concorrente (Orkut).

O Orkut foi a rede social mais utilizada pelos brasileiros nos últimos sete anos. Desde julho, porém, essa liderança foi desbancada pelo Facebook, que ultrapassou o concorrente em termos de número de usuários cadastrados no País.

Os dados são do Ibope, divulgados antecipadamente pela revista IstoÉ Dinheiro.

O Facebook, segundo a notícia, já havia ultrapassado a concorrente em volume de tráfego, no mês de abril. A rede social criada por Mark Zuckerberg não para de inovar e à cada momento uma novidade encantadora que torna a internet mais ágil e interativa.

A história do Brasil com o Orkut ganhou força em 2004. Em julho daquele ano, a rede social já contava com 30 milhões de usuários cadastrados no País, de acordo com um vídeo publicado pelo próprio Google, sobre o sucesso da plataforma em território brasileiro.

O Orkut parece destinado ao esquecimento. Recentemente, o Google – criador da plataforma – lançou uma nova rede social, batizada de Google+.

A pergunta que fica é: será que ela terá o mesmo sucesso no mercado brasileiro?

Ilustrando: gosto muito desta foto da Rainha Elizabeth, que em apenas um dia conseguiu quase 30 mil amigos no Face, mas hoje deve estar com milhões, sem dúvida. Veja matéria a respeito clicando em Rainha Elizabeth no Facebook.

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Novidades do facebook

01/07/2011 por

Um grande lançamento está previsto para a próxima semana, provavelmente para o setor de celulares ou tablets, conforme informações de , executivo-chefe e fundador da maior rede social do mundo, o Facebook, em anúncio feito no escritório de Seattle (EUA), nesta quarta-feira (29), para jornalistas que visitaram o local.

Zuckerberg disse que o projeto está sendo desenvolvido por 40 pessoas em Seattle, o único grande centro de engenharia do Facebook fora da sede em Palo Alto, Califórnia.

Sites de tecnologia especularam sobre produtos do Facebook para dispositivos móveis, como o esperado aplicativo para iPad e um programa especializado para compartilhamento de fotos no iPhone.

Um porta-voz do Facebook se recusou a fornecer mais detalhes sobre os comentários de Zuckerberg.

O Facebook, é a maior rede social do mundo, com mais de 700 milhões de usuários e é um desafio cada vez maior para empresas estabelecidas no mundo on-line, como Google e Yahoo!.

Consumidores e verbas publicitárias se direcionam para o site de relacionamento que cada dia mais se completa. Segundo a própria empresa, as pessoas que usam o Facebook em dispositivos móveis são duas vezes mais ativas no serviço do que as que acessam o site por computadores.

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A internet entra pra valer nos noticiários

30/06/2011 por

Não tem mais como esconder e a internet é a bola da vez nos noticiários e por mídias digitais, muito mais que por meios tradicionais. Até a presidente Dilma Rousseff é notícia na web, por conta de um rapaz que tenta vender supostos e-mails recebidos por Dilma na campanha.

Notícias dão conta de que um rapaz foi com os repórteres da Folha de São Paulo a uma lan-house onde mostrou, de relance, o conteúdo de 30 e-mails armazenados num disco rígido externo. Ele não permitiu que a Folha fotografasse ou copiasse as mensagens.

A amostra que ele exibiu continha resultados de exames de saúde que Dilma teria feito em Porto Alegre (RS), instruções para a campanha eleitoral do segundo turno e uma agenda telefônica com dados de parentes e assessores da presidente.

Sobre o tema, a Presidência não conseguiu confirmar se os e-mails eram verdadeiros.  Há, de acordo com a Folha, indícios de que sejam mesmo provenientes de Dilma. Há uma mensagem do jornalista Kennedy Alencar, que era repórter especial do jornal na época, e outra do padre e cantor Fábio de Melo. Os dois remetentes teriam enviado e-mails à então candidata naquele período.

