O último gol de Pelé – aos 70 anos!

29/01/2012 por

Um vídeo mostrando o desejo de Pelé fazer seu último gol pela seleção brasileira está correndo o Brasil e emocionando a moçada.

Trata-se de uma peça da campanha da Vivo, em forma de filme publicitário, feito pela Y&R com produção da O2.

Mesmo sabendo que é uma obra de ficção, é difícil não nos empolgarmos ao ver o Rei exercendo sua magia.

Antes, um pouco sobre Pelé:

Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé (Três Corações, 21 de outubro de 1940 ou 23 de outubro de 1940, é um ex-futebolista brasileiro que atuava como atacante.

É reconhecido entre especialistas de futebol e ex-jogadores como o maior futebolista da história.

Em 1999, foi eleito o Futebolista do Século pela International Federation of Football History and Statistics. No mesmo ano, a revista francesa France Football consultou os ex-vencedores do Ballon D’Or para eleger o Futebolista do Século; Pelé classificou-se em primeiro.[16] Em sua carreira, no total, marcou 1281 gols em 1363 partidas, número que fez dele o maior artilheiro de toda história do futebol.

Recebeu o título de Atleta do Século de todos os esportes em 15 de maio de 1981, eleito pelo jornal francês L’Equipe. No fim de 1999, o Comitê Olímpico Internacional, após uma votação internacional entre todos os Comitês Olímpicos Nacionais associados, também elegeu Pelé o “Atleta do Século”. A FIFA também o elegeu, em 2000, numa votação feita por renomados ex-atletas e ex-treinadores como O Jogador de Futebol do Século XX.

No Brasil, Pelé é saudado como um herói nacional por suas realizações e contribuições ao futebol.[18] Também é conhecido pelo seu apoio a políticas para melhorar as condições sociais dos pobres, tendo inclusive dedicado seu milésimo gol às crianças pobres brasileiras.[19] Durante sua carreira, foi chamado de Rei do Futebol, Rei Pelé, ou simplesmente Rei.Continue lendo pela Wikipédia.

Agora sim, emocionem-se com esta espetacular produção de Fernando Meirelles.

Saiba tudo sobre o Pelé clicando em Pelé de Bauru.

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Meu rei… “oh meu rei”

29/09/2011 por

Meu rei… “oh meu rei”

Por Renato Cardoso (*)

Recorro a dois artistas para este post: Ivete Sangalo, na reverência que fez a Roberto Carlos quando os dois cantaram juntos “se eu não te amasse tanto assim “, e ao fotógrafo Flávio Guedes, que pinçou a foto em destaque que nada menos vem a ser da casa onde morou Pelé, na cidade de Bauru. A foto é de apenas a frente da casa… vocês nem imaginam como está por inteiro.

Flávio Guedes, o segundo artista que menciono, é um parceiro de primeira ordem, que nos ajuda sempre com fotos do gênero a partir de Bauru, município situado na região central do Estado de São Paulo.

Mais do que artista, postou a foto em minha página do Facebook, como estratégia de jornalismo, e foi o suficiente para chamar minha atenção para dividir com vocês a gravidade reportada em apenas uma foto, pois estamos falando da casa onde morou o rei do futebol mundial, de quando deu seus primeiros passos e primeiros passes pelo Bauru Atlético Clube e daí foi para o Santos e de lá para o mundo.

Como uma imagem vale mais que mil palavras, estou aqui a interpretar a foto, com o complemento de informação de que há movimento na cidade para que seja feito da casa o Museu Pelé de Bauru, na trilha do que temos em Santos e lá em condições absolutas de visitação, pois está à altura e representa o prestígio do rei.

“Meu rei, ora meu rei”, não interprete, pela foto e pela condição de sua antiga moradia, como um descaso dos bauruenses que, a exemplo de todos os brasileiros, lhe nutrem profunda admiração.

Comenta-se muito por Bauru e pergunta-se do por que de não tê-lo de volta à cidade que lhe deu régua e compasso. Pede-se que venha pelo menos por uma oportunidade, ao menos para receber o título concedido pela Câmara Municipal.

