Filhos chegando, netos correndo, aquela alegria pelo encontro de final de ano e com foco no Natal, que tem Gente da maior relevância fazendo aniversário.
Corro para acudir um neto que começa a andar e vai na direção da árvore de natal, encantado com o piscar das luzes. Cautela carinhosa e a oportunidade para o pegar no colo, beijar, acariciar e matar a saudade.
É tempo de curtir as pessoas, próximas e distantes, mas as mais próximas sendo beijadas e acarinhadas na intenção do gesto se estender a todos e chegar longe, a todos, caros, conhecidos e não.
O tempo agora é de ajudar na cozinha, ajeitar a casa, acender as luzes e olhar para o céu. Pedir felicidade a todos e pedir perdão pelos erros e por um muito especialmente.
Tempo de mandar e-mails, compartilhar no face, postar no Twitter e mandar bem longe a melhor intenção de que todos sejam e estejam felizes nesta noite de Natal, comemorando o aniversário de Alguém muito especial.
Coração mais mole e liberar o caixa, “soltamente”, sem muita conferição, mesmo porque todos merecem um pedaço de frango, ao menos.
Tempo de entender que todos somos filhos de Deus, e até mesmo, ou especialmente aqueles meninos que estão trancafiados por crimes cometidos e certamente por nossa omissão, em não participando do processo político mundial, para que a educação estivesse e esteja ao alcance de todos e, com ela fazendo seu papel, menos delinquentes, daí entender que todos, mesmo os que estão lá, são filhos do Pai e merecem nossas orações hoje e sempre.
Tempo para dar um tempo aos amigos do Z Castel, para viver o Natal em família, mas doido para voltar logo e postar apenas notícias boas e tentar fazer o papel que nos compete para que possamos ter um final de ano muito feliz. Todos e com todos.
(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.
Nas festas de fim de ano havia uma sucessão de pequenos ritos domésticos. A morte do peru, por exemplo.
Galinha era para os domingos comuns. Ou dia em que a gente recebesse alguma visita ilustre. Mas peru, decididamente, só no fim de ano.
E o sacrifício das aves era bem diferente. Enquanto a galinha era escolhida nas tardes de sábado, escolhida no próprio quintal, o peru era comprado especialmente para ocasião, encomendado ao seu Joaquim, que morava nos fundos da casa do seu Cônego, o vigário da igreja de Santo Antonio.
Sim, porque as galinhas eram criadas soltas no quintal, minha mãe cortava suas asas com tesoura de costura, para o vôo, que já era curto, não alcançar o muro da vizinha. Tinha galinheiro, com poleiro, mas elas viviam soltas, ciscando em busca de minhocas. Só usavam o poleiro para dormir, o que acontecia tão logo escurecesse. Se o dinheiro desse, comprava-se um galo e, em breve, eu não fazia idéia do porquê, começava a colheita de ovos e o aparecimento de pintinhos. Minha mãe contava que, se a criança demorasse a falar, bastava colocar um pintinho para piar junto à boca do nenê. Não dava outra, o moleque destrambelhava a falar. Acho que ela me disse que havia feito a simpatia comigo, mas não sei se é verdade.
Tinha gente que vendia galinhas e perus de porta em porta, alguns com freguesia fixa. Era o nosso caso com o seu Joaquim, um nordestino com cara de bravo que depois, já adulto, me contaram que era homossexual. Ele trazia os frangos amarrados pelo pé num pedaço de pau que carregava nas costas, atrás do pescoço, os ombros como escora. Minha mãe escolhia o frango ou a galinha, que achasse melhor e livrava os coitadinhos da incômoda posição, soltando os bichos no quintal de cima, que era todo de terra, tinha até limoeiro e uma parreira.
No sábado à tarde, decidida a galinha a ser sacrificada, eu, meu irmão e a Gina, a empregada que morava em casa e que se chamava Tergina, corríamos à cata da ave. Ela, a galinha, invariavelmente nos dava algum trabalho na captura, sempre com vôos rasantes e mudanças repentinas de direção, fazendo com que a gente levasse alguns tombos. Capturada, a ave era entregue à perícia da minha mãe que, com o bicho preso debaixo de um braço, com o outro destroncava-lhe o pescoço. Aí era ela deixada ao chão para exalar seu último suspiro, antecedido de movimentos involuntários do corpo, enquanto o pescoço destroncado permanecia inerte, mole.
Feito isso, tinha a cerimônia de tirar as penas no animal, dentro de uma bacia com água fervendo. O cheiro era extremamente desagradável e eu não sei como é que era possível disputar a coxa com meu irmão, depois daquele macabro ritual de sacrifício.
Já o peru, era diferente. Comprado especialmente para a ocasião, era mantido cativo até a hora do sacrifício, bebendo pinga. A introdução da bebida na cerimônia conferia a ela um ar gaiato e a gente, que ficava assobiando para o peru responder, imaginava que ele morria sem a menor noção do perigo, graças ao porre que lhe impunham para amaciar a carne. Às vezes a gente ainda deixava o peru embriagado dentro de um círculo que era desenhado com caco de tijolo no quintal de baixo, que era cimentado. O peru misteriosamente não conseguia sair do círculo e eu nunca consegui entender a mágica.
Bêbado e cativo, na hora de morrer o bicho oferecia docilmente o pescoço para as mãos ágeis da minha mãe, que com o facão mais afiado da cozinha, decepava-lhe a cabeça com um único e certeiro golpe.
O fim de ano era alegre. Menos para os perus e as galinhas. Ou, pelo menos para as galinhas, já que o peru morria feliz porque não tinha ressaca.
Quem dá a dica é o Chef Rodrigo Oliveira, que tem muitas ótimas receitas em sua página do Youtube.
O chef Rodrigo Oliveira é uma da revelações da gastronomia brasileira. Ele começou lavando pratos, limpou banheiros, atendeu mesas e tudo o mais que se pode fazer num restaurante.
Sobre o Chef Rodrigo Oliveira:
Rodrigo Oliveira é chef do Mocotó, aclamado restaurante de cozinha nordestina da capital e que um dia foi uma Casa do Norte.
