Irmã de Whitney Houston, Pat Houston (foto), continua dizendo que toda a situação que culminou com a morte de Whitney é duvidosa e insiste que ela pode ter sido assassinada.
Diz que não sabe como a cantora foi parar na banheira do hotel, na noite em que morreu.
Segundo o site TMZ, o instituto de medicina legal de Los Angeles recebeu vários emails e ligações telefônicas de pessoas próximas a Whitney que acreditam que sua morte não foi acidental.
Já se insinuou que Houston seria homossexual e muito já se comentou da cantora e atriz, falecida há pouco tempo.
Agora, nota divulgada pelo site O Fuxico, dáconta que Whitney Houston foi amante do irmão de Michael Jackson,Jermaine Jackson por um ano. O Fuxico lança mão de nota publicada no jornal The Sun.
Li pelo O Fuxico: Whitney Houston teve um romance secreto com Jermaine Jackson em 1984, de acordo com nota publicada no jornal The Sun, neste domingo (4).
O irmão de Michael Jackson era casado na época em que o romance começou. O relacionamento acabou um ano mais tarde quando Jermaine se recusou a deixar a mulher para ficar com a cantora.
A canção Saving All My Love for You (abaixo), número 1 nas paradas de sucesso naquela ano, seria uma mensagem de Whitney para Jermaine e seu clipe teve até mesmo um ator parecido com Jackson contracenando com Houston.
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Jermaine falou sobre seus profundos sentimentos sobre Whitney em sua autobiografia, lançada no ano passado, mas não admitiu o affair. O casamento dele com Hazel Gordy acabou em 1987.
Michael Jackson era uma das poucas pessoas que sabiam da relação, mas não a aprovava. Quando o pop star morreu, em 2009, Houston esteve ao lado de Jermaine para consolá-lo.
Whitney e Jermaine permaneceram amigos até sua morte, ocorrida no dia 11 de fevereiro, em Los Angeles.
Segundo relatos, o irmão de Michael estava tão triste com a morte da ex que não conseguiu ir ao seu enterro.
Ainda em busca de seu espaço na chamada televisão fechada, a apresentadora Oprah Whinfrey (foto) amarga índices não tão altos de audiência, se comparados com os números obtidos pelo programa levado ao ar pela televisão aberta, que em linguagem popular equivale dizer, de possível sintonia por todos, sem que se tenha necessidade de adesão à tv por assinatura.
Mas mesmo considerando estar afastada dos holofotes, Oprah Whinfrey começa a reagir, e já se insinua por uma entrevista bombástica: de acordo com o site “TMZ”, ela vai entrevistar Bobbi Kristina, filha da cantora Whitney Houston – que morreu no último dia 11 -, no programa “Oprah’s Next Chapter”, que vai ao ar no canal OWN, criado pela própria Oprah. Ao lado de Bobbi estará Patricia Houston, cunhada e empresária de Whitney, e também o irmão da cantora, Gary Houston.
A entrevista está sendo anunciada para ir ao ar no próximo domingo, dia 11, após apresentação der um quadro especial chamado “Remembering Whitney: The Oprah Interview”, que vai relembrar a participação de Houston no “The Oprah Winfrey Show”, em 2009.
E certamente emoção estará rolando solto, com momentos de interpretação da bela Whitney, como o que posto a seguir (I Will Always Love You em apresentação no show Divas, apresentado em Nova York em 1999). Houstoun reinventa a bela melodia que cantou no filme O Guarda Costas:
E agora, voltando no tempo, morrendo de saudade, vamos ao dia em que Whitney Houston foi ao programa de Oprah Whinfrey:
Trágica morte de Whitney Houston, sábado à tarde em Los Angeles, quando 2012 deveria ter sido o ano de uma grande volta por cima. Houston estava em controle de sua estratégia, sem bebidas ou ansiolíticos. Na música, voltara a trabalhar com seu mentor e descobridor Clive Davis, que planejava a campanha da volta de Whitney exatamente na festa pré-Grammys da noite de sábado, para a qual ela se preparava quando morreu….
Todos nós e Houston sabíamos que o cinema era um elemento essencial para a re-energização de sua carreira. Em 1992 em O Guarda Costas foi um dos maiores sucessos do ano, com mais de 410 milhões de dólares apurados em todo o mundo, e uma trilha que, impulsionada por hits como “I Will Always Love You” e “I’m Every Woman”, vendeu 45 milhões de cópias e emplacou duas canções indicadas ao Oscar, “I Have Nothing” e “Run to You”.