Quem sabe pela foto abaixo, de sua temporada em Bauru, lembrando-se dos companheiros de então, se sensibilize e venha a dar aos bauruenses apenas um alô, mesmo à distância.

Enquanto isso não ocorre, há na cidade inúmeras versões ao avesso de Pelé pela cidade e há quem apele para um fato do passado que em tese o magoou demais.

Pelé em início de carreira

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Um novo gol de Pelé

16/08/2011 por

Um novo gol de Pelé

Pelé já é embaixador da Copa de 2014.

E vamos aos fatos em torno do tema: ele é embaixador e por determinação de Dilma Rousseff, mesmo a contragosto do presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Nem podia ser diferente, convenhamos, pois se temos Pelé, o marketing já sai pronto (já foi a marca mais lembrada do mundo à frente até da Coca Cola, à época).

E aí que vem o presidente do Congresso, José Sarney, querendo transformar o deputado federal Romário (PSB-RJ) em representante da Casa na organização da Copa.

Política entra aí para confundir tudo e, mais uma vez, política com futebol não dá certo.

Lembremos que Romário, há menos de três meses, foi o autor da convocação de Teixeira para comparecer ao Legislativo e explicar as denúncias de sua participação em esquema supostamente corrupto da Fifa.

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Os jogos da Copa do Mundo

22/06/2011 por

Foi adiado para do dia 30 de julho para outubro a data em que a FIFA anunciará quais estádios brasileiros abrigarão o jogo de abertura e a final da Copa de 2014.
Espera-se que até lá  nossa São Paulo já tenha condições de provar que erguerá um estádio capaz de abrigar a largada.
As megaempreiteiras Odebrecht e mais duas acertam com o Corinthians a engenharia financeira para a construção do Itaquerão, cujas obras poderão ser tocadas pelo engenheiro Paulo Vieira de Souza, ex-Dersa, considerado pela empreiteira um dos raros profissionais especializados em grandes obras.

Sobre o tema que tem ocupado agendas inteiras da presidente Dilma e os de sempre da FIFA, o importante Pelé continua demonstrando preocupação com o andamento das obras.

Diz que estádio paulista para o Mundial é uma “briga política”. “Fizemos nosso trabalho de trazer a Copa do Mundo e a Olimpíada (de 2016) e, infelizmente, nos deparamos com o que vocês estão vendo no Brasil. Isso nos assusta muito”, afirmou o ex-jogador em entrevista coletiva nesta quarta-feira.

Questionado sobre os Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs) que a Prefeitura de São Paulo estuda dar ao Corinthians para construir sua arena, Pelé declarou: “eu acho que tudo o que puder fazer para que tenhamos os estádios, tem que fazer. A maneira que estamos fazendo, essa confusão, é que nos deixa triste.

“O Corinthians rebateu as críticas sobre receber incentivo fiscal e informou, que “isentar do ISS os serviços de construção foi um compromisso assumido pelas 12 cidades-sede perante a Fifa”.

O estádio de São Paulo para a Copa, candidato a receber a abertura do torneio, é o que mais preocupa as autoridades. As obras de terraplanagem começaram em 30 de maio, mas a engenharia financeira para concluir o estádio para 65 mil pessoas ainda não foi finalizada. A capital paulista foi descartada pela Fifa para receber a Copa das Confederações de 2013, competição considerada um teste para o Mundial.

No final de maio, o governo federal reconheceu atrasos nas obras para o Mundial de 2014, pediu que os trabalhos e investimentos sejam acelerados e anunciou os modelos para as concessões de aeroportos, uma das preocupações da Fifa. A presidente Dilma Rousseff anunciou ainda que coordenará uma reunião trimestral com um grupo de representantes das cidades-sede para tratar dos prazos das obras.

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De Pelé a Neymar

21/06/2011 por

De Pelé a Neymar

Gerações diferentes, é verdade, mas os dois arrepiam nos gramados defendendo o Santos. E tem mais coisa em comum entre Pelé e Neymar: o penteado.