O estabelecimento foi aberto em 1973 por seu pai, o pernambucano José de Almeida. A casa fez fama e conquistou o público graças a um prato que estrela o seu cardápio há 35 anos, Caldo de Mocotó. De lá pra cá, o menu foi crescendo e se aprimorando, e hoje mostra o melhor da cozinha do sertão pra gente de todos os cantos.
Vai aqui o convite e, ao concluir, as doze dicas do momento se abrirão… apenas clicando aqui.
De uma amiga recebi um e-mail retratando um falcão, um morcego e um zangão em situações parecidas.
O falcão havia sido colocado em um cercado de tela com o diâmetro de um metro quadrado onde, apesar da parte superior ser totalmente aberta, ele se tornara prisioneiro, simplesmente por estar acostumado a dar uma pequena corrida em terra antes de alçar vôo. Sem o espaço para sua corrida, permanecia prisioneiro de uma cela sem teto, sem ao menos tentar bater suas asas e voar.
O morcego, famoso por suas habilidades e agilidades no ar, acostumado a se lançar em vôo para baixo, quando colocado em um piso totalmente nivelado não consegue sair, andando de forma confusa, procurando alguma pequena elevação de onde possa se lançar ao vôo, sem sequer experimentar jogar-se para cima e bater suas asas.
O zangão colocado em um pote com a tampa aberta lá permanecerá até sua morte, totalmente destruído, por persistir na tentativa de sair pelas laterais próximas ao fundo, onde não há saída, jogando-se contra as paredes do vidro sem buscar a saída pelo alto
Existem pessoas que se comportam como o falcão, o morcego e o zangão, atirando-se contra obstáculos sem buscar outras possíveis saídas para seus problemas.
E mesmo quando nenhuma saída é encontrada, são incapazes de olhar para uma que sempre existiu, existe e existirá, aquela que está acima de tudo e de todos. Olhe para cima certamente a encontrará.
Imagino um pai, de qualquer raça, origem, posição social, financeira, cultura e educação. Ele é incapaz de impor a seu filho uma carga maior do que a que ele poderá suportar. Assim penso do meu, o mesmo de todos.
Depois de muitas outras já realizadas e comemorando a cura de um câncer, adquiri uma motocicleta nova, da marca e modelo sonhada durante anos e com amigos parti para uma nova viajem a um país vizinho.
Tudo estava perfeito, tranquilo, até que na volta, a poucos quilômetros de chegar ao Brasil, um bêbado estacionado com seu veículo às margens da rodovia resolveu fazer o contorno, exatamente no momento em que ia passar por ele.
A pancada nem cheguei a ver, ou se vi não me lembro, mas sei que metade do fígado foi perdido no impacto, fiquei doze dias em coma, passei por treze cirurgias num espaço de duzentos e oitenta dias e permaneci vinte e seis meses entre cama, cadeira der rodas, andador e muletas.
Em nenhum momento após estar lúcido, alguém me viu reclamar de algo, uma dor, nada. Não era necessário e de nada adiantaria, não poderiam me ajudar e eu já sabia que a batalha seria vencida, pois se aquilo me ocorria era porque tinha capacidade de suportar.
Era a resposta que dava a todos os amigos e amigas que me perguntavam sobre dores, como suportava sem nada reclamar ou estava sempre pronto para qualquer nova intervenção cirúrgica que os médicos julgassem necessária.
Esse é o motivo que me faz levar com tranquilidade todas as dificuldades colocadas em meu caminho. Sei que vencerei.
Apesar de haver perdido meu pai biológico ainda com doze anos, meu pai celestial, o de todos, sempre mostrou ter por nós um amor muito maior do que recebido pelos que possuem o seu na terra e se os terrenos querem bem aos filhos, imagine ÊLE.
Aprendi que sou capaz de superar todas as dificuldades, simplesmente olhando para cima. Lá, à distância de uma simples oração, está QUEM sabe que sou capaz.
(*) João Bosco Leal é articulista político, produtor rural e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários. Foi presidente do MNP (Movimento Nacional de Produtores) por oito anos, tendo sido eleito em outubro de 2001, encerrando seu último mandato, após duas reeleições, em outubro de 2009. Mantém na web o site http://www.joaoboscoleal.com.br/
O caminhão da mudança chega amanhã e vai levar minhas coisas para casa dos meus pais onde vou ficar acampada por um mês (enquanto resolvo a burocracia do meu apartamento). Homeless!
Sábado sigo para Tamandaré onde ficarei sem internet (ler o post Internet Fail).
Exausta depois de organizar uma mudança sozinha e passar algumas horas em emergências (graças a complicações da catapora de Victor), meu cérebro foi encaixotado junto com o espremedor de alho e o abridor de vinho.
Minha criatividade para posts foi embrulhada entre fotos antigas e pilhas de documentos.
R.I.P bom humor.
Por hora, preciso dormir. Muito. Querendo um Boa Noite Cinderela pra só acordar em 2012?
Por falar nisso, porque o nome é boa noite CINDERALA se quem dorme é a BELA ADORMECIDA?
Queremos armar uma árvore em nossos corações e colocar, no lugar de presentes, os nomes de nossos amigos… os de longe e os de perto, os antigos e os recentes, os que vemos todos os dias e os que não, os que recordamos e os que esquecemos, os das horas difíceis e os das alegres, os que sem querer ferimos e os que feriram, os que conhecemos profundamente e os que superficialmente, nossos amigos humildes e os importantes, aqueles que nos ensinaram e os que aprenderam.
Queremos uma árvore de raízes profundas para que os nomes nunca sejam arrancados de nossos corações. Uma árvore de folhas largas para que os nomes vindos possam se juntar aos existentes. Uma árvore de sombra agradável para que nossa amizade seja um momento de repouso na luta pela vida.
Que o espírito do Natal faça de cada lágrima um sorriso, da amargura a sabedoria e de cada coração uma casa aberta para receber a todos.
