Agora eu sei que vou

02/03/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

Procurei uma Where i go, mas não encontrei. Queria prestar homenagem a José Serra, que “nunKassab” pra onde vai.

Sua indecisão parou o Brasil por dias, até que enfim decidiu-se e promoveu um racha que vai de norte a sul do País.

Não se trata de abordar aspectos políticos por aqui. É que sua indecisão já foi demais e, à questão, merece um pit stop.

Bem feito para os políticos, pois a um simples acenar de cabeça de Gilberto Kassab e Serra foi a Buenos Aires com o filho, para decidir-se.

Lá, com um bom vinho de uva malbec, na Calle Florida, enfim decidiu-se.

O assunto está rendendo e só resolvi escrever a respeito aqui, neste espaço nobre para assuntos quase todos, menos políticos, em razão da imagem, que mostra um Serra mudando a cada segundo, como é de seu perfil.

O tema ainda merecerá alguma peça teatral no estilo comédia, tendo como base a indecisão talvez até diante do WC, tendo à frente um vaso e um bidê e por fim servindo-se da plataforma intermediária, na necessidade primária.

Mas o espaço é de arte e como tudo aqui termina em música, recorro a uma de Roberto Carlos e cantando ele com Gal, dando a entender que a estupidez de um não deixou o entendimento ao outro de que na verdade os dois morriam de amor.

Veja o que diz a letra: “sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo”. Se político morre de amor um por outro, duvida-se, mas entre os artistas sim e, recorro à letra para que seja ouvida com sentimento, mas se quiserem se remeter à indecisão de Serra, cai adequadamente a letra: “sua estupidez não lhe deixa ver”.

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Ressaca com decisão importante

21/02/2012 por

Passada a fase mais carnavalesca do carnaval, ou seja, a do carnaval turismo, já na ressaca, volta à tona a difícil decisão em São Paulo quanto a definição de indecisão de José Serra, que ao que indica tem como única resistência, dentre os pré-candidatos ávidos pelo acontecimento programado para 04 de março, José Anibal.

Está muito mais difícil decidir se será enfim José Serra o candidato dos tucanos ou um dos quatro que se inscreveram para a primárias.

O governador Geraldo Alckmin costura com os companheiros para que seja o seu “amigo” Serra o candidato tucano, pois entende que apenas ele tem hoje condições de bater Fernando Haddad, pupilo de Lula e Chalitta, indicado de Michel Temmer.

Mas está enfrentando resistência de José Aníbal, que insiste pelas primárias, combinadas e registrada em cartório faz algum tempo.

Os demais saberão entender quando José Serra anunciar sua decisão de concorrer. Só que, se Aníbal se rebelar, deverá ficar isolado.

A respeito, escreveu Josias de Souza: “José Serra tornou-se um tucano indefeso entre os dirigentes nacionais do PSDB. Antes, era criticado por priorizar um projeto presidencial que a maioria do partido rejeita. Agora, é espicaçado por demorar em assumir um papel para o qual o comando da legenda acha que ele está condenado: o de candidato a prefeito de São Paulo.

Entre o sábado de Carnaval e hoje (21), foram ouvidos três integrantes da Executiva nacional do PSDB. Batem em Serra à sombra, sob o compromisso do anonimato. Por que não assumem publicamente as críticas? Um dos entrevistados produziu uma tentativa de explicação: “Isso seria ruim para o partido e para o próprio Serra.”

Como assim? “Passaria a impressão de que não desejamos a candidatura do Serra em São Paulo. O que não é verdade. Mais do que querer, o partido torce para que ele represente o PSDB na eleição de São Paulo. O que a gente critica são os métodos do Serra. Isso já cansou. Ele tem de modificar sua maneira de fazer política.”

“Os dias passam e o Serra não dá uma definição”, queixa-se outro mandachuva do PSDB federal, iluminando o ponto que mais incomoda no estilo de Serra. “Todo mundo foi a ele. A todos o Serra disse categoricamente que não seria candidato. De repente, surge a novidade que todos suspeitavam que surgiria.”

Que novidade? “O Serra entrou na segunda fase. Passou a dizer que aceita ser candidato. Mas só se tiver isso, aquilo e aquilo outro. Mobiliza todo o partido. E só vai decidir no ultimo minuto. Essa é a tradição dele. O problema é que esse modelo de ação desagrega e desarruma o PSDB numa hora em que precisamos, mais do que nunca, de união e organização.”

O terceiro entrevistado declarou que, a essa altura, Serra já não tem “condições morais” de recusar a empreitada municipal. Por quê? “As sucessivas negativas dele levaram o PSDB de São Paulo a organizar uma prévia”. Refere-se à disputa interna marcada para 4 de março para escolher um entre quatro pré-candidatos: José Aníbal, Bruno Covas, Ricardo Trípoli e Andrea Matarazzo.

“Muito bem. Ao evoluir da negativa para a admissão, o Serra pôs em dúvida as nossas prévias. Vamos fazer? Vamos cancelar? Esse debate, enfraqueceu quem se dispunha a assumir a posição de candidato. Como poderia o Serra, agora, dizer que não quer? Eu digo que não pode. Digo mais: é bom que ele assuma a candidatura logo, antes dia das prévias.”

O crítico de Serra conclui o raciocínio: “Imagine o vexame que vai ser se o PSDB fizer as prévias, escolher um candidato e, depois, para atender aos caprichos do Serra, tiver de forçar o escolhido a renunciar à candidatura. Prévia é coisa séria. Não podemos fazer uma disputa de mentirinha.”

Unidos na crítica a Serra, os tucanos chegam a um consenso também ao analisar o potencial eleitoral do alvo. “Não acho que o Serra seja imbatível em São Paulo, mas ele é o nosso melhor candidato, não há como desconhecer”, diz um.

“Se nós perdermos em São Paulo, será uma merda grande para o partido. Até por isso, temos de disputar com o nosso quadro mais forte. Esse quadro é o Serra”, declara outro.

“Temos um problema de tempo de tevê em São Paulo. Precisamos atrair rapidamente outros partidos para nossa coligação. Esse problema será resolvido mais facilmente com o Serra do que sem ele”, avalia o terceiro.

A despeito de toda a inquietação, os dirigentes nacionais do PSDB não cogitam intervir na conturbada cena de São Paulo. Considera-se que cabe ao governador tucano Geraldo Alckmin conduzir o processo.”

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Just in time

15/02/2012 por

Por Renato Cardoso (*)

Um assunto pelo menos sobre política precisa ser inserido aqui sob o ponto de vista inclusão e exclusão.

Diz respeito aos tucanos, que vivem um dilema na busca de uma fórmula para lançar José Serra na corrida pela prefeitura paulistana e abortar as prévias preparadas há oito meses.