Os craques se encontraram no CT do Santos na última semana e Pelé deixou claro que o famoso moicano de Neymar já era usado na copa de 1958. “O Pelezinho, na Copa de 58, já usava esse cabelo. Ele está me copiando e vou processá-lo”, brincou o Rei.

“Só que naquela época, a gente não usava gelzinho nem brinquinho, porque tinha de ser macho. Tinha que fazer gol”, disse Pelé, que comprovou que já usava o penteado mostrando uma foto antiga de seus tempos como jogador do Santos.

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Lembrando os bons tempos da Varig

26/05/2011 por

Lembrando os bons tempos da Varig

Cláudia Vasconcelos (foto com grupo de tripulação da Varig com o rei Pelé)), comissária de bordo da Varig por 30 anos, está lançando o livro Estrela Brasileira, onde conta a visão dos tripulantes sobre a empresa que, um dia, foi a mais glamurosa do país – e quase um símbolo do Brasil.

No livro ela exibe o resultado de muitas entrevistas com uma série de figuras nacionais que eram admiradores da Varig, de Ivo Pitanguy a Chico Buarque.

No livro encontramos também histórias divertidas como a de um comandante apelidado de Flecha Ligeira, que era o terror dos comissários por fazer BH-Rio em tempo recorde e de passageiros “que mordiam toalhinhas quentes pensando que era tapioca” e de “sorvetes que eram tão duros que eram quebrados com machados de emergência”.

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Eu também joguei com o Pelé

25/02/2011 por

Eu também joguei com o Pelé

Bauruense que é bauruense (mais ou menos) e tem mais de 60 anos, precisa se apresentar como quem conheceu Dona Eny, maior dona de bordel do Brasil e jogou bola com o Pelé.

Tirando a brincadeira de lado, na verdade há uma disputa para se saber quem de fato tem em seu currículo algo ligado ao jogador Pelé, que como sabem, começou a dar seus primeiros passes e primeiras jogadas a partir de Bauru, pelo BAC, Bauru Atlético Clube.
Dia desses postei uma foto no Facebook e tentei provar quem de fato houvera jogado com o rei do futebol, em seu tempo de Bauru.

Uns são de conhecimento de todos, como Aniel Chaves e Dr. Salvador Carlos de Almeida.

O que poucos sabem é que Pelé teve ao seu lado pelo menos três feras vindos de Piratininga e com os quais contava para as jogadas mais espetaculares. Um pelo menos, o Picão, era o que o Pepe foi para o Pelé em tempos de Santos. Pelé já disse por diversas ocasiões que o Picão era mais jogador que o Pépe e com o piratiningano fez jogadas espetaculares. Os dois se entendiam maravilhosamente bem.

Pelé sempre citou o nome de Moisés Cocito, meio de campo, também de Pira, como um dos feras que passaram por sua vida. Moisés era uma espécie de irmão mais velho de minha turma, ligada ao seu mano mais novo, Murilo Cocito. Era na casa de Moisés que nos reuníamos e o belo amigo só podia seguir a carreira de Delegado de Polícia, tal sua rigorosidade com tudo e com todos nós. Cobrava atitude de todos, assim como ousadia e coragem. Moisés foi o homem mais corajoso que conheci e lembro-me bem quando sozinho enfrentou todo o time de Pederneiras em plena estação da Fepasa, em Piratininga.

Mas isso tudo para dizer que joguei com Pelé. Não joguei assim, uma partida, mesmo porque a diferença de idade entre nós é de próximo a sete anos.

Só que, em razão de sua estreita ligação com os parceiros de time, “oriundi” de Piratininga, não poucas vezes esteve ele na vizinha cidade de Bauru e chegou até a vestir por uma vez a camisa do meu time, o Associação Atlética Piratininga, por acaso, com uniforme lembrando o do Santos.

Num bate bola antes de um treino o Moisés disse: conheça aqui o futuro rei do futebol. Troque dois toques de bola com ele para contar pros amigos quando ficar velho.
Ousei até uma embaixada e o agora famosíssimo pode fazer constar em seu currículo que jogou bola comigo.

Quanto ao Cocito, vai uma inusitada: por dois anos viveu o dilema ao ter que se decidir entre o futebol e a carreira de policial, após conquistar diploma de bacharel em direito pela ITE.