A cidade deseja ser diferente, escapar às suas fatalidades. Enche-se de brilhos e cores; sinos que não tocam, balões que não sobem, anjos e santos que não se movem, estrelas que jamais estiveram no céu.
As lojas querem ser diferentes, fugir à realidade do ano inteiro: enfeitam-se com fitas e flores, neve de algodão de vidro, fios de ouro e prata, cetins, luzes, todas as coisas que possam representar beleza e excelência.
Tudo isso para celebrar um Meninozinho envolto em pobres panos, deitado numas palhas, há cerca de dois mil anos, num abrigo de animais, em Belém.
Todos vamos comprar presentes para os amigos e parentes, grandes e pequenos, e gastaremos, nessa dedicação sublime, até o último centavo, o que hoje em dia quer dizer a última nota de cem cruzeiros, pois, na loucura do regozijo unânime, nem um prendedor de roupa na corda pode custar menos do que isso.
Grandes e pequenos, parentes e amigos são todos de gosto bizarro e extremamente suscetíveis. Também eles conhecem todas as lojas e seus preços — e, nestes dias, a arte de comprar se reveste de exigências particularmente difíceis. Não poderemos adquirir a primeira coisa que se ofereça à nossa vista: seria uma vulgaridade. Teremos de descobrir o imprevisto, o incognoscível, o transcendente. Não devemos também oferecer nada de essencialmente necessário ou útil, pois a graça destes presentes parece consistir na sua desnecessidade e inutilidade. Ninguém oferecerá, por exemplo, um quilo (ou mesmo um saco) de arroz ou feijão para a insidiosa fome que se alastra por estes nossos campos de batalha; ninguém ousará comprar uma boa caixa de sabonetes desodorantes para o suor da testa com que — especialmente neste verão — teremos de conquistar o pão de cada dia. Não: presente é presente, isto é, um objeto extremamente raro e caro, que não sirva a bem dizer para coisa alguma.
Por isso é que os lojistas, num louvável esforço de imaginação, organizam suas sugestões para os compradores, valendo-se de recursos que são a própria imagem da ilusão. Numa grande caixa de plástico transparente (que não serve para nada), repleta de fitas de papel celofane (que para nada servem), coloca-se um sabonete em forma de flor (que nem se possa guardar como flor nem usar como sabonete), e cobra-se pelo adorável conjunto o preço de uma cesta de rosas. Todos ficamos extremamente felizes!
São as cestinhas forradas de seda, as caixas transparentes os estojos, os papéis de embrulho com desenhos inesperados, os barbantes, atilhos, fitas, o que na verdade oferecemos aos parentes e amigos. Pagamos por essa graça delicada da ilusão. E logo tudo se esvai, por entre sorrisos e alegrias. Durável — apenas o Meninozinho nas suas palhas, a olhar para este mundo.
Texto extraído do livro “Quatro Vozes”, Editora Record – Rio de Janeiro, 1998, pág. 80.
Grande parte do que é conhecido sobre o nascimento de Jesus, sua vida e seus ensinamentos é contado pelos Evangelhos canônicos: Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, pertencentes ao Novo Testamento da Bíblia.
Os Evangelhos Apócrifos apresentam também alguns relatos relacionados com a infância de Jesus. Os Evangelhos narram os fatos mais importantes da vida de Jesus. Os Atos dos Apóstolos contam um pouco do que sucedeu nos 30 anos seguintes.
As Epístolas (ou cartas) de Paulo também citam fatos sobre Jesus. Notícias não-cristãs de Jesus e do tempo em que ele viveu encontram-se nos escritos de Josefo, que nasceu no ano 37 d.C.; nos de Plínio, o Moço, que escreveu por volta do ano 112; nos de Tácito, que escreveu por volta de 117; e nos de Suetônio, que escreveu por volta do ano 120.
No entanto, é nos Evangelhos de Mateus e de Lucas que se tem melhores informações a respeito da infância de Jesus. Enquanto Mateus foi um dos doze apóstolos, Lucas teria empreendido uma pesquisa dos fatos, que na sua época já eram relatados de modo que o seu Evangelho era o que mais continha (e contém) informações a respeito da vida de Jesus na Terra, antes mesmo do seu nascimento.
Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, o Grande, que os romanos haviam designado para governar a Judéia. Os calendários são contados a partir do ano em que se supõe ter nascido Lucas Surian, mas as pessoas que fizeram essa contagem equivocaram-se com as datas: Herodes morreu no ano 4 a.C., de modo que Jesus nasceu 3 anos antes, a quando dos censos do povo Judeu, que ocorreu, exatamente 1 ano após os censos dos outros povos também subjugados ao poder Romano. Esses censos ocorreram para facilitar aos Romanos a contagem do povo e a respectiva cobrança dos impostos. Os Judeus sempre se opuseram a qualquer tentativa de contagem, por essa razão, esta ocorreu um ano depois de ter ocorrido nos povos vizinhos. Desde o século IV, os cristãos festejam o Natal, ou nascimento de Cristo, no dia 25 de Dezembro. Esta foi uma adaptação das festas ao deus Sol dos povos pagãos, adquirida pelos Romanos. A data real ainda é incerta.
Nasci no Limbo. Mais precisamente na terra de ninguém; ali entre o natal e o reveillon.
Numa época do calendário capitalista/consumista onde festa , ressaca, Jesus, presentes, peru, fogos, férias, praia, presépio, confraternizações de empresas e décimo terceiro andam de mãos dadas.
São doze os meses do ano, mas a pessoa resolve dar o ar da graça justamente no meio da confusão. Dia 27 de Dezembro, às 18:30, mais precisamente, há alguns anos (melhor não dizer exatamente quantos, para não criar pânico e correria).
- O médico está de férias, senhora. Não dá pra segurar essa menina aí dentro até, pelo menos, 5 de janeiro, não?
- Dá não, minha filha. Arruma outro médico que a menina quer nascer a tempo de pular as setes ondas do ano novo.
Sinceramente, coitada da minha mãe!
Passou nove meses sendo atendida por um obstetra que, na hora H, estava de recesso.