É que dirigentes do PSDB evocam a autonomia do comando municipal do partido para inscrever nomes até a véspera da consulta interna de 4 de março.

Serra concordando com os incisivos convites, faria com que o tucanato respirasse aliviado, pois com ele pré-candidato, de pronto poderia o PSDB contar com apoio do PSD de Kassab e do DEM, além do PSB de Márcio França, secretário de turismo do Estado de São Paulo.

José Serra, com sua eterna indecisão de reavaliar uma candidatura embola o jogo e tudo parece comédia, com gente grande da política fazendo figa pelo ex governador, para que ele queira sair candidato a prefeito da capital paulista mas não insista para ser candidato pelo partido a presidente da república em 2.014.

Veja como tudo está embolado: José Serra pode até ter razão desta vez por prolongar sua indecisão. É que tem um ingrediente a mais: caso ele queira sair candidato a presidente ou mesmo governador de São Paulo em 2.004, poderá ele, em tese, contar com as portas abertas por Kassab, que tem um sonho de consumo de ver seu partido, o PSD, comandando o estado mais poderoso da federação.

Tem um ingrediente a mais, conforme um dirigente do PSD: “Vai ser um inferno”. Isso porque as conversas entre Gilberto Kassab e o PT estão avançadas em torno da candidatura de Fernando Haddad. O prefeito de São Paulo disse a pessoas próximas que, a essa altura do campeonato, se sentiria “desobrigado” de apoiar Serra, embora essa não seja uma decisão fácil. No cálculo de Kassab, também está o cenário nacional.

Muito confuso até de explicar, mas o bom mesmo é ver o sofrimento dos políticos em torno de necessárias composições.

Política pode ser a arte dos encontros embora os muitos desencontros a que se obrigam seus atores, em determinados momentos, como o vivido no momento pelo tucanato.

Bem feito para todos.

(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.

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Twitter sobre José Serra rende demissão!

20/01/2012 por

Depois de fazer piada com José Serra em twitter oficial da Presidência, Funcionário pede demissão.

Na verdade tratou-se de um tweet humorístico no perfil do setor de imprensa da Presidência da República, que afinal acabou em pedido formal de desculpas.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social, um funcionário, não identificado, confundiu sua conta pessoal no microblog com o perfil da Presidência e postou a mensagem “Com a volta da Luiza, quem está indo para o Canadá é o Serra”.

O comentário era uma referência ao The Piaui Herald, uma seção de humor da revista Piaui.

O tweet foi apagado. Um pedido de desculpas foi feito pela Presidência:

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Paulo Renato: a competência generosa

28/06/2011 por

Paulo Renato: a competência generosa

Por José Serra (*)

Publicado no Estadão.com.br em 26/06/2011 sobre o ex-ministro Paulo Renato Souza, que faleceu na noite de sábado aos 65 anos

“Zé, vou te dizer uma coisa: poucas vezes estive tão bem, tão feliz, como agora.” Ouvi isso do Paulo Renato num momento do balanço de vida que fizemos na noite do domingo passado, no seu apartamento. O pretexto do encontro foi a reativação do Instituto Social-Democrata, que ele presidia. Mas esse tema exigiu pouco das três ou quatro horas em que lá estive.
Ele acabara de voltar de um hospital de Porto Alegre, onde fora acompanhar a mãe, que tinha sofrido uma cirurgia. O relato da viagem deu lugar a uma conversa descontraída, sem agenda, de amigos antigos e profundos, com um pouco sobre tudo – o estado das artes de cada um de nós, a situação dos filhos, episódios comuns do passado, pessoas que desapareceram prematuramente e até a saúde pessoal dele.

Ali estava o Paulo, fisicamente bem disposto, animado com o novo trabalho e, naquela altura da vida, sem amarguras ou ressentimentos, satisfeito com o que fizera pela educação no Brasil e em São Paulo, entusiasmado com a visita da sua filha mais jovem, que mora no México, com seus dois netos, mostrando-me até o quarto que tinha preparado para hospedá-los. Aliás, ele sempre foi um pai atento e carinhoso com seus três filhos.

Uma das virtudes do Paulo Renato sempre foi o espírito prático – estudar bem os assuntos, avaliar, fazer acontecer. Mostrou isso como aluno no curso de pós-graduação de economia da Universidade do Chile, funcionário qualificado da OIT na área de políticas de emprego, professor universitário, presidente da Associação de Docentes da Unicamp, membro da equipe da Secretaria de Planejamento, presidente da Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo), secretário de Estado, Reitor da Unicamp, gerente de operações do Banco Interamericano de Desenvolvimento e coordenador do programa de governo do candidato Fernando Henrique Cardoso na campanha eleitoral de 1994. Atuou da mesma maneira no MEC, na Secretaria da Educação em São Paulo e como deputado federal na última legislatura.

Ele tinha enorme capacidade para aprender questões novas para organizar propostas ou decisões. Lembro-me de dois exemplos menores, mas muito ilustrativos. Professor da Unicamp num certo período, coordenou pesquisas para a Coalbra, empresa federal presidida pelo Sérgio Motta, ainda no governo Figueiredo, em plena crise do petróleo, destinada a implantar fábricas de extração do álcool da madeira no Brasil! Num projeto sobre Reforma Tributária, começo dos oitenta, organizado por mim no Cebrap, coube ao Paulo uma das partes mais difíceis: diretrizes para distribuir 20% do então ICM entre municípios de um Estado, fora dos critérios do valor adicionado por cada um deles. Ele não era versado em sistema tributário, muito menos no tema que lhe coube: pouco conhecido, difícil, importante, mas chato. Em pouco tempo, porém, conseguiu sintetizar o assunto e fazer uma proposta engenhosa.

Paulo Renato foi o segundo ministro da Educação mais longevo de nossa história – durante os oito anos de mandato de Fernando Henrique Cardoso -, ficando atrás apenas de Gustavo Capanema, durante a ditadura do Estado Novo. Sua gestão fez enorme diferença para a educação brasileira. Ele conseguiu aprovar a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação e abriu o caminho para as grandes avaliações sobre a situação do nosso sistema de ensino, criando o ENEM e o SAEB, inicialmente tão hostilizados pelas corporações mais partidárias (e reacionárias) da área educacional.

Com sua equipe, Paulo Renato concebeu e implantou o Fundef – marco do reforço da educação básica no Brasil, e contra o qual votaram as bancadas do PT da Câmara e no Senado. O fundo levou mais recursos e descentralização para o ensino fundamental e associou-se a uma das fases de maior expansão do número de crianças na escola, que chegou no limiar dos 100% – ou seja, à universalização do ensino básico. Foram dele, também, o estabelecimento dos Parâmetros Curriculares Nacionais, o primeiro programa de disseminação massiva do Ensino Técnico no Brasil e a criação do programa Bolsa-Escola, que, junto com a Bolsa Alimentação e outros programas do período, deram lugar ao Bolsa Família. Note-se que o Bolsa-Escola partiu do zero e avalie-se, então, o tamanho da competência dos seus gestores iniciais, que o implantaram, com o ministro Paulo Renato à frente. Por último, apesar da badalação do governo Lula em relação às universidades federais, Paulo Renato pôde registrar que, durante o governo de Fernando Henrique, o crescimento de matrículas foi de 6% ao ano, contra 3,2% entre 2003 e 2008 – seis anos do governo seguinte.

