O setentão do dia, Gilberto Gil, apresenta-se esta semana com a Sinfônica de Londres e começa a trabalhar nas versões das 12 canções do musical O Rei Leão, novo recordista da história recente da Broadway, que será montado em São Paulo no ano que vem.
Tem mão do cantor Elton John aí, já que foi ele quem determinou que as versões sejam feitas por Gil.
Elton John, para quem não sabe, foi o autor da premiada trilha original (filme e musical).
Entre os hits, Circle of Life e Hakuna Matata.
Veja e ouça Circle of Life, com ilustração, com o autor:
Não gosto de nada pirata, pois por aí perdemos nós, em razão do prejuízo aos nossos ícones, os artistas.
Já falei até demais sobre aquele show de final de ano, levado ao ar pela Rede Globo, que teve no palco os feras Caetano Veloso, Gilberto Gil e Ivete Sangalo.
Na platéia, apenas Globais (apenas?), que participaram com aplausos, cantando, adorando e saboreando cada momento.
Presenças dos feras das novelas, das séries, da linha de shows e até da Rainha dos Baixinhos e grandinhos, como a própria Ivete, Xuxa Meneghel, que mereceu beijinhos e piscadas da baiana arretada.
Foi para mim o espetáculo mais belo dos últimos tempos. Os três estiveram impecáveis, mas Ivete Sangalo subiu vários degraus, até mesmo como ficou evidente, para os dois parceiros de palco, setentões e com juízo e conhecimento suficientes para aprovar o que é de qualidade.
Não gostaria de compartilhar por aqui, pois recomendaria que aguardassem o dvd legítimo, mas vem a ser um dos mais vistos pelo Youtube e o que faço, no momento, é reportar a todos para o show, na íntegra e em HD:
(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.
A encantadora Daniela Mercury fez uma declaração tão óbvia quanto sua fama internacional.
Disse: “Caetano e Gil são os artistas que mais admiro no Brasil”
Deu´se por meio de uma nota, via assessoria, na qual desmente as declarações atribuídas a ela em reportagem publicada nesta quinta-feira (16) em Terra Magazine. “As declarações atribuídas a mim na matéria não são verdadeiras e estão completamente fora de contexto. Sempre estive disponível para a imprensa e realmente não posso me responsabilizar por declarações atribuídas a mim por terceiros”, afirma Daniela no texto.
Confira a nota na íntegra.
“Em resposta a declarações inverídicas e descontextualizadas atribuídas a Daniela Mercury e publicadas no Terra Magazine, a artista declara: ‘Caetano e Gil são os 2 artistas brasileiros que eu mais admiro e respeito e que reverencio no meu atual show e DVD Canibália Ritmos do Brasil. São dois grandes artistas que em vários momentos de minha carreira tive o prazer de homenagear e de quem falo sempre em minhas entrevistas.
As declarações atribuídas a mim na matéria não são verdadeiras e estão completamente fora de contexto. Sempre estive disponível para a imprensa e realmente não posso me responsabilizar por declarações atribuídas a mim por terceiros”. Daniela Mercury
O Terra Magazine, por sua vez, declara que ouviu três dos presentes durante a gravação do programa “Aprovado”, da TV Bahia (afiliada da Rede Globo), em janeiro. Todos eles confirmam o teor da conversa, no mesmo contexto em que foi reproduzido na reportagem.
Gilberto Gil, que está na ordem do dia, concedeu entrevista ao jornalista Júlio Maria, do jornal O Estado de S. Paulo, na qual discorreu sobre sua carreira, projetos, exílio e morte.
Na entrevista Gil praticamente faz uma espécie de balanço de sua vida de 70 anos, que irá completar em 26 de junho deste ano.
O cantor, nem ao seu estilo, foi sereno ao informar que quer a calma dos recantos, a serenidade, insinuando não ser este o propósito de outros dois setentões, Caetano Veloso e Chico Buarque. Coisas de Gil.
De novidade, teremos cd novo na praça, ainda em fase de preparativos. Levará o título de C2+Música, contendo apenas sambas, compostos em parceria mantida em segredo até para causar expectativa.
Na bela entrevista, o baiano diz que “ Gal sempre foi uma coadjuvante importante para Caetano, desde Domingo.” E revela ter sido apaixonado por Elis Regina, em silêncio.
A seguir, principais citações da entrevista:
“Meu filho disse: ‘É gozado alguém ter orgulho do pai ter sido preso, mas eu tenho orgulho de você’”
“Caetano diz que quem não morre fica velho. E quem fica velho amadurece, passa a ter mais escopo, mais visão, mais clareza, quietude.”
“Olha, para lhe ser sincero eu até gosto mais hoje, eu me preparei para a velhice. Eu venho ficando velho há muito tempo, me preparo para a velhice, me preparo para a morte, coisas que não interessam a muita gente.”