Há quatro anos Whitney e a produtora Debra Chase Martin trabalhavam no desenvolvimento de seu retorno também à tela. A oportunidade surgiu em 2001, quando a Warner, que há tempos vinha desenvolvendo o projeto da refeitura de Sparkle, um drama musical de 1976 estrelado originalmente por Irene Cara, desistiu de ir adiante. O motivo era trágico: Aaliyah, que deveria encarnar o papel título criado por Cara, morrera num desastre de avião.
Houston e Martin rapidamente negociaram os direitos do filme e da trilha, chamaram o casal de realizadores Salim e Mara Akil – respectivamente diretor e roteirista -para dar novo ânimo ao projeto e começaram a escalar o elenco. Whitney sempre se viu como coadjuvante, diz Martin. A história, afinal, é sobre três jovens irmãs, lideradas pela Sparkle do título, que formam um grupo vocal na linha das Supremes, cuja carreira é destruída pelas drogas. Whitney escolheu para si o papel da mãe das cantoras, uma mulher complicada e nada simpática. Sparkle ficou com Jordin Sparks, a jovem estrela surgida do programa American Idol.
Martin declarou: “Ela estava sensacional”. Na véspera de sua morte Whitney e Debra viram uma cópia de trabalho de Sparkle e aprovaram o trabalho de Salim Akil e a data escolhida pela Sony para o lançamento, 12 de agosto. A súbita morte de Houston não deve mudar os planos _ a data de lançamento permanece, assim como a do lançamento da trilha, na qual Houston canta o gospel “Eyes on the Sparrow” e faz duetos com Jordin Sparks em duas canções. “Teria sido um grande triunfo para Whitney”, diz Martin. “Mas lançar o filme é o mínimo que podemos fazer por sua memória.”
Justo Aretha Franklin,a madrinha de Whitney Houston, não pode comparecer ao funeral da afilhada.
Foi por questão de saúde, mesmo que tenha sido obrigada a fazer show comprometido anteriormente.
A cantora alegou problemas de saúde por não viajar para Nova Jersey
Aretha Franklin estava confirmada na cerimônia do funeral de Whitney Houston, em Nova Jersey, n tarde de sábado (18), mas cancelou sua participação alegando problemas de saúde. Porém, horas depois, ela se apresentou no Rádio City Music Hall.
A Rainha do Soul disse que estava sofrendo com alguns espasmos nas pernas e preferia descansar para seu show, do que viajar para o funeral. Ela ainda divulgou em um comunicado que seus sentimentos iam para a “querida amiga Cissy, Dionnes, Bobbi Kristina – filha de Whitney – e o restante da família.
Mesmo não podendo homenageá-la na cerimônia, Aretha Franklin dedicou boa parte de seu show para Whitney Houston e para Nick Ashford, que morreu em agosto do ano passado.
O ator Kevin Costner esteve no funeral de Whitney Houstou e lembrou de histórias de gravações de Guarda-Costas, por longo tempo no altar da igreja Batista.
Primeiro a falar foi o pastor da igreja New Hope Baptist Church, que comentou que Whitney Houston frequentava na infância, assim como Joe A. Carter e Tyler Perry, ator e diretor que era amigo pessoal da cantora. Depois foi a vez de Kevin Costner dar o seu discurso de homenagem à cantora, iniciando que era o momento de apoiar a família de Whitney Houston neste momento:
“Agora é hora de secar as lágrimas e a apoiar os familiares como Cissy, sua mãe e Bobby Cristina, sua filha”, disse o astro.
A seguir, Kevin fez um relato sobre as semelhanças entre ele e Whitney, que arrancou risos dos presentes na igreja de Nova Jérsei:
“Eu sou homem, ela é mulher , ela era negra e eu sou branco. Vocês devem estar pensando que não temos nada em comum? Mas estão errados. Tínhamos muitas coisas em comum: ambos crescemos dentro da igreja, em famílias com músicos ”, disse.
Kevin Costner, a seguir, passou a contar histórias da carreira de Whitney Houston que ele vivenciou. Uma das mais interessantes foi sobre uma das músicas mais conhecidas “I Will Always Love You”, que não estaria no filme O Guarda-Costas, longa no qual a cantora contracenou com ele.
“A música não ia estar no filme, mas por insistência de Whitney Houston, ela entrou e se tornou o sucesso que foi”, disse o galã.
Outro fato comentado por Kostner arrancou risos dos convidados, revelando que a maquiagem da atriz derreteu em frente às luzes do estúdio por causa do calor.