Chegou a ir para o Santos, mas quando foi definir mesmo sua contratação, chutou uma beira de calçada e quebrou o pé, tendo que ficar gessado por meses.

Até hoje não sabemos se foi proposital ou não.

Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.

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Os 70 anos de Pelé

24/10/2010 por

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Neste final de semana ele foi o assunto predominante em todo o mundo.

Mais uma vez Pelé ocupou espaços nobres da mídia. Como que ainda no áuge da fama, o bauruense Pelé mostrou que continua sendo a marca mais famoso das décadas posteriores a 1.950.

Foram homenagens e muitas emoções. Emoção maior ver o amigo Luiz Carlos Cordeiro, falecido três dias antes do aniversário de Pelé, autor de um livro sobre sua vida, comentando sobre o “rei”.

O Vivendo Bauru dedica uma página inteira para falar de Pelé, desde o nascimento em Bauru (Pelé nasceu em Bauru… não o Edson) até as muitas comemorações de seus 70 anos.

Muito a comentar e ainda voltaremos ao assunto.

Saiba em www.vivendobauru.com.br.

E veja o vídeo postado pela Globo.com, com detalhes sobre a infância em Bauru e com amigos comentando de forma emocionada:

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Falece Luiz Carlos Cordeiro

18/10/2010 por

cordeiropeleFoto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com

O jornalista e editor da revista Atenção Luiz Carlos Cordeiro faleceu na manhã desta terça-feira (19/10), aos 68 anos, no Pronto Socorro do hospital da Unimed.
De acordo com as informações do Hospital da Unimed Bauru, o jornalista deu entrada no hospital às 6h50, levado pela esposa Norma Cordeiro.

As informações divulgadas pelo dr. Filemon Silva Casafus que fez os primeiros atendimentos junto com os médicos Sérgio Aroni Filho e Mario Sérgio Garcia são de que ele já chegou sem vida.

Foi tentada a reanimação, sem sucesso. A causa da morte foi uma parada cardiorespiratória em função de um infarto agudo do miocárdio.

Velório
O corpo de Luiz Carlos Cordeiro será velado na tarde desta terça-feira na Funerária Terra Branca, rua Gérson França 5-55, Centro. O enterro está marcado para as 8h desta quarta-feira no Cemitério Ipê.
Fonte: FM 94

Z Castel deu destaque ontem ao amigo Luiz Carlos Cordeiro

Este site publicou a seguinte matéria, no dia de ontem (18-10):

“Ampla matéria que repercurtiu em toda grande mídia sobre os 70 anos do rei Pelé traz um bauruense, Luiz Carlos Cordeiro, (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com), que escreveu livro sobre a infância de Pelé em Bauru.

A foto, em tamanho gigante ilustra matéria do Globo Esporte e com destaque no UOL, Folha de São Paulo e portais outros.

O destaque se dá pelo livro escrito pelo bauruense jornalista, diretor da Revista Atenção.

Um vídeo, com depoimento de Pelé será postado no Youtube e com link pelo Z Castel.”

Pelé conta o que poucos sabiam e fala de muitos outros bauruenses. Veja por aqui.

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O futebol ‘é’ uma linguagem com seus poetas e prosadores

04/07/2010 por

pelecomemorando

“(…) Quem são os melhores dribladores do mundo e os melhores fazedores de gols? Os brasileiros. Portanto o futebol deles é um futebol de poesia – de fato, está todo centrado no drible e no gol.

A retranca e a triangulação é futebol de prosa: baseia-se na sintaxe, isto é, no jogo coletivo e organizado, na execução racional do código. O seu único momento poético é o contrapé seguido do gol (que, como vimos, é necessariamente poético). Em suma, o momento poético do futebol parece ser (como sempre) o momento individualista (drible e gol; ou passe inspirado).

O futebol de prosa é o do chamado sistema (o futebol europeu). Nesse esquema, o gol é confiado à conclusão, possivelmente por um “poeta realista” como Riva, mas deve derivar de uma organização de jogo coletivo, fundado por uma série de passagens “geométricas”, executadas segundo as regras do código (nisso Rivera é perfeito, apesar de Brera não gostar, porque se trata de uma perfeição meio estetizante, não-realista, como a dos meio-campistas ingleses ou alemães).