“Eu, Caetano, Chico, Edu Lobo, Vandré, Gal, Rita Lee… Vá botando nome nisso aí. A gente tinha de criar os simulacros disso e daquilo, as metáforas, a gente tinha que ficar ali fazendo o trabalho que o publicitário faz. Como é que doura essa pílula, como é que fala da revolta sem dizer o nome dela, como falar da indignação sem levantar suspeitas?”
“Quando me exilei, aquilo tudo foi-se embora também, foi comigo para o exílio. Exilou-se comigo. Eu não era como os meninos da militância política, para quem o exílio era classicamente exílio. Eu era um artista e minha militância era um episódio de minha vida de artista, não era a essência, não era meu ofício militar.”
“Ontem mesmo meu filho disse para mim: ‘É gozado alguém ter orgulho de o pai ter sido preso, mas eu tenho um orgulho danado de você ter sido preso, pai’. (Em 1976, Gil foi preso por porte de maconha). Ser contra a ditadura era um ato heroico, era grandioso. O exílio carimbou um passaporte para mim.”
“Eu era atraído por Elis, sonhei em ser namorado dela, me apaixonei, mas nunca disse nada. Eu participava com ela daquela coisa cívica, em defesa da brasilidade, tinha aquela mítica da guitarra como invasora, e eu não tinha isso com a guitarra, mas tinha com outras questões, da militância, era o momento em que nós todos queríamos atuar. E aquela passeata era um pouco a manifestação desse afã na Elis.”
“ Caetano não quis participar porque aquilo tinha um resultado negativo, negava uma série de coisas que a ele interessava afirmar naquele momento. No meu caso, eu saí desse jogo. Não quis fazer esse jogo, se eu fosse colocar como termo da equação essas questões e tirar a Elis da equação eu não teria ido. Mas eu fiz o contrário, eliminei todos os outros termos da equação e deixei ali só a Elis. Determinei meu ato, pautei meu ato por aquela questão. A questão era ela. Eu não tinha nada contra a guitarra elétrica.”
“A Gal sempre foi uma coadjuvante importante para Caetano, desde Domingo. Na turma baiana, esse par se fez logo, Gal e Caetano são uma parelha. Caetano não tem inibição nenhuma em colocar a Gal nesses trabalhos de coadjuvância.”
“O disco novo do Chico Buarque, que é de progressão de uma proposta. Chico e Caetano estão em progressão. Eu sou outra pessoa. Ao menos como proposta, não estou em evolução. Estou no caminho contrário, revisitando recantos da infância, da festa nordestina.”
“Vou fazer o disco de sambas finalmente, mas já falei demais sobre isso, parece que quando falamos não acontece. Bom, posso te dizer que vou chamar o Moreno Veloso e meu filho, Bem, para produzir. E que terá um sambista importante. ”
Esperando pelo novo CD, vai uma das principais da carreira do cantor e compositor (Se eu quiser falar com Deus):
Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Mautner e Jards Macalé relatam com riqueza de detalhes o que ocorrera em época ditatorial, quando viviam em Londres.
A série de entrevistas está disponível pelo Tvisões e vai um dos vídeos altamente esclarecedor e nossos respeitados artistas contando detalhes interessantes, com destaque a Glauber Rocha, que teria cumprido importante papel, embora tivesse contato com Golbery de Couto e Silva.
A partir da última terça-feira (08), o Canal Brasil estreiou o programa “Canções do Exílio – A Labareda que Lambeu Tudo”. A atração conta com depoimentos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jards Macalé e Jorge Mautner, que relatam a época em que viveram em Londres.
Em 1968, Caetano e Gilberto acabaram sendo abordados por soldados do Exército e, sem muitas explicações, tiveram suas cabeças raspadas e foram trancados em celas individuais por mais de um mês. Depois dos cinco meses no confinamento, os artistas fariam uma viagem à Londres, que duraria dois anos e meio. A época do chamado exílio dos tropicalistas será abordada fielmente em “Canções do Exílio – A Labareda que Lambeu Tudo”.
A atração foi dirigida pelo jornalista Geneton Moraes, que conseguiu transformar os depoimentos dos quatro personagens em um programa televisivo.
A ideia de Geneton foi juntar os depoimentos de Caetano, Gil, Macalé e Mautner e mostrar também outros depoimentos antigos relacionados à época que o próprio jornalista teria colhido. Tudo para retratar com veracidade os acontecimentos da época no Brasil e no mundo.
Ontem veio meu presente de Natal e fiquei extremamente feliz.
Ganhei o melhor show do ano e pelos melhores do momento, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Ivete Sangalo.
