Aquela recaída básica a que me permito de vez em quando, mas abrindo exceções para poucos, como para Paula Fernandes, a bela da foto que brilhou em camarote na Sapucaí, virando centro das atenções assim que pisou no espaço VIP. Equivale dizer que a queda pela mineira não é privilégio meu.
Gosto de Paula Fernandes na razão inversa do que admiro as sertanejas, porém as respeito.
É que Paula Fernandes tem um algo a mais, em sua voz, com um timbre diferenciado que fará dela, ainda, uma brasileira a ser inserida no Grammy (escrevam isso).
Paula Fernandes, sobre o tema, estava deslumbrante, assim desde que chegou cercada de seguranças ao camarote da Brahma, na Sapucaí.
A cantora, que está em processo de gravação do seu novo CD, contou o que fez durante o carnaval:
“Hibernei, literalmente. Fiz duzentos e vinte shows no ano passado e aproveitei esses dias para descansar, espairecer. To em processo de produção do meu próximo trabalho.”
Solteiríssima, a cantora aproveitou uma folga nas gravações para prestigiar o carnaval do Rio.
“Considero o carnaval brasileiro a coisa mais linda do mundo. Vim pra assistir e conferir tudo de perto.”
Passado o carnaval quando descobri que jamais fui “o rei mais modesto dessa festa”, vai uma de Roberto Carlos (Costumes), em montagem de PPS, pedindo para que se atenha ao acompanhamento, especialmente com presença de um acordeão (sanfona mesmo), que achei simplesmente divino.
A convite da equipe de produção de Roberto Carlos, na manhã de sábado (4), a reportagem de O Fuxico embarcou no porto de Santos (SP) no cruzeiro Emoções em Alto Mar, que pela 8ª vez levou cerca de 4 mil fãs do cantor até Búzios (RJ), com paradas em Ilhabela (SP) e na capital fluminense.
Às 17h10, um grande alvoroço tomou conta do cais. Sob gritinhos e muitos aplausos, o ídolo chegou acelerando um Audi vermelho conversível. Antes de descer do carro, ele se olhou no espelho, arrumou os cabelos bagunçados pelo vento e só então desceu para atender a imprensa. Como de praxe, Roberto posou para fotos ao lado do comandante italiano Michele De Gregorio, que o presenteou com um quepe.
Maior fuzuê na 8ª edição do “Emoções em Alto Mar”, projeto de Roberto Carlos nos navios da Costa Cruzeiros. O Costa Pacífica partiu de Santos neste sábado (04/02), lotado, com mais de 3.000 mil passageiros a bordo.
O comandante Michele de Gregorio, comandante oficial das viagens de Roberto, aprecida tanto o Cruzeiro que os dois viraram grandes amigos, e assiste aos shows todos os dias do Roberto, e eles jantam juntos no navio.
O cantor só viaja se for com ele, isso é condição!… Ontem, o agito foi Roberto cantar Michel Teló com o seu “Ai se eu te pego”…
Não tem como não curtir Caetano em todas suas fazes, começando pela chegada ao maior centro consumidor do Brasil (São Paulo), com parceiros que formavam os Doces Bárbaros.
Caetano, como a irmã Bethânia, Gal Costa e Gilberto Gil, daqueles tempos aos de hoje mudaram muito e nem podia ser diferente.
Vieram na proposta Doces Bárbaros para se impor, dizerem ao que vieram e as portas foram abertas. Depois foram se ajustando e se adaptando ao estilo de fina estampa.
Eram tempos de festivais de canções pela TV Record e foram vários que os Doces Bárbaros participaram, indo aos poucos se juntando aos que comungavam dos mesmos propósitos, desde musicais até políticos, chegando então a Chico Buarque de Holanda, Vinícius de Moraes e se reencontrando com João Gilberto. Outros baianos os seguiram de perto e têm sua trajetória aí, anotada e registrada na memória e nada irá apagar.
Especialmente com relação ao Caetano Veloso, foi e é ele um dos meus cantores prediletos e aos poucos foi conquistando o Brasil e o mundo na condição de compositor. Aí foram muitas as fases de criações, que se tornaram sucesso em vozes da irmã Bethânia, do próprio Gilberto Gil (parceiro), outros que sempre pediram uma obra em especial e a maioria para consumo próprio, na interpretação impecável e consumo dos fãs como eu que degustaram e degustam de “Menino do Rio” a “Reconvexo”.
Caetano Veloso nasceu Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, em Santo Amaro da Purificação, em 7 de agosto de 1942 (portanto hoje com 70 anos), tanto quanto Gil, Roberto Carlos e vários outros (João Gilberto chega aos 80).
Com uma carreira que já ultrapassa quatro décadas, Caetano construiu uma obra musical marcada pela releitura e renovação,considerada de grande valor intelectual e poético.