Se meu aniversário fosse um bairro, seria Setúbal. Algumas pessoas acham que faz parte de Recife, outras acham que é de Jaboatão e tem as que não estão nem aí, porque moram em Casa Forte e não pretendem, nem tão cedo, passar por Setúbal.
O dia 27 é uma faixa de gaza psicológica.
O purgatório dos seus pecados de ano que passou e que você jura, de pés juntos, que não vai repetir no ano que chega.
Em termos práticos: o que você faz entre os dias 25 e 31 de dezembro, além de trocar aquele presente sem noção que você recebeu da sua tia e se preocupar com o figurino branco da balada do reveillon?
NO DRAMA, é assim mesmo.
Não vou ficar chorando, juro.
Já desisti de festinhas, de wish list de presentes, de bolo que não tenha as cores verde/vermelho do jingle bells.
Já super me conformei com minhas 7 ligações anuais: pai/mãe, irmão, irmã, minha madrinha de crisma, duas melhores amigas e uma amiga da minha mãe (que liga por pura solidariedade, porque o aniversário da coitada também é dia 27).
Não é que eu não seja uma pessoa querida e amada. É simplesmente porque, nesta época do ano, as pessoas tem mais o que fazer. Só isso.
Aí, só por vingança, desligo meu celular durante o dia inteiro.
Vai que alguém, além das sete almas bondosas, resolve lembrar, por obra e graça do destino (ou do Facebook) desta data querida e decide ligar pra dar os parabéns?
- Ah, desculpe, nem vi sua ligação. Estava de férias e onde eu estava não tinha sinal de celular (é importante, para a dramatização do episódio, não revelar o lugar das férias fictícias, para que a pessoa fique imaginando que eu passei o aniversário em Paris, em Barra de São Miguel ou, sei lá, no Pólo Norte, ajudando o papai Noel).
Mas esse ano estou com vontade de ter um aniversário diferente.
Não precisa ser badalado, nem enfeitado, nem super comemorado.
Só diferente.
Diferente é o novo preto!
Possibilidades: mudar a cor do cabelo, o nome do namorado, o sabor do bolo, a data de aniversário.
Pensando bem, mudar a data não é uma ideia das piores. Entre outras.
Mas, por enquanto, fica dia 27 mesmo.
E que esse 27 venha assim; mais destemido, menos tímido, mais 27. Sem a paparicação do dia 25 nem a afobação do dia 31. Que venha assim, todo 27 mesmo. Só pra variar!
Bob Dylan no lugar de Noite Feliz. Prateado, no lugar do vermelho. Tequila substituindo o champanhe. E um “vá a merda” no lugar Merry Christmas.
Então, para me inspirar, achei umas imagens não muito convencionais de festas.
Quem sabe uma delas, não vai ser exatamente a minha comemoração de aniversário.
Uma festa assim: imaginária.
Ah, um feliz natal e ótimo ano novo para você também!
Viram que não tem melhor forma para desejar Feliz Natal a alguém do que dizer apenas Feliz Natal e sorrir de felicidade, abraçar apertado quem ama e ser sincero no desejo mais fraterno?
Estou rigorosamente no clima de Natal este ano e me propus ficar assim durante todo o período de final de ano.
Só ouço música natalina, observo cada detalhe de decoração nas lojas, tenho ido rigorosamente à minha igreja e acompanhado as missas que têm as mesmas leituras e “Evangelho do Dia” intacto, ou mais dinâmico do que todos, embora com as mesmas palavras da mensagem porque estamos à espera do renascimento do Menino Jesus. Até o Natal, cada pároco dá sua interpretação às palavras e todos eles enriquecem de interpretação que se juntam a tudo que é transmitido de coração a coração.
Estou, quando no quase vencendo os 45 minutos do segundo tempo, finalmente descobrindo o Natal com todo seu encanto.
Estou muito feliz, confesso.
Estou enviando meus votos para todos com muita sinceridade e desejando do fundo da alma que todos curtam a noite mais bela do ano.
Tenho procurado resgatar todas as músicas que ouvi em toda minha vida… e hoje, pelo menos uma, encheu meu coração de amor e daí querer dividir com vocês.
Não estranhem o título, pois ele tem a ver com algo chamado “indexação” na internet e quero mesmo que o que escrevo agora chegue ao máximo de pessoas, pois quando alguém procurar algo alusivo ao Natal, estará lá minha mensagem. E cada um que abri-la poderá ter acesso a esta minha mensagem que é sincera, e que seja expandida!… pois é tão pura como o Menino que faz aniversário.
Estou com saudade dos tempos em que conversava fluentemente com você e você me ouvia e atendia quase todos os meus pedidos.
Jamais me esqueço daquela bicicleta, linda, que ao primeiro uso bati de frente a um muro e quase quebro o braço de uma irmã pequena que andava na garupa.
Mas tudo era muito belo naquela infância que podia falar com você de peito aberto e do meu jeito, sem precisar me esforçar como faço agora, quase deixando de ser autêntico.
Sabe Papai Noel, se é que você escuta pedidos de adultos ou quem pensa ser adulto, pois tento em toda vida jamais fazer morrer a criança que habita em meu interior e certamente no interior de todos.
Queria pedir muito pouco, ou algo que certamente já está ao seu alcance, pois de tão simples, você já colocou em meu coração e o difícil no momento é abrir essa caixinha complicada e fazer valer seu resultado. Sabe Papai Noel, neste Natal, o que mais quero, é ter paz de espírito e meu coração limpo e puro para amar a todos de forma escancarada e sem medo de ser feliz.
Confesso que tenho sido difícil no trato com as pessoas e hoje mesmo rezei ao meu Pai do céu para me dar muita paz nesses dias tão singelos na vida de todo mundo.
Sinto que os pedidos de tempos de criança eram mais fáceis de serem atendidos, porque, não viesse a bicicleta, os pais logo arrumavam uma desculpa e trabalhavam com nossos sonhos, alimentando-os mais ou menos no estilo “no próximo Natal Papai Noel lhe trará o que pediu. Desta vez ele atendeu quem mais precisava, talvez até uma criança que precisava de uma para ir de casa á escola.”