No seu segundo período como secretário da Educação em São Paulo – tinha sido secretário também do Franco Montoro -, entre 2009 e 2010, quando fui governador, Paulo Renato construiu os pilares das reformas mais profundas em nível estadual já feitas no Brasil nas últimas décadas – iniciadas, diga-se, antes de ele assumir a secretaria por pessoas de sua equipe no ministério, como a Maria Helena Castro. Entre muitas outras coisas, foi introduzido o mérito – avaliado individualmente e por meio de resultados – como fator relevante de promoção e remuneração. Foi consolidado o programa Ler e Escrever (incluindo a elaboração de material didático para alunos e professores) e criada a Escola do Professor, que ministra quatro meses de cursos posteriores à aprovação de candidatos nos concursos do magistério, a fim de aprimorar suas condições pedagógicas.

Na secretaria, Paulo mostrou mais uma vez quatro outros atributos que marcaram sua vida pública: saber juntar gente preparada para acompanhá-lo; não temer dar-lhes oportunidades de realização e prestígio; manter-se calmo em momentos difíceis e ter coragem de impulsionar mudanças complexas e fundamentais, correndo riscos e enfrentando interesses. Não se creia que era politicamente inábil. Ao contrário, sabia persuadir e negociar com adversários, até em razão de sua atitude de respeito aos outros, paciência infinita e personalidade cordial, sem falar do seu espírito prático. Oitenta por cento das tensões havidas na área educacional durante essa fase das reformas deveram-se a motivações puramente eleitorais, em face da sucessão presidencial e estadual.

No encontro de domingo à noite, evocando sua passagem pelo Institute for Advanced Study de Princeton, onde eu morava e trabalhava, durante todo o verão de 1977, Paulo lembrou da motivação original da viagem: operar os olhos de dois de seus três filhos, feridos pela explosão de um artefato deixado num lugar descampado pelo militares que promoveram o golpe de 1973 no Chile, em alguma de suas ações de controle de território ou pura repressão. Num passeio campestre de toda a família, em 1975, ocorreu a tragédia, por sorte sem consequências graves no longo prazo.

Eu sugeri que ele escrevesse sobre esse período (e outros) de sua vida e relatasse, do seu ângulo, a experiência que viveu no Chile do general Pinochet, incluindo suas ações de solidariedade aos perseguidos na época, como eu próprio. Ele respondeu que seria até prazeroso fazê-lo, que já tinha até pensado em anotar fatos e ideias. Quis a fatalidade que isso agora fique por conta dos seus amigos. O relato de uma vida que fez tanto bem ao nosso povo.

(*) José Serra, o autor, mantém na web o site www.joseserra.com.br

 

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Políticos entre tapas e beijos

16/04/2011 por

Políticos entre tapas e beijos

Se alguém duvidava da saída de José Serra do PSDB, com mira no PSD, criado e fundado por Gilberto Kassab, vai uma bomba: num encontro com Dilma Rousseff, Kassab avisou à presidente que, caso José Serra seja candidato a prefeito de São Paulo ou a governador, não terá como ficar contra ele.

o prefeito Gilberto de pronto ouviu da Presidenta: “E se ele for candidato à Presidência da República?” EAo que Kassab, bem humorado, respondeu: “A gente manda interná-lo num hospício”.

Essa conversa chegou aos ouvidos de Serra que, não resistindo, perguntou a Kassab: “Você falou isso mesmo?” E o prefeito, com nova dose de humor: “Falei. E já é para chamar o pessoal para vir buscar?”

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Pra não dizer que não falei

03/03/2011 por

Pra não dizer que não falei

A gravação do primeiro programa de Hebe Camargo para a Rede TV está rendendo e como!

Claro que a ausência de Marcelo Carvalho e Luciana Gimenez foi sentida (estão em Nova York, onde ela deu à luz seu segundo filho, Lorenzo).

Sem Gimenez, abriu-se espaço para maior exposição para Daniela Albuquerque e Amilcare Dallevo, que fez um speech no começo. À certa altura da gravação, Hebe chama Daniela para subir no palco, ela finge estar surpresa e, claro, sobe e fica lá dez minutos (a rivalidade entre ela e Luciana Gimenez acabou afetando a sociedade dos maridos). E Daniela lembrou “seu sotaque de Campo Grande” quando chegou à emissora.

Luan Santa, esse fenômeno musical, também participou da gravação do programa de estréia de Hebe na Rede TV!. Quando chegou suz vez, disse pra todo mundo ouvir que guarda, numa espécie de grande aquário, souvenirs que suas fãs jogam no palco em suas apresentações. O maior volume é de ursinhos de pelúcia e calcinhas, de todas as cores e modelos. Depois, vira e mexe, ele senta ao lado e fica admirando.

Ainda sobre a grande noite de gravação do primeiro programa de Hebe, entre os convivas Maria Lucia e o governador Geraldo Alckmin, Mônica e o ex-governador José Serra e o ex-chefe da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu (isso, na mesma mesa). Do palco, Hebe chamou Lu e Mônica de “minhas duas primeiras-damas”. E nas conversas da mesa, à certa altura, Dirceu perguntou a José Serra se ele ia sair mesmo candidato a prefeito de São Paulo, no ano que vem. E Serra: “Nada disso. É fofoca”.

(* Num “up grade” cultural, chegamos a Ferreira Gullar, que foi convencido por José Sarney a disputar a vaga de Moacyr Scliar na Academia Brasileira de Letras. Depois de menos de 24 horas, recuou e avisou que estava fora. Antonio Torres e Merval Pereira, rapidamente, já inscreveram suas candidaturas. Há anos, no Jornal da Poesia, Gullar disse que a Academia “é uma instituição anacrônica, sem função alguma, meramente consagratória”. De quebra, esculhambou, em grande estilo, o fardão e a espada.

(*) Pasmem, mas Tirica agora é membro da Comissão de Educação da Câmara Federal. E fiquem ainda mais pasmos, considerando que entre os 41 deputados federais escalados para a comissão que estudará leis que irão disciplinar o financiamento público de campanhas, estão figuras mais do que investigadas: Paulo Maluf, Valdemar Costa Neto, Eduardo Azeredo, Jaqueline Roriz (filha de Joaquim Roriz), Almeida Lima (defensor de Renan Calheiros) e até Newton Cardoso. Virou deboche?