Embora desde cedo já tivesse aprendido a tocar violão em Salvador, escrito entre os anos de 1960 e 1962 críticas de cinema para o Diário de Notícias, conhecido o trabalho dos cantores de rádios e dos músicos de bossa nova — notavelmente João Gilberto, sua maior influência e com quem dividiria o palco anos mais tarde.
Veloso iniciou seu trabalho profissionalmente em 1965 com o compacto “Cavaleiro/Samba em Paz”, enquanto acompanhava a irmã mais nova Maria Bethânia por suas apresentações nacionais do espetáculo “Opinião”, no Rio de Janeiro. Nessa década conhece Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé e participa dos festivais de música popular da Rede Record e compõe trilhas de filmes. Em 1967 sai seu primeiro LP, Domingo, com Gal Costa, e no ano seguinte lidera o movimento chamado Tropicalismo, que renovou o cenário musical brasileiro e os modos de se apresentar e criar música no Brasil, através do disco Tropicália ou Panis et Circensis ao lado de vários músicos. Em 1968, face à ditadura militar, compõe o hino “É Proibido Proibir”, que é desclassificada e amplamente vaiada durante o III Festival Internacional da Canção.
Em 1969, é preso pelo regime militar e parte para exílio político em Londres, onde lança Caetano Veloso (1971), disco triste com canções compostas em inglês e endereçadas aos que ficaram no Brasil. Transa (1972) representou seu retorno ao país e seu experimento com compassos de reggae. Em 1976, une-se a Gal, Gil e Bethânia para formar o Doces Bárbaros, típico grupo hippie dos anos 70, lançando um disco, Doces Bárbaros, e saindo em turnê. Na década de 80, mais sóbrio, apadrinhou e se inspirou nos grupos de rocks nacionais, aventurou-se na produções dos discos Outras Palavras, Cores, Nomes, Uns e Velô, e em 1986 participou de um programa de televisão com Chico Buarque (Chico e Caetano).
Na década de 90, escreveu Verdade Tropical (1997), e o disco Livro (1998) ganha o Prêmio Grammy em 2000, na categoria World Music.
Com A Foreign Sound cantou clássicos norte-americanos e em 2006 lançou o álbum Cê, fruto de sua experimentação com o rock e o underground. Unindo estes gêneros ao samba, Zii e Zie de 2009 — seu último disco lançado até agora — fechou a parceria com a Banda Cê.
Caetano Veloso é considerado um dos artistas brasileiros mais influentes desde a década de 60 e já foi chamado de “aedo pós-moderno”.
Em 2004, foi considerado um dos mais respeitados e produtivos músicos latino-americanos do mundo, tendo mais de cinqüenta discos disponíveis e canções em trilhas sonoras de filmes como Hable con Ella de Pedro Almodovar e Frida de Julie Taymor. Ao longo de sua carreira, também se converteu numa das personalidades mais polêmicas e com maior força de opinião nacional. É uma das figuras mais importantes da música popular brasileira, considerado internacionalmente um dos melhores compositores do século XX, sendo comparado a nomes como Bob Dylan, Bob Marley e Lennon/McCartney.
Para mim, a melhor fase de Caetano Veloso (além da atual, é claro – está no auge) foi aquela relacionada ao seu envolvimento com a música latino americana e com mais força à música portenha. Gostei muito de vê-lo e ouvi-lo cantando músicas de Gardel, Fito Paez, Pablo Milanez (cubano) e outros que constam do seu cd e dvd com o título Fina Estampa – uma relíquia.
E é exatamente do Fina Estampa que subtraio a música “Mano à mano“, um dos clássicos da Argentina, de autoria de Carlos Gardel e que na voz de Caetano ficou com uma roupagem muito mais “digerível” pelos que não viveram aqueles anos em que os tangos invadiam nossas rádios.
Vamos a Mano a Mano:
Com informações da Wikipédia.
(*) Renato Cardoso é publicitário e bacharel em direito.
O septuagenário Erasmo Carlos faz suas confissões na nova edição de Poder: “Fazemos a vida com sexo e ele é tabu.
Se falo sexo oral, vira fenômeno no Youtube. Pode ser que com isso, eu perca as fãs de Roberto, porque elas estão mais acostumadas com Jesus Cristo”.
E adiante: “Mulher pra mim é a do motociclista. Têm que andar na garupa, ir para onde vou. Como é difícil, vou sozinho”.
Nota do Z Castel
A nota, bem sabemos, é mais picante do que normalmente o Z Castel posta por aqui, mas o momento é da dupla Erasmo e Roberto Carlos, especialmente depois da apresentação do rei em Jerusalém.