Depois disso, e já emocionado, Kevin Costner elogiou Whitney como cantora e como atriz.
“Uma lista com as maiores cantoras do século passado não teria sentido para mim, se o nome de Whitney não estivesse nela”, afirmou. A seguir teceu elogios pelo desempenho de Whitney Houston no filme O Guarda-Costas, o primeiro no qual ela atuou:
“Whitney, se você puder me ouvir agora, eu quero dizer que você não foi boa o bastante, você foi ótima. Muitos homens podiam fazer meu papel em O Guarda-Costas, mas você era a única que podia interpretar seu papel naquela época”, avaliou.
Para finalizar seu discurso, que arrancou aplausos de pé de todos os convidados no templo batista, Kevin declarou: “Quando estiver diante de Deus, não se preocupe: você será boa o bastante, Whitney”.
O funeral:
O funeral de Whitney Houston foi cheio de surpresa e mais grandioso do que se imaginava.
A cerimônia contou com programa que levou o título de “I will Always Love You” [Eu Sempre Te Amarei], música tema do filme no qual a cantora atuou com Kevin Costner, O Guarda-Costas, de 1992.
O site TMZ publicou que a foto do ex-marido da cantora, Bobby Brown, não está no cartaz de homenagem a Whitney.
Astros do soul, do gospel e do pop, do passado e do presente, velaram neste sábado o corpo da cantora Whitney Houston, uma semana após a repentina morte da artista, cuja extraordinária voz e os álbuns recordistas de vendas fizeram dela uma das maiores de sua era.
Whitney, que morreu em um quarto de hotel em Beverly Hills na semana passada, gravou músicas de amor comoventes e vibrantes. Ela foi velada por família e amigos em um funeral onde nasceu, em Newark, Nova Jersey.
Alicia Keys, Stevie Wonder, Aretha Franklin e o primo da cantora, Dionne Warwick, se apresentaram na Igreja Batista New Hope, onde Whitney começou a cantar ainda criança no coral com sua mãe, Cissy Houston, que foi “backing vocal” de Aretha Franklin.
Os astros de Hollywood Kevin Costner e Tyler Perry, além do mentor de Whitney, o produtor Clive Davis, falaram durante o funeral. Oprah Winfrey, Elton John, Beyoncé e Bill Cosby também lá estiveram.
A família de Whitney decidiu não fazer um funeral público
Vamos recordar a interpretação da bela que nos deixou:
Está agendada uma cerimônia especial para convidados, para esta sexta-feira, quando e onde o corpo da cantora Whitney Houston será exibido.
Quem informa é o site TMZ.
O ator Kevin Costner está na lista, assim como os cantores Aretha Franklin e Stevie Wonder. O produtor de Houston desde o início de sua carreira, Clive Davis, também irá falar no evento.
O site “TMZ” informou que a apresentadora Oprah Winfrey também foi convidada para a cerimônia, que ocorrerá no sábado (18) às 15h (horário de Brasília) em uma igreja de Newark (leste dos Estados Unidos).
O ex-marido de Houston, o cantor Bobby Brown, disse que vai comparecer ao funeral mesmo com a oposição da família da cantora.
Como foi divulgado, familiares responsabilizam Brown pelo envolvimento de Houston com as drogas.
A cerimônia será transmitida ao vivo pela internet através do site da agência de notícias Associated Press.
Whitney era filha da cantora gospel Cissy Houston, prima da diva dos anos 60 Dionne Warwick e afilhada de Aretha Franklin. Ela começou a cantar em igrejas ainda criança. Adolescente, fazia backing vocals para Chaka Khan, Jermaine Jackson e outros, e era modelo. Foi nesse período que o magnata da música Clive Davis ouviu falar da cantora.
“A primeira vez que a vi foi em um show de sua mãe… O impacto foi muito grande. Ouvir aquela jovem colocando fogo nas músicas. Provocou, de verdade, arrepios na espinha” , disse Davis ao “Good Morning America”.
Pouco tempo depois, os Estados Unidos sentiram esse “arrepio” também. Houston gravou seu primeiro álbum, “Whitney Houston”, em 1985. Foram vendidas milhões de cópias e suas músicas se tornaram sucesso. “Saving All My Love for You” rendeu à cantora seu primeiro Grammy, de melhor vocalista pop. “How Will I Know,” “You Give Good Love” e “The Greatest Love of All” também se tornaram singles.