“Douglas” afirmou que também violou o e-mail pessoal do ex-ministro José Dirceu.

Dirceu confirmou que alguém trocou sua senha na caixa postal do UOL por telefone, afirmando que era o titular da conta e perdera o código.

A invasão aconteceu na segunda-feira (27).

A Folha não comprou o material oferecido por “Douglas”. Fica o alerta aos ‘hackers’ (crackers, certo?): jornalistas, que assim podem ser chamados, não pagam para obter informações.

Entrar em uma negociação

Ainda falando de novas da internet, chegamos ao  Criador do Twitpic, que diz ter sido preso e posta foto da suposta prisão no Twitter
Noah Everett é o nome dele, e mais conhecido por ser o criador do serviço de compartilhamento de imagens pelo Twitter, o Twitpic.

Na madrugada desta quarta-feira (29) ele ganhou destaque em alguns veículos de comunicação por utilizar seus próprio serviço. Em um momento em que takvez ninguém mais lembrasse de fazê-lo. Por volta das 2h31 (horário de Brasília), Everett twittou que estava sendo preso.

A prova?

Uma foto feita com seu celular do banco de trás de uma viatura policial postada, claro, em sua conta de Twitter usando o Twitpic!
“Acho que não é permitido andar pelas ruas seminu. Quem adivinharia – consegui uma carona de graça com o simpático policial”, twittou, por volta de 3h30. “Por seminu quero dizer nu”, completou.

É claro que muitos dos quase 3 milhões de seguidores de Everett logo questionaram a veracidade da foto: se ele havia sido preso, por que estava com seu celular?

E se estava nu, por que saiu apenas com o aparelho de casa?

A foto, porém, é claramente de dentro de uma viatura policial, portanto alguma verdade há no que o rapaz twittou. Mas o que importa realmente nessa história toda é: a interação online, as mídias sociais já são algo tão forte culturalmente que a pessoa é presa, se dá ao trabalho de se fotografar sendo presa, posta isso em seu twitter e ainda tem resposta de dezenas de seus seguidores.

E imaginem que nem o Papa escapa do Twitter e usa o miniblog pela primeira vez.

O Papa Bento XVI usou pela primeira vez o Twitter nesta terça-feira (28), para anunciar o lançamento de um novo site do Vaticano na internet. “Queridos amigos, acabo de lançar o News.va. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Com minhas orações e minhas bênçãos, Bento XVI”, escreveu, em inglês.

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Caiu na rede e não é peixe!

11/06/2011 por

Caiu na rede e não é peixe!

Por Téta Barbosa

Se você ainda tem orkut, fale baixo! Não admita. Olha para baixo e mude de assunto. O orkut está fora de moda. Pelo menos foi o que o moço do rádio falou. E ainda disse: “Nem minha empregada, Jenifer Cristina, tem mais orkut. Até ela já tem Facebook.
Coitado do Orkut. Coitada de Jenifer Cristina (primeiro porque ninguém merece ter esse nome, depois pelo preconceito de dizer…ATÉ ELA!).

Mas, deixando Jenifer Cristina de lado ( o que tá muito difícil porque eu super me apeguei a esse nome), o fato é que até as redes sociais entram e saem da moda.

No verão passado, por exemplo, a tendência era conversar pelo MSN. Hoje, o MSN parece uma cidade fantasma, todo mundo está AUSENTE. Por que? Porque todo mundo está no Gtalk, ora essa! Não ter Gtalk é pior do que não ter cartão de visita, pior do que usar pochete ou gel no cabelo. E assim a evolução natural do mundo virtual segue a rapidez do mundo da passarela. É hoje, já foi amanhã.
Orkut, twitter, facebook, linkedin, myspace, tagged, classmates…..sorte nossa que a cada nova rede social, a gente não tem que correr no primeiro shopping para adquirir a novidade (em oito vezes no cartão).