O comentário se faz necessário pois, a par do acima postado, picante do “Tremendão”, fico imaginando como alguém (e isso é dele), pode compor algo tão lindo como:
“Pensamentos que me afligem
Sentimentos que me dizem
Dos motivos escondidos
Na razão de estar aqui E eu penso
Nas razões, na existência
Contemplando a natureza nesse
mundo
Onde às vezes
Aparentes coicidências
Têm motivos mais profundos
Se as cores
Se misturam pelos campos
É que flores diferentes vivem
juntas
E a voz dos ventos
Na canção de Deus
Responde todas as perguntas
O “Tremendão” é dado a declarações que rendem comentários, mas quando me pego analisando as lindas canções interpretadas por ele e por Roberto, deixo tudo pra lá e fico com suas canções.
O próprio Roberto Carlos diz coisas muito gozadas, não fossem diferentes a respeito do parceiro de grandes composições. Certa vez, num final de ano, ao telefone disse ao rei: “Um feliz Roberto Carlos para seu Natal”.
Ele é assim e fiquemos com o que ele fez e faz de melhor, como a linda canção que passa a ser ouvida de forma diferente, depois do destaque à parte nobre da letra.
Vamos à interpretação na voz de Simone e parem na letra, para chegar a uma beleza incrível, muito e mais pela singeleza e menos pelo conteúdo que poderia ser mais, pelos exigentes letristas.
Por apenas U$S se pode participar do show do rei Roberto Carlos em Jerusalém.
Um encontro da música com a fé unindo turismo com entretenimento em um mergulho na historia da humanidade no cenário com mais de 3 mil anos.
Este é Projeto Emoções em Jerusalém que tem Roberto Carlos como anfitrião numa viagem pelos lugares sagrados de Israel culminando com um show dia 7 de setembro no Sultan´s Pool, anfiteatro em Jerusalém onde acontecem concertos de música erudita e encenação de grandes óperas apenas no verão.
Neste espetáculo além de seus sucessos em português, vai cantar em inglês, espanhol, italiano e hebraico.
Um encontro da música com a fé unindo turismo com entretenimento em um mergulho na historia da humanidade no cenário com mais de 3 mil anos. Este é Projeto Emoções em Jerusalém que tem Roberto Carlos como anfitrião numa viagem pelos lugares sagrados de Israel culminando com um show dia 7 de setembro no Sultan´s Pool, anfiteatro em Jerusalém onde acontecem concertos de música erudita e encenação de grandes óperas apenas no verão.
Neste espetáculo além de seus sucessos em português, vai cantar em inglês, espanhol, italiano e hebraico. Um momento inesquecível, um espetáculo em palco épico.
O Facebook tem sido a mais gostosa e saudável forma de comunicação da internet e pela mídia digital chegamos a poderosos e artistas, como é caso de Luiz Brunet (foto), que acaba de publicar uma foto antiga sua (mais de duas décadas atrás), de um show no Teatro Municipal, do Rio, onde no final do espetáculo, Roberto Carlos coloca uma rosa vermelha em seu decote.
Na noite, Luiza foi direto de São Paulo para a apresentação, usando um vestido preto (não deu para trocar) mesmo sabendo que RC não gosta da cor, o que não o impediu do gesto certeiro. “Não tenho o prazer de ser intima dele, mas amo esse homem de paixão”. Luiza, quase cinquentona e Roberto, setentão, estão numa fase available.
Natarde desta terça-feira (19), Roberto Carlos finalmente resolveu aparecer na sacada de seu apartamento localizado na praia da Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro.
O cantor, que comemora 70 anos, ainda está muito abalado com a morte inesperada da filha, Ana Paula, e mesmo assim quis agradecer o carinho dos fãs que se aglomeraram na entrada do prédio para homenageá-lo.
O Rei adiou o show que faria em comemoração ao seu aniversário no Espírito Santo, sua terra natal. A apresentação foi transferida para junho, no mesmo local , o Ginásio Álvares Cabral, em Vitória.
Paula Fernandes desfilará na Beija-Flor, A convite do cantor Roberto Carlos.
Paula Fernandes mais uma vez mostrou a que veio, ao cantar na gravação do programa de estreia de Hebe na Rede TV!, em São Paulo, esta semana. Sentadinho em seu home theater, o rei Roberto Carlos acompanhava tudo e com o coração a mil por hora, ou a 120 quilômetros por hora lembrando a velha canção.
Há fortes indícios da bela mineira estar ocupando o coração do rei. Tudo indica que o “café da manhã”, tem sido a dois, daí a energia de RC que insiste ainda mais na musculação.
Falatórios dão conta que tudo começou naquele show “Elas cantam Roberto Carlos” e o homenageado ter ficado estonteado diante de tamanha beleza juvenil e tanto talento. Adorou o timbre de Paula que sem dúvida é diferenciado.