(*) Gosto da casa, mas que é cara, todos sabem. A churrascaria Fogo de Chão, onde ninguém sai de lá sem deixar, pelo menos, R$ 170,00, já encontrou local para instalar sua primeira casa no Rio de Janeiro. Em contra partirda, o tradicional Porcão prepara seu desembarque em São Paulo. Lá fora, também há uma guerra, começando por Miami, onde o Porcão se instalou logo depois da chegada do Fogo de Chão. E dá-lhe picanha com bife de chouriço.

(*) Lula agora é carnavalesco. Em São Paulo, no desfile da Tom Maior, domingo último, no bloco que abre o carnaval na cidade (a escola apresenta um enredo sobre o município de São Bernardo), além das fantasias que Lula e Marisa Letícia usaram, a surpresa ficou por conta do deputado Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), que sau no chão, de passista. Também desfilaram o cantor Frank Aguiar e o prefeito da cidade e ex-ministro Luiz Marinho.

Novidade: Lula não deverá assistir o desfile das escolas no Rio e já avisou o governador Sérgio Cabral. A patroa acha que ele ficará muito cansado.

(*) O ex-presidente José Alencar, internado na UTI do Sírio-Libanês, em São Paulo, está com condições de saúde inspirando cada vez mais cuidados especiais. Mesmo com recomendação para não se preocupar mais com assuntos da política e de governo, queria porque queria saber do resultado da reunião do Copom, que aumentou a taxa básica do juro (Selic) em 0,5%, fixando o novo patamar de 11,75% ao ano, o mais alto dos últimos dois anos. Depois de muita insistência, Alencar ficou sabendo: “Eles não aprendem: vai começar tudo de novo”.

(*)  Durante o café da manhã, a presidente Dilma tem por hábito ler as principais notícias do dia e ontem, no clipping que recebeu, tod depois de andar o equivalente a dois quilômetros ao lado do cachorro Nego, viu a informação de que Lula havia recebido R$ 200 mil por uma conferencia de 40 minutos (com trechos de auto-estima e louvores aos produtos da coreana LG) em São Paulo. Depois, na hora do café, comentou com Antonio Palocci pelo telefone: “Será que um dia eu vou receber metade disso por uma palestra? Não sou boa de auto-ajuda”. E Palocci: “Mas a presidente é a diva do powerpoint”.

Para os profissionais de marketing da coreana LG, o cachê de R$ 200 mil pago ao ex-presidente Lula, esta semana, por sua palestra de estréia, na analise do custo-benefício, proporcionou o maior retorno da história da empresa do país. A foto do ex-presidente falando, numa pequena tribuna, com a marca LG na frente e atrás, bem maior, saiu na maioria das primeiras páginas de jornais de todo o Brasil, fora cobertura pela televisão. Em muitos periódicos, mais uma foto nas páginas internas.

Por hoje está bom, né?

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Não tem como você ficar por fora dessas

22/09/2010 por

amauryjr2New York, New York

Estou doido para ver os novos musicais da Broadway, detalhadamente divulgados pelo meu amigo Amaury Júnior (desde tempos de Rio Preto – foto), em seu prestigiado programa.

Os que estão sendo anunciados para a temporada deste ano, são quase todos inspirados em filmes de sucesso. Os produtores acreditam que essa é uma saída para arriscar menos. Deverão estrear os musicais “Mulheres à beira de um ataque de nervos” (filme de Alomodóvar), “Prenda-me se for capaz”, que foi filme de Steven Spielberg, com Leonardo DiCaprio, “Sister Act”, que vem de Londres e é a versão do filme “Mudança de Hábito”, com Whoopy Goldberg e “O Homem-Aranha”, com música de Bono, do U2.

Bauru sai na frente

Já não vejo mais novidades nos debates entre candidatos à presidência e mesmo ao governo de São Paulo. De tanta exposição, eles já dizem a mesma coisa.

Só que Bauru inova e sai na frente, ao propor, pelo respeitado Jornal da Cidade , em parceria com a TBR e Renato Cardoso, Soluções em Comunicação Digital, o debate com candidatos a deputado federal.

Na verdade tratam-se de dois eventos ligados, sendo o primeiro dia 27 e o segundo dia 28 de setembro. Estuda-se a realização de um terceiro, só com candidatos a deputado estadual, e esses rigorosamente com seus títulos de eleitor registrados em nossa cidade.

Romário quase deputado e um propenso empresário (tudo se ajeita)

O novo amigo do ex e controvertido jogador Romário, agora em forma de candidato a deputado federal e com possibilidade de ser um dos mais votados no Rio de Janeiro, é nada menos que o empresário Abílio Diniz.

Esteve por São Paulo, mas certamente não veio para comprar as empresas de Abílio: apenas queria ouvir conselhos para quando pendurar as chuteiras e trabalhar como empresário de futebol e outros eventos esportivos, com sua nova firma 9INE, em parceria com Marcus Buaiz e o grupo britânico WPP.

Como não tem ido bem nos negócios, e teve até seu super apartamento penhorado por conta de dívidas, sei não no que vai dar, mas veio, a propósito do encontro com Abílio Diniz, saber como conduzir seu novo empreendimento, pois já estabeleceu uma meta: R$ 50 milhões de faturamento nos primeiros quatro anos (que em tese coincidem com seu quase certo mandato). Fui longe?

Não quero sugerir nada, mas conciliar negócios com o que temos visto na política, em termos de sucesso, tudo é possível.

Bauruenses se encontram no Facebook

Das mídias digitais, a que mais curto é o Facebook. Pelo www.facebook.com.br estou revendo amigos que não via há anos e muitos espalhados por esse mundão todo.

Muitos outros conquistados pelo blog de relacionamento. Mas o que é mais legal mesmo, vem a ser a interatividade. Todos opinam nos posts de todos, desde que aceitos como amigos, é claro.

A propósito, convido-os a seguir-me pelo Twiter, clicando aqui. Preciso chegar logo a dez mil followers.

Queijo e marmelada e sem farofa

Adoro a comida típica mineira, mas de farofa, nem tanto.

Nada a ver com a insinuação acima, mas o todo poderoso Lula resolveu deixar seu ex-ministro Hélio Costa, candidato ao governo mineiro, entregue à própria sorte (está nove pontos atrás de Antonio Anastásia), candidato pelo PSDB e apoiado por Aécio Neves.

Para quem pensa que Lula está ligado aos tucanos em Minas, engana-se, pois a história tem a ver com o que de pior ocorrerá depois das eleições, caso se confirme a eleição de Dilma: o poder de fogo do PMDB no futuro governo. Lembremos que um governador por Minas Gerais terá muita força no próximo cenário político.