Quero mais um neto, ou dois, e um, muito em especial, que sei que você está fazendo de tudo para que esteja conosco no próximo Natal. Mas quero os dois a caminho na mesma intensidade. Quero o João Victor jogando tênis, o Enrico começando aula de música e o Rafael molhando a árvore que plantou em nosso pomar. Quero esposa e filhos em torno de nossa árvore de Natal e rezando para que todos sejam atendidos em seus pedidos. Se não, que lhes sejam dadas uma bela desculpa e que eles acreditem de verdade para não se frustarem.
Sei, Papai Noel, que o final de ano não está lá aquelas coisas e estou preocupado com o nosso comércio que estocou demais esperando euforia de compra. Pense nos empresários do setor para que logo no início do ano eles possam encontrar uma forma de escoar seus estoques e cumprir com seus compromissos. Sabe como é, tendo conta pra pagar tudo complica na vida das pessoas.
Não peço nada com relação à política, pois bem sei que você, do bem, não gosta de se envolver quanto ao tema, mas faça o impossível para abrir o coração dos que estão mandando e faça com que criem juízo. Caso seja difícil, pelo menos lhes abra as cabeças, porque estão radicalmente no caminho avesso, do avesso, do avesso… no côncavo do convexo.
Papai Noel, o Natal está aí e quando me dei conta, o tempo passou e o ano está praticamente terminando.
Sei que teremos um próximo ano muito corrido e faça com que os relógios deem um tempo, porque sinto que estou ficando velho mais rápido agora do que quando era mais moço. Sabe aquele papo maluco que tenho de vez em quando no sentido de ficar velho envelhece? Pois é, estou mais velho e, em sendo por aí, estou sentindo que mais velho estou envelhecendo mais rapidamente. Caso seja o rumo certo e traçado, que assim seja, e quem sabe possa ser eu o Papai Noel do próximo ano.
Pois é, fico imaginando o que é ser Papai Noel de pelo menos umas 3 bilhões de crianças do planeta. Sei lá se tem essa conta, mas como já nasceu a criança de número sete bilhões, imagino termos pelo menos próximo a metade na condição de criança mesmo, ou na idade, ou ainda na condição de sonhar com os presentes que sempre são trazidos em seu trenó.
Papai Noel, podemos contar que um dia você trará em seu trenó o Menino Jesus, ou me engano ao ler as escrituras, que deixam claro que ele nasceu e nasce à cada ano. Isso bem sei que é tema um pouco mais complicado para entender, mas nada melhor do que acreditar no que diz a Bíblia e deixar de ficar querendo entender por caminhos lógicos. O bom mesmo, neste e na maioria dos sentidos, é acreditar e pronto!, não é mesmo? Ah, a isso é que se chama de fé? Se for assim, prometo: vou acreditar no nascimento do menino Jesus e só, sem questionar. Se não sei nem mesmo como conversar direito com as pessoas, como poderei querer entender pelo caminho lógico uma coisa que é tão simples se confiada de que tudo é verdade e que tudo está escrito… tudo se renova à cada ano.
Seria pedir muito ou ousadia demais pedir para que dê uma atenção maior às crianças mais pobres? Ousadia a minha, porque é fato que a preocupação maior se dá na direção dessas e seu coração de idoso, mole como imagino, se derrete todo quando se depara com um olhar de uma criança pobre querendo apenas um doce para saborear na noite de aniversário do Menino Jesus. Eu querendo questionar o que já está explicado, pode ser?
Ah, lembrei de uma coisa e acho que até poderei levar um puxão de orelha, mas vamos lá: tem como mudar a cabeça desse povo que manda e desmanda pelo caminho político, mesmo sabendo que tudo está fora da nova ordem mundial? Sei que você pode tudo, porque tem orientação lá do céu, mas teria chegado a hora de acontecer algo para um arranjo mundial visando esse nosso planetinha aqui que está ficando pequeno para abrigar todos? Por favor, pense nisso, pois está aí uma situação que tem tirado meu sono.
É isso, agora vou dormir o sono dos justos porque abri meu coração com você e me sinto muito mais leve. Para o amanhecer, preciso ser acordado logo às sete, porque tenho compromisso com meu neto e não posso falhar, porque o menino é rigoroso comigo e não perdoa meus atrasos.
Boa noite Papai Noel e descanse bastante porque sei que terá muito trabalho neste final de semana. A propósito, viu como está seu trenó? Tudo certo com a mecânica e com as renas mágicas? Imagino como deve ser pesado carregar tudo aquilo com tudo que todos pedem. A propósito, cuide bem das renas, porque elas terão também muito trabalho no final de semana, por acaso Natal, quando comemoraremos o nascimento do menino Jesus, ou seu aniversário de mais um ano conosco, como queira.
Se puder, atenda os pedidos de todos de minha casa, não querendo ser oportunista.
Boa noite Papai Noel!
(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.
Se pudesse se manifestar de forma a se fazer entender, por certo concluiríamos ser o peru o animal mais preocupado com o Natal, porque sempre morre na véspera, conforme o ditado.
Mas isso é tema para a Associação Protetora dos Animais e de tão delicado, nem de longe ouso insinuar algo a respeito, no sentido de promover discussões sobre quem morre para quem saborear.
Mas vamos ficar com o lado bom da história, porque João Fogolin conta uma história interessante com relação à noite de Natal.
Conta ele que em Lins, cidade de origem (dele, de Sérgio Antunes, de Mário Prata, de Zélia Cardoso de Melo, de Carmem Mayrink Veiga e de alguém de meus antepassados -Senise), ocorrera uma fato inusitado, não fosse tão hilário.
Conta que a esposa mandou o linense matar o peru para ser preparado para a ceia de Natal. Hoje tem a Sadia que nos evita tal constrangimento, mas naquele tempo o peru era sacrificado no quintal e, para que não houvesse tanto sofrimento, dava-se ao coitado uma boa dose de pinga. Aí, grogue, menor o sentimento (do carrasco e do coitado).