Seu segundo trabalho, “Whitney”, de 1987, também teve grandes sucessos como “Where Do Broken Hearts Go” e “I Wanna Dance With Somebody”.
O “New York Times” descreve a voz da cantora como “uma das melhores vozes gospel de sua geração”. “Whitney evitava os maneirismos típicos do gênero, e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, ela comunicava força e auto-confiança, fazendo baladas pop majestosas.”
Whitney Houston ganhou seis Grammys durante sua carreira. O primeiro em 1985, como melhor performance vocal pop feminina com a música “Saving All My Love For You”. Ela recebeu o mesmo prêmio em 1987, por “I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)”.
Em 1993, Whitney ganhou três prêmios: melhor performance vocal pop feminina e gravação do ano por “I Will Always Love You” e álbum do ano com a trilha sonora original do filme “O Guarda-Costas”. Em 1999, como melhor perfomance feminina de R&B por “It’s Not Right But It’s Okay”.
A cantora deixa uma filha, Bobbi Kristina, fruto de seu casamento com Bobby Brown.
Houston aparece em foto com a filha Bobbi Kristina, do relacionamento com Bobby Brown.
O mundo tem-se perguntado: quem teria, atualmente a força que a cantora Whitney Houston teve em seu auge.
No geral a resposta gira em torno de Beyoncé, que por sua vez, divulgou em seu site oficial o quanto sentia pela perda de uma das maiores artistas do mundo pop.
Postou Beyoncé: “Eu, como toda as cantoras da minha geração, sempre quis ser igual a Whitney. Sua voz era perfeita, forte, mas ao mesmo tempo suave. Seu vibrato, seu controle, sua cadência. Soul e clássica. Por isso, muitas das memórias da minha vida estão ligadas a canções de Whitney Houston. Ela é nossa rainha e abriu as portas criando um modelo para todos nós”.
Isso é declaração de uma diva do momento para uma eterna diva.
Kevin Costner, que interpretou o guarda costa de Whitney Houston no filme que a consagrou como atriz, se manifestou após a morte da cantora e mandou flores à filha.
Kevin Costner, mantinha ligação amigável com Whitney Houston desde as gravações do filme O Guarda-Costas, em 1992, sucesso de bilheteria na época.
Costner ficou arrasado com a notícia da morte da cantora, que foi encontrada afogada na banheira do quarto do hotel Beverly Hilton.
De acordo com a revista americana Ok!, o ator entrou em contato com a família de Houston, para enviar as condolências e apoiá-los nesse momento difícil e mandou flores à filha de Whitney, Bobbi Kristina, no sábado, horas depois de saber da tragédia.
Em O Guarda-Costas, o ator interpretou um segurança que se apaixona pela artista.
A maior preocupação do presidente americano Barack Obama, quanto a morte da cantora e atriz Whitney Houston, se dá com relação à filha, conforme informou o assessor de imprensa da Casa Branca, Jay Carney.
Disse ele que o presdidente dos EUA lamentou a morte da cantora e diz que suas orações e seus pensamentos são para a família da cantora, especialmente sua filha, Bobbi Kristina.
Carney disse ainda que não sabia dizer se Obama conheceu a cantora pessoalmente.
A filha de Whitney Houston, Bobbi Kristina, diante do choque ao saber da morte da mãe, foi internada no hospital Cedars Sinai em Los Angeles no domingo, 12.
De acordo com fontes do site TMZ, Bobbi estava “histérica, exausta e inconsolável”.
Assim que soube da morte da mãe, Bobbi, que é filha de Whitney Houston com o cantor Bobby Brown, correu até o 4º andar do Berverly Hilton para tentar ver a cantora, mas foi impedida por policiais que estavam no local. De acordo com o TMZ, gritando e bastante irritada, ela chegou a xingar os policias ao saber que, num primeiro momento das investigações, ninguém poderia ver o corpo de Whitney. Não convencida, ela voltou outras vezes ao andar para tentar ver a mãe, mas voltou a ser barrada pelos agentes.
Whitney Houston estará no remake do filme “Sparkle” (1976), em pós-produção, baseado na história do The Supremes.
O remake do musical, baseado na história do trio The Supremes, ganhou data de estreia no Brasil: 7 de Dezembro. Nos EUA, a estreia acontece em agosto.
The Supremes foi um bem sucedido grupo feminino da Motown ativo de 1959 a 1977. Apresentava vários estilos musicais, como doo-wop, pop, soul, psicodelia e disco.