Diante da triste situação (para Hélio Costa), Lula quer que o comício de final de campanha de sua pupila, dia 27, aconteça mesmo em São Paulo, no Sambódromo, numa derradeira tentativa de alavancar a candidatura de Aloizio Mercadante ao governo paulista.

No mesmo dia, estará acontecendo o comício de José Serra, no Moinho Santo Antonio, no bairro da Mooca, em São Paulo, onde ele foi criado.

Paola Daré Braga se prepara

Enquanto o maridão, Carlos Braga, está que é pura correria visando uma cadeira na Câmara Federal, sua esposa, a amazona Paola Daré Braga, concilia o apoio ao marido em termos de campanha eleitoral e treina visando conquistar o primeiro lugar do ranking entre praticantes do hipismo rural em nível nacional.

As provas já estão marcadas para 09 e 10 de outubro, em Ribeirão Preto.

Vem chumbo grosso pelaí

O PSDB parte para o tudo ou nada na corrida presidencial. Acompanhem pela internet os sete comerciais criados pelo marqueteiro Adriano Gehres, a pedido do partido e que ganharam a aprovação de José Serra.

Muda totalmente a forma de fazer campanha pela web e visa mostrar o Brasil verdadeiro, que sutilmente o Jornal Nacional está exibindo, mas ninguém liga os fatos.

Luiz Gonzáles, marqueteiro oficial, não quis que fossem exibidos no horário eleitoral: achou que chocam com a estratégia que criou para a campanha. Aí, o próprio Sérgio Guerra, presidente do PSDB, mandou colocar os comerciais no YouTube. Adiantando e já incomodando muitos, é só acessar clicar aqui e ir acessando os vídeos de um a um.

Netinho não pode ser o Obama brasileiro

Comecemos por Barack Obama: atleta, culto, bom marido que não bate na esposa (estão em atrito no momento, mas por conta do excesso de trabalho na Casa Branca) e muito envolvido em causas sociais, além de uma bela trajetória política.

O pagodeiro Netinho de Paula (PCdoB-SP), que se apresenta como bom mocinho, com fala mansa, fez média já em forma de campanha no quadro “Cinderela por um dia” e tem em seu currículo, escancarado pela internet, pelo menos dois tristes episódios (dos que podem ser comentados): a surra que deu na esposa e o direto que deu no Vêsgo, do Pânico na TV.

Mas, como no Brasil dos desinteressados tudo é possível, Netinho aposta que sua votação para o Senado, além de superar Marta Suplicy, será muito maior do que sinalizam as pesquisas. E “essa massa de votos” lhe dará, supostamente, o direito de postular a Presidência da República, conforme tem afirmado.

Netinho acredita que poderá ser um “Obama à brasileira”. Aí eu me mudo pra a Nigéria.

Querem ver o soco no Vêsgo, do Pânico na TV? Vai a seguir:

A eleição preocupa segmentos sérios da sociedade

A CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tem feito sua parte e segue rigorosamente a sequência de “Evangelhos do Dia” (clique aqui para conhecer).

Fiquei impressionado com “a palavra sagrada” desses dias, que em resumo transmitiu que não podemos adorar a dois senhores, Deus e o dinheiro.

No dia seguinte, a Homylia foi muito apropriada aos maus políticos.

Só que já tem gente por aí dizendo que os sacerdotes têm dito aos fiéis para não votarem em Dilma Rousseff (não é verdade).

Apenas a informação sutil: agora, orações são inspiradas em textos do “Evangelho segundo Matheus” e em “Cartas de Paulo a Timóteo”, que pedem perdão para os maus governadores e abrem fogo contra a corrupção (que já corria solta, desde aquela época).

Eu faço coro.

PT quer salvar Cuba e com nosso dinheiro

Claro que o que contribuo à Receita Federal vai muito pouco para o bem estar dos brasileiros e muito para os países com os quais Lula mantém relação para fins políticos e visando o alto comando (além do destino aos bolsos da maioria dos políticos, é claro).

Imaginem que agora o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, está convocando grupos brasileiros a ajudar novas e pequenas empresas em Cuba, que deverão absorver os 500 mil funcionários que estão sendo demitidos do setor público.

Concordo que precisamos ajudá-los, mas levemos em conta o desmando que corre solto na era Fidel, lá na “Ilha” (conforme livro de Fernando Moraes) redundando no estado crítico em que se encontram os cubanos.

Mas quanta inverdade e demagogia, pois o partidão defende o modelo adotado por Fidel, enquanto os intelectuais do partido moram em Paris. Cubanos querem sair de lá e os Castros não permitem. Lula adora Cuba, mas não deixa que mostremos imagens do triste quadro, lá vivido.

E vem o Amorim dizendo que acha que, sem apoio, eles poderão ir para a economia informal. Na formalidade, contribuirão com pagamentos de tributos para os cofrinhos de Fidel, não acham?

A convocação de Amorim beira a hilariedade porque o Brasil não é o melhor professor na área: tanto que, com todo o crescimento alardeado, 40% do mercado de trabalho brasileiro sobrevivem na informalidade.

Por que nossa legislação permite candidatos bizarros?

Não consigo engolir Tiririca, Maria Pêra e tantos outros (mesmo muitos tradicionais).

Imaginem que entre os candidatos bizarros, que assolam as próximas eleições, no Rio, tem uma Leninha, que disputa uma cadeira na Assembléia Legislativa de lá pelo PSOL, cuja mensagem no horário eleitoral não pode ser mais direta: “Chega de carregar balde”. Pode?

Marina Silva sim é filha do Brasil

Marina Silva só usa alguns produtos naturais feitos na Amazônia, de onde vem também seu xampu para cabelos, devido sua alergia. Engana-se quem acha que a candidata à presidência pelo PV é usuária dos produtos da Natura, empresa de seu vice, Guilherme Peirão Leal.

Marina Silva também não come qualquer tipo de carne. Na campanha, quando enfrenta o prato, escapa rápido para a área dos vegetais. Não toma bebida alcoólica (nem vinho) e suco, só se for natural e cada vez que entra num ambiente que tenha carpete novo, é acometida de crise alérgica que, literalmente, faz com que perca o rumo. Guilherme Leal até brinca: “E doce, só de vez em quando: ela tem medo de engordar!”

Só pra sacanear

Dois cantores da música popular entram na briga em favor dos que não querem a corrupção que aí está: José Ramalho e Ana Carolina.

Na web, Ana Carolina lê um texto de Elisa Lucinda, que vai em protesto contra a corrupção no Brasil. No final, apesar de tudo e do ceticismo geral na nação, a cantora avisa: “Vou ficar ainda mais honesta, só de sacanagem”.

Para quem não viu e ouviu a mensagem, segue ela a um clicar na seta central da imagem abaixo:

Up para o cinema nacional

Reis e Ratos, novo filme de Selton Mello sobre um agente da CIA que vive no Brasil na década de 60, saltou com seu orçamendo de R$ 2 milhões para R$ 5 milhões. Mas será mais uma bela produção, sem dúvida.