Que show, que qualidade, que musicalidade!. O que foi aquilo? Como Papai Noel acomodou tanta arte e tanta cultura no seu saco de presentes?
Os de bom gosto musical já se sentem presenteados, pois a emoção rolou solta, a ponto de Gil não se aguentar e fazer correr lágrimas ao final de uma apresentação de Ivete, cantando aquela que, no mesmo patamar, só mesmo Ellis Regina, no auge de sua carreira – vejam a seguir (Atrás da porta, de Chico Buarque).
Foi o presente que nem sonhei mas veio e preencheu meu Natal de emoção e alegria… um mix perfeito para a data magna do calendário religioso cristão.
Papai Noel é isso: Caetano e Gil, com Ivete Sangalo parecendo a criança que ganhou o que sempre sonhou … e todos os que gostam da melhor música brasileira.
Foi um espetáculo para marcar na história músico cultural.
Por sorte foi salvo e vai em forma de repartir o presente com todos:
Gilberto Gil continua rodando a Europa com a turnê “Fé na Festa”, com tremendo sucesso.
Ótimo para quem estiver em Saint Nazaire, na França, pois lá haverá um mega espetáculo com o ex Ministro da Cultura.
Em Lisboa Gil fez um tremendo sucesso a ponto dele classificar a apresentação o auge da turnê. O Centro Cultura Belém estava com ingressos esgotados há dias – e, por lá, não dá para dar aquele jeitinho brasileiro. Sem exceções, o teatro não aceita pessoas em pé, nem sentadas nos corredores.
Para imaginar o tamanho do sucesso, os fadistas Ana Moura e Antonio Zambujo tiveram que ser acomodados no camarote da diretoria.
Encantada que ficou com a apresentação de Gilberto Gil, a fadista Ana Moura convidou Gil para uma participação no show dela, aqui no Brasil. O fato me remete a uma apresentação de Bethânia, no mesmo palco, quando, já no camarim, quebrou o ritual conhecido e abriu as portas para a musa do fado, Amália Rodrigues.
Enquanto o veterano Tom Zé, 74 anos, num show na semana passada, no Circo Voador, no Rio, viu-se atingido por uma calcinha, jogada por uma espectadora, Gilberto Gil, em Lisboa, merecia grandes matérias nos jornais de lá. O jornal rasgou elogios até a seus tempos como ministro da Cultura.
Enquanto Tom Zé gostava e pedia mais, registrando-se uma verdadeira chuva de calcinhas no palco, Gil, bem mais sereno, apresentava-se no Centro Cultural Belém, num evento denominado Belém fora de si.
Gilberto Gil, embora animado, correspondeu à idade (69 anos e meio), não esboçava ou promovia alguma loucura coletiva ou qualquer coisa semelhante… apenas aplausos. Gil participou de um show apenas com artistas de fora do país.
Voltando ao Rio, Tom Zé delirava, pegava, cheirava as calcinhas e, ao final, tratou de recolher todas: “Que cheiro bom! É cheiro de mulher!” E levou todas embora, acomodando-as em seu apartamento em São Paulo.
Ao fato ocorrido em palco do Rio de Janeiro, a excêntrica Narcisa Tamborindeguy diria: “Ai que loucura!.
O cantor Gilberto Gil estará completando 69 anos no próximo dia 26 de julho.
O cantor, compositor e ex-ministro da Cultura brasileiro, Gilberto Gil, cujo nome completo é Gilberto Passos Gil Moreira, nasceu em 26 de junho de 1942, em Salvador Bahia.
Dispensa comentários quanto suas qualidades musicais, voltadas aos gêneros da MPB. Ele toca violão, guitarra e vai bem na percussão.
Poucos sabem, mas Gil sofreu influência dos Beatles, Stevie Wonder, João Gilberto, Henry Mancini, Bob Marley e Luiz Gonzaga, daí toda sua versatilidade. No popular, tem muito de um ídolo de juventude, Jackson do Pandeiro.
Para os que admiram o trabalho desse músico fantástico, basta visitar sua página oficial na internet, no link www.GilbertoGil.com.br.
Em 2009 Gil obteve a cidadania italiana, por seu casamento com Flora Giordano, neta de italianos.
Gilberto Gil nasceu no bairro do Tororó, em Salvador, na Bahia. Seu pai, o médico José Gil Moreira e sua mãe Claudina, em busca de uma vida melhor, mudam do bairro pobre da capital baiana para o interior do Estado, em Ituaçu, à época um lugarejo com cerca de oitocentos habitantes. Ali, Gil passou os primeiros oito anos de vida. Deste período o artista registra a influência das músicas ouvidas, sobretudo no rádio:
…os meus primeiros momentos de ouvir música, tudo se passou numa época em que Luiz Gonzaga, principalmente lá no Nordeste, onde eu vivia, lá na caatinga, era praticamente o canto mesmo da região…
Saiba mais sobre Gilberto Gil, enquanto dedico uma de minhas preferidas do cantor e compositor:
A referência vai ao cantor, compositor e ex-ministro Gilberto Gil que, quem diria, acaba de comemorar, em família, sua chegada aos 69 anos de idade.