Uma das marcas registradas da Motown, The Supremes foi o mais famoso grupo musical negro dos anos 60, conhecida inicialmente como “Primettes”, por volta de 1959, era uma banda vocal formada por: Barbara Martin, Diana Ross, Florence Ballard e Mary Wilson, emplacando 20 sucessos no Hot 100 da Billboard entre 1964 e 1969, muitos deles escritos e produzidos pelo principal time criativo da Motown, Holland-Dozier-Holland. O sucesso das Supremes durante essa época pavimentou o caminho para que futuros artistas de soul e R&B ganhassem as platéias dos Estados Unidos e de diversos países.
Desaparecida das telonas desde 1996, quando estrelou ‘Um Anjo em Minha Vida’ com Denzel Washington, Houston passou por vários problemas com drogas e violência doméstica.
Quanto ao remake, Howard Rosenman revelou: “Seria um enorme retorno, ela está muito brilhante no filme”.
O filme que estava em fase de finalização, viria a ser o último filme de Whitney Houston. Com sua morte, a estreia pode ser adiantada.
O filme acompanha a trajetória de três irmãs que cantam em um coral de igreja e precisam lidar com os problemas pessoais à medida que começam a fazer sucesso com sua música. Whitney interpreta Effie, mãe de Sparkle Williams, interpretada por Jordin Sparks (vencedora da sexta temporada do American Idol).
Salim Akil, que recentemente fez sua estreia no cinema com o inédito ‘Pulando a Vassoura’ (Jumping the Broom), dirige.
Tony Benett, lendário e respeitado cantor norte americano, que mereceu um Grammy pelo cd Duets, onde registra parceria musical até com Amy Whinehouse, também prestou sua homenagem no pré-Grammy a Whitney Houston.
Benett não conseguia esconder sua tristeza e arrasado, chegou a pedir a legalização das drogas antes de cantar uma música em sua homenagem, na festa de Clive Davis, empresário que lançou a cantora.
O argumento do lendário cantor é o de que Houston, cuja causa da morte ainda não foi determinada, foi apenas a mais recente vítima da política americana de drogas que obriga as pessoas a assumir riscos.
Para não consumir drogas ilegais, as pessoas estão recorrendo às drogas legalizadas, ou seja, remédios controlados que também têm um enorme poder destrutivo, quando usados indiscriminadamente. A prescrição médica faz os usuários terem a falsa impressão de que não correm riscos.
“Primeiro foi Michael Jackson, em seguida, Amy Winehouse, agora a magnífica Whitney Houston”, disse Bennett no palco. “Gostaria que cada pessoa nesta sala fizesse campanha pela legalização das drogas.”
Tony continuou:
“Vamos legalizar as drogas como fizeram em Amsterdam.
Ninguém está se escondendo para obter essas drogas. As pessoas vão ao médico para conseguir receitas”, explicou Bennett, que chamou Houston de “a maior cantora que já ouvi na minha vida”. Benett cantou “How Do You Keep The Music Playing” na festa de Davis.
Remédios legalizados teriam sido a causa da morte de Whitney
Policiais de Los Angeles acharam Lorazepam, Valium e outros soníferos no quarto de hotel em que Whitney Houston foi encontrada morta, no último sábado (11), segundo o Radar Online.
A cantora foi encontrada desacordada por membros de sua equipe e foi declarada morta por paramédicos que foram chamados ao local, às 15h55, horário local (21h55, horário de Brasília).
Segundo informações de agentes, havia uma grande variedade de sedativos no quarto.
As drogas prescritas foram levadas para o Beverly Hills Police Department, que está conduzindo a investigação.
Uma pena isso tudo e talvez seja o momento de começarmos a pensar no que sugere o respeitado Tony Benett, que convive com artistas e sabe como ocorre no meio a relação com as drogas. Tone Benet, um ícone da música americana está com 86 anos e tem maturidade o suficiente para propor medida tão radical e tão contraditória. Aliás, vale a pena saber mais a respeito de Tony Benett.
Veja e ouça a bela melodia na interpretação de Benett:
Tudo indica, conforme investigação, que a causa da morte de Whitney pode ter sido afogamento.
Whitney Houston foi encontrada morta, com o corpo embaixo d’água, na banheira, ontem, sábado, 11 de fevereiro.
Não foram encontradas drogas e bebidas alcoólicas em seu quarto e policiais disseram que localizaram apenas frascos e cápsulas de remédios, conforme li agora pelo site “Tmz”, o primeiro a dar a notícia a partir dos Estados Unidos, e base de informação para o furo de reportagem do Z Castel, em português, resultando em mais de vinte mil acessos de todo o mundo.