O projeto está em fase de captação no mercado e ele acredita que possa estrear no segundo semestre do ano que vem. No elenco, também confirmados Cauã Reymond, Rodrigo Santoro e Seu Jorge.

Sinceramente, pelo que tenho visto em nossos cinemas, os nacionais em nada perdem para as produções americanas e de poucos outros países. Tomemos como exemplo o filme “Nosso Lar”, que é show em todos os sentidos. Uma super produção com direito a Oscar até em efeitos especiais, pelo “croma” inserido, que dá ao filme um lindo e calmo visual.

UTI do Sírio Libanês tem muita gente grande

Passaram por lá Orestes Quércia e Romeu Tuma, então candidatos ao Senado Federal (Tuma ainda insiste na corrida).

Agora, quem está na UTI do Sírio-Libanês é o economista e presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, que no começo da semana, sentiu-se mal e foi internado e submetido a um cateterismo. Não houve qualquer complicação mas ele está sob observação. Belluzzo já estava em tratamento para controlar o colesterol e a hipertensão.

A saída de Rubito

Corre solto por todos os cantos comentários sobre a saída brusca de Rubens Rubito do “staf” de Rodrigo Agostinho.

Tido como homem forte na atual administração, assim do nada Rubito foi exonerado (ou teve seu pedido de exoneração aceito). Isso tudo enquanto ainda se comenta o estranho posicionamento duplo do ex-Secretário para Assuntos Jurídicos da Prefeitura Municipal, Luiz Pegoraro Filho.

A Homylia do padre bateu em cheio: não se pode servir a dois senhores (Deus e dinheiro).

Hebe quer se mostrar

A apresentadora do SBT, Hebe Camargo, tenta conseguir patrocínio de R$ 750 mil para a gravação de seu primeiro DVD (o show começa dia 27 de outubro no Credicard Hall, em São Paulo e a continua no Rio).

Depois das bem sucedidas “quimio”, a veterana apresentadora de 81 anos avisa que, no desfile da Beija-Flor, no carnaval do ano que vem, que terá enredo sobre a vida de Roberto Carlos, usará “um maiô transparente”.

Uma informação: após vencer o câncer que a acometeu, Hebe continua tomando seus remédios e “umas vodquinhas de vez em quando”. É assídua freqüentadora do Club A, mais badalada casa de São Paulo.

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Uma sala de informações

05/09/2010 por

soniabragabonstempos

(*) Sonia Braga

Alguns bauruenses participaram de um filme internacional com a então bela e exuberante Sônia Braga (foto de bons tempos). Foi em Ouro Preto, quando um grupo lá estava, por acaso, em forma de excursão e hospedados em “repúblicas”, bem ao estilo mineiro e tradicional.

O filme, lembro-me bem, é “Luar sobre Parador” e a gata do tempo fazia papel de primeira dama. Os bauruenses estavam na grande platéia, dando salva ao imperador e com nossa “Bié” ao seu lado (ganhamos sanduíches).

Só que o tempo passou também para ela, que está para participar da série As Cariocas, da Globo, baseada no livro de Stanislaw Ponte Preta, com direção de Daniel Filho. Antes, havia combinado sua volta às novelas com o autor Silvio de Abreu, com quem se encontrou em Nova York. Mas, na hora que foi acertar o salário que receberia em Passione, pulou fora: a Globo lhe ofereceu R$ 10 mil mensais brutos. Aí, reclamou: “Eu não posso ganhar menos do que eu ganhava há dez anos”.

(*) Lula vai longe

Certo de Dilma eleita, o Presidente Lula avisa a quem quer ouvir, que pretende transformar a coligação de 10 partidos que apóiam a candidatura da ex-ministra (PT-PMDB-PCdoB-PDT-PRB-PR-PSB-PSC-PTC-PTN) numa frente única, semelhante à Frente Ampla do Uruguai. Todos os partidos continuariam existindo, mas concorreriam às eleições verticalmente, com uma só direção e estrutura, atuando em forma de bloco no Congresso.

Claro que no comando estará ele, com pleno poder.

Na mão da idéia, Dilma quer propor ao Congresso essa frente que considerada estratégica.

Equivale dizer que Dilma ganha mas não leva tudo, pois em caso do governo dela sair dos trilhos, o bloco seguraria a presidenta na coleira. O único problema é que, até agora, Lula não combinou nada com o PMDB. E vai pegar pesado quando chegar esse momento.

(*) A fortuna de Eike

Uns poucos brasileiros que assistiram a estréia de Marília Gabriela no comando do programa Roda Viva, da Cultura de São Paulo, ficaram abismados com a declaração de fortuna do bilionário Eike Batista.
Na internet corre solto um artigo que faz menção ao início de tudo, em período de regime militar, com o pai em posição estratégica na cúpula de mando. Fica fácil ficar rico caso tudo aquilo seja “vero”.

Mas falou-se em milhões no programa e, quando foi perguntado sobre quanto pagara de imposto de renda este ano, não deixou por menos: “Entreguei à Receita Federal um cheque de R$ 670 milhões. O registro da quitação teve que ser feito em São Paulo porque faltou zero no equipamento do Rio”.
Precisa de “bolsa família?”

(*) Beyoncé do Brasil

Até que Ivete Sangalo estava gostando da comparação dada a ela como a Beyoncé do Brasil. Estava, até que alguém emendou: “um pouco mais roliça”. Ivete não gostou.

Mas foi em frente e arrasou para brasileiros que lotaram o Madyson Square Garden e muitos americanos, que sairam entusiasmados com tamanha qualidade de apresentação musical e muita energia.

(*) Católicos atenção

Está de encher os olhos o trabalho realizado pelo time do Censo, que faz pesquisa a bordo de um mini computador e imputa os dados ao final do dia num único data center.

Estou certo de chegarmos a um resultado surpreendente, com detalhes ricos para o planejamento de nosso Brasil que está por vir.

A CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a propósito, está pedindo aos padres que bem orientem seus fiéis na hora de responder no quesito religião. Cada entrevistado deve esclarecer que é católico apostólico romano.

Só para esclarecer: no último Censo apareceram variações como “católicos carismáticos”, “católicos pentecostais” e outras que a CNBB reconhece apenas como movimentos. Os bispos acreditam que esses novos rótulos foram responsáveis pela diminuição nas estatísticas oficiais do número de católicos brasileiros.

(*) UTI de políticos

Orestes Quércia, Romeu Tuma e também José Dirceu se afastaram da campanha eleitoral em São Paulo por motivos de saúde.

Pouco se comenta sobre José Dirceu que tem um filho na disputa e com chances de ser um dos mais votados. Ele vem sofrendo crises de hipertensão arterial, sem que os medicamentos inicialmente prescritos (agora, mudaram) tivessem feito qualquer efeito. Seus médicos recomendaram repouso, nada de grandes emoções e campanha, só pela internet.