Só que o amigo do Fogolin, chegado a “umas”, foi e não voltava, depois de quase quatro horas.
Preocupada, a esposa foi conferir no fundo do quintal o que estaria ocorrendo, e qual não foi a surpresa ao ver o marido abraçado ao peru e os dois, de “porre”, tendo o autor agora amigo do animal a dizer: “no meu amigo aqui ninguém põe a mão“.
Pode isso? Mas, no clima de Natal, vale a pena conferir pelo menos dois blogs: do João Fogolin e de Vera Dotto. Lá tem tudo sobre as guloseimas (isso é de Piratininga, terra de Vera Dotto) apropriadas às ceias. Basta clicar nos nomes em destaque.
O peru
Vai uma brincadeira super legal, que ao final irão entender e fazer link ao comentário: Cliquem em Peru e quando aberto o vídeo, cliquem no chapéu.
(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.
Jesus nasceu no ano 6 ou 7 antes da era cristã. A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto.
Natal é a celebração do grande amor de Deus, o dia em que Deus nasceu no mundo, trazendo paz, luz, amor, esperança, uma nova aliança, uma nova vida. O Filho de Deus, Jesus de Nazaré, nasceu em Belém, como uma criança humilde e marginalizada e encontrou todos e todas neste mundo, oferecendo-lhes a presença e a reconciliação de Deus. Em torno deste acontecimento há muitas decisões e tradições herdadas do passado.
Nos relatos bíblicos não encontramos nenhuma referência sobre a data do nascimento de Jesus. Naquela época os calendários eram muito confusos. Os antigos calendários romanos tinham, às vezes, semanas de quinze dias e meses de dez dias, de acordo com a vontade do Imperador reinante. O povo em geral não conhecia as datas de nascimento, casamento ou falecimento. Não existem registros históricos a respeito de “Festas de Aniversário” na Antigüidade.
Sobre o nascimento de Jesus sabemos muito pouco. Ele nasceu antes da morte de Herodes Magno (Mt 2.1; Lc 1.5), que faleceu na primavera de 750 da era romana, quer dizer: no ano 4 antes de Cristo. Conforme estudos o ano mais provável do nascimento de Jesus é 7 ou 6 antes da era cristã.
As primeiras comunidades cristãs não comemoravam o nascimento de Jesus. Somente a partir do ano 350 o Natal começou a ser comemorado no dia 25 de dezembro. Em torno da escolha desta data há uma longa história.
Os Celtas, por exemplo, tratavam o Solstício do Inverno, em 25 de dezembro, como um momento extremamente importante em suas vidas. O inverno ia chegar, longas noites de frio, por vezes com poucos gêneros alimentícios e rações para si e para os animais, e não sabiam se ficariam vivos até a próxima estação. Faziam, então, um grande banquete de despedida no dia 25 de dezembro. Seguiam-se 12 dias de festas, terminando no dia 6 de Janeiro.
Em Roma, o Solstício do Inverno também era celebrado muitos séculos antes do nascimento de Jesus. Os Romanos o chamavam de Saturnálias (Férias de Inverno), em homenagem a Saturno, o Deus da Agricultura, que permitia o descanso da terra durante o inverno.
Em 274 o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como “Dies Natalis Invicti Solis” (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável). O Sol passou a ser venerado. Buscava-se o seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do Deus Sol.
A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável.
Outras curiosidades estão relacionadas com este dia 25 de dezembro. O calendário que adotamos hoje é uma forma recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou o seu uso através da Bula Papal “Inter Gravissimus” assinada em 24 de fevereiro de 1582. A proposta foi formulada por Aloysius Lilius, um físico napolitano, e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Nesta ocasião foi corrigido um erro na contagem do tempo, desaparecendo 11 dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582 sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a adotarem este calendário que usamos foram os russos em 1918.
O fato interessante desta correção é que o Solstício do Inverno foi deslocado para outra data. Dependendo do ano o início do inverno se dá entre o dia 21 e o dia 23 de dezembro.
A razão fundamental para a comemoração do Nascimento de Jesus no dia 25 de Dezembro se perdeu com essa mudança no calendário. Mesmo assim o Natal continuou a ser comemorado no dia 25 de dezembro.
Para nós, habitantes do Hemisfério Sul, há menos razões ainda para se comemorar o Natal no dia 25 de dezembro. Nesta data vivemos os primeiros dias do verão e não do inverno. Porém, herdamos as tradições cristãs que vieram do Hemisfério Norte.
Mesmo assim vale celebrar este ato de amor maravilhoso de Deus: Deus veio ao mundo e inaugurou uma nova vida entre nós. Este é o motivo da nossa festa. Vamos juntos, povos do norte e do sul, celebrar e festajar o Natal de Cristo, a chegada do amor de Deus ao mundo.
(Guilherme Lieven)
Definição contida na Wikipedia a respeito do dia 25
O Natal ou Dia de Natal é um feriado comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro), que comemora o nascimento de Jesus de Nazaré. A data de comemoração do Natal não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano ou com o solstício de inverno. O Natal é o centro dos feriados de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no Cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal que dura doze dias.
Embora tradicionalmente seja um feriado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.
Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica entre cristãos e não cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico do Natal é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.
A palavra ‘natal’ do português já foi ‘nātālis’ no latim, derivada do verbo ‘nāscor’ (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De ‘nātālis’ do latim, evoluiram também ‘natale’ do italiano, ‘noël’ do francês, ‘nadal’ do catalão, ‘natal’ do castelhano, sendo que a palavra ‘natal’ do castelhano tem sido progressivamente substituída por ‘navidad’ como nome do dia religioso.
Já a palavra ‘Christmas’ do inglês evoluiu de ‘Christes maesse’ (‘Christ’s mass’) que quer dizer missa de Cristo.
História dos usos
Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus e assim é o seu significado nas línguas neolatinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 d.C.