O site sugere que Whitney pode ter dormido na banheira (estava tomando Xanax), antidepressivo que misturado com álcool pode sedar a pessoa. Membros da família afirmaram ao “Tmz” que o remédio foi receitado por médicos para controlar sua ansiedade e depressão.
Quem encontrou a cantora foi sua cabeleireira e depois os seguranças, que estranharam a demora dela no banheiro e arrombaram a porta. A cabelereira, segundo informações do “TMZ”, ficou desesperada quando viu o corpo mergulhado.
Whitney participaria da festa pré-Grammy, programado para a noite deste domingo (12).
O corpo de Whitney Houston foi retirado do hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills, pelos paramédicos, durante a madrugada deste domingo (12) e levaram o corpo para necrotério, onde será realizada a autópsia.
O capitão Brian Elias, do escritório de investigação de Los Angeles, disse que os exames para detectar a causa da morte ainda não foram agendados e que os investigadores estão aguardando os relatórios antes que a autópsia possa ser conduzida. A informação é da agência de notícias Associated Press.
Segundo testemunhas, a atriz e cantora foi vista na última quinta-feira (9), na a boate “Tru”, com o ex-namorado Ray J, tendo saído de lá na madrugada de sexta-feira (10), num estado “lastimável”.
No quarto da atriz no hotel, não havia sinais aparentes de crime ou violência, conforme declarou um porta-voz da polícia a jornalistas diante do hotel. Segundo Kirsten Foster, assessor da estrela, a causa da morte permanece desconhecida e está sendo investigada.
Seguranças do hotel fizeram uma ligação de emergência sobre Houston às 15h43 locais (21h43 no horário de Brasília) e uma equipe de paramédicos já estaria no hotel por conta de uma festa do Grammy e teria tentado ressuscitar, sem sucesso, a cantora. Às 15h55, Houston foi declarada morta.
Antes, conforme registros, Whitney falou com sua mãe, Cissy Houston e com sua prima, Dionne Warwick, e ambas disseram que não perceberam nada de diferente com a cantora e que ela estava com uma voz normal no telefone. A conversa teria girado em torno da participação de Whitney na festa pré-Grammy organizada por Clive Davis.
Bobby Brown, ex marido de Whitney está “arrasado”, segundo disse um familiar próximo à revista “People”. “Eles tinham em comum a filha Bobbi Kristina e queriam criá-la juntos. Havia muito respeito entre eles e não há registros de que se odiavam conforme foi sugerido por alguns sites.
Whitney se casou com Brown, um cantor de soul, em 1992. Tiveram sua filha um ano depois e após uma relação tumultuada, que incluiu uma denúncia da cantora por violência doméstica, o casal se divorciou em 2007.
A morte de Whitney Houston surge na véspera da maior premiação da música mundial, o Grammy, que será realizado neste domingo (12), em Los Angeles. Um tributo à cantora será prestado. Um de seus mentores de longa data, o produtor Clive Davis, chegou a afirmar que ela estaria presente à festa e, inclusive, deveria cantar. “É a noite favorita dela no ano, então quem sabe…”
Leio que na quinta feira (9), 48 horas antes de ser encontrada sem vida na banheira do sua suíte no quarto andar do hotel Beverly Hilton, Whitney Houston fez uma entrada caótica no ensaio da festa pré-Grammys de seu mentor e descobridor, Clive Davis, no Imperial Ballroom do hotel. No palco, Brandy e Monica passavam seu dueto quando Houston, com os cabelos ensopados – não se sabe de água ou de suor – entrou saltitando pelo salão, depois de longo tempo perambulando pela recepção do hotel.
Quando uma equipe de TV apareceu para entrevistar Brandy e Monica, Houston continuou a dar pulos pelo salão, intrerrompendo várias vezes a gravação. Segundo o “Los Angeles Times”, Houston cheirava a “álcool e cigarros” e, depois de mais algumas interrupções, rumou para a piscina do hotel onde tentou plantar bananeiras. Sua filha, Bobbo Kristina, finalmente levou-a de volta para seu quarto.
Houston deixou registrada sua última performance, cantando o gospel “Jesus Loves Me” na festa pré-Grammys de Kelly Price, no mesmo Beverly Hilton. Segundo funcioários do hotel – que, em, janeiro, foi palco da entrega dos Globos de Ouro- a festa continuou, ruidosa e animada, na suíte de Houston, até a alta madrugada, provocando queixas de seus vizinhos do quarto andar.