(*) Calcinhas na eleição

No Rio de Janeiro, Lindberg Farias, apelidado de lindinho, joga calcinhas do palanque às fãs eleitoras, que não têm resistido e repetem gesto até então exclusivo do cantor Wando (censurado).

O lindinho está empatado em segundo lugar com César Maia (DEM), tendo à frente o bispo da Igreja Universal, Marcelo Crivella (PRB).

Acreditem, para deputado federal, Anthony Garotinho é disparado o favorito, seguido por Romário e para deputado estadual, Wagner Montes, que tem programa na Record de lá e deverá ser campeão de votos. Em segundo lugar, Clarissa Garotinho.

(*) Do Rio para Minas Gerais

Aécio Neves está conseguindo reverter a campanha e aumentando as chances de Antonio Anastásia ser reeleito governador (e ele e Itamar Franco vencendo para o Senado).

A sobra ficará para Dilma Rousseff, se eleita, pois terá de arrumar mais ministérios para os derrotados, Patrus Ananias, Fernando Pimentel e, claro, Hélio Costa, que até gostaria de voltar à pasta das Comunicações, que está reservada para Franklin Martins.

Só que o PT nacional nem se importa muito se Hélio Costa for derrotado: aumentaria muito o poder do PMDB no futuro governo.

(*) O livro bombástico

Confesso que mudei de opinião depois que li um rico comentário sobre o livro que irá revelar coisas até hoje por debaixo dos tapetes do poder, escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior.

Na coluna de Paulo Henrique Amorim apenas alguns detalhes, que nos levam a supor que o candidato José Serra deu início às arapongagens, em novembro último, mandando rebuscar a vida íntima de Aécio Neves.

Como quem não está nem aí e nem espera o estouro de informações pelo livro (O PT quer que seja lançado antes das eleições), seu staff está levantando empresas ou outras fontes de pagamento desses profissionais, cujos espaços estão sempre abertos aos dossiês e demais denúncias enviadas pelos aloprados.

Não deixe de se informar a respeito pelo blog www.visoesdiversas.com .

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Vejam o que deu de errado na campanha de José Serra

16/08/2010 por

marcosponteserenato
O publicitário Renato Cardoso (aqui em foto com Marcos Pontes) faz um balanço quanto a série de equivocos cometido por José Serra e sua equipe, desde o lançamento do seu nome para concorrer à presidência da república.

No site www.visoesdiversas.com , Renato Cardoso, diz que a notícia que José Serra não esperava é a de estar em desvantagem com relação a Dilma Roussef em 8%, a dois dias do início da campanha eleitoral pelo rádio e televisão.

Planos tucanos iam em direção de um empate pelo menos técnico entre os dois. Mas a confirmação pelos três principais institutos de pesquisa deixa de FHC e um tucano iniciante em situação de pânico nessa fase da campanha.

Mas não apenas essa posição incômoda vai fundo e vira de perna pro ar os estrategistas do PSDB. Todos os planos que José Serra traçara para sucessão de 2010 deram errado.

Saiba mais em www.visoesdiversas.com

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Dando o que falar

15/08/2010 por

Até a revista The Economist classifica Dilma Rousseff de “neófita política. Completa: é uma assessora e burocrata quase desconhecida há apenas alguns anos, que nunca disputou, muito menos venceu, uma eleição” e que “não tem nada de carisma e oferece respostas de meia hora para perguntas de uma linha”.

Garante a revista que, não fosse pelo poder de Lula, José Serra “deveria vencer sem suor”.

O jornal argentino La Nación, que também acompanha as eleições do lado de cá, dedica uma nota à altura do penteado de Dilma e faz associação à calvície de José Serra, acabando por definir: “É um cabelão de combate para tentar assustar o adversário desprotegido”.

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Várias, pinçadas aqui e ali

08/08/2010 por

Tadinho do pai

Um lado digamos familiar entre os concorrentes à presidência da república dia respeito a José Serra, ou melhor, sua filha Em São Paulo, no começo da noite de quinta-feira passada, quando aconteceria, mais tarde,, Mônica Serra, que acompanhou todo debate pela TV Bandeirantes dando o trato carinhoso a ponto de ser flagrada abraçada ao candidato em um dos breaks.

Dia desses empurrava o carrinho de compras no supermercado Casa Santa Luiza, na região dos Jardins e brincava: “O futuro presidente tem que estar bem alimentado”.
Atentado à decência

A CNN Ganha exibiu uma matéria especial, re-exibida inúmeras vezes, sobre a pretensão do governo brasileiro de tentar mudar a maneira como a ONU deve trata as violações de direitos humanos no mundo. A propósito do assunto, o Itamaraty enviou carta a todos os membros da organização propondo que a ONU evite censurar publicamente regimes autoritários. A denúncia pública é considerada a principal forma de pressionar um país acusado de atentar contra direitos humanos a mudar sua conduta – e o Brasil quer impedir isso. Uma absolutamente por dentro e, por aí, o país defenderá o diálogo com regimes totalitários do planeta no Conselho de Direitos Humanos, que começa no fim do mês e termina no ano que vem. Resumo da ópera: Lula quer que a ONU mantenha com os tiranos do mundo as mesmas relações que ele mantém. Faz sentido.

Gota final

Mick Jagger e sua ex-mulher e ex-modelo Jerry Hall resolveram quebrar o silêncio, depois de mais de dez anos de divorciados. A revista Tatler, culpa a brasileira Luciana Gimenez (com a qual Mick teve um filho, Lucas) de ter sido “a gota final” do relacionamento entre eles.

Jerry é mãe de quatro filhos de Mick: Elizabeth, James, Georgia e Gabriel. Ela lembra que, como o havia ajudado a se livrar das drogas “e a traição fazia parte do vício”, acreditava que ele iria superar suas “escapadas”. Quando teve um filho “com outra pessoa, eu finalmente desisti”.

Esperando a hora

Isabel Allende, 68 anos, sobrinha de Salvador Allende, deposto e assassinado nos anos 70 no Chile, pelas tropas de Pinochet, não escondeu que tem sonhos eróticos com Antonio Banderas. Papos como este aconteceram na 8ª Flip – e com doses sensuais. Depois, sobre as passagens de sexo em seus livros, não deixou por menos: “Às vezes rio, às vezes choro, às vezes gozo quando escrevo. E estou esperando minha mãe morrer para escrever um livro realmente erótico”. Ah, ela é prima de José Serra.