Com tudo em cima e com fôlego e saúde para aqueles exageros nos palcos, o pai de Preta Gil está que está.
Autor de uma série importante de melodias de nosso cancioneiro, Gil prepara turnê com passagem por capitais brasileiras e ida ao seu país de preferência, a Inglaterra, onde tem prestígio em alta.
Gilberto Gil (foto com equipe do “Connecting South”) tido como operário padrão por Joyce Pascowicth, acaba de chegar ao Rio de Janeiro, depois de passar pela Amazônia, onde filmou o documentário “Connecting South”.
Gil passou por locações em Salvador, no carnaval, depois Austrália, África do Sul e Europa.
Com filmagens finalizadas, o lançamento deve ocorrer em março de 2.012.
Nesta quinta-feira Gil encontrou-se com a Banda dos Fuzileiros Navais para acertar o repertório de São João Carioca, que acontece no dia 12 de junho.
É que Gil irá dirigir o musical “arraial”, que conta com participação de Elba Ramalho e Caetano Veloso e outras figuras mais.
Em junho Gil participa também das festas de São João pelo Brasil afora e volta para a Europa em julho.
O ex ministro nunca trabalhou tanto, porém fazendo o que gosta.
Só para rezar depois de ajoelhar, mando uma de minhas preferidas do baiano Gil.
Uma linda montagem com “A paz” de autoria e com interpretação de Gilberto Gil:
Confirmada a presença de Gilberto Gil no show de abertura da Copa do Mundo de 2010, em Joanesburgo, na África do Sul. O espetáculo deve ter mais de três horas de duração e vai ocorrer no Orlando Stadium, em Soweto, com capacidade para mais de 30 mil expectadores. Toda a renda adquirida vai ser revertida para a “20 Centre for 2010″, que busca trazer melhorias para a África através do futebol.
O assunto está bombando e a presença de um cantor negro brasileiro, com forte laço à música afro no show que vai acontecer no dia 10 de junho, véspera da abertura da Copa do Mundo com o jogo entre África do Sul e México, no estádio Soccer City caiu como uma alegria aos brasileiros.
Além de Gilberto Gil, o show vai ter muitas estrelas da música internacional: a colombiana Shakira, o grupo norte-americano Black Eyed Peas, John Legend e a cantora Alicia Keys, que está praticamente certa, estão na lista.
Vamos a um de seus sucessos junto a Kaya N’ Gan Daya?
Um clique apenas na seta central da imagem abaixo:
Meio sumido do universo musical e mesmo da política, mas presente por sua imensa gama de boas músicas. Aliás, e de última hora: Gilberto Gil foi homenageado na última semana em Brasília.
Veja o que li no site O Fuxico:
“O danado do Gilberto Gil, que já foi ministro da Cultura, recebe hoje o Troféu JK, do Centro de Integração Cultural e Empresarial de São Paulo, no Museu Nacional, em Brasília.
O cantor e compositor está vivendo uma fase supergostosa com sua esposa Flora: curtindo pra valer seus netinhos.”
Gilberto Gil nasceu no bairro do Tororó, em Salvador, na Bahia. Seu pai, o médico José Gil Moreira e sua mãe Claudina, em busca de uma vida melhor, mudam do bairro pobre da capital baiana para o interior do Estado,[3] em Ituaçu, à época um lugarejo com cerca de oitocentos habitantes. Ali Gil passou os primeiros oito anos de vida. Deste período o artista registra a influência das músicas ouvidas, sobretudo no rádio.
…os meus primeiros momentos de ouvir música, tudo se passou numa época em que Luiz Gonzaga, principalmente lá no Nordeste, onde eu vivia, lá na caatinga, era praticamente o canto mesmo da região…
Com oito anos volta para Salvador, onde estuda no Colégio Maristas, e frequenta uma academia de acordeon. Quando estava no secundário, recebeu da mãe um violão e conhece o trabalho de João Gilberto, que lhe influencia de imediato.
Nos tempos de faculdade de Administração, Gil conhece Caetano Veloso, sua irmã Bethânia, Gal Costa e Tom Zé. Realizam a primeira apresentação na inauguração do Teatro Vila Velha em junho de 1964 – com o show “Nós, Por Exemplo”. Saiba mais clicando aqui.
Vamos a um de seus sucessos e sem dúvida uma das mais emocionantes de suas composições.
Um clique apenas na seta central da imagem abaixo:
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