Alguém disse no twitter essa semana: “Quero ver quando a classe D/E sair do Orkut e vier te seguir aqui no twitter. Pra onde você vai correr? ”

Beeecsha, nazismo social na rede social! Pode não, viu?

O que está na moda?
- Colocar foto e escrever gracinhas na rede social.

O que deveria estar na moda?
Ter vida social!

A ilustração a seguir é coisa do Z Castel:

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Google, Twitter, Facebook

28/01/2011 por

Google, Twitter, Facebook

O presidente americano Barack Obama ressaltou em discurso recente que o mundo mudou e que a China tem hoje o computador mais rápido do mundo. Seu discurso caiu como mais uma bomba, ou melhor, conforme suas palavras: “este é o momento Sputnik da nossa geração”, fazendo referência ao satélite lançado pelos russos em 1957, para assombro dos EUA.

Vivemos de fato um novo tempo e, para os americanos, visando voltar a ter status de primeiro do mundo, o primeiro passo para vencer o futuro é encorajar a inovação americana.

No mesmo discursos, Obama disse que “Nenhum de nós pode prever com certeza o que será a próxima grande indústria. Trinta anos atrás, não poderíamos saber que algo chamado internet levaria a uma revolução econômica. O que podemos fazer _o que a América faz melhor do que ninguém_ é estimular a criatividade e a imaginação de nosso povo. Nós somos a nação que pôs carros nas ruas e computadores nos escritórios; a nação de Edison e dos irmãos Wright; do Google e do Facebook” enfatizou o presidente americano.

As redes sociais privadas entraram para o discurso do governo Obama muito antes de sua campanha visando a presidência. A capa da nova “Foreign Affairs”, porta-voz do establishment diplomático, proclama “O poder político da mídia social”.

Confirmo que Alec Cross, do Departamento de Estado dos EUA, em entrevista a Gabriela Manzini, na Folha, vai pela mesma linha:

Informou em entrevista: “As mídias sociais, sim, tiveram um papel [na Tunísia]. Vimos os tunisianos dizerem claramente que a liberdade na internet é direito. Houve forte reação quando o governo bloqueou acesso a sites e promoveu ataques contra o Facebook. Em seu último discurso, Ben Ali disse que “escutara” a população e acabou com os bloqueios.

Há conflito em pôr firmas como Google, Facebook e Twitter na sua linha de frente [no Departamento de Estado]?

Acho ingênuo acreditarem que posso, de alguma maneira, controlar essas empresas. Elas têm orgulho de ser independentes. Eu jamais tentaria controlá-las e, se o fizesse, sei que fracassaria.

Houve polêmica quando um dos seus colegas, Jared Cohen, interferiu para adiar a manutenção do Twitter no Irã. Como lidar com isso?

Em primeiro lugar, discordo completamente de que isso seja interferência. Cohen contatou o Twitter e destacou que a manutenção ocorreria durante os protestos. Não há razão para sentir qualquer coisa senão orgulho do papel que nossos diplomatas tiveram em facilitar o fluxo de informações.

Em setembro, Jared Cohen se tornou um executivo do Google. Isso o complica de alguma forma?

De jeito algum. O que é o Google? É uma ferramenta de busca. Não é uma firma extrativista, petroleira, mineradora. É uma empresa de tecnologia que dá às pessoas acesso à informação.”

Mídias digitais nunca estiveram tão em evidência como agora.

Quem jamais sonhou em acessar um computador, agora já pensa em Twitter, sabe o que vem a ser o Facebook e respeita o Google.

São palavras americanas, é verdade, porém seu domínio atravessa fronteiras e até no Brasil, tradicionalíssimo em comunicação por papel e onda de rádio, a adesão é acentuada.

O crescendo de novos adeptos é acentuado e daqui pra frente, tudo será diferente.

Hoje vi senhores com mais de 60 anos querendo saber a respeito, porque sentem que estão sendo passados pra trás.

O futuro chegou!

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