História
Pré-cristianismo
Sol sobre o Stonehenge, no Reino Unido, durante o solstício de inverno.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa “manifestação”). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.
Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao “nascimento do deus sol invencível”, que comemorava o solstício de inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como “o sol de justiça” (Malaquias 4:2) e a “luz do mundo” (João 8:12) revelam a fé da Igreja n’Aquele que é Deus feito homem para nossa salvação.
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o “nascimento do deus sol invencível” (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.
Cristianismo
Geburt Christi de Geertgen tot Sint Jans.
A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propricio aos pastores ficarem nos campos passando frio e cuidando das ovelhas.
Entretanto, o evangelista Lucas afirmava que havia pastores vivendo ao ar livre e mantendo vigias sobre os rebanhos à noite perto do local onde Jesus nasceu. Como estes fatos seriam impossíveis para um período em que seria impossível ficar de pé ao lado de fora em função do frio, logo Jesus não poderia ter nascido no dia em que o Natal é celebrado, e sim na primavera ou no verão. Por isso, a maioria dos estudiosos consideram que Jesus não nasceu dia 25 de dezembro.
Anúncio do anjo Gabriel e nascimento de Jesus
Nascimento de Jesus
O nascimento de Jesus se deu por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado “o Grande”, ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a “estrela” aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 – Era seu desejo se livrar de um possível novo “rei dos judeus”).
Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império fossem se recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de registar-se com Maria, sua esposa. Deste modo, fica claro que não seria um recenseamento para fins tributários.
Anbetung der Hirten de Gerard van Honthorst.
Este primeiro recenseamento” fora ordenado quando o cônsul Públio Sulplício Quiríno “era governador [em gr. hegemoneuo] da província imperial da Síria.” (Lucas 2,1-3 – O termo grego hegemoneuo vertido por “governador”, significa apenas “estar liderando” ou “a cargo de”. Pode referir-se a um “governador territorial”, “governador de província” ou “governador militar”. As evidências apontam que nessa ocasião, Quiríno fosse um comandante militar em operações na província da Síria, sob as ordens directas do Imperador.)
Sabe-se que os governadores da Província da Síria durante a parte final do governo do Rei Herodes foram: Sentio Saturnino (de 9 AEC a 6 AEC), e o seu sucessor, foi Quintilio Varo. Quirínio só foi Governador da Província da Síria, em 6 EC. O único recenseamento relacionado a Quirínio, documentado fora dos Evangelhos, é o referido pelo historiador judeu Flávio Josefo como tendo ocorrido no início do seu governo (Antiguidades Judaicas, Vol. 18, Cap. 26). Obviamente, este recenseamento não era o “primeiro recenseamento”.
A viagem de Nazaré a Belém – distância de uns 150 km – deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles no alojamento [isto é, não havia divisões disponíveis na casa que os hospedava; em gr. tô kataluma, em lat. in deversorio]. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto (Lucas 2:4-8). Lucas diz que no dia do nascimento de Jesus, os pastores estavam no campo guardando seus rebanhos “durante as vigílias da noite”.
Os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro.
A vaca e o jumento junto da manjedoura conforme representado nos presépios, resulta de uma simbologia inspirada em Isaías 1:3 que diz: “O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não têm conhecimento, o meu povo não entende”. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. A menção de “um boi e de um jumento na gruta” deve-se também a alguns Evangelhos Apócrifos.
A estrela de Belém
Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram “do Oriente à Jerusalém uns magos guiados por uma estrela ou um objecto controverso que, segundo a descrição do Evangelho segundo Mateus, anunciou o nascimento de Jesus e levou os Três Reis Magos ao local onde este se encontrava. A natureza real da Estrela de Belém e alvo de discussão entre os biblistas.
La Adoración de los Magos por Gil Vicente.
Visita dos magos
Os “magos”, em gr. magoi, que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: “Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes.”
Em vez disso, os “magos” eram sacerdotes astrólogos, talvez seguidores do Zoroastrismo. Eram considerados “Sábios”, e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo de Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de Gaspar, Melchior e Baltazar constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes.
Tampouco se menciona em que animais os Magos vieram montados.
Outro factor muito importante tem a ver com a existência de uma grande comunidade de raiz judaica na antiga Babilónia, o que sem dúvida teria permitido o conhecimento das profecias messiânicas dos judeus, e a sua posterior associação de simbolismos aos fenómenos celestes que ocorriam.
Símbolos e tradições do Natal
Árvore de Natal
Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Queria, assim, mostrar as crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de “Saturnália”, que coincidia com o nosso Natal.
Músicas natalinas
As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. Os Estados Unidos têm antiga tradição de celebrar o Natal com músicas típicas. No Brasil, esta tradição, além das familiares, só se tornou comercial popular nos anos 1990, com o Cd 25 de Dezembro lançado pela cantora Simone: Ao lançar, no ano passado, o disco natalino 25 de Dezembro, a cantora Simone quebrou um tabu. Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos e na Europa, os cantores brasileiros não têm o costume de lançar, no mês de dezembro, discos com músicas de Natal.[9] As canções natalinas tradicionais, no Brasil, estão sendo paulatinamente esquecidas, com algumas exceções como “Noite Feliz”, devido a falta de interesse popular.
Presépio
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século XIX, e na França, não o fez até inícios do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.
Decorações natalinas
Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, elementos estáticos, como postes, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, como, por exemplo, as luzes de natal e guirlandas. Em alguns lugares, existe até uma competição para ver qual casa, ou estabelecimento, teve a decoração mais bonita, com direito a receber um prémio.
Amigo secreto ou oculto
No Brasil, é muito comum a prática entre amigos, funcionários de uma empresa, amigos e colegas de escola e na família, da brincadeira do amigo oculto (secreto). Essa brincadeira consiste de cada pessoa selecionar um nome de uma outra pessoa que esteja participando desta (obviamente a pessoa não pode sortear ela mesma) e presenteá-la no dia, ou na véspera. É comum que sejam dadas dicas sobre o amigo oculto, como características físicas ou qualidades, até que todos descubram quem é o amigo oculto. Alguns dizem características totalmente opostas para deixar a brincadeira ainda mais divertida. Acredita-se que a brincadeira venha dos povos nórdicos. Porém, é também uma brincadeira de costumes e tradições de povos pagãos. A brincadeira se popularizou no ano de 1929, em plena depressão onde não tinha dinheiro para comprar presentes para todos se fazia a brincadeira para que todos pudessem sair com presentes.