O romance parece estar rolando mesmo e, para não ficar distante, o rei Roberto Carlos fez o convite para a cantora sertaneja Paula Fernandes, que confirmou que vai desfilar na escola de samba carioca Beija-Flor (não se sabe se ao lado do “como é grande o meu amor por você”, ou em outro carro de destaque. Tudo indica que estará lá, no mais autêntico “eu não vivo um só momento sem você”.)
Este ano, a agremiação de Nilópolis, na região metropolitana do Rio, homenageará o cantor com o enredo “Roberto Carlos: A Simplicidade de um Rei”.
Ah, de última hora vem a informação de que Paula irá cruzar a Marquês de Sapucaí na alegoria “Caminhoneiro”, acompanhada pelas cantoras Roberta Miranda, Rosemary, Fafá de Belém e Marina Elali, que também atenderam à solicitação do rei.
Só que o rei ficará de olho e mandará beijinhos sutis, talvez insinuando “vem, cada minuto é muito tempo sem você, eu não consigo te esquecer”.
Música que aliás adoro e posto a seguir, com direito a uma de lançamento de Paula Fernandes:
Rainhas são muitas e belas, e ocupando a mídia a todo instante, até para promover o maior espetáculo da terra.
Agora é a vez de um rei, e rei de verdade, Roberto Carlos, que está curtindo sua grande possibilidade de ser homenageado e desfilar com destauqe pela Escola de Samba Beija Flor.
Disse hoje a respeito: “Estou dando uma marombadinha”, sobre preparação para o Carnaval.
Ontem posou para foto com Carlinhos de Jesus na quadra da Beija-Flor e mostrou grande alegria pela homenagem que recebe desta que é uma das maiores. Curte da preparação e irá assim até seu grande dia.
Claro que espera não chover, até para que seus cabelos não se desalinhem e aconteça o que mais tema, salientar os pelos finos e agora ralos na parte frontal.
Roberto Carlos, também demonstrando ansiedade, disse: “Esta é uma das maiores homenagens da minha vida. Estou preocupado porque não quero chorar no desfile. Carnaval não é lugar de choro”, diz. O cantor, cuja vida virou enredo da Beija-Flor, afirma que está se cuidando para fazer bonito na Sapucaí. “Estou dando uma marombadinha para ficar fortinho até lá”, garante o Rei.
A relação do cantor com o samba não é de agora. “Minha relação com o samba aumentou muito desde que a gente passou a levar os ritmistas da Beija-Flor ao projeto ‘Emoções em Alto-Mar’”, afirma. Roberto esteve na quadra da agremiação de Nilópolis e se emocionou com a recepção do público. “Minha ida à quadra foi uma experiência única. O afeto de todos comigo foi maravilhoso”, conta.
Questionado se já sabe o samba de cor, Roberto diz que sim, mas não se sente muito à vontade para cantar os versos compostos em sua homenagem. “Sei o samba da Beija-Flor. Mas acho que um samba em homenagem a mim não é um samba que eu tenha que cantar. Imagina eu me elogiando?”, pondera.
Roberto diz que acompanhou a idealização das alegorias da escola: “Tivemos algumas reuniões para falar sobre o enredo da Beija-Flor”. O Rei virá como destaque do último carro da agremiação, fechando o desfile. Três elevadores foram construídos no carro-alegórico para que Roberto decida por qual deles quer subir. “Não fiz nenhum pedido. Não sei quantos metros tem o carro em que vou desfilar. Acho que tem uns 12″, afirma o Rei.
O cantor assegura que gostaria de assistir a passagem das outras escolas. “Eu adoraria acompanhar todas as agremiações. O problema é que a Beija-Flor fecha o desfile da segunda-feira e eu não quero estar cansado na hora em que entrar na avenida”, conclui.
Paulo Skaf (foto), presidente da Fiesp e candidato ao governo de São Paulo pelo PSB, deverá ficar frente a frente com Duda Mendonça nos tribunais. É que o ex-candidato tem um passivo junto ao baiano que reclama R$ 5 milhões oriundos de assessoria de marketing em sua campanha eleitoral.
Roberto Carlos estava plena felicidade na quadra da Beija-Flor, na semana passada, onde foi acompanhar o ensaio da escola que, no carnaval, desfilará com um enredo dedicado à sua vida.
O “rei” sambou, batucou num tamborim, posou para fotos e quando viu as matérias, depois, nos noticiosos de televisão, entendeu que, na avenida, terá de superar um problema.
É que finalmente admitiu que tem cabelos compridos, só que finos e ralos. Caso dê tempo, irá voltar a um tempo passado, quando reforçou na frente com um implante e quando pode jogar alguns dos seus fios na testa. No ensaio, suado, os cabelos (sempre armados, com escova) desabaram e o rei já ficou imaginando o que acontecerá no desfile. Nem rei fica livre do sinal dos tempos.