Numa ironia trágica e macabra, nesta noite de sábado (11) em Los Angeles, enquanto a festa de Clive Davis acontecia no Imperial Ballroom, no térreo do Beverly Hilton, o corpo de Houston continuava na banheira de sua suíte, aguardando a liberação pelas autoridades, que ainda investigam a causa de sua morte.
O Grammy Awards, maior premiação da música mundial, fará uma homenagem a Whitney Houston em sua cerimônia neste domingo (12). A cantora Jennifer Hudson foi convocada para a 54° edição do evento, que será realizada em Los Angeles, confirmou a Academia de Gravação. Será feito um tributo à cantora, que morreu neste sábado (11).
A cantora Jennifer Hudson foi selecionada para o tributo. “Whitney era uma amiga. Trabalhei para Clive [Davis, executivo da indústria musical] desde o começo e lançamos o álbum dela quando ela tinha 19 anos”, conta Erlich. “Eu a ajudei a procurar músicas e produtores e fomos apresentados nessa sala. É pessoalmente devastador, há apenas uma Whitney Houston e sentiremos muita falta dela”, diz o produtor.
A cantora Whitney Houston:
Whitney Houston ganhou seis Grammys durante sua carreira. O primeiro em 1985, como melhor performance vocal pop feminina com a música “Saving All My Love For You”. Ela recebeu o mesmo prêmio em 1987, por “I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)”.
Em 1993, Whitney ganhou três prêmios: melhor performance vocal pop feminina e gravação do ano por “I Will Always Love You” e álbum do ano com a trilha sonora original do filme “O Guarda-Costas”. Em 1999, como melhor perfomance feminina de R&B por “It’s Not Right But It’s Okay”.
Difícil contar as estrelas do céu, embora sabendo que elas lá estão… estão lá aos milhares, milhões.
Particularmente gosto de ver estrelas no céu e até mantenho um canto particular para vê-las brilhando, sem a interferência das luzes artificiais que a elas fazem concorrência. Aprendi que é preciso ficar em pleno escuro por pelo menos quarenta minutos para que nossa retina possa ver o estrelato em toda sua intensidade.
Vejo estrelas, adoro o brilho das estrelas, acho o céu que vemos maravilhoso e sei que o céu verdadeiro é ainda mais maravilhoso. Tenho essa fé!
A beleza das estrelas inspirou os poetas na referência a artistas de todos os gêneros. Tenho minhas estrelas e meus astros, vejo-os sempre por onde posso e mantenho-os vivos em meu coração. Mesmo os que se foram… fico com seus melhores momentos.
Claro que falo de estrela nesse momento porque acabamos de perder uma de nosso estrelato musical, embora tenhamos a certeza de termos ganho mais uma estrela no céu.
Whitney Houston, como gostava dessa menina que não soube ficar adulta e corresponder com sua idade cronológica.
Foi triste acompanhar seus últimos anos, quando se deixou levar pela bebida e pelas drogas e por fim acabando vencida.
Sofri muito, na proporção de quanto gostava de suas músicas por suas interpretações, ao tomar conhecimento de cada degrau que descia, no momento mais crítico de sua vida. E como fiquei alegre ao saber que a bela Whitney Houston tinha vencido as drogas, após vários meses internada em uma clínica especializada. Mas não foi definitivo ou decisivo… uma pena!
Droga, que droga e que preocupação com elas, pois sabemos e bem que arrasta e cada vez mais toma conta de pessoas… mais as jovens.
Mas Whitney Houston, a bela de olhos brilhantes e voz quase sem igual, que podia assinar interpretações impecáveis por seus muitos cds!? Ela que fez papel de uma estrela de seu porte no filme “O Guarda Costas”, protegida por Kevin Costner, num papel dela própria… uma estrela delicada e atrevida, como pode ser próprio de quem imagina ter tudo ou chegado a conquistar tudo!
Por que a vida não colocou um guarda costas com aquele poder visto no filme, para proteger nossa estrela… diva americana… reconhecida e admirada e apontada como uma das melhores, pela madrinha Aretha Franklin e pela prima Dionne Warwick? Também por toda sua legião mundial de fãs.
Whthney tinha o poder de nos levar à emoção quando entoava uma canção com mensagem mais triste, cantava o amor como poucos e nos embalava no ritmo mais frenético, como pelo sucesso “I Wanna Dance With Somebody”. No vídeo clip ela passa uma energia muito grande, querendo mesmo insinuar que queria dançar, queria ser feliz, queria aproveitar o próprio ritmo e embalo para dançar com alguém (no post a seguir). Talvez faltasse alguém de verdade na vida da atriz e cantora, especialmente quando mais precisou. Um guarda costa do tipo Kevin Costner.