O futebol de poesia é o latino-americano. Esquema que, para ser realizado, demanda uma capacidade monstruosa de driblar (coisa que na Europa é esnobada em nome da “prosa coletiva”): nele, o gol pode ser inventado por qualquer um e de qualquer posição. Se o drible e o gol são o momento individualista-poético do futebol, o futebol brasileiro é, portanto, um futebol de poesia. Sem fazer distinção de valor, mas em sentido puramente técnico, no México (em 1970) a prosa estetizante italiana foi batida pela poesia brasileira”.

O trecho acima é de artigo escrito em 1970 pelo cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, diretor de filmes como “Saló” e “Teorema”. Leia a íntegra em “O futebol ‘é’ uma linguagem com seus poetas e prosadores”

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Rei no pedaço?

28/05/2010 por

pelebac

Sei não, mas cria corpo o comentário de que o “rei” Pelé estará em Bauru na comemoração dos 50 anos da TV TEM local.

Um mosquito que circula pela Bela Vista bateu para o pessoal da casa que está pintando essa possibilidade, como estratégia e presente do grupo presidido por J Hávilla à cidade onde Pelé iniciou seus primeiros passos.

Enquanto a confirmação não vem, vai a dica para que conheçam o início da carreira do “rei”, no Bauru Atlético Clube, clicando aqui.

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Bom Dia compra equipamento para impressão

26/05/2010 por

pelejhavilaJ Hávilla, presidente do Bom Dia, ao lado de Pelé e esposa.

A informação já corre a cidade e sabemos até o dia do lançamento dos milhares de exemplares do jornal Bom Dia.

Um parque gráfico de grandes dimensões foi adquirido do grupo RBS (Zero hora e Rede Globo no sul), com capacidade para rodar 400 mil exemplares do jornal por hora.

Sabemos que o conjunto de equipamentos será instalado em Bauru para atender jornais de várias cidades da região, como Bom Dia Jaú, Bom Dia Marília e outros Bons Dias mais.

A comunicação local e regional cria contornos de alta disputa por grupos expressivos e de muita competência.

J Hávilla, que já investe pesado na internet, pelos portais do próprio Bom Dia e pelo Tem Mais, agora aposta na mídia impressa pra valer, querendo ter seu complexo de comunicação muito mais fortalecido. O Objetivo é cobrir todo o interior de São Paulo e ocupar o pódio na comunicação impressa e também pela internet, além de já deter direito à repetição de toda programação da Rede Globo.

E já que falamos no presidente da Traffic Sports, estamos sabendo que não está longe a possibilidade do próprio e seus colaboradores diretos promoverem um megaevento em Bauru para comemorar os 50 anos da TV Bauru Ltda., a TV Tem, repetidora da Rede Globo. E com direito à presença do Pelé, um bauruense assumido (pelo menos pelos bauruenses), na festa a ser promovida.

A proposta, pelo que ouvimos por aí, é de ser promovido um evento público, finalmente assumindo o “rei” sua condição de bauruense, embora nascido em Três Corações (Minas Gerais).

Muito bem, e saiba tudo sobre o Pelé, clicando aqui.

A foto é do Bom Dia.

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Pelé e o BAC, nos idos de 50

13/02/2010 por

pelebacEm pé: Osmar, Grillo, Paçoca, Zoel, Aniel e Esquerdinha. agachados: Maninho, Pelé, Miro, Pérsio e Leleco

Em Bauru metade da população de proximidade com a idade do Rei, diz que já jogou pelada com o Pelé, e segundo elas por lá na mesma cidade do Rei jogou alguém ainda melhor do que Pelé: Dondinho, o Pai dele.

Mas a foto acima mostra o time inicial do BAC (Bauru Atlético Clube), com companheiros e nominados devidamente.

Eu vi, num jogo quando Pelé já era famoso e voltou a Bauru para um amistoso, Pelé jogar com Moisés e Mil Cocito, de Piratininga, Picão, também da cidade vizinha e outros mais, que não constam da foto acima.