Enquanto isso, saturou na internet a chuva de protestos, com direito a palavrões e tudo mais em cima de Romário, o novo deputado federal pelo PDT-RJ.
É que, logo após sua posse, voltou para o Rio e no dia seguinte, enquanto José Sarney discursava na abertura do Congresso, o baixinho passeava num shopping da Barra.
Stress?
Falando de política, só de leve vamos mencionar o ex-presidente Lula, que declinou do convite de sair de destaque na Tom Maior, em São Paulo, cujo enredo conta a história de São Bernardo.
Lula disse não, mas já avisou o governador Sérgio Cabral que estará em seu camarote para ver as escolas do primeiro grupo. O governador carioca ficou contente, mesmo tendo de transferir sua passagem e da mulher, Adriana Anselmo, para Paris, para a Quarta-Feira de Cinzas.
Ainda sobre política, estou sentindo uma boa diferença comportamental no Palácio do Planalto. Miram: apresidente Dilma, quando chega em casa e janta com a mãe, Dilma Jane, ainda encontra disposição para uma conversinha doméstica no final da noite, com direito a antigos sucessos da música popular brasileira revividos pela genitora.
Aos mais chegados, a Chefe do Governo está “renovando seu repertório” com músicas dos anos 40 e 50 gravadas por figuras como Francisco Alves, Orlando Silva, Silvio Caldas, irmãs Dircinha e Linda Batista e outros tantos.
Dilma Jane tem 86 anos de idade.
Agora falando de artistas: no estilo do show apresentado pelo Caetano Veloso, Aguinaldo Silva, 67 anos, assinará Fina Estampa, sucessora de Insensato Coração. Tomara chegue aos pés do que foi a série de shows.
Silva também está escrevendo seu segundo livro de memórias, pelo qual quer detalhar vitórias e derrotas de sua carreira, bastidores da história da televisão e seu passado de defensor das causas gays (editou o primeiro jornal da categoria, nos anos 70, O Lampião). Em 1992, Aguinaldo já havia publicado um livro de memórias, Lábios que beijei: o romance da Lapa, que vendeu menos de dois mil exemplares. Na época era pequeno o número de expostos saídos do armário, daí talvez a razão da pequena vendagem.
Quando deixo meu lado sertanejo voar alto, chego a essa mulher que canta com a alma e toca com suas canções simples e de fácil entendimento.
Pois bem, hoje vem a notícia de que Roberta Miranda está em seu melhor momento, ‘tanto na vida quanto na carreira’, afirma a cantora.
“Passei cinco anos de reclusão e pensamentos, elaborações, amadurecimento. Resolvi que era hora de colocar tudo isso pra fora”, revela Miranda, que acaba de lançar seu novo álbum musical
O resultado é um CD autoral, onde assina quase todas as músicas, e que mostra novidade: “Tem um forró que eu fiz, em homenagem ao Dominguinhos, misturando rap com forró, e convidei o MV Bill pra dividir essa música comigo, que é o Forrépeando”. O novo trabalho traz também uma canção assinada por Roberto e Erasmo Carlos, Alô, e outra assinado por Victor, da dupla Victor e Leo, Ilusões.
“São coisas novas, que trazem uma Roberta que descobriu que sorrir faz a vida valer. Porque o que seria a vida se não fossem as gargalhadas, algumas coisas que nos fazem felizes?”, filosofa.
Posto Roberta Miranda cantando com Roberto Carlos”. A seguir:
Uma vez, pelo Fantástico, bem que Pedro Bial tentou entrar na intimidade do rei Roberto Carlos, de forma sutil e o autor de “Tantas Emoções” saiu rapidamente e daquela forma estratégia alegando que coisas tristes do passado ficam lá atrás e que preferia falar de felicidade.
O assunto relativo ao atropelamento ainda em Cachoeira de Itapemirim, quando criança, jamais foi permitido ser comentado e nem de longe RC dá abertura para que se lhe pergunte a respeito. Não em sua presença e ou com sua participação. Ele falar a respeito de algo que deve incomodá-lo muito, nem pensar.
O jornalista Elio Gaspari, de O Globo, pela primeira vez encara o drama de Roberto Carlos e menciona sua protese mecânica, fazendo elo ao mesmo problema que vive a modelo Heather Mills (ex-madame McCartney) que dá exemplo quando exibe sua prótese, também na perna.
Gaspari comenta que “Depois de abrir seu glorioso show na praia de Copacabana com “Emoções”, Roberto Carlos contou que, “depois dos 35 anos, tudo fica mais difícil e eu já passei há algum tempo. Sofri um pequeno acidente de motocicleta e, por isso, estou com problema no joelho e não vou conseguir fazer o show todo em pé”.