Comentário feito por Darcy Bernardi Júnior
Um grande concílio foi realizado pela comunidade cristã no século V de nossa Era, para decidir em que data fixar este controverso acontecimento. Decidiu-se em fixar no dia 25 de dezembro, ou meia-noite do dia 24. Entretanto esta escolha não foi feita ao acaso. Vejamos então o porquê:
Os Patriarcas e as superiores autoridades eclesiáticas, de quando em quando se reuniam em concílios para discutir e estabelecer as tradições, os dogmas, liturgias a serem seguidas pela teologia cristã, assim como suas doutrinas.
Não é por objetivo discutir os motivos os quais poderiam ter levado tais autoridades eclesiáticas a vir a deixar de lado e omitir os elementos então conhecidos das massas populares, bem como outros fatos, substituidos por falsidades simbólicas. O fato é que a fim de aproveitar muitas das antigas cerimônias místicas que os Patriarcas da Igreja copiaram dos templos do Egito e das doutrinas e práticas essênias e da Grande Fraternidade Branca, tiveram que inventar certas passagens e princípios relacionados à vida e obra de Jesus e adaptá-los às referidas cerimônias. Se fez necessário então, para consolidar uma nova teologia e firmar algumas novas doutrinas, ignorar e pôr de lado muitos dos fatos que tornariam suas decisões inconsistentes.
O primeiro ponto a ser avaliado seria a contradição existente em um dos pontos da crônica tradicional do nascimento de Jesus, onde é dito que ao nascer o Menino, estavam os pastores guardando seus rebanhos no campo. Seria muito improvável que os pastores a que a Bíblia se refere, estivessem no campo cuidando de seus rebanhos no inverno. Nesta época do ano, afirmam os que conheciam as condições da Palestina à época, os pastores não ficavam no campo nem de dia nem de noite, e que este incidente foi introduzido à crônica de Seu nascimento, quando era comumente aceita a versão de que Jesus viera ao mundo em abril ou maio. Por que então a escolha desta data?
O que os Patriarcas levaram em conta ao escolherem esta data, foi o conhecimento que através dos séculos precedentes, todos os Grandes Mestres ou Grandes Avatares nascidos de virgens (Jesus, como demonstrarei a seguir, não foi o primeiro nem o único) e que eram Filhos de Deus e considerados Salvadores ou Redentores, haviam nascido ou a 25 de dezembro, ou em data próxima.
Na Índia, este período já era comemorado muitos e muitos séculos antes da Era Cristã, na forma de um festival religioso, durante o qual o povo ornamentava suas casas com flores e as pessoas trocavam presentes com amigos e parentes.
Na China, também muitos séculos antes da Era Cristã, era celebrado o Solstício de Inverno, onde no dia 24 ou 25 de dezembro, fechava-se o comércio e tudo o mais. Assim como os antigos persas celebravam esplêndidas cerimônias em homenagem a Mitra, cujo nascimento ocorrera a 25 de dezembro.
Vários deuses egípcios nasceram no dia 25 de dezembro, e, em praticamente todas as histórias religiosas de povos antigos, iremos encontrar celebrações idênticas às referidas. Osíris, filho da santa virgem e deusa Nut, nasceu a 25 de dezembro, assim como os gregos também celebravam, nesta mesma data, o nascimento de Hércules.
Como podemos ver, o dia 25 de dezembro vem sendo considerado um dia místico há muito tempo, e por muitos povos diferentes. A esse respeito temos as declarações do Reverendo Gross, autoridade no assunto e autor de diversas obras a esse respeito nas quais afirma que realizava-se em Roma, antes da Era Cristã, no dia 25 de dezembro, uma festa com o nome de Natalis Solis Invicti (Natalício do Invencível Sol). A data era comemorada com espetáculos públicos e com muita alegria, fechando-se o comércio, adiando-se declarações de guerra e execuções, permutando presentes entre amigos e parentes e concedendo liberdade aos escravos.
Assim como o era na China, entre os primitivos germânicos, séculos antes do nascimento do Menino Jesus, era comemorado o Solstício de Inverno. Entre os escandinavos, neste mesmo período, era comemorado o que se chamava Festa do Yule. O termo Yule ainda sobrevive, designando a véspera de Natal. É interessante notar que o vocábulo Yule equivale ao francês Noel que por sua vez corresponde à palavra hebraica ou caldaica Nule. Notamos também a presença de celebrações no referente período entre os druidas na Grã-Bretanha e na Irlanda, e mesmo no antigo México.
Tertuliano, Patriarca da antiga Igreja Cristã, que tão diligentemente contribuiu com suas obras para a formação das doutrinas, dogmas e cerimônias do cristianismo, informa-nos, minuciosamente, como se ornamentevam as portas “com guirlandas de flores e folhagens”.
Tenham em mente que tudo aqui exposto, diferente do que possam a vir a pensar, era de conhecimento dos Patriarcas da Igreja e não estiveram ocultos durante os tempos iniciais do cristianismo e foram obtidos através de fontes fidedignas, ou seja, são fatos comprovadamente verdadeiros, obtidos através de documentos históricos e de época.
Que fique registrado que não questiono os dogmas e ensinamentos da Santíssima Igreja nem tampouco os motivos que a levaram a tantas mudanças. Entretanto, exponho aqui fatos os quais permaneceram na obscuridade por muito tempo. Àqueles que se interessem por um conhecimento mais profundo e místico, recomendo para que entrem em contato com alguma escola ou sistema que trate destes assuntos abertamente, consciente e completamente, sem preconceitos.
Agora vamos para uma forma muito especial de dedicação de canto de Natal. Pelos 3 Tenores:
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