Êita o cara de Mônica Veloso

Renan Calheiros (PMDB-AL), candidato à reeleição no Senado (renunciou à presidência da Casa, acusado de relações incestuosas com a Mendes Junior e por conta do affair Mônica Veloso), acaba de ganhar um depoimento especial do senador Delcídio Amaral (PT-MS), relator da CPI do mensalão, para colocar em sua propaganda eleitoral. Diz Delcídio: “O Renan é um camarada extremamente competente e tem um lado confiável. É amigo para toda hora. Você liga para ele de manhã, de madrugada e ele está sempre disponível”.
Não está faltando comentar mais nada?

Cervas

O americano Randy Mosher, depois de lançar o livro Tasting Beer na 8ª Flip, quer passar uns dias no Rio e experimentar novas marcas brasileiras, ganhando maior inspiração para o próximo livro que está escrevendo, 1001 Cervejas para tomar antes de morrer.
Uma ótima forma para viver os dias que resta. Mas, além de escritor, Randy é respeitado designer de rótulos de cervejas de todo o mundo. Mais: em Paraty, ganhou um jantar com frigideira de siri preparada com biribiri, mais farofa de coco, paçoquinha de cacau e frutas títpicas. Tudo acompanhado de cerveja, claro.

Segredo

Dúvidas quanto ao atual estado de saúde de Fidel Castro. Há quem afirme (até nos meios diplomáticos), que essa reaparição poderia estar ligada a uma mágica poção, já preparada na ilha e sem nenhuma participação dos tradicionais especialistas em voodoo de Cuba. A base – surpresa – seria brasileira. O presidente Lula estaria lhe enviando, com regularidade, uma espécie de elixir de catuaba. Se a moda pega…

Festival da ficha suja

Os escritórios de advocacia especializados em legislação eleitoral estão faturando muito com o festival de processos ligados ai “ficha suja”, que assola o país. Estima-se que são mais de 450 candidatos passiveis de impugnação em todo o Brasil, com São Paulo em primeiro lugar, seguido de perto por Maranhão e Ceará. Rio, Goiás, Rondônia e Bahia englobam o bloco do meio e o de menor volume de nomes que podem ser impugnados é Tocantins. Os especialistas em legislação eleitoral atuam em duas etapas: primeiro, no currículo apresentado aos TREs e depois, no recurso ao TSE.

Debate treino

Assim está sendo chamado o primeiro debate dos candidatos à Presidência,realizado na semana passada, na Bandeirantes, que teve três pontos de audiência média (a Globo teve 30 pontos na transmissão de São Paulo e Inter). Ou seja: esquentamento, treino e oportunidade para avaliações e correção de rotas.
Êita

José Luis Datena, em razão de suas brincadeiras com Renata Fan não foram bem compreendidas e as relações entre eles passou a ser meramente profissional. Agora, também o clima entre Milton Neves, que voltou a ser amigo de Datena, com a mesma Renata Fan é dos mais pesados. A propósito: Renata Fan tem um cachorrinho, que batizou com o nome de Dunga.

Família é melhor

Não tem como falar do candidato do Psol à Presidência, o oitentão Plínio de Arruda Sampaio, que tentou rechear o debate da semana passada de ironias, além de chamar José Serra de hipocondríaco (até seus amigos chegados usam o mesmo rótulo para ele, há décadas, devido a seu interesse por medicamentos).

O cara é bom, do alto dos oitenta anos e, para o debate não levou ao estúdio nenhum staff. Preferiu levar sua tropa familiar: mulher, dois filhos e três netos. A presidente nacional do partido, Heloisa Helena, em campanha em Alagoas para tentar voltar ao Senado, nem assistiu o debate. E foi Plínio o grande destaque. Isso para ver como estamos “maus” de propositores, dentro os mais jovens.

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Toninho Iachel com José Serra

15/04/2010 por

toninhoserraFoto de Flávio Guedes

O empresário Antonio Iachel Marques, diretor presidente do grupo Servimed, não esconde a felicidade por ver solucionado o embrólio que impedia o crescimento físico de sua empresa.

Aliás, não escondeu nem do ex-governador José Serra, quando de sua visita a Bauru.

A Servimed é uma das cinco maiores distribuidoras de produtos farmacêuticos do País, com uma estrutura operacional das mais avançadas, sustentada por sistemas de integração junto à web, desenvolvidos pelos competentes profissionais da Blue Eye Web Solution.

Quanto ao ex-governador, não esconde ele a alegria pelos números reservados que tem, com relação à sua proposta de sair candidato à sucessão de Lula da Silva, pelo PSDB.

Iachel é amigo de José Serra de longo tempo, e não perdeu a oportunidade para rever o amigo quando este passou por aqui, para encontro com tucanos e seguidores.

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Entre tapas e beijos

04/04/2010 por

jose_serra

Eu me lembrei da data e liguei para José Serra no dia de seu aniversário. Pedro Tobias não mandou o tradicional cartão comemorativo e olhem como a data foi festejada: no jantar de aniversário de José Serra, dia 19 de março, data consagrada a São José no calendário da igreja católica, eram poucos os convidados, mas, entre eles, estava o ex-governador Geraldo Alckmin.

O jantar foi na casa da filha dele, Verônica, que chegou até a brincar com um dos outros convidados: “Eles estão discutindo a relação”.

Quem telefonou para Serra dando-lhe os devidos parabéns foi Dilma Rousseff.

Sei que Rubens Cury aproveitou para enviar cumprimentos ao chefe e mesmo o fizera o jauense e também possível candidato o ex prefeito João Sanzovo.

A data comemorativa teve como registro um fato da maior importância no ninho dos tucanos: a quase reaproximação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao ex-governador e candidato à Presidência, José Serra. Eles, realmente, tiveram grande desentendimento.

O meu amigo Marco Antonio Castelo Branco se incumbiu de lembrar-me da data e aproveitei para fazer coro aos muitos que se apressaram em cumprimentar o quase possível, provável futuro presidente.

Mas não tomem isso como uma manifestação de voto, porque estarei na linha de frente para receber Ciro Gomes e Dilma Roussef que ajustam agendas para a visita a Bauru, Como “host” teremos a vice prefeita Estela Almagro. Almagro prepara uma verdadeira festa para Dilma e com apoio dos professores insatisfeitos com o então governador do Estado.

O bicho está pegando.

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A longa amizade de Serra e Tio Gastão

31/01/2010 por

serragastao

Sempre que José Serra passa por Bauru, faz questão de perguntar em público sobre o querido Tio Gastão, grande entusiasta e responsável pelo estágio em que se encontra o Centrinho, atuando em todo o Brasil.

Mais do que isso: pede para sua assessoria ligar para o Dr. José Alberto de Souza Freitas e avisar que estará em Bauru e, portanto, contando com sua presença.

Foi assim na última semana, quando o governador passou por aqui, tendo sido recebido pelo Prefeito Rodrigo Agostinho e pelo Deputado Pedro Tobias, conforme vemos em foto de Flávio Guedes.

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