E completa: “Aos 69 anos, um apoio não faz mal a ninguém e, a esta altura de sua carreira e de seu sucesso, Roberto Carlos poderia prestar uma ajuda a pessoas que, como ele, convivem com uma deficiência física. Quando tinha seis anos, um acidente no leito da ferrovia de Cachoeiro de Itapemirim cortou-lhe a perna direita, abaixo do joelho. Ele superou a deficiência e evita mencioná-la, mas evocou-a num verso da canção “O Divã”: Relembro bem a festa, o apito e na multidão, um grito”.
Apenas um reparo: Roberto Carlos, a par de usar sim a prótese, como é de conhecimento nacional, naquela noite estava acometido de forte crise no nervo ciático. Comentei aqui que pela primeira vez que vi um “rei” extremamente abatido, mesmo frente a belezura de Paula Fernandes, que fez com ele um dueto, suscitando comentários de ser ela a nova felizarda a tomar o “café da manhã e depois receber o carinho” do maior ídolo da música popular brasileira.
Gaspari insiste que, no início de sua carreira, a discrição talvez fosse conveniente, sobretudo para um artista que preserva sua vida pessoal. Hoje, ele poderia ser um exemplo para milhares de pessoas, estimulando políticas públicas de saúde”, completa o jornalista de O Globo.
Na primeira matéria a respeito do assunto pela grande mídia, o jornalista cita o então vfice-presidente, José Alencar, que vem ensinando aos brasileiros como a coragem e a fé ajudaram-no a enfrentar o câncer. (Houve época em que nem se mencionava a palavra, dizia-se “insidioso mal”.) Completa lembrando que o próprio Roberto Carlos viveu uma história de amor e sofrimento quando sua mulher, Maria Rita, padeceu de um câncer que a matou em 1999.
Voltando à modelo Heather Mills, ex-madame Paul McCartney, que sofreu uma amputação semelhante à do cantor, informa que ela batalha pelos amputados e chegou a mostrar a prótese, colocando-a sobre a bancada do entrevistador Larry King. Usou sua fama para desestigmatizar a mutilação, divulgando os avanços ocorridos nesse ramo da fisioterapia.
O senador Robert Kerrey, pré-candidato à Presidência dos Estados Unidos em 1992, chegou a fazer piada com o pé que lhe faltava, perdido no Vietnã.
Tudo em Roberto Carlos, em carreira de mais de 50 anos, teve a marca de sofrimento em razão do acidente que sofreu aos nove anos de idade. A tristeza constante, expressada pelas letras de suas canções e pelo semblante nitidamente disfarçado, remetem-no àquele momento. Quando cantou “Lady Laura”, música que fez para sua mãe no show de Natal, parecia pedir o colo que deve ter tido em abundância quando criança e especialmente após o triste episódio.
Não sei se Roberto Carlos precisa partir para ações no sentido sugerido por Gaspari. Ele já nos presenteia a todos instantes por sua arte, talento e fortes emoções que provoca.
Vi e comentei que pela primeira vez vi um RC abatido e com dificuldade para caminhar. Passou por diversas vezes as mãos no joelho direito e sabidamente a prótese usada é instalada na perna esquerda e a dificuldade para caminhar se postar de pé estava nitidamente ligado a problemas nas costas.
Comparando uma foto do show promovido em meados do ano retrasado (Elas cantam Roberto Carlos), com a estampada nos jornais e revistas, tiradas no show de Copacabana, dá nitidamente para estabelecer a diferença no rosto com os sinais do tempo dando mostras claras. Roberto Carlos, o rei, está com próximo a setenta anos, tal qual outro rei, o Pelé (este porém absolutamente jovem e com aspecto saudável, até porque tem o gen de Dondinho, o pai e Dona Celeste, a mãe ainda viva e absolutamente lúcida.
Roberto Carlos tem uma história de vida marcada pelo sofrimento. Teve muitas mulheres e amou muito. Perdeu sua primeira esposa, não soube conviver com a prótese agora pela primeira vez tornada público de forma escancarada e sua relação com Maria Rita, uma jovem simples que em nada tinha de porte de rainha, o fez feliz por algum tempo. Na razão inversa veio o sofrimento, pela doença da mulher amada e pelo falecimento que o levou a uma depressão intensa que durou mais de quatro anos. Foi quando se recolheu e todo o mundo artístico partiu para uma corrente de oração pelo restabelecimento do rei, que voltou a sorrir em seu show de 2.008, apenas.
Para os que idolatram as melodias de Roberto Carlos e que pautaram sua vida sentimental embalada por elas, se entristecem junto ao ídolo. Rei triste, multidão brasileira incomodada, comungando da dor. Rei feliz, bom para todos pois o desejo não é apenas de vida longa ao rei, como e principalmente por sua saúde perfeita física e emocionalmente.