O mundo a acompanhou na última turnê, quando chegou ao ponto de ser vaiada em algumas apresentações, por esquecer letras e por não mais mostrar aqueles agudos que, igual a ela, no gênero musical, só mesmo a prima e em quem se espelhava, uma outra diva, Dionne Warwick. Ou a madrinha Aretha Franklin.
Estamos perdendo nossos maiores ídolos. Muitos deles para as drogas e urge que façamos algo para evitar.
Ontem, infelizmente vivi uma realização como profissional, ao ser o primeiro a dar a notícia aos brasileiros, pela internet, da morte da atriz e cantora. Estava ao computador no momento certo, mas o fiz de forma muito infeliz, pois se tratava da morte de uma das cantoras que mais curti e curto, assim como irei curtir pelo resto de minha vida, pelos seus hits que passarão como inesquecíveis para todos os que apreciam o melhor do gênero.
Guardo com muito carinho, quase que num cofre, um dvd com as divas americanas, e quanto a Whitney Houston, o direito de uma apresentação especial, pois afinal se trata dela, a então saída do filme ao lado de Costner e pelo qual se apresentou como sempre deve ter sido: uma jovem adulta muito talentosa, mas que precisava de proteção. Pena alguém não ter tido essa cautela e tê-la evitado do contato com a bebida e com a droga, condição que passou a convier após seu conturbado casamento.
Muito triste, mas fico com a mensagem de “Partidas e Chegadas”, que transmite o seguinte:
“Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade
que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz:
já se foi, haverá outras vozes,
mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro”.
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.
Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
E é assim que, no mesmo instante em que dizemos:
já se foi, no mais além, outro alguém dirá feliz: “já está chegando”.
Chegou ao destino levando consigo
as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.
Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajantes da imortalidade que somos todos nós.”
Fico com esta mensagem, na certeza de que, enquanto dizemos aqui: já se foi, lá no céu, todos já devem estar acolhendo-a felizes, pois passarão a contar com sua beleza em todos os sentidos, do físico ao de talento e se embalar com melodias como “I Will Always Love You”, que posto a seguir, de uma apresentação do show Divas em New York:
(*) Renato Cardoso, o autor, é publicitário e bacharel em direito.
A organização da premiação do Grammy, que acontece neste domingo, 12, trabalha para fazer um tributo à cantora.
A responsabilidade ficará para Jennifer Hudson, que reconhece que terá pouco tempo para se preparar, mas a organização do Grammy, maior premiação de música, entendeu ser indispensável uma homenagem a Whitney Houston neste domingo, data em que o evento acontece.
Deu no canal E! que o produtor do evento Ken Ehrlich, confirmou que a cantora Jennifer Hudson comandará o tributo desta noite.
“É muito recente em nossas memórias para fazermos mais a essa altura, mas não podíamos deixar de reconhecer o quanto Whitney contribuiu par os fãs da música, e seus laços com a transmissão do Grammy, suas indicações e prêmios conquistados ao longo dos anos”, disse.
Ainda segundo o site, Ken disse que assim que ficou sabendo da morte da cantora colocou sua melhor equipe para trabalhar no tributo.
Whitney Houston ganhou seis Grammys durante sua carreira.
Ela morreu neste sábado (11) aos 48 anos, sabendo-se por enquanto que a causa mortir pode ter sido afogamento. Houston foi encontrada morta por um integrante da sua equipe em uma banheira de uma suíte no 4º andar do Beverly Hilton, hotel de Los Angeles (EUA).
“Uma luz foi esmaecida da nossa comunidade musical hoje, e nós estendemos nossas mais profundas condolências a sua família, amigos, fãs e todos os que foram tocados por sua bela voz”, disse Neil Portnow, presidente da Academia.
Whitney ganhou seu primeiro Grammy em 1985 como melhor performance vocal pop feminina com a música “Saving All My Love For You”. Ela recebeu o mesmo prêmio em 1987 por “I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)”.
Em 1993, Whitney ganhou três Grammys: melhor performance vocal pop feminina e gravação do ano por “I Will Always Love You”; e álbum do ano com a trilha sonora original do filme “O guarda-costas”. O Grammy mais recente recebido por Whitney foi em 1999, como melhor perfomance feminina de R&B por “It’s Not Right But It’s Okay”.
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