Pelé começou jogando no BAC (Bauru Atlético Clube). Em setembro de 1953, Dico (seu apelido de então), deu seus primeiros passou no futebol e se tornou, depois, Pelé, apelido que o rei não gostava. No diário de Bauru foi publicado um anúncio convidando as crianças da cidade a participarem da peneira. Cem crianças entre 8 e 16 anos se apresentaram. 25 Garotos foram aprovados e menos de um mês depois o Baquinho estreava vencendo o Gérson França F.C. por 3 x 1, na segunda partida aplicou uma goleada história no São Paulo Bauruense, por 21 x 0. Pelé já começava a se destacar sendo um dos artilheiros da competição, marcando 7 gols, mas a não vestia a 10, Pelé carregava a 8 em suas costas.

Não havia limites para o Baquinho. Entre amistosos e o campeonato da Liga Bauruense de 1954 disputou 33 partidas e marcou 148 gols, uma média de 4,5 por jogo. A seis rodadas do final, era campeão.

Em 1955 conquistou o Bicampeonato, mas no ano seguinte, Pelé ainda jogou alguns meses num time de futebol de salão e viajou para Santos. Logo o Clube encerrou sua atividades no esporte, tempos depois acabou dividido pela metade o campo (cenário de tantas glórias do Baquinho, é inicio do maior jogador de futebol de todos os tempos) para construir cinco piscinas. Hoje elas atraem mais meninos que a própria bola, que antes era tão bem tratada pelo Rei, de lembrança um pôster amarelado num dos bares, foi o que restou do nascimento de um rei.

No jogo contra o Flamengo, da Vila Mariana, o time já estava prestes a entrar em campo quando Valdemar de Brito deu pela falta de Pelé. Pelé foi pego comendo amendoim fora do vestiário e levado pelas orelhas, e no jogo destruiu marcando 6 gols dos 12 daquela vitória, assim começou a carreira do Edson Arantes do Nascimento, simplesmente Pelé o Rei, que ainda voltaria um dia para vestir pela última vez a camisa do Bauru Atlético Clube.

Em 1956, quando Pelé já arrebentava em Bauru, o diretor Miguel Galvani, ferroviário da Estrada de Ferro Sorocabana, que pela função de camareiro, parava com freqüência na cidade de Bauru, numa das reuniões, argumentou: “Lauro (Laurindo Izidoro Jaqueta, presidente da Associação Atlética Ferroviária), em Bauru, tem um escurinho que está arrebentando no futebol amador daquela cidade, porque você não manda buscar esse garoto?”

Sem pestanejar, Lauro respondeu: “O Chocolate já me falou desse escurinho, mas para nós não interessa, na várzea de Botucatu tem muitos jogadores dessa qualidade, nós precisamos de atletas já tarimbados”.

Dois anos mais tarde Pelé já era campeão do Mundo com a seleção Brasileira.

Donte: Terra Fotolog

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Familiares de Pelé em visita a Bauru

28/11/2009 por

familiarespeleDa esquerda para direita, vemos: no colo Esther Nascimento Magalhães Zilli, Maria Lucia Nascimento Magalhães, Egberto Cavariani, Roberto Rufino e Danielle Nascimento Magalhães Zilli.

Lúcia e Danielle, respectivamente irmã e sobrinha do Pelé, estiveram em Bauru para rever amigos e foram recepcionadas pelo jornalista Roberto Rufino, Egberto Cavariani (Bauru Chic) e Neusa Maria Pavão Battaglini (professora da Unesp).

irmapeleAqui, as amigas de infância: Neusa Maria Pavão Battaglini (professora da Unesp) e Maria Lucia Nascimento Magalhães (irmã do Pelé).

As fotos foram tiradas no Bauru Chic, onde todos saborearam o autêntico “sanduíche bauru”.

Sobre a nota, importante destacar a luta de Roberto Rufino para que nossa cidade contemple bauruenses e visitantes com o Museu Pelé, e a importante visita pode significar mais um passo rumo às pretensões de todos nós.

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