Roberto Carlos não foi sincero este ano quando cantou “quando eu estou aqui, eu vivo esse momento lindo”, na praia de Copacabana, para milhares de pessoas. Ele não viveu um momento lindo naquela noite pois partiu para o sacrifício, quebrou tradição e pela primeira vez permitiu que o show fosse ao vivo, claro que sem cortes, e com algumas falhas que ele jamais permitiu em suas apresentações. Todos sabemos de seu rigor quanto a qualidade em tudo que faz no aspecto artístico.
Depois do espetáculo da Noite de Natal, surgiu o comentário de que estaria ele vivendo um romance com a belíssia e encantadora jovem cantora Paula Fernandes, com quem fez um belo dueto e cobriu de elogios. RC negou o envolvimento dias após, quando participou do lançamento do cartão de crédito que leva sua marca.
O que mais admiro em Roberto Carlos é sua competência como cantor, sua bela voz, sua absoluta afinação e ouvido que não precisa de diapasão para iniciar uma canção. Ele tem o tom de cada música de seu repertório nos ouvidos e canta sem mesmo o maestro Eduardo Lajes sugerir tonalidade. Um ritmo e cadência como poucos. Mas está no sentimento o aspecto artístico que mais salienta seu encantamento e o leva ao patamar mais alto que um artista brasileiro alcançou. O problema com o qual convive há sessenta anos faz dele o homem triste, com olhar triste e uma falsa presença mesmo quando sorri, maioria das vezes para mudar de assuntos que o incomodam e sair pela tangente de forma habilidosa.
Sempre disse que alguns artistas não podiam mesmo envelhecer. Não imagino Michael Jackson velho e com as cicatrizes das plásticas salientes (ainda mais), como faltalmente ocorre com os que passaram por bisturis, mesmo pelas mãos de um Pitanguy. Eternamente iremos lembrar do jovem também triste e marcado na infância por dores incríveis não em forma física, mas pontual em sua alma. Idem com relação a Elviz Presley, que nos vem à lembrança como um belo jovem com voz potente e apenas por uma apresentação, no Havai, já quando mostrou peso bem acima do normal, em razão dos remédios que tomava para fugir de si mesmo.
Poucos são e foram os cantores que seguiram a tendência do vinho, muito melhor com o passar do tempo, em minha opinião, dos mais famosos e populares. Dentre eles, foram Frank Sinatra, Luciano Pavarotti e Ella Fitzgerald. Gal Costa, que tanto idolatrei em quase toda carreira, não é mais a mesma… uma pena (porém ainda a amo muito). Eu a via num conjunto que se completava pela beleza física, pela sensualidade, pelo olhar maroto e claro, por sua voz linda e tocante. Ah, Maria Bethânia é um vinho raro que está sim muito melhor agora do que quando jovem. Não esconde os cabelos brancos e esbanja categoria conjugando com muita sabedoria adquirida pela arte embutida em sua alma e espírito, enaltecida pelo saber adquirido pelos muitos livros que leu e continua lendo. Idem seu irmão Caetano, mais Naná Caimmy e alguns outros.
Da Jovem Guarda, não me passa pela cabeça algum das velhas tardes de domingo, velhos tempos, belos dias, que estejam hoje se apresentando melhor do que pelas telas da TV Record nos idos de 1.960. Agnaldo Rayol impressiona duplamente: por manter a bela voz, porém cantando numa cadeira de rodas.
A bela Vanusa foi alvo de vaias por mostrar rigorosos sinais de senilidade ao esquecer por diversas vezes as letras de seus grandes sucessos. Vi há poucos anos a Wanderléia e me emocionei, porém me remetendo àquela linda jovem que fazia o trio mentor e condutor dos jovens talentosos que revolucionaram o rock brasileiro. Idem a mim, ela apresenta sinal do tempo e é outra que se fazia completa pela musicalidade não tão primorosa, mas pela beleza física, pelas pernas mostradas pelas câmeras da televisão rigorosamente bem torneadas. Mas, em sua presença, me emocionei muito, tendo-a na mente como minha rainha do rock de tempos de juventude.
O exemplo maior de presença artística com longevidade, sem dúvida vem dos cantores surgidos nas favelas do Rio de Janeiro e que animaram carnavais pelo maior espetáculo da terra. Lembro-me de Jamelão, Dona Zica e alguns outros puxadores de samba.
Na política, raros são os que passam impunes e sem envolvimento com a corrupção. Dos senadores, certamente comentendo injustiça com outros, reporto-me a Pedro Dimon (PMDB) e Christovan Buarque (PDT). ACM, Sarney, os anões do orçamento e grande maioria, não deviam envelhecer. Ou envelhecer fora da política para não darem maus exemplos.
Se na música, alguns ficam melhores como o vinho, por conviverem com a arte que embala e enriquece a alma, na política os homens que fazem carreira ficam feios e falsos, por convierem com o dinheiro sujo.
Vamos para a triste melodia que Roberto Carlos faz alusão ao triste episódio:
Quanto ao rei, Roberto Carlos, terminaria repetindo suas palavras: “olha aqui, presta a atenção… não quero ver você tão triste assim”.
(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.
Eu vi um Roberto Carlos muito incomodado no show que acabo de assistir nessa noite de Natal. Uma pena, manifesto, pois acompanho a trajetória de Roberto Carlos desde o início e sempre esperei por este dia para me atualizar com suas emoções.
Uma pena, insisto, mas até o próprio disse que precisava fazer uso do banquinho em razão de um problema na perna (desculpou-se alegando um pequeno acidente com sua motocicleta… tomara).
Mas valeu porque quem é rei, é e sempre será majestade. Os súditos se curvaram a ele e o presente de final de noite de Natal deu-se a partir da praia de Copacabana.
“Estar aqui é meu melhor presente de Natal”, disse o cantor logo no início do show, que começou com “Emoções”, como ele tradicionalmente faz. Segundo os organizadores, o público teria chegado a 1 milhão, e, de acordo com a Polícia Militar, cerca de 400 mil pessoas teriam participado do evento.
Depois veio o hit “Além do horizonte”, cantado em coro pelo público. Roberto aproveitou para agradecer o prefeito Eduardo Paes a oportunidade de se apresentar em Copacabana e para se desculpar por ter que usar um banco para se apoiar durante o espetáculo. Dizendo que “tudo fica mais difícil quando não se tem 35 anos”, ele contou ao público que não poderia fazer todo o show de pé, já que teria sofrido um acidente de moto recentemente.
Em seguida, o Rei fez uma homenagem ao bairro que serviu de palco para o cantor neste sábado. “Quando cheguei ao Rio, meu sonho era morar em Copacabana”, revelou, emendando com uma versão de “Copacabana, princesinha do mar”.
Paula Fernandes encantou por beleza e timbre de voz diferenciado, que certamente são atributos para sua condução ao topo do estrelato. Tenho falado muito dessa bela mineira que canta miuto.
O show
Após mais de duas horas de show, o cantor Roberto Carlos se despediu das cerca de 200 mil pessoas presentes na praia de Copacabana, no Rio, para ver seu especial de Natal cantando a música “Jesus Cristo” em ritmo de samba. O cantor subiu ao palco às 21h47 de sábado abrindo o espetáculo, transmitido pela TV Globo, com a canção “Emoções”.
Vestindo terno branco e camisa azul, o cantor disse estar emocionado. “Fazer este show hoje é o meu maior presente de Natal”, disse. Logo após a primeira música, ele se sentou, alegando uma “questão no joelho”, por conta de um acidente com motocicleta. “Andar de motocicleta depois dos 35 anos é um problema”, disse.
Roberto também declarou seu amor por Copacabana. “Quando eu cheguei no Rio meu maior sonho era morar aqui”, disse. Na sequência, ele cantou “Copacabana” e levantou o público com “Te amo, te amo, te amo”.
O especial da TV Globo é transmitido desde 1974. Esta é a segunda vez que Roberto faz um especial de fim de ano ao vivo –ou quase isso, já que o show é transmitido com meia hora de atraso, para garantir que nada saia errado. A primeira, segundo a Globo, foi em 1990, no Teatro Fênix. A Prefeitura do Rio de Janeiro encampou o show e promoveu um grande espetáculo para um público que estimou em 1 milhão de pessoas.
Um show como este custa entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, valores que o secretário de Turismo do Rio, Antônio Pedro Figueira, prefere não comentar. Ele diz que há anos a prefeitura vem insistindo com a equipe de Roberto para levar a ideia adiante. Só agora o cantor concordou. “Vamos adiantar as comemorações de Réveillon, para que o turista chegue antes ao Rio”, diz o secretário.
Claro que não ousaria “pinçar” o show direto da telinha. Esperarei por alguma postagem no Youtube.
Por enquanto, vamos para uma apresentação do “rei”, de algum tempo. Sei que vocês irão gostar.
E não perco a oportunidade para mais uma vez postar Paula Fernandes, que explodiu no especial “Elas cantam Roberto Carlos”, cantando ao lado de Dominguinhos. A seguir um sucesso lançado há meses e que imagino ser o sucesso que irá cantar hoje:
Veja o “papo” que Roberto Carlos “bateu” com Hebe Camargo, em março deste ano.
Ah., não vou perder a oportunidade e posto mais uma vez Paula Fernandes ao lado e cantando com Dominguinhos. Linda interpretação:
E, para finalizar, posto a que mais gosto do “rei”, e cantando com Cláudia